Apresentado Por:

Revista DBO | Touro Nelore deve ser “pacote completo”

O zootecnista e jurado da ABCZ, Roberto Vilhena lista pontos fundamentais para a escolha de um bom touro Nelore

A escolha do touro deve seguir critérios muito bem definidos para se obter máximo melhoramento genético.

Por Roberto Vilhena – Zootecnista, jurado efetivo da ABCZ e mentor do curso on line Touro Nelore 30 K.

A pecuária brasileira evoluiu muito nos últimos 30 anos, graças à utilização de novas tecnologias voltadas à produção de carne de melhor qualidade. Hoje, já é comum vivenciarmos e falarmos de inseminação artificial em tempo fixo (IATF), genômica aplicada ao melhoramento e uso em massa da avaliação genética, que tem por base a Diferença Esperada na Progênie (DEP).

Todas essas ferramentas têm a mesma finalidade: identificar bons touros Nelore, elemento-chave para a produção de matrizes adaptadas, para o cruzamento industrial e para a seleção de genética superior PO (pura de origem), usando tanto sêmen de centrais quanto reprodutores para monta natural, sistema reprodutivo predominante na pecuária de corte brasileira.

Para que o pecuarista possa, contudo, tirar máximo proveito dessas tecnologias, os touros precisam ser capazes de caminhar grandes extensões com facilidade, ter aprumos fortes para fazer o salto, ter umbigo corrigido para aumentar as taxas de fertilidade, ser pigmentado para enfrentar o calor, produzir vacas com ótima habilidade materna e facilidade de parto, dentre outros importantes atributos que a morfologia oferece.

Estabelecer alguns critérios de escolha, portanto, é de fundamental importância para se ter sucesso nessa jornada decisiva da evolução dos rebanhos e na obtenção dos melhores resultados. Critérios estes que podem ser aplicados às compras diretas em fazendas, em leilões presenciais e virtuais ou até mesmo no momento da aquisição de doses de sêmen nas centrais de inseminação artificial. Veja cada item detalhadamente a seguir e faça uma boa escolha.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

A escolha do touro deve seguir critérios muito bem definidos para se obter máximo melhoramento genético.

Por Roberto Vilhena – Zootecnista, jurado efetivo da ABCZ e mentor do curso on line Touro Nelore 30 K.

A pecuária brasileira evoluiu muito nos últimos 30 anos, graças à utilização de novas tecnologias voltadas à produção de carne de melhor qualidade. Hoje, já é comum vivenciarmos e falarmos de inseminação artificial em tempo fixo (IATF), genômica aplicada ao melhoramento e uso em massa da avaliação genética, que tem por base a Diferença Esperada na Progênie (DEP).

Todas essas ferramentas têm a mesma finalidade: identificar bons touros Nelore, elemento-chave para a produção de matrizes adaptadas, para o cruzamento industrial e para a seleção de genética superior PO (pura de origem), usando tanto sêmen de centrais quanto reprodutores para monta natural, sistema reprodutivo predominante na pecuária de corte brasileira.

Para que o pecuarista possa, contudo, tirar máximo proveito dessas tecnologias, os touros precisam ser capazes de caminhar grandes extensões com facilidade, ter aprumos fortes para fazer o salto, ter umbigo corrigido para aumentar as taxas de fertilidade, ser pigmentado para enfrentar o calor, produzir vacas com ótima habilidade materna e facilidade de parto, dentre outros importantes atributos que a morfologia oferece.

Estabelecer alguns critérios de escolha, portanto, é de fundamental importância para se ter sucesso nessa jornada decisiva da evolução dos rebanhos e na obtenção dos melhores resultados. Critérios estes que podem ser aplicados às compras diretas em fazendas, em leilões presenciais e virtuais ou até mesmo no momento da aquisição de doses de sêmen nas centrais de inseminação artificial. Veja cada item detalhadamente a seguir e faça uma boa escolha.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Este post está disponível apenas para membros.
Compartilhe:

Continue depois da publicidade

Continue depois da publicidade

O zootecnista e jurado da ABCZ, Roberto Vilhena lista pontos fundamentais para a escolha de um bom touro Nelore

A escolha do touro deve seguir critérios muito bem definidos para se obter máximo melhoramento genético.

Por Roberto Vilhena – Zootecnista, jurado efetivo da ABCZ e mentor do curso on line Touro Nelore 30 K.

A pecuária brasileira evoluiu muito nos últimos 30 anos, graças à utilização de novas tecnologias voltadas à produção de carne de melhor qualidade. Hoje, já é comum vivenciarmos e falarmos de inseminação artificial em tempo fixo (IATF), genômica aplicada ao melhoramento e uso em massa da avaliação genética, que tem por base a Diferença Esperada na Progênie (DEP).

Todas essas ferramentas têm a mesma finalidade: identificar bons touros Nelore, elemento-chave para a produção de matrizes adaptadas, para o cruzamento industrial e para a seleção de genética superior PO (pura de origem), usando tanto sêmen de centrais quanto reprodutores para monta natural, sistema reprodutivo predominante na pecuária de corte brasileira.

Para que o pecuarista possa, contudo, tirar máximo proveito dessas tecnologias, os touros precisam ser capazes de caminhar grandes extensões com facilidade, ter aprumos fortes para fazer o salto, ter umbigo corrigido para aumentar as taxas de fertilidade, ser pigmentado para enfrentar o calor, produzir vacas com ótima habilidade materna e facilidade de parto, dentre outros importantes atributos que a morfologia oferece.

Estabelecer alguns critérios de escolha, portanto, é de fundamental importância para se ter sucesso nessa jornada decisiva da evolução dos rebanhos e na obtenção dos melhores resultados. Critérios estes que podem ser aplicados às compras diretas em fazendas, em leilões presenciais e virtuais ou até mesmo no momento da aquisição de doses de sêmen nas centrais de inseminação artificial. Veja cada item detalhadamente a seguir e faça uma boa escolha.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

A escolha do touro deve seguir critérios muito bem definidos para se obter máximo melhoramento genético.

Por Roberto Vilhena – Zootecnista, jurado efetivo da ABCZ e mentor do curso on line Touro Nelore 30 K.

A pecuária brasileira evoluiu muito nos últimos 30 anos, graças à utilização de novas tecnologias voltadas à produção de carne de melhor qualidade. Hoje, já é comum vivenciarmos e falarmos de inseminação artificial em tempo fixo (IATF), genômica aplicada ao melhoramento e uso em massa da avaliação genética, que tem por base a Diferença Esperada na Progênie (DEP).

Todas essas ferramentas têm a mesma finalidade: identificar bons touros Nelore, elemento-chave para a produção de matrizes adaptadas, para o cruzamento industrial e para a seleção de genética superior PO (pura de origem), usando tanto sêmen de centrais quanto reprodutores para monta natural, sistema reprodutivo predominante na pecuária de corte brasileira.

Para que o pecuarista possa, contudo, tirar máximo proveito dessas tecnologias, os touros precisam ser capazes de caminhar grandes extensões com facilidade, ter aprumos fortes para fazer o salto, ter umbigo corrigido para aumentar as taxas de fertilidade, ser pigmentado para enfrentar o calor, produzir vacas com ótima habilidade materna e facilidade de parto, dentre outros importantes atributos que a morfologia oferece.

Estabelecer alguns critérios de escolha, portanto, é de fundamental importância para se ter sucesso nessa jornada decisiva da evolução dos rebanhos e na obtenção dos melhores resultados. Critérios estes que podem ser aplicados às compras diretas em fazendas, em leilões presenciais e virtuais ou até mesmo no momento da aquisição de doses de sêmen nas centrais de inseminação artificial. Veja cada item detalhadamente a seguir e faça uma boa escolha.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Este post está disponível apenas para membros.

Gostou? Compartilhe:

Mais Lidas

1.

Encontre aqui a consultoria ideal para sua fazenda

Vídeos em destaque

Mais Lidas

Colunistas

Confira os destaques da seção ‘Giro Rápido’ da Revista DBO de maio

A escolha do touro deve seguir critérios muito bem definidos para se obter máximo melhoramento genético.

Por Roberto Vilhena – Zootecnista, jurado efetivo da ABCZ e mentor do curso on line Touro Nelore 30 K.

A pecuária brasileira evoluiu muito nos últimos 30 anos, graças à utilização de novas tecnologias voltadas à produção de carne de melhor qualidade. Hoje, já é comum vivenciarmos e falarmos de inseminação artificial em tempo fixo (IATF), genômica aplicada ao melhoramento e uso em massa da avaliação genética, que tem por base a Diferença Esperada na Progênie (DEP).

Todas essas ferramentas têm a mesma finalidade: identificar bons touros Nelore, elemento-chave para a produção de matrizes adaptadas, para o cruzamento industrial e para a seleção de genética superior PO (pura de origem), usando tanto sêmen de centrais quanto reprodutores para monta natural, sistema reprodutivo predominante na pecuária de corte brasileira.

Para que o pecuarista possa, contudo, tirar máximo proveito dessas tecnologias, os touros precisam ser capazes de caminhar grandes extensões com facilidade, ter aprumos fortes para fazer o salto, ter umbigo corrigido para aumentar as taxas de fertilidade, ser pigmentado para enfrentar o calor, produzir vacas com ótima habilidade materna e facilidade de parto, dentre outros importantes atributos que a morfologia oferece.

Estabelecer alguns critérios de escolha, portanto, é de fundamental importância para se ter sucesso nessa jornada decisiva da evolução dos rebanhos e na obtenção dos melhores resultados. Critérios estes que podem ser aplicados às compras diretas em fazendas, em leilões presenciais e virtuais ou até mesmo no momento da aquisição de doses de sêmen nas centrais de inseminação artificial. Veja cada item detalhadamente a seguir e faça uma boa escolha.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

A escolha do touro deve seguir critérios muito bem definidos para se obter máximo melhoramento genético.

Por Roberto Vilhena – Zootecnista, jurado efetivo da ABCZ e mentor do curso on line Touro Nelore 30 K.

A pecuária brasileira evoluiu muito nos últimos 30 anos, graças à utilização de novas tecnologias voltadas à produção de carne de melhor qualidade. Hoje, já é comum vivenciarmos e falarmos de inseminação artificial em tempo fixo (IATF), genômica aplicada ao melhoramento e uso em massa da avaliação genética, que tem por base a Diferença Esperada na Progênie (DEP).

Todas essas ferramentas têm a mesma finalidade: identificar bons touros Nelore, elemento-chave para a produção de matrizes adaptadas, para o cruzamento industrial e para a seleção de genética superior PO (pura de origem), usando tanto sêmen de centrais quanto reprodutores para monta natural, sistema reprodutivo predominante na pecuária de corte brasileira.

Para que o pecuarista possa, contudo, tirar máximo proveito dessas tecnologias, os touros precisam ser capazes de caminhar grandes extensões com facilidade, ter aprumos fortes para fazer o salto, ter umbigo corrigido para aumentar as taxas de fertilidade, ser pigmentado para enfrentar o calor, produzir vacas com ótima habilidade materna e facilidade de parto, dentre outros importantes atributos que a morfologia oferece.

Estabelecer alguns critérios de escolha, portanto, é de fundamental importância para se ter sucesso nessa jornada decisiva da evolução dos rebanhos e na obtenção dos melhores resultados. Critérios estes que podem ser aplicados às compras diretas em fazendas, em leilões presenciais e virtuais ou até mesmo no momento da aquisição de doses de sêmen nas centrais de inseminação artificial. Veja cada item detalhadamente a seguir e faça uma boa escolha.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Para acessar este conteúdo, você deve adquirir Assinaturas DBO - #CdC, Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Mensal, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - Parceria Rehagro, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - 26, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Anual, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Mensal ou Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Anual.

Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

A escolha do touro deve seguir critérios muito bem definidos para se obter máximo melhoramento genético.

Por Roberto Vilhena – Zootecnista, jurado efetivo da ABCZ e mentor do curso on line Touro Nelore 30 K.

A pecuária brasileira evoluiu muito nos últimos 30 anos, graças à utilização de novas tecnologias voltadas à produção de carne de melhor qualidade. Hoje, já é comum vivenciarmos e falarmos de inseminação artificial em tempo fixo (IATF), genômica aplicada ao melhoramento e uso em massa da avaliação genética, que tem por base a Diferença Esperada na Progênie (DEP).

Todas essas ferramentas têm a mesma finalidade: identificar bons touros Nelore, elemento-chave para a produção de matrizes adaptadas, para o cruzamento industrial e para a seleção de genética superior PO (pura de origem), usando tanto sêmen de centrais quanto reprodutores para monta natural, sistema reprodutivo predominante na pecuária de corte brasileira.

Para que o pecuarista possa, contudo, tirar máximo proveito dessas tecnologias, os touros precisam ser capazes de caminhar grandes extensões com facilidade, ter aprumos fortes para fazer o salto, ter umbigo corrigido para aumentar as taxas de fertilidade, ser pigmentado para enfrentar o calor, produzir vacas com ótima habilidade materna e facilidade de parto, dentre outros importantes atributos que a morfologia oferece.

Estabelecer alguns critérios de escolha, portanto, é de fundamental importância para se ter sucesso nessa jornada decisiva da evolução dos rebanhos e na obtenção dos melhores resultados. Critérios estes que podem ser aplicados às compras diretas em fazendas, em leilões presenciais e virtuais ou até mesmo no momento da aquisição de doses de sêmen nas centrais de inseminação artificial. Veja cada item detalhadamente a seguir e faça uma boa escolha.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

A escolha do touro deve seguir critérios muito bem definidos para se obter máximo melhoramento genético.

Por Roberto Vilhena – Zootecnista, jurado efetivo da ABCZ e mentor do curso on line Touro Nelore 30 K.

A pecuária brasileira evoluiu muito nos últimos 30 anos, graças à utilização de novas tecnologias voltadas à produção de carne de melhor qualidade. Hoje, já é comum vivenciarmos e falarmos de inseminação artificial em tempo fixo (IATF), genômica aplicada ao melhoramento e uso em massa da avaliação genética, que tem por base a Diferença Esperada na Progênie (DEP).

Todas essas ferramentas têm a mesma finalidade: identificar bons touros Nelore, elemento-chave para a produção de matrizes adaptadas, para o cruzamento industrial e para a seleção de genética superior PO (pura de origem), usando tanto sêmen de centrais quanto reprodutores para monta natural, sistema reprodutivo predominante na pecuária de corte brasileira.

Para que o pecuarista possa, contudo, tirar máximo proveito dessas tecnologias, os touros precisam ser capazes de caminhar grandes extensões com facilidade, ter aprumos fortes para fazer o salto, ter umbigo corrigido para aumentar as taxas de fertilidade, ser pigmentado para enfrentar o calor, produzir vacas com ótima habilidade materna e facilidade de parto, dentre outros importantes atributos que a morfologia oferece.

Estabelecer alguns critérios de escolha, portanto, é de fundamental importância para se ter sucesso nessa jornada decisiva da evolução dos rebanhos e na obtenção dos melhores resultados. Critérios estes que podem ser aplicados às compras diretas em fazendas, em leilões presenciais e virtuais ou até mesmo no momento da aquisição de doses de sêmen nas centrais de inseminação artificial. Veja cada item detalhadamente a seguir e faça uma boa escolha.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Para acessar este conteúdo, você deve adquirir Assinaturas DBO - #CdC, Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Mensal, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - Parceria Rehagro, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - 26, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Anual, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Mensal ou Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Anual.

A escolha do touro deve seguir critérios muito bem definidos para se obter máximo melhoramento genético.

Por Roberto Vilhena – Zootecnista, jurado efetivo da ABCZ e mentor do curso on line Touro Nelore 30 K.

A pecuária brasileira evoluiu muito nos últimos 30 anos, graças à utilização de novas tecnologias voltadas à produção de carne de melhor qualidade. Hoje, já é comum vivenciarmos e falarmos de inseminação artificial em tempo fixo (IATF), genômica aplicada ao melhoramento e uso em massa da avaliação genética, que tem por base a Diferença Esperada na Progênie (DEP).

Todas essas ferramentas têm a mesma finalidade: identificar bons touros Nelore, elemento-chave para a produção de matrizes adaptadas, para o cruzamento industrial e para a seleção de genética superior PO (pura de origem), usando tanto sêmen de centrais quanto reprodutores para monta natural, sistema reprodutivo predominante na pecuária de corte brasileira.

Para que o pecuarista possa, contudo, tirar máximo proveito dessas tecnologias, os touros precisam ser capazes de caminhar grandes extensões com facilidade, ter aprumos fortes para fazer o salto, ter umbigo corrigido para aumentar as taxas de fertilidade, ser pigmentado para enfrentar o calor, produzir vacas com ótima habilidade materna e facilidade de parto, dentre outros importantes atributos que a morfologia oferece.

Estabelecer alguns critérios de escolha, portanto, é de fundamental importância para se ter sucesso nessa jornada decisiva da evolução dos rebanhos e na obtenção dos melhores resultados. Critérios estes que podem ser aplicados às compras diretas em fazendas, em leilões presenciais e virtuais ou até mesmo no momento da aquisição de doses de sêmen nas centrais de inseminação artificial. Veja cada item detalhadamente a seguir e faça uma boa escolha.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

A escolha do touro deve seguir critérios muito bem definidos para se obter máximo melhoramento genético.

Por Roberto Vilhena – Zootecnista, jurado efetivo da ABCZ e mentor do curso on line Touro Nelore 30 K.

A pecuária brasileira evoluiu muito nos últimos 30 anos, graças à utilização de novas tecnologias voltadas à produção de carne de melhor qualidade. Hoje, já é comum vivenciarmos e falarmos de inseminação artificial em tempo fixo (IATF), genômica aplicada ao melhoramento e uso em massa da avaliação genética, que tem por base a Diferença Esperada na Progênie (DEP).

Todas essas ferramentas têm a mesma finalidade: identificar bons touros Nelore, elemento-chave para a produção de matrizes adaptadas, para o cruzamento industrial e para a seleção de genética superior PO (pura de origem), usando tanto sêmen de centrais quanto reprodutores para monta natural, sistema reprodutivo predominante na pecuária de corte brasileira.

Para que o pecuarista possa, contudo, tirar máximo proveito dessas tecnologias, os touros precisam ser capazes de caminhar grandes extensões com facilidade, ter aprumos fortes para fazer o salto, ter umbigo corrigido para aumentar as taxas de fertilidade, ser pigmentado para enfrentar o calor, produzir vacas com ótima habilidade materna e facilidade de parto, dentre outros importantes atributos que a morfologia oferece.

Estabelecer alguns critérios de escolha, portanto, é de fundamental importância para se ter sucesso nessa jornada decisiva da evolução dos rebanhos e na obtenção dos melhores resultados. Critérios estes que podem ser aplicados às compras diretas em fazendas, em leilões presenciais e virtuais ou até mesmo no momento da aquisição de doses de sêmen nas centrais de inseminação artificial. Veja cada item detalhadamente a seguir e faça uma boa escolha.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Para acessar este conteúdo, você deve adquirir Assinaturas DBO - #CdC, Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Mensal, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - Parceria Rehagro, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - 26, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Anual, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Mensal ou Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Anual.

A Revista DBO traz os resultados dos principais leilões de todo o Brasil; CONFIRA!

A escolha do touro deve seguir critérios muito bem definidos para se obter máximo melhoramento genético.

Por Roberto Vilhena – Zootecnista, jurado efetivo da ABCZ e mentor do curso on line Touro Nelore 30 K.

A pecuária brasileira evoluiu muito nos últimos 30 anos, graças à utilização de novas tecnologias voltadas à produção de carne de melhor qualidade. Hoje, já é comum vivenciarmos e falarmos de inseminação artificial em tempo fixo (IATF), genômica aplicada ao melhoramento e uso em massa da avaliação genética, que tem por base a Diferença Esperada na Progênie (DEP).

Todas essas ferramentas têm a mesma finalidade: identificar bons touros Nelore, elemento-chave para a produção de matrizes adaptadas, para o cruzamento industrial e para a seleção de genética superior PO (pura de origem), usando tanto sêmen de centrais quanto reprodutores para monta natural, sistema reprodutivo predominante na pecuária de corte brasileira.

Para que o pecuarista possa, contudo, tirar máximo proveito dessas tecnologias, os touros precisam ser capazes de caminhar grandes extensões com facilidade, ter aprumos fortes para fazer o salto, ter umbigo corrigido para aumentar as taxas de fertilidade, ser pigmentado para enfrentar o calor, produzir vacas com ótima habilidade materna e facilidade de parto, dentre outros importantes atributos que a morfologia oferece.

Estabelecer alguns critérios de escolha, portanto, é de fundamental importância para se ter sucesso nessa jornada decisiva da evolução dos rebanhos e na obtenção dos melhores resultados. Critérios estes que podem ser aplicados às compras diretas em fazendas, em leilões presenciais e virtuais ou até mesmo no momento da aquisição de doses de sêmen nas centrais de inseminação artificial. Veja cada item detalhadamente a seguir e faça uma boa escolha.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

A escolha do touro deve seguir critérios muito bem definidos para se obter máximo melhoramento genético.

Por Roberto Vilhena – Zootecnista, jurado efetivo da ABCZ e mentor do curso on line Touro Nelore 30 K.

A pecuária brasileira evoluiu muito nos últimos 30 anos, graças à utilização de novas tecnologias voltadas à produção de carne de melhor qualidade. Hoje, já é comum vivenciarmos e falarmos de inseminação artificial em tempo fixo (IATF), genômica aplicada ao melhoramento e uso em massa da avaliação genética, que tem por base a Diferença Esperada na Progênie (DEP).

Todas essas ferramentas têm a mesma finalidade: identificar bons touros Nelore, elemento-chave para a produção de matrizes adaptadas, para o cruzamento industrial e para a seleção de genética superior PO (pura de origem), usando tanto sêmen de centrais quanto reprodutores para monta natural, sistema reprodutivo predominante na pecuária de corte brasileira.

Para que o pecuarista possa, contudo, tirar máximo proveito dessas tecnologias, os touros precisam ser capazes de caminhar grandes extensões com facilidade, ter aprumos fortes para fazer o salto, ter umbigo corrigido para aumentar as taxas de fertilidade, ser pigmentado para enfrentar o calor, produzir vacas com ótima habilidade materna e facilidade de parto, dentre outros importantes atributos que a morfologia oferece.

Estabelecer alguns critérios de escolha, portanto, é de fundamental importância para se ter sucesso nessa jornada decisiva da evolução dos rebanhos e na obtenção dos melhores resultados. Critérios estes que podem ser aplicados às compras diretas em fazendas, em leilões presenciais e virtuais ou até mesmo no momento da aquisição de doses de sêmen nas centrais de inseminação artificial. Veja cada item detalhadamente a seguir e faça uma boa escolha.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Para acessar este conteúdo, você deve adquirir Assinaturas DBO - #CdC, Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Mensal, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - Parceria Rehagro, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - 26, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Anual, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Mensal ou Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Anual.

Média das fêmeas foi 116% superior à registrada em igual período do ano passado

A escolha do touro deve seguir critérios muito bem definidos para se obter máximo melhoramento genético.

Por Roberto Vilhena – Zootecnista, jurado efetivo da ABCZ e mentor do curso on line Touro Nelore 30 K.

A pecuária brasileira evoluiu muito nos últimos 30 anos, graças à utilização de novas tecnologias voltadas à produção de carne de melhor qualidade. Hoje, já é comum vivenciarmos e falarmos de inseminação artificial em tempo fixo (IATF), genômica aplicada ao melhoramento e uso em massa da avaliação genética, que tem por base a Diferença Esperada na Progênie (DEP).

Todas essas ferramentas têm a mesma finalidade: identificar bons touros Nelore, elemento-chave para a produção de matrizes adaptadas, para o cruzamento industrial e para a seleção de genética superior PO (pura de origem), usando tanto sêmen de centrais quanto reprodutores para monta natural, sistema reprodutivo predominante na pecuária de corte brasileira.

Para que o pecuarista possa, contudo, tirar máximo proveito dessas tecnologias, os touros precisam ser capazes de caminhar grandes extensões com facilidade, ter aprumos fortes para fazer o salto, ter umbigo corrigido para aumentar as taxas de fertilidade, ser pigmentado para enfrentar o calor, produzir vacas com ótima habilidade materna e facilidade de parto, dentre outros importantes atributos que a morfologia oferece.

Estabelecer alguns critérios de escolha, portanto, é de fundamental importância para se ter sucesso nessa jornada decisiva da evolução dos rebanhos e na obtenção dos melhores resultados. Critérios estes que podem ser aplicados às compras diretas em fazendas, em leilões presenciais e virtuais ou até mesmo no momento da aquisição de doses de sêmen nas centrais de inseminação artificial. Veja cada item detalhadamente a seguir e faça uma boa escolha.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

A escolha do touro deve seguir critérios muito bem definidos para se obter máximo melhoramento genético.

Por Roberto Vilhena – Zootecnista, jurado efetivo da ABCZ e mentor do curso on line Touro Nelore 30 K.

A pecuária brasileira evoluiu muito nos últimos 30 anos, graças à utilização de novas tecnologias voltadas à produção de carne de melhor qualidade. Hoje, já é comum vivenciarmos e falarmos de inseminação artificial em tempo fixo (IATF), genômica aplicada ao melhoramento e uso em massa da avaliação genética, que tem por base a Diferença Esperada na Progênie (DEP).

Todas essas ferramentas têm a mesma finalidade: identificar bons touros Nelore, elemento-chave para a produção de matrizes adaptadas, para o cruzamento industrial e para a seleção de genética superior PO (pura de origem), usando tanto sêmen de centrais quanto reprodutores para monta natural, sistema reprodutivo predominante na pecuária de corte brasileira.

Para que o pecuarista possa, contudo, tirar máximo proveito dessas tecnologias, os touros precisam ser capazes de caminhar grandes extensões com facilidade, ter aprumos fortes para fazer o salto, ter umbigo corrigido para aumentar as taxas de fertilidade, ser pigmentado para enfrentar o calor, produzir vacas com ótima habilidade materna e facilidade de parto, dentre outros importantes atributos que a morfologia oferece.

Estabelecer alguns critérios de escolha, portanto, é de fundamental importância para se ter sucesso nessa jornada decisiva da evolução dos rebanhos e na obtenção dos melhores resultados. Critérios estes que podem ser aplicados às compras diretas em fazendas, em leilões presenciais e virtuais ou até mesmo no momento da aquisição de doses de sêmen nas centrais de inseminação artificial. Veja cada item detalhadamente a seguir e faça uma boa escolha.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Para acessar este conteúdo, você deve adquirir Assinaturas DBO - #CdC, Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Mensal, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - Parceria Rehagro, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - 26, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Anual, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Mensal ou Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Anual.