Revista DBO | Touros “customizados” para maior ganho
ANCP lança índices específicos para cria, recria e engorda, visando “traduzir” as informações genéticas e garantir seu melhor uso pelo mercado consumidor
Novos índices permitem que touros não líderes de sumário, mas bons em carcaterísticas específicas, sejam valorizados e utilizados.
Por Carolina Rodrigues
Em dezembro de 2018, DBO participou, a convite da Central Leilões, de um acirrado debate, em Araçatuba (SP), sobre genética e melhoramento animal, incluindo os índices de seleção, à época considerados boas ferramentas para comunicação com o mercado, mas ainda carentes de refinamento.
Luciano Borges, do Rancho da Matinha, lembrou que a maioria desses índices não consideravam dados sobre consumo alimentar; Fábio Dias, da JBS, alertou sobre os riscos destes incluírem características antagônicas e José Bento Ferraz, professor da Universidade de São Paulo, apresentou cinco índices customizados por sistema de produção, usados em provas de desempenho da raça Angus, segmentação que Dante Lanna Pazzanese, professor da Esalq/USP, classificou como “tendência inevitável”.
Quatro anos depois, essa previsão se concretizou. A primeira avaliação genética da Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores (ANCP), divulgada em fevereiro de 2022, trouxe quatro novos índices voltados para diferentes sistemas de produção (cria, recria e engorda), a pasto ou em confinamento (veja sua nomenclatura no quadro abaixo).
É gratificante dar essa notícia na edição comemorativa dos 40 anos de DBO, pois mostra a evolução do melhoramento genético no Brasil, que a revista tem acompanhado de perto nas últimas quatro décadas. A “customização” dos índices confere um upgrade ao atual modelo de seleção nacional, aproximando-o mais de sistemas adotados por instituições internacionais, como a Associação Americana de Angus e o Breedplan da Austrália, referências mundiais nessa área.
Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.
Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO
Novos índices permitem que touros não líderes de sumário, mas bons em carcaterísticas específicas, sejam valorizados e utilizados.
Por Carolina Rodrigues
Em dezembro de 2018, DBO participou, a convite da Central Leilões, de um acirrado debate, em Araçatuba (SP), sobre genética e melhoramento animal, incluindo os índices de seleção, à época considerados boas ferramentas para comunicação com o mercado, mas ainda carentes de refinamento.
Luciano Borges, do Rancho da Matinha, lembrou que a maioria desses índices não consideravam dados sobre consumo alimentar; Fábio Dias, da JBS, alertou sobre os riscos destes incluírem características antagônicas e José Bento Ferraz, professor da Universidade de São Paulo, apresentou cinco índices customizados por sistema de produção, usados em provas de desempenho da raça Angus, segmentação que Dante Lanna Pazzanese, professor da Esalq/USP, classificou como “tendência inevitável”.
Quatro anos depois, essa previsão se concretizou. A primeira avaliação genética da Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores (ANCP), divulgada em fevereiro de 2022, trouxe quatro novos índices voltados para diferentes sistemas de produção (cria, recria e engorda), a pasto ou em confinamento (veja sua nomenclatura no quadro abaixo).
É gratificante dar essa notícia na edição comemorativa dos 40 anos de DBO, pois mostra a evolução do melhoramento genético no Brasil, que a revista tem acompanhado de perto nas últimas quatro décadas. A “customização” dos índices confere um upgrade ao atual modelo de seleção nacional, aproximando-o mais de sistemas adotados por instituições internacionais, como a Associação Americana de Angus e o Breedplan da Austrália, referências mundiais nessa área.
Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.
Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO
ANCP lança índices específicos para cria, recria e engorda, visando “traduzir” as informações genéticas e garantir seu melhor uso pelo mercado consumidor
Novos índices permitem que touros não líderes de sumário, mas bons em carcaterísticas específicas, sejam valorizados e utilizados.
Por Carolina Rodrigues
Em dezembro de 2018, DBO participou, a convite da Central Leilões, de um acirrado debate, em Araçatuba (SP), sobre genética e melhoramento animal, incluindo os índices de seleção, à época considerados boas ferramentas para comunicação com o mercado, mas ainda carentes de refinamento.
Luciano Borges, do Rancho da Matinha, lembrou que a maioria desses índices não consideravam dados sobre consumo alimentar; Fábio Dias, da JBS, alertou sobre os riscos destes incluírem características antagônicas e José Bento Ferraz, professor da Universidade de São Paulo, apresentou cinco índices customizados por sistema de produção, usados em provas de desempenho da raça Angus, segmentação que Dante Lanna Pazzanese, professor da Esalq/USP, classificou como “tendência inevitável”.
Quatro anos depois, essa previsão se concretizou. A primeira avaliação genética da Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores (ANCP), divulgada em fevereiro de 2022, trouxe quatro novos índices voltados para diferentes sistemas de produção (cria, recria e engorda), a pasto ou em confinamento (veja sua nomenclatura no quadro abaixo).
É gratificante dar essa notícia na edição comemorativa dos 40 anos de DBO, pois mostra a evolução do melhoramento genético no Brasil, que a revista tem acompanhado de perto nas últimas quatro décadas. A “customização” dos índices confere um upgrade ao atual modelo de seleção nacional, aproximando-o mais de sistemas adotados por instituições internacionais, como a Associação Americana de Angus e o Breedplan da Austrália, referências mundiais nessa área.
Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.
Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO
Novos índices permitem que touros não líderes de sumário, mas bons em carcaterísticas específicas, sejam valorizados e utilizados.
Por Carolina Rodrigues
Em dezembro de 2018, DBO participou, a convite da Central Leilões, de um acirrado debate, em Araçatuba (SP), sobre genética e melhoramento animal, incluindo os índices de seleção, à época considerados boas ferramentas para comunicação com o mercado, mas ainda carentes de refinamento.
Luciano Borges, do Rancho da Matinha, lembrou que a maioria desses índices não consideravam dados sobre consumo alimentar; Fábio Dias, da JBS, alertou sobre os riscos destes incluírem características antagônicas e José Bento Ferraz, professor da Universidade de São Paulo, apresentou cinco índices customizados por sistema de produção, usados em provas de desempenho da raça Angus, segmentação que Dante Lanna Pazzanese, professor da Esalq/USP, classificou como “tendência inevitável”.
Quatro anos depois, essa previsão se concretizou. A primeira avaliação genética da Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores (ANCP), divulgada em fevereiro de 2022, trouxe quatro novos índices voltados para diferentes sistemas de produção (cria, recria e engorda), a pasto ou em confinamento (veja sua nomenclatura no quadro abaixo).
É gratificante dar essa notícia na edição comemorativa dos 40 anos de DBO, pois mostra a evolução do melhoramento genético no Brasil, que a revista tem acompanhado de perto nas últimas quatro décadas. A “customização” dos índices confere um upgrade ao atual modelo de seleção nacional, aproximando-o mais de sistemas adotados por instituições internacionais, como a Associação Americana de Angus e o Breedplan da Austrália, referências mundiais nessa área.
Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.
Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO
A zootecnista Janaina Martuscello apresenta cinco estratégias essenciais para aumentar a eficiência do diferimento de pastagens e garantir oferta de forragem durante o período seco do ano.
Novos índices permitem que touros não líderes de sumário, mas bons em carcaterísticas específicas, sejam valorizados e utilizados.
Por Carolina Rodrigues
Em dezembro de 2018, DBO participou, a convite da Central Leilões, de um acirrado debate, em Araçatuba (SP), sobre genética e melhoramento animal, incluindo os índices de seleção, à época considerados boas ferramentas para comunicação com o mercado, mas ainda carentes de refinamento.
Luciano Borges, do Rancho da Matinha, lembrou que a maioria desses índices não consideravam dados sobre consumo alimentar; Fábio Dias, da JBS, alertou sobre os riscos destes incluírem características antagônicas e José Bento Ferraz, professor da Universidade de São Paulo, apresentou cinco índices customizados por sistema de produção, usados em provas de desempenho da raça Angus, segmentação que Dante Lanna Pazzanese, professor da Esalq/USP, classificou como “tendência inevitável”.
Quatro anos depois, essa previsão se concretizou. A primeira avaliação genética da Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores (ANCP), divulgada em fevereiro de 2022, trouxe quatro novos índices voltados para diferentes sistemas de produção (cria, recria e engorda), a pasto ou em confinamento (veja sua nomenclatura no quadro abaixo).
É gratificante dar essa notícia na edição comemorativa dos 40 anos de DBO, pois mostra a evolução do melhoramento genético no Brasil, que a revista tem acompanhado de perto nas últimas quatro décadas. A “customização” dos índices confere um upgrade ao atual modelo de seleção nacional, aproximando-o mais de sistemas adotados por instituições internacionais, como a Associação Americana de Angus e o Breedplan da Austrália, referências mundiais nessa área.
Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.
Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO
Novos índices permitem que touros não líderes de sumário, mas bons em carcaterísticas específicas, sejam valorizados e utilizados.
Por Carolina Rodrigues
Em dezembro de 2018, DBO participou, a convite da Central Leilões, de um acirrado debate, em Araçatuba (SP), sobre genética e melhoramento animal, incluindo os índices de seleção, à época considerados boas ferramentas para comunicação com o mercado, mas ainda carentes de refinamento.
Luciano Borges, do Rancho da Matinha, lembrou que a maioria desses índices não consideravam dados sobre consumo alimentar; Fábio Dias, da JBS, alertou sobre os riscos destes incluírem características antagônicas e José Bento Ferraz, professor da Universidade de São Paulo, apresentou cinco índices customizados por sistema de produção, usados em provas de desempenho da raça Angus, segmentação que Dante Lanna Pazzanese, professor da Esalq/USP, classificou como “tendência inevitável”.
Quatro anos depois, essa previsão se concretizou. A primeira avaliação genética da Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores (ANCP), divulgada em fevereiro de 2022, trouxe quatro novos índices voltados para diferentes sistemas de produção (cria, recria e engorda), a pasto ou em confinamento (veja sua nomenclatura no quadro abaixo).
É gratificante dar essa notícia na edição comemorativa dos 40 anos de DBO, pois mostra a evolução do melhoramento genético no Brasil, que a revista tem acompanhado de perto nas últimas quatro décadas. A “customização” dos índices confere um upgrade ao atual modelo de seleção nacional, aproximando-o mais de sistemas adotados por instituições internacionais, como a Associação Americana de Angus e o Breedplan da Austrália, referências mundiais nessa área.
Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.
Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO
Novos índices permitem que touros não líderes de sumário, mas bons em carcaterísticas específicas, sejam valorizados e utilizados.
Por Carolina Rodrigues
Em dezembro de 2018, DBO participou, a convite da Central Leilões, de um acirrado debate, em Araçatuba (SP), sobre genética e melhoramento animal, incluindo os índices de seleção, à época considerados boas ferramentas para comunicação com o mercado, mas ainda carentes de refinamento.
Luciano Borges, do Rancho da Matinha, lembrou que a maioria desses índices não consideravam dados sobre consumo alimentar; Fábio Dias, da JBS, alertou sobre os riscos destes incluírem características antagônicas e José Bento Ferraz, professor da Universidade de São Paulo, apresentou cinco índices customizados por sistema de produção, usados em provas de desempenho da raça Angus, segmentação que Dante Lanna Pazzanese, professor da Esalq/USP, classificou como “tendência inevitável”.
Quatro anos depois, essa previsão se concretizou. A primeira avaliação genética da Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores (ANCP), divulgada em fevereiro de 2022, trouxe quatro novos índices voltados para diferentes sistemas de produção (cria, recria e engorda), a pasto ou em confinamento (veja sua nomenclatura no quadro abaixo).
É gratificante dar essa notícia na edição comemorativa dos 40 anos de DBO, pois mostra a evolução do melhoramento genético no Brasil, que a revista tem acompanhado de perto nas últimas quatro décadas. A “customização” dos índices confere um upgrade ao atual modelo de seleção nacional, aproximando-o mais de sistemas adotados por instituições internacionais, como a Associação Americana de Angus e o Breedplan da Austrália, referências mundiais nessa área.
Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.
Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO
Novos índices permitem que touros não líderes de sumário, mas bons em carcaterísticas específicas, sejam valorizados e utilizados.
Por Carolina Rodrigues
Em dezembro de 2018, DBO participou, a convite da Central Leilões, de um acirrado debate, em Araçatuba (SP), sobre genética e melhoramento animal, incluindo os índices de seleção, à época considerados boas ferramentas para comunicação com o mercado, mas ainda carentes de refinamento.
Luciano Borges, do Rancho da Matinha, lembrou que a maioria desses índices não consideravam dados sobre consumo alimentar; Fábio Dias, da JBS, alertou sobre os riscos destes incluírem características antagônicas e José Bento Ferraz, professor da Universidade de São Paulo, apresentou cinco índices customizados por sistema de produção, usados em provas de desempenho da raça Angus, segmentação que Dante Lanna Pazzanese, professor da Esalq/USP, classificou como “tendência inevitável”.
Quatro anos depois, essa previsão se concretizou. A primeira avaliação genética da Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores (ANCP), divulgada em fevereiro de 2022, trouxe quatro novos índices voltados para diferentes sistemas de produção (cria, recria e engorda), a pasto ou em confinamento (veja sua nomenclatura no quadro abaixo).
É gratificante dar essa notícia na edição comemorativa dos 40 anos de DBO, pois mostra a evolução do melhoramento genético no Brasil, que a revista tem acompanhado de perto nas últimas quatro décadas. A “customização” dos índices confere um upgrade ao atual modelo de seleção nacional, aproximando-o mais de sistemas adotados por instituições internacionais, como a Associação Americana de Angus e o Breedplan da Austrália, referências mundiais nessa área.
Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.
Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO
Novos índices permitem que touros não líderes de sumário, mas bons em carcaterísticas específicas, sejam valorizados e utilizados.
Por Carolina Rodrigues
Em dezembro de 2018, DBO participou, a convite da Central Leilões, de um acirrado debate, em Araçatuba (SP), sobre genética e melhoramento animal, incluindo os índices de seleção, à época considerados boas ferramentas para comunicação com o mercado, mas ainda carentes de refinamento.
Luciano Borges, do Rancho da Matinha, lembrou que a maioria desses índices não consideravam dados sobre consumo alimentar; Fábio Dias, da JBS, alertou sobre os riscos destes incluírem características antagônicas e José Bento Ferraz, professor da Universidade de São Paulo, apresentou cinco índices customizados por sistema de produção, usados em provas de desempenho da raça Angus, segmentação que Dante Lanna Pazzanese, professor da Esalq/USP, classificou como “tendência inevitável”.
Quatro anos depois, essa previsão se concretizou. A primeira avaliação genética da Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores (ANCP), divulgada em fevereiro de 2022, trouxe quatro novos índices voltados para diferentes sistemas de produção (cria, recria e engorda), a pasto ou em confinamento (veja sua nomenclatura no quadro abaixo).
É gratificante dar essa notícia na edição comemorativa dos 40 anos de DBO, pois mostra a evolução do melhoramento genético no Brasil, que a revista tem acompanhado de perto nas últimas quatro décadas. A “customização” dos índices confere um upgrade ao atual modelo de seleção nacional, aproximando-o mais de sistemas adotados por instituições internacionais, como a Associação Americana de Angus e o Breedplan da Austrália, referências mundiais nessa área.
Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.
Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO
Nós utilizamos cookies para melhorar a sua experiência de navegação de acordo com a nossa Política de Cookies. Você poderá aceitar, rejeitar ou definir as suas preferências clicando em uma das opções.
Este site usa cookies para melhorar a sua experiência enquanto navega pelo site. Destes, os cookies que são categorizados como necessários são armazenados no seu navegador, pois são essenciais para o funcionamento das funcionalidades básicas do site. Também usamos cookies de terceiros que nos ajudam a analisar e entender como você usa este site. Esses cookies serão armazenados em seu navegador apenas com o seu consentimento. Você também tem a opção de cancelar esses cookies. Porém, a desativação de alguns desses cookies pode afetar sua experiência de navegação.
Os cookies funcionais ajudam a realizar certas funcionalidades, como compartilhar o conteúdo do site em plataformas de mídia social, coletar feedbacks e outros recursos de terceiros.
Os cookies de desempenho são usados para entender e analisar os principais índices de desempenho do site, o que ajuda a fornecer uma melhor experiência do usuário para os visitantes.
Cookies analíticos são usados para entender como os visitantes interagem com o site. Esses cookies ajudam a fornecer informações sobre as métricas do número de visitantes, taxa de rejeição, origem do tráfego, etc.
Os cookies de publicidade são usados para fornecer aos visitantes anúncios e campanhas de marketing relevantes. Esses cookies rastreiam os visitantes em sites e coletam informações para fornecer anúncios personalizados.
Os cookies necessários são absolutamente essenciais para o funcionamento adequado do site. Esses cookies garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site, de forma anônima.