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Revista DBO | Tarumaxi, um trigo somente para pastejo

Cultivar lançada em março pela Embrapa garante até 12 pastejos em sistema rotacionado e constitui excelente opção para cultivo no outono-inverno

Lote em pasto de trigo específico para pastejo no RS.

Por Ariosto Mesquita

Uma cultivar de trigo voltada exclusivamente para pastejo prolongado (abril a outubro), durante o inverno na Região Sul, e para sistemas de integração lavoura-pecuária. Esta é a proposta da BRS Tarumaxi, forrageira lançada oficialmente em março deste ano pela Embrapa Trigo (Passo Fundo, RS), como uma evolução de sua antecessora, a BRS Tarumã, há quase duas décadas no mercado brasileiro. A novidade foi validada, por enquanto, para os Estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina (biomas Mata Atlântica e Pampa).

No entanto, a Embrapa vem acenando com a possibilidade de extensão de uso para o Paraná, onde alguns produtores já testam o trigo em pequenas áreas. Durante avaliações científicas entre 2017 e 2019, a Tarumaxi produziu, em média, 1.301 kg de MS/ha e suportou 12 pastejos em sistema rotacionado. Os números da Tarumã (cultivar usada como testemunha) foram de 1.151 kg/MS/ha e 10 pastejos.

 

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No entanto, a Embrapa vem acenando com a possibilidade de extensão de uso para o Paraná, onde alguns produtores já testam o trigo em pequenas áreas. Durante avaliações científicas entre 2017 e 2019, a Tarumaxi produziu, em média, 1.301 kg de MS/ha e suportou 12 pastejos em sistema rotacionado. Os números da Tarumã (cultivar usada como testemunha) foram de 1.151 kg/MS/ha e 10 pastejos.

 

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Uma cultivar de trigo voltada exclusivamente para pastejo prolongado (abril a outubro), durante o inverno na Região Sul, e para sistemas de integração lavoura-pecuária. Esta é a proposta da BRS Tarumaxi, forrageira lançada oficialmente em março deste ano pela Embrapa Trigo (Passo Fundo, RS), como uma evolução de sua antecessora, a BRS Tarumã, há quase duas décadas no mercado brasileiro. A novidade foi validada, por enquanto, para os Estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina (biomas Mata Atlântica e Pampa).

No entanto, a Embrapa vem acenando com a possibilidade de extensão de uso para o Paraná, onde alguns produtores já testam o trigo em pequenas áreas. Durante avaliações científicas entre 2017 e 2019, a Tarumaxi produziu, em média, 1.301 kg de MS/ha e suportou 12 pastejos em sistema rotacionado. Os números da Tarumã (cultivar usada como testemunha) foram de 1.151 kg/MS/ha e 10 pastejos.

 

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No entanto, a Embrapa vem acenando com a possibilidade de extensão de uso para o Paraná, onde alguns produtores já testam o trigo em pequenas áreas. Durante avaliações científicas entre 2017 e 2019, a Tarumaxi produziu, em média, 1.301 kg de MS/ha e suportou 12 pastejos em sistema rotacionado. Os números da Tarumã (cultivar usada como testemunha) foram de 1.151 kg/MS/ha e 10 pastejos.

 

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No entanto, a Embrapa vem acenando com a possibilidade de extensão de uso para o Paraná, onde alguns produtores já testam o trigo em pequenas áreas. Durante avaliações científicas entre 2017 e 2019, a Tarumaxi produziu, em média, 1.301 kg de MS/ha e suportou 12 pastejos em sistema rotacionado. Os números da Tarumã (cultivar usada como testemunha) foram de 1.151 kg/MS/ha e 10 pastejos.

 

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