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Revista DBO | O que esperar do 1º giro do confinamento?

Em sua coluna na edição de abril, o diretor-proprietário da Scot Consultoria Alcides Torres Jr. apresenta uma projeção de resultado no 1º giro de engorda de 2022 

Por Alcides Torres Jr. – Engenheiro agrônomo e diretor-proprietário da Scot Consultoria, de Bebedouro, SP. (Colaboração: Thayná Drugowick)

Diante da atual conjuntura do mercado global e seus reflexos nos custos de produção, ter ‘’certeza’’ é coisa rara. Segundo levantamento da Scot Consultoria feito em 191 confinamentos, a atividade cresceu 25,8% em 2021 frente a 2020, devido aos resultados atrativos propiciados pela alta nos preços do boi gordo, embora não tenha havido trégua por parte dos custos de produção. As expectativas positivas para os grãos na temporada 2021/2022, que se tinha na reta final de 2021, mudaram em meio à quebra de produtividade das lavouras na safra de verão, causada pela forte estiagem no Sul do Brasil.

VEJA TAMBÉM | Confinamento: taxa de lucro fica em 6,65% em 2021 e pode chegar a 13,37% este ano

Do início deste ano até 15 de março, a cotação da saca de 60 kg do milho, em Campinas (SP), subiu 15,6% ou R$14,50/saca. E a soja, tendo como referência a praça de Paranaguá (PR), subiu R$33/saca, no mesmo intervalo. Já a referência de preço para o boi magro, responsável por aproximadamente 70% do custo total do confinamento, subiu 13,3% no mesmo intervalo, tendo-se São Paulo como referência. Sob esse cenário, estimamos a rentabilidade do 1º giro dos confinamentos neste ano. Veja a seguir.

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Diante da atual conjuntura do mercado global e seus reflexos nos custos de produção, ter ‘’certeza’’ é coisa rara. Segundo levantamento da Scot Consultoria feito em 191 confinamentos, a atividade cresceu 25,8% em 2021 frente a 2020, devido aos resultados atrativos propiciados pela alta nos preços do boi gordo, embora não tenha havido trégua por parte dos custos de produção. As expectativas positivas para os grãos na temporada 2021/2022, que se tinha na reta final de 2021, mudaram em meio à quebra de produtividade das lavouras na safra de verão, causada pela forte estiagem no Sul do Brasil.

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Do início deste ano até 15 de março, a cotação da saca de 60 kg do milho, em Campinas (SP), subiu 15,6% ou R$14,50/saca. E a soja, tendo como referência a praça de Paranaguá (PR), subiu R$33/saca, no mesmo intervalo. Já a referência de preço para o boi magro, responsável por aproximadamente 70% do custo total do confinamento, subiu 13,3% no mesmo intervalo, tendo-se São Paulo como referência. Sob esse cenário, estimamos a rentabilidade do 1º giro dos confinamentos neste ano. Veja a seguir.

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Diante da atual conjuntura do mercado global e seus reflexos nos custos de produção, ter ‘’certeza’’ é coisa rara. Segundo levantamento da Scot Consultoria feito em 191 confinamentos, a atividade cresceu 25,8% em 2021 frente a 2020, devido aos resultados atrativos propiciados pela alta nos preços do boi gordo, embora não tenha havido trégua por parte dos custos de produção. As expectativas positivas para os grãos na temporada 2021/2022, que se tinha na reta final de 2021, mudaram em meio à quebra de produtividade das lavouras na safra de verão, causada pela forte estiagem no Sul do Brasil.

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Do início deste ano até 15 de março, a cotação da saca de 60 kg do milho, em Campinas (SP), subiu 15,6% ou R$14,50/saca. E a soja, tendo como referência a praça de Paranaguá (PR), subiu R$33/saca, no mesmo intervalo. Já a referência de preço para o boi magro, responsável por aproximadamente 70% do custo total do confinamento, subiu 13,3% no mesmo intervalo, tendo-se São Paulo como referência. Sob esse cenário, estimamos a rentabilidade do 1º giro dos confinamentos neste ano. Veja a seguir.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

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