Revista DBO | Normativo da Febraban sobre desmatamento preocupa produtores
Acrimat teme prejuízo a pequenos produtores; Pará trabalha ferramentas de rastreabilidade.
Gado em área desmatada ilegalmente na Amazônia é o alvo.
Por Moacir José
O primeiro impacto será sobre os frigoríficos, mas uma medida anunciada em junho pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos) preocupa parte do setor produtivo. Trata-se de normativo para gestão de risco de desmatamento na cadeia da carne bovina, que estipula prazos para que frigoríficos com atuação na Amazônia Legal divulguem, até meados de 2023, compromisso de não adquirir gado que tenha ligação com desmatamento ilegal, seja ele pertencente a fornecedores diretos ou indiretos. Caso não seja cumprido, os estabelecimentos sofrerão restrições de crédito, a partir de janeiro de 2026.
Amado de Oliveira, consultor da Acrimat.
Para Amado de Oliveira, consultor de sustentabilidade da Acrimat – Associação dos Criadores de Mato Grosso –, a medida acarretará elevação de custos para os bancos, o que certamente encarecerá o crédito para todos os clientes do segmento. “Não defendemos, de forma alguma, a ilegalidade da produção, mas essa autorregulação não é salutar para a relação frigorífico-fornecedores. Isso vai bater lá na ponta, no pequeno produtor, que terá de resolver sozinho o problema”, raciocina.
Levantamento da Acrimat mostra que o Mato Grosso – um dos nove Estados que integram a Amazônia Legal e que detém o maior rebanho bovino do País, com 32 milhões de cabeças – conta com 107.600 pecuaristas, dos quais 92.500 (86%) possuem até 250 cabeças. “Queremos conversar com a Febraban, para que eles entendam o tamanho do problema”, diz o consultor. No dia 9 de agosto, a Acrimat enviou ofício à entidade dos bancos, com esse propósito.
O normativo ainda não foi publicado. DBO tentou, sem sucesso, entrevistar o diretor de sustentabilidade da Febraban, Amaury Oliva. Em nota, a assessoria de imprensa da entidade informou que as discussões sobre o assunto “estão em fase inicial, em âmbito interno, e que o texto ainda demandará ampla discussão até ser finalizado”. Cita, ainda, a Resolução 140, do Banco Central, que impede o acesso a crédito rural para propriedades que estejam sobrepostas a unidades de conservação ou de terras indígenas, que não possuam Cadastro Ambiental Rural (CAR) ou que tenham sofrido embargos por desmatamento ilegal, este último restrito ao bioma Amazônia.
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Gado em área desmatada ilegalmente na Amazônia é o alvo.
Por Moacir José
O primeiro impacto será sobre os frigoríficos, mas uma medida anunciada em junho pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos) preocupa parte do setor produtivo. Trata-se de normativo para gestão de risco de desmatamento na cadeia da carne bovina, que estipula prazos para que frigoríficos com atuação na Amazônia Legal divulguem, até meados de 2023, compromisso de não adquirir gado que tenha ligação com desmatamento ilegal, seja ele pertencente a fornecedores diretos ou indiretos. Caso não seja cumprido, os estabelecimentos sofrerão restrições de crédito, a partir de janeiro de 2026.
Amado de Oliveira, consultor da Acrimat.
Para Amado de Oliveira, consultor de sustentabilidade da Acrimat – Associação dos Criadores de Mato Grosso –, a medida acarretará elevação de custos para os bancos, o que certamente encarecerá o crédito para todos os clientes do segmento. “Não defendemos, de forma alguma, a ilegalidade da produção, mas essa autorregulação não é salutar para a relação frigorífico-fornecedores. Isso vai bater lá na ponta, no pequeno produtor, que terá de resolver sozinho o problema”, raciocina.
Levantamento da Acrimat mostra que o Mato Grosso – um dos nove Estados que integram a Amazônia Legal e que detém o maior rebanho bovino do País, com 32 milhões de cabeças – conta com 107.600 pecuaristas, dos quais 92.500 (86%) possuem até 250 cabeças. “Queremos conversar com a Febraban, para que eles entendam o tamanho do problema”, diz o consultor. No dia 9 de agosto, a Acrimat enviou ofício à entidade dos bancos, com esse propósito.
O normativo ainda não foi publicado. DBO tentou, sem sucesso, entrevistar o diretor de sustentabilidade da Febraban, Amaury Oliva. Em nota, a assessoria de imprensa da entidade informou que as discussões sobre o assunto “estão em fase inicial, em âmbito interno, e que o texto ainda demandará ampla discussão até ser finalizado”. Cita, ainda, a Resolução 140, do Banco Central, que impede o acesso a crédito rural para propriedades que estejam sobrepostas a unidades de conservação ou de terras indígenas, que não possuam Cadastro Ambiental Rural (CAR) ou que tenham sofrido embargos por desmatamento ilegal, este último restrito ao bioma Amazônia.
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Acrimat teme prejuízo a pequenos produtores; Pará trabalha ferramentas de rastreabilidade.
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Por Moacir José
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Amado de Oliveira, consultor da Acrimat.
Para Amado de Oliveira, consultor de sustentabilidade da Acrimat – Associação dos Criadores de Mato Grosso –, a medida acarretará elevação de custos para os bancos, o que certamente encarecerá o crédito para todos os clientes do segmento. “Não defendemos, de forma alguma, a ilegalidade da produção, mas essa autorregulação não é salutar para a relação frigorífico-fornecedores. Isso vai bater lá na ponta, no pequeno produtor, que terá de resolver sozinho o problema”, raciocina.
Levantamento da Acrimat mostra que o Mato Grosso – um dos nove Estados que integram a Amazônia Legal e que detém o maior rebanho bovino do País, com 32 milhões de cabeças – conta com 107.600 pecuaristas, dos quais 92.500 (86%) possuem até 250 cabeças. “Queremos conversar com a Febraban, para que eles entendam o tamanho do problema”, diz o consultor. No dia 9 de agosto, a Acrimat enviou ofício à entidade dos bancos, com esse propósito.
O normativo ainda não foi publicado. DBO tentou, sem sucesso, entrevistar o diretor de sustentabilidade da Febraban, Amaury Oliva. Em nota, a assessoria de imprensa da entidade informou que as discussões sobre o assunto “estão em fase inicial, em âmbito interno, e que o texto ainda demandará ampla discussão até ser finalizado”. Cita, ainda, a Resolução 140, do Banco Central, que impede o acesso a crédito rural para propriedades que estejam sobrepostas a unidades de conservação ou de terras indígenas, que não possuam Cadastro Ambiental Rural (CAR) ou que tenham sofrido embargos por desmatamento ilegal, este último restrito ao bioma Amazônia.
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Amado de Oliveira, consultor da Acrimat.
Para Amado de Oliveira, consultor de sustentabilidade da Acrimat – Associação dos Criadores de Mato Grosso –, a medida acarretará elevação de custos para os bancos, o que certamente encarecerá o crédito para todos os clientes do segmento. “Não defendemos, de forma alguma, a ilegalidade da produção, mas essa autorregulação não é salutar para a relação frigorífico-fornecedores. Isso vai bater lá na ponta, no pequeno produtor, que terá de resolver sozinho o problema”, raciocina.
Levantamento da Acrimat mostra que o Mato Grosso – um dos nove Estados que integram a Amazônia Legal e que detém o maior rebanho bovino do País, com 32 milhões de cabeças – conta com 107.600 pecuaristas, dos quais 92.500 (86%) possuem até 250 cabeças. “Queremos conversar com a Febraban, para que eles entendam o tamanho do problema”, diz o consultor. No dia 9 de agosto, a Acrimat enviou ofício à entidade dos bancos, com esse propósito.
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Amado de Oliveira, consultor da Acrimat.
Para Amado de Oliveira, consultor de sustentabilidade da Acrimat – Associação dos Criadores de Mato Grosso –, a medida acarretará elevação de custos para os bancos, o que certamente encarecerá o crédito para todos os clientes do segmento. “Não defendemos, de forma alguma, a ilegalidade da produção, mas essa autorregulação não é salutar para a relação frigorífico-fornecedores. Isso vai bater lá na ponta, no pequeno produtor, que terá de resolver sozinho o problema”, raciocina.
Levantamento da Acrimat mostra que o Mato Grosso – um dos nove Estados que integram a Amazônia Legal e que detém o maior rebanho bovino do País, com 32 milhões de cabeças – conta com 107.600 pecuaristas, dos quais 92.500 (86%) possuem até 250 cabeças. “Queremos conversar com a Febraban, para que eles entendam o tamanho do problema”, diz o consultor. No dia 9 de agosto, a Acrimat enviou ofício à entidade dos bancos, com esse propósito.
O normativo ainda não foi publicado. DBO tentou, sem sucesso, entrevistar o diretor de sustentabilidade da Febraban, Amaury Oliva. Em nota, a assessoria de imprensa da entidade informou que as discussões sobre o assunto “estão em fase inicial, em âmbito interno, e que o texto ainda demandará ampla discussão até ser finalizado”. Cita, ainda, a Resolução 140, do Banco Central, que impede o acesso a crédito rural para propriedades que estejam sobrepostas a unidades de conservação ou de terras indígenas, que não possuam Cadastro Ambiental Rural (CAR) ou que tenham sofrido embargos por desmatamento ilegal, este último restrito ao bioma Amazônia.
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Amado de Oliveira, consultor da Acrimat.
Para Amado de Oliveira, consultor de sustentabilidade da Acrimat – Associação dos Criadores de Mato Grosso –, a medida acarretará elevação de custos para os bancos, o que certamente encarecerá o crédito para todos os clientes do segmento. “Não defendemos, de forma alguma, a ilegalidade da produção, mas essa autorregulação não é salutar para a relação frigorífico-fornecedores. Isso vai bater lá na ponta, no pequeno produtor, que terá de resolver sozinho o problema”, raciocina.
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Amado de Oliveira, consultor da Acrimat.
Para Amado de Oliveira, consultor de sustentabilidade da Acrimat – Associação dos Criadores de Mato Grosso –, a medida acarretará elevação de custos para os bancos, o que certamente encarecerá o crédito para todos os clientes do segmento. “Não defendemos, de forma alguma, a ilegalidade da produção, mas essa autorregulação não é salutar para a relação frigorífico-fornecedores. Isso vai bater lá na ponta, no pequeno produtor, que terá de resolver sozinho o problema”, raciocina.
Levantamento da Acrimat mostra que o Mato Grosso – um dos nove Estados que integram a Amazônia Legal e que detém o maior rebanho bovino do País, com 32 milhões de cabeças – conta com 107.600 pecuaristas, dos quais 92.500 (86%) possuem até 250 cabeças. “Queremos conversar com a Febraban, para que eles entendam o tamanho do problema”, diz o consultor. No dia 9 de agosto, a Acrimat enviou ofício à entidade dos bancos, com esse propósito.
O normativo ainda não foi publicado. DBO tentou, sem sucesso, entrevistar o diretor de sustentabilidade da Febraban, Amaury Oliva. Em nota, a assessoria de imprensa da entidade informou que as discussões sobre o assunto “estão em fase inicial, em âmbito interno, e que o texto ainda demandará ampla discussão até ser finalizado”. Cita, ainda, a Resolução 140, do Banco Central, que impede o acesso a crédito rural para propriedades que estejam sobrepostas a unidades de conservação ou de terras indígenas, que não possuam Cadastro Ambiental Rural (CAR) ou que tenham sofrido embargos por desmatamento ilegal, este último restrito ao bioma Amazônia.
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Amado de Oliveira, consultor da Acrimat.
Para Amado de Oliveira, consultor de sustentabilidade da Acrimat – Associação dos Criadores de Mato Grosso –, a medida acarretará elevação de custos para os bancos, o que certamente encarecerá o crédito para todos os clientes do segmento. “Não defendemos, de forma alguma, a ilegalidade da produção, mas essa autorregulação não é salutar para a relação frigorífico-fornecedores. Isso vai bater lá na ponta, no pequeno produtor, que terá de resolver sozinho o problema”, raciocina.
Levantamento da Acrimat mostra que o Mato Grosso – um dos nove Estados que integram a Amazônia Legal e que detém o maior rebanho bovino do País, com 32 milhões de cabeças – conta com 107.600 pecuaristas, dos quais 92.500 (86%) possuem até 250 cabeças. “Queremos conversar com a Febraban, para que eles entendam o tamanho do problema”, diz o consultor. No dia 9 de agosto, a Acrimat enviou ofício à entidade dos bancos, com esse propósito.
O normativo ainda não foi publicado. DBO tentou, sem sucesso, entrevistar o diretor de sustentabilidade da Febraban, Amaury Oliva. Em nota, a assessoria de imprensa da entidade informou que as discussões sobre o assunto “estão em fase inicial, em âmbito interno, e que o texto ainda demandará ampla discussão até ser finalizado”. Cita, ainda, a Resolução 140, do Banco Central, que impede o acesso a crédito rural para propriedades que estejam sobrepostas a unidades de conservação ou de terras indígenas, que não possuam Cadastro Ambiental Rural (CAR) ou que tenham sofrido embargos por desmatamento ilegal, este último restrito ao bioma Amazônia.
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O primeiro impacto será sobre os frigoríficos, mas uma medida anunciada em junho pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos) preocupa parte do setor produtivo. Trata-se de normativo para gestão de risco de desmatamento na cadeia da carne bovina, que estipula prazos para que frigoríficos com atuação na Amazônia Legal divulguem, até meados de 2023, compromisso de não adquirir gado que tenha ligação com desmatamento ilegal, seja ele pertencente a fornecedores diretos ou indiretos. Caso não seja cumprido, os estabelecimentos sofrerão restrições de crédito, a partir de janeiro de 2026.
Amado de Oliveira, consultor da Acrimat.
Para Amado de Oliveira, consultor de sustentabilidade da Acrimat – Associação dos Criadores de Mato Grosso –, a medida acarretará elevação de custos para os bancos, o que certamente encarecerá o crédito para todos os clientes do segmento. “Não defendemos, de forma alguma, a ilegalidade da produção, mas essa autorregulação não é salutar para a relação frigorífico-fornecedores. Isso vai bater lá na ponta, no pequeno produtor, que terá de resolver sozinho o problema”, raciocina.
Levantamento da Acrimat mostra que o Mato Grosso – um dos nove Estados que integram a Amazônia Legal e que detém o maior rebanho bovino do País, com 32 milhões de cabeças – conta com 107.600 pecuaristas, dos quais 92.500 (86%) possuem até 250 cabeças. “Queremos conversar com a Febraban, para que eles entendam o tamanho do problema”, diz o consultor. No dia 9 de agosto, a Acrimat enviou ofício à entidade dos bancos, com esse propósito.
O normativo ainda não foi publicado. DBO tentou, sem sucesso, entrevistar o diretor de sustentabilidade da Febraban, Amaury Oliva. Em nota, a assessoria de imprensa da entidade informou que as discussões sobre o assunto “estão em fase inicial, em âmbito interno, e que o texto ainda demandará ampla discussão até ser finalizado”. Cita, ainda, a Resolução 140, do Banco Central, que impede o acesso a crédito rural para propriedades que estejam sobrepostas a unidades de conservação ou de terras indígenas, que não possuam Cadastro Ambiental Rural (CAR) ou que tenham sofrido embargos por desmatamento ilegal, este último restrito ao bioma Amazônia.
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