Revista DBO | Feedback motiva e engaja as equipes nas fazendas
Em artigo, a consultora Jacqueline Lubaski explica porque a ferramenta faz as pessoas compreenderem que é mais fácil (e rápido) usar informações validadas
Momento descontraído de reunião de feedback em fazenda.
Por Jacqueline Lubaski – Consultora em gestão de pessoas e desenvolvimento humano em empresas rurais; formada em pedagogia pela Uniesp, Master Coach pelo IBC e com especialização em Leadership pela Universidade de Ohio.
Gerir conflitos e fazer uma gestão com base em alta performance é o sonho de qualquer empresário. No agronegócio, para alguns, isso está longe da realidade, mas o crescimento do setor, nos últimos anos, tem gerado maior interesse por motivação de pessoas, visando garantir espírito de equipe e eficiência na execução de tarefas.
É chegado o momento, portanto, de falarmos sobre uma ferramenta poderosíssima: o feedback. Ainda há muita resistência a seu uso nas fazendas, mas isso não se justifica. A palavra em inglês tem sido trocada por várias outras em português, especialmente entre os colaboradores, mas nada mais é do que um bate-papo ou uma análise “devolutiva” da forma como estamos enxergando o trabalho e o comportamento de cada um da equipe frente à empresa (fazenda).
Trabalhando há muitos anos com gente no agronegócio e vivenciando rotinas, posso garantir que ninguém, por mais crítica que seja consigo mesma, permanece em evolução sem utilizar ferramentas como leitura, observações (dos outros) e, principalmente, sem ouvir opiniões (avaliações) dos companheiros de trabalho, sem conhecer diferentes formas de pensar e enxergar fatos. Partindo desse princípio, o feedback é fundamental, porque faz as pessoas compreenderem que é mais fácil (e rápido) usar informações/procedimentos validados.
Uma pesquisa de “clima a campo” feita pela Destrave Desenvolvimento mostrou que 78,2% dos colaboradores rurais nunca receberam feedback. Esses dados foram coletados em mais 40 propriedades, que somavam 4.000 funcionários no último trimestre de 2019/2020. Engajar pessoas e gerenciar conflitos na rotina do dia a dia em fazendas não é um desafio tão simples, porém, filósofos como Pierre Lévy acreditavam que o ser humano pode criar uma inteligência coletiva na troca de ideias.
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Gerir conflitos e fazer uma gestão com base em alta performance é o sonho de qualquer empresário. No agronegócio, para alguns, isso está longe da realidade, mas o crescimento do setor, nos últimos anos, tem gerado maior interesse por motivação de pessoas, visando garantir espírito de equipe e eficiência na execução de tarefas.
É chegado o momento, portanto, de falarmos sobre uma ferramenta poderosíssima: o feedback. Ainda há muita resistência a seu uso nas fazendas, mas isso não se justifica. A palavra em inglês tem sido trocada por várias outras em português, especialmente entre os colaboradores, mas nada mais é do que um bate-papo ou uma análise “devolutiva” da forma como estamos enxergando o trabalho e o comportamento de cada um da equipe frente à empresa (fazenda).
Trabalhando há muitos anos com gente no agronegócio e vivenciando rotinas, posso garantir que ninguém, por mais crítica que seja consigo mesma, permanece em evolução sem utilizar ferramentas como leitura, observações (dos outros) e, principalmente, sem ouvir opiniões (avaliações) dos companheiros de trabalho, sem conhecer diferentes formas de pensar e enxergar fatos. Partindo desse princípio, o feedback é fundamental, porque faz as pessoas compreenderem que é mais fácil (e rápido) usar informações/procedimentos validados.
Uma pesquisa de “clima a campo” feita pela Destrave Desenvolvimento mostrou que 78,2% dos colaboradores rurais nunca receberam feedback. Esses dados foram coletados em mais 40 propriedades, que somavam 4.000 funcionários no último trimestre de 2019/2020. Engajar pessoas e gerenciar conflitos na rotina do dia a dia em fazendas não é um desafio tão simples, porém, filósofos como Pierre Lévy acreditavam que o ser humano pode criar uma inteligência coletiva na troca de ideias.
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Trabalhando há muitos anos com gente no agronegócio e vivenciando rotinas, posso garantir que ninguém, por mais crítica que seja consigo mesma, permanece em evolução sem utilizar ferramentas como leitura, observações (dos outros) e, principalmente, sem ouvir opiniões (avaliações) dos companheiros de trabalho, sem conhecer diferentes formas de pensar e enxergar fatos. Partindo desse princípio, o feedback é fundamental, porque faz as pessoas compreenderem que é mais fácil (e rápido) usar informações/procedimentos validados.
Uma pesquisa de “clima a campo” feita pela Destrave Desenvolvimento mostrou que 78,2% dos colaboradores rurais nunca receberam feedback. Esses dados foram coletados em mais 40 propriedades, que somavam 4.000 funcionários no último trimestre de 2019/2020. Engajar pessoas e gerenciar conflitos na rotina do dia a dia em fazendas não é um desafio tão simples, porém, filósofos como Pierre Lévy acreditavam que o ser humano pode criar uma inteligência coletiva na troca de ideias.
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É chegado o momento, portanto, de falarmos sobre uma ferramenta poderosíssima: o feedback. Ainda há muita resistência a seu uso nas fazendas, mas isso não se justifica. A palavra em inglês tem sido trocada por várias outras em português, especialmente entre os colaboradores, mas nada mais é do que um bate-papo ou uma análise “devolutiva” da forma como estamos enxergando o trabalho e o comportamento de cada um da equipe frente à empresa (fazenda).
Trabalhando há muitos anos com gente no agronegócio e vivenciando rotinas, posso garantir que ninguém, por mais crítica que seja consigo mesma, permanece em evolução sem utilizar ferramentas como leitura, observações (dos outros) e, principalmente, sem ouvir opiniões (avaliações) dos companheiros de trabalho, sem conhecer diferentes formas de pensar e enxergar fatos. Partindo desse princípio, o feedback é fundamental, porque faz as pessoas compreenderem que é mais fácil (e rápido) usar informações/procedimentos validados.
Uma pesquisa de “clima a campo” feita pela Destrave Desenvolvimento mostrou que 78,2% dos colaboradores rurais nunca receberam feedback. Esses dados foram coletados em mais 40 propriedades, que somavam 4.000 funcionários no último trimestre de 2019/2020. Engajar pessoas e gerenciar conflitos na rotina do dia a dia em fazendas não é um desafio tão simples, porém, filósofos como Pierre Lévy acreditavam que o ser humano pode criar uma inteligência coletiva na troca de ideias.
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É chegado o momento, portanto, de falarmos sobre uma ferramenta poderosíssima: o feedback. Ainda há muita resistência a seu uso nas fazendas, mas isso não se justifica. A palavra em inglês tem sido trocada por várias outras em português, especialmente entre os colaboradores, mas nada mais é do que um bate-papo ou uma análise “devolutiva” da forma como estamos enxergando o trabalho e o comportamento de cada um da equipe frente à empresa (fazenda).
Trabalhando há muitos anos com gente no agronegócio e vivenciando rotinas, posso garantir que ninguém, por mais crítica que seja consigo mesma, permanece em evolução sem utilizar ferramentas como leitura, observações (dos outros) e, principalmente, sem ouvir opiniões (avaliações) dos companheiros de trabalho, sem conhecer diferentes formas de pensar e enxergar fatos. Partindo desse princípio, o feedback é fundamental, porque faz as pessoas compreenderem que é mais fácil (e rápido) usar informações/procedimentos validados.
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É chegado o momento, portanto, de falarmos sobre uma ferramenta poderosíssima: o feedback. Ainda há muita resistência a seu uso nas fazendas, mas isso não se justifica. A palavra em inglês tem sido trocada por várias outras em português, especialmente entre os colaboradores, mas nada mais é do que um bate-papo ou uma análise “devolutiva” da forma como estamos enxergando o trabalho e o comportamento de cada um da equipe frente à empresa (fazenda).
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É chegado o momento, portanto, de falarmos sobre uma ferramenta poderosíssima: o feedback. Ainda há muita resistência a seu uso nas fazendas, mas isso não se justifica. A palavra em inglês tem sido trocada por várias outras em português, especialmente entre os colaboradores, mas nada mais é do que um bate-papo ou uma análise “devolutiva” da forma como estamos enxergando o trabalho e o comportamento de cada um da equipe frente à empresa (fazenda).
Trabalhando há muitos anos com gente no agronegócio e vivenciando rotinas, posso garantir que ninguém, por mais crítica que seja consigo mesma, permanece em evolução sem utilizar ferramentas como leitura, observações (dos outros) e, principalmente, sem ouvir opiniões (avaliações) dos companheiros de trabalho, sem conhecer diferentes formas de pensar e enxergar fatos. Partindo desse princípio, o feedback é fundamental, porque faz as pessoas compreenderem que é mais fácil (e rápido) usar informações/procedimentos validados.
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É chegado o momento, portanto, de falarmos sobre uma ferramenta poderosíssima: o feedback. Ainda há muita resistência a seu uso nas fazendas, mas isso não se justifica. A palavra em inglês tem sido trocada por várias outras em português, especialmente entre os colaboradores, mas nada mais é do que um bate-papo ou uma análise “devolutiva” da forma como estamos enxergando o trabalho e o comportamento de cada um da equipe frente à empresa (fazenda).
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É chegado o momento, portanto, de falarmos sobre uma ferramenta poderosíssima: o feedback. Ainda há muita resistência a seu uso nas fazendas, mas isso não se justifica. A palavra em inglês tem sido trocada por várias outras em português, especialmente entre os colaboradores, mas nada mais é do que um bate-papo ou uma análise “devolutiva” da forma como estamos enxergando o trabalho e o comportamento de cada um da equipe frente à empresa (fazenda).
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