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Diversificar capins é bom para a ILP

Estudo da Embrapa mostra que o Panicum Zuri produz mais forragem e o Brizantha Xaraés favorece a soja. Melhor opção é trabalhar com os dois.

Dia de campo na Embrapa Oeste mostra os resultados do estudo.

Por Ariosto Mesquita

A braquiária ajuda a turbinar a produção de soja, enquanto o Panicum fornece maior produção de massa verde, é mais resistente às geadas e garante melhor desempenho animal na ILP. Este foi o resultado de uma pesquisa realizada durante quatro anos, pela Embrapa Agropecuária Oeste, no Mato Grosso do Sul. O objetivo do trabalho foi avaliar o comportamento de quatro diferentes cultivares de gramíneas forrageiras, para verificar qual sua real “vocação” dentro da ILP, visando explorá-las conforme as necessidades do pecuarista.

“Precisamos diversificar o portfólio de capim para a integração lavoura-pecuária. Por isso, decidimos testar algumas cultivares de lançamento mais recente, incluindo dois Panicus, que, sabidamente, produzem mais massa verde, com maior teor de proteína e digestibilidade”, explica o pesquisador Luis Armando Zago Machado, coordenador do estudo, conduzido entre 2019 e 2022.

Armando Zago, pesquisador da Embrapa Oeste.

Produtores da região já vinham testando alguns desses capins na ILP, mas queriam dados de pesquisa para orientação do trabalho de campo. “Houve seca forte em 2021, que provocou queda de 70% na produtividade, mas como a pesquisa teve duração longa, foi possível isolar particularidades anuais”, explica Zago, que decidiu avaliar dois capins de menor porte (a Brachiaria brizantha Paiaguás e o Panicum Tamani) e dois de porte mais alto (a Brachiaria brizantha Xaraés e o Panicum Zuri).

Eles foram plantados após a colheita da soja, em área submetida a rotação, de forma a manter, no período das águas (novembro a fevereiro), sempre 2/3 da área com a oleaginosa e 1/3 com pasto. Na entressafra da soja (março a outubro), que corresponde à estação seca, todo o experimento era tomado pelas forrageiras. Como testemunha, os pesquisadores escolheram o cultivo soja sucedida por milho.

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A braquiária ajuda a turbinar a produção de soja, enquanto o Panicum fornece maior produção de massa verde, é mais resistente às geadas e garante melhor desempenho animal na ILP. Este foi o resultado de uma pesquisa realizada durante quatro anos, pela Embrapa Agropecuária Oeste, no Mato Grosso do Sul. O objetivo do trabalho foi avaliar o comportamento de quatro diferentes cultivares de gramíneas forrageiras, para verificar qual sua real “vocação” dentro da ILP, visando explorá-las conforme as necessidades do pecuarista.

“Precisamos diversificar o portfólio de capim para a integração lavoura-pecuária. Por isso, decidimos testar algumas cultivares de lançamento mais recente, incluindo dois Panicus, que, sabidamente, produzem mais massa verde, com maior teor de proteína e digestibilidade”, explica o pesquisador Luis Armando Zago Machado, coordenador do estudo, conduzido entre 2019 e 2022.

Armando Zago, pesquisador da Embrapa Oeste.

Produtores da região já vinham testando alguns desses capins na ILP, mas queriam dados de pesquisa para orientação do trabalho de campo. “Houve seca forte em 2021, que provocou queda de 70% na produtividade, mas como a pesquisa teve duração longa, foi possível isolar particularidades anuais”, explica Zago, que decidiu avaliar dois capins de menor porte (a Brachiaria brizantha Paiaguás e o Panicum Tamani) e dois de porte mais alto (a Brachiaria brizantha Xaraés e o Panicum Zuri).

Eles foram plantados após a colheita da soja, em área submetida a rotação, de forma a manter, no período das águas (novembro a fevereiro), sempre 2/3 da área com a oleaginosa e 1/3 com pasto. Na entressafra da soja (março a outubro), que corresponde à estação seca, todo o experimento era tomado pelas forrageiras. Como testemunha, os pesquisadores escolheram o cultivo soja sucedida por milho.

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A braquiária ajuda a turbinar a produção de soja, enquanto o Panicum fornece maior produção de massa verde, é mais resistente às geadas e garante melhor desempenho animal na ILP. Este foi o resultado de uma pesquisa realizada durante quatro anos, pela Embrapa Agropecuária Oeste, no Mato Grosso do Sul. O objetivo do trabalho foi avaliar o comportamento de quatro diferentes cultivares de gramíneas forrageiras, para verificar qual sua real “vocação” dentro da ILP, visando explorá-las conforme as necessidades do pecuarista.

“Precisamos diversificar o portfólio de capim para a integração lavoura-pecuária. Por isso, decidimos testar algumas cultivares de lançamento mais recente, incluindo dois Panicus, que, sabidamente, produzem mais massa verde, com maior teor de proteína e digestibilidade”, explica o pesquisador Luis Armando Zago Machado, coordenador do estudo, conduzido entre 2019 e 2022.

Armando Zago, pesquisador da Embrapa Oeste.

Produtores da região já vinham testando alguns desses capins na ILP, mas queriam dados de pesquisa para orientação do trabalho de campo. “Houve seca forte em 2021, que provocou queda de 70% na produtividade, mas como a pesquisa teve duração longa, foi possível isolar particularidades anuais”, explica Zago, que decidiu avaliar dois capins de menor porte (a Brachiaria brizantha Paiaguás e o Panicum Tamani) e dois de porte mais alto (a Brachiaria brizantha Xaraés e o Panicum Zuri).

Eles foram plantados após a colheita da soja, em área submetida a rotação, de forma a manter, no período das águas (novembro a fevereiro), sempre 2/3 da área com a oleaginosa e 1/3 com pasto. Na entressafra da soja (março a outubro), que corresponde à estação seca, todo o experimento era tomado pelas forrageiras. Como testemunha, os pesquisadores escolheram o cultivo soja sucedida por milho.

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Armando Zago, pesquisador da Embrapa Oeste.

Produtores da região já vinham testando alguns desses capins na ILP, mas queriam dados de pesquisa para orientação do trabalho de campo. “Houve seca forte em 2021, que provocou queda de 70% na produtividade, mas como a pesquisa teve duração longa, foi possível isolar particularidades anuais”, explica Zago, que decidiu avaliar dois capins de menor porte (a Brachiaria brizantha Paiaguás e o Panicum Tamani) e dois de porte mais alto (a Brachiaria brizantha Xaraés e o Panicum Zuri).

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“Precisamos diversificar o portfólio de capim para a integração lavoura-pecuária. Por isso, decidimos testar algumas cultivares de lançamento mais recente, incluindo dois Panicus, que, sabidamente, produzem mais massa verde, com maior teor de proteína e digestibilidade”, explica o pesquisador Luis Armando Zago Machado, coordenador do estudo, conduzido entre 2019 e 2022.

Armando Zago, pesquisador da Embrapa Oeste.

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“Precisamos diversificar o portfólio de capim para a integração lavoura-pecuária. Por isso, decidimos testar algumas cultivares de lançamento mais recente, incluindo dois Panicus, que, sabidamente, produzem mais massa verde, com maior teor de proteína e digestibilidade”, explica o pesquisador Luis Armando Zago Machado, coordenador do estudo, conduzido entre 2019 e 2022.

Armando Zago, pesquisador da Embrapa Oeste.

Produtores da região já vinham testando alguns desses capins na ILP, mas queriam dados de pesquisa para orientação do trabalho de campo. “Houve seca forte em 2021, que provocou queda de 70% na produtividade, mas como a pesquisa teve duração longa, foi possível isolar particularidades anuais”, explica Zago, que decidiu avaliar dois capins de menor porte (a Brachiaria brizantha Paiaguás e o Panicum Tamani) e dois de porte mais alto (a Brachiaria brizantha Xaraés e o Panicum Zuri).

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

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“Precisamos diversificar o portfólio de capim para a integração lavoura-pecuária. Por isso, decidimos testar algumas cultivares de lançamento mais recente, incluindo dois Panicus, que, sabidamente, produzem mais massa verde, com maior teor de proteína e digestibilidade”, explica o pesquisador Luis Armando Zago Machado, coordenador do estudo, conduzido entre 2019 e 2022.

Armando Zago, pesquisador da Embrapa Oeste.

Produtores da região já vinham testando alguns desses capins na ILP, mas queriam dados de pesquisa para orientação do trabalho de campo. “Houve seca forte em 2021, que provocou queda de 70% na produtividade, mas como a pesquisa teve duração longa, foi possível isolar particularidades anuais”, explica Zago, que decidiu avaliar dois capins de menor porte (a Brachiaria brizantha Paiaguás e o Panicum Tamani) e dois de porte mais alto (a Brachiaria brizantha Xaraés e o Panicum Zuri).

Eles foram plantados após a colheita da soja, em área submetida a rotação, de forma a manter, no período das águas (novembro a fevereiro), sempre 2/3 da área com a oleaginosa e 1/3 com pasto. Na entressafra da soja (março a outubro), que corresponde à estação seca, todo o experimento era tomado pelas forrageiras. Como testemunha, os pesquisadores escolheram o cultivo soja sucedida por milho.

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“Precisamos diversificar o portfólio de capim para a integração lavoura-pecuária. Por isso, decidimos testar algumas cultivares de lançamento mais recente, incluindo dois Panicus, que, sabidamente, produzem mais massa verde, com maior teor de proteína e digestibilidade”, explica o pesquisador Luis Armando Zago Machado, coordenador do estudo, conduzido entre 2019 e 2022.

Armando Zago, pesquisador da Embrapa Oeste.

Produtores da região já vinham testando alguns desses capins na ILP, mas queriam dados de pesquisa para orientação do trabalho de campo. “Houve seca forte em 2021, que provocou queda de 70% na produtividade, mas como a pesquisa teve duração longa, foi possível isolar particularidades anuais”, explica Zago, que decidiu avaliar dois capins de menor porte (a Brachiaria brizantha Paiaguás e o Panicum Tamani) e dois de porte mais alto (a Brachiaria brizantha Xaraés e o Panicum Zuri).

Eles foram plantados após a colheita da soja, em área submetida a rotação, de forma a manter, no período das águas (novembro a fevereiro), sempre 2/3 da área com a oleaginosa e 1/3 com pasto. Na entressafra da soja (março a outubro), que corresponde à estação seca, todo o experimento era tomado pelas forrageiras. Como testemunha, os pesquisadores escolheram o cultivo soja sucedida por milho.

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“Precisamos diversificar o portfólio de capim para a integração lavoura-pecuária. Por isso, decidimos testar algumas cultivares de lançamento mais recente, incluindo dois Panicus, que, sabidamente, produzem mais massa verde, com maior teor de proteína e digestibilidade”, explica o pesquisador Luis Armando Zago Machado, coordenador do estudo, conduzido entre 2019 e 2022.

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Eles foram plantados após a colheita da soja, em área submetida a rotação, de forma a manter, no período das águas (novembro a fevereiro), sempre 2/3 da área com a oleaginosa e 1/3 com pasto. Na entressafra da soja (março a outubro), que corresponde à estação seca, todo o experimento era tomado pelas forrageiras. Como testemunha, os pesquisadores escolheram o cultivo soja sucedida por milho.

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Média das fêmeas foi 116% superior à registrada em igual período do ano passado

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Armando Zago, pesquisador da Embrapa Oeste.

Produtores da região já vinham testando alguns desses capins na ILP, mas queriam dados de pesquisa para orientação do trabalho de campo. “Houve seca forte em 2021, que provocou queda de 70% na produtividade, mas como a pesquisa teve duração longa, foi possível isolar particularidades anuais”, explica Zago, que decidiu avaliar dois capins de menor porte (a Brachiaria brizantha Paiaguás e o Panicum Tamani) e dois de porte mais alto (a Brachiaria brizantha Xaraés e o Panicum Zuri).

Eles foram plantados após a colheita da soja, em área submetida a rotação, de forma a manter, no período das águas (novembro a fevereiro), sempre 2/3 da área com a oleaginosa e 1/3 com pasto. Na entressafra da soja (março a outubro), que corresponde à estação seca, todo o experimento era tomado pelas forrageiras. Como testemunha, os pesquisadores escolheram o cultivo soja sucedida por milho.

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