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Revista DBO | BRS Integra sob teste no Cerrado

Primeiras avaliações da Embrapa Gado de Corte mostram BRS Integra saindo na frente em percentual de plantas estabelecidas, mas resultados ainda oscilam

Nova cultivar de Ruzizienses lançada pela Embrapa produziu 4.290 kg de MS/ha no Cerrado.

Por Ariosto Mesquita

A BRS Integra, nova cultivar de Brachiaria ruziziensis lançada oficialmente, neste ano, pela Embrapa Gado de Leite, em Juiz de Fora (MG), já tem suas primeiras avaliações no Cerrado. Os números iniciais quanto a estabelecimento de planta e produção de massa seca foram apresentados pela unidade Gado de Corte, em Campo Grande (MS), durante o 19º Workshop Unipasto (Associação para o Fomento à Pesquisa de Melhoramento de Forrageiras), realizado entre 4 a 6 de maio, na capital sul-mato-grossense. Observados rapidamente, os resultados não decepcionaram, mantendo-se dentro da faixa esperada.

Segundo o pesquisador Ademir Zimmer, da Embrapa Gado de Corte, os dados obtidos “foram normais” em se tratando de uma nova cultivar: “Todos os capins passam por avaliações preliminares e seu desempenho vai mudando com o tempo, em função de ajustes no plantio ou no manejo de pastejo”.

O primeiro estudo divulgado compara quatro cultivares – a B. ruziziensis Integra, a B. ruziziensis Kennedy (tradicional), a Piatã e o Panicum Quênia – plantadas em diferentes profundidades (0, 3, 6 e 9 cm). Dos três primeiros capins, foram semeadas na linha 50 sementes puras viáveis por metro e do Quênia, 100. A semeadura ocorreu em 3 de junho de 2021 e a contagem de plantas foi realizada 23 dias depois. Tendo como base a média entre as profundidades, a Integra ficou à frente com 51% de plantas estabelecidas, contra 43% da Kennedy, 41% da Piatã e 23% da Quênia.

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A BRS Integra, nova cultivar de Brachiaria ruziziensis lançada oficialmente, neste ano, pela Embrapa Gado de Leite, em Juiz de Fora (MG), já tem suas primeiras avaliações no Cerrado. Os números iniciais quanto a estabelecimento de planta e produção de massa seca foram apresentados pela unidade Gado de Corte, em Campo Grande (MS), durante o 19º Workshop Unipasto (Associação para o Fomento à Pesquisa de Melhoramento de Forrageiras), realizado entre 4 a 6 de maio, na capital sul-mato-grossense. Observados rapidamente, os resultados não decepcionaram, mantendo-se dentro da faixa esperada.

Segundo o pesquisador Ademir Zimmer, da Embrapa Gado de Corte, os dados obtidos “foram normais” em se tratando de uma nova cultivar: “Todos os capins passam por avaliações preliminares e seu desempenho vai mudando com o tempo, em função de ajustes no plantio ou no manejo de pastejo”.

O primeiro estudo divulgado compara quatro cultivares – a B. ruziziensis Integra, a B. ruziziensis Kennedy (tradicional), a Piatã e o Panicum Quênia – plantadas em diferentes profundidades (0, 3, 6 e 9 cm). Dos três primeiros capins, foram semeadas na linha 50 sementes puras viáveis por metro e do Quênia, 100. A semeadura ocorreu em 3 de junho de 2021 e a contagem de plantas foi realizada 23 dias depois. Tendo como base a média entre as profundidades, a Integra ficou à frente com 51% de plantas estabelecidas, contra 43% da Kennedy, 41% da Piatã e 23% da Quênia.

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Segundo o pesquisador Ademir Zimmer, da Embrapa Gado de Corte, os dados obtidos “foram normais” em se tratando de uma nova cultivar: “Todos os capins passam por avaliações preliminares e seu desempenho vai mudando com o tempo, em função de ajustes no plantio ou no manejo de pastejo”.

O primeiro estudo divulgado compara quatro cultivares – a B. ruziziensis Integra, a B. ruziziensis Kennedy (tradicional), a Piatã e o Panicum Quênia – plantadas em diferentes profundidades (0, 3, 6 e 9 cm). Dos três primeiros capins, foram semeadas na linha 50 sementes puras viáveis por metro e do Quênia, 100. A semeadura ocorreu em 3 de junho de 2021 e a contagem de plantas foi realizada 23 dias depois. Tendo como base a média entre as profundidades, a Integra ficou à frente com 51% de plantas estabelecidas, contra 43% da Kennedy, 41% da Piatã e 23% da Quênia.

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Segundo o pesquisador Ademir Zimmer, da Embrapa Gado de Corte, os dados obtidos “foram normais” em se tratando de uma nova cultivar: “Todos os capins passam por avaliações preliminares e seu desempenho vai mudando com o tempo, em função de ajustes no plantio ou no manejo de pastejo”.

O primeiro estudo divulgado compara quatro cultivares – a B. ruziziensis Integra, a B. ruziziensis Kennedy (tradicional), a Piatã e o Panicum Quênia – plantadas em diferentes profundidades (0, 3, 6 e 9 cm). Dos três primeiros capins, foram semeadas na linha 50 sementes puras viáveis por metro e do Quênia, 100. A semeadura ocorreu em 3 de junho de 2021 e a contagem de plantas foi realizada 23 dias depois. Tendo como base a média entre as profundidades, a Integra ficou à frente com 51% de plantas estabelecidas, contra 43% da Kennedy, 41% da Piatã e 23% da Quênia.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

Nova cultivar de Ruzizienses lançada pela Embrapa produziu 4.290 kg de MS/ha no Cerrado.

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Média das fêmeas foi 116% superior à registrada em igual período do ano passado

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