Apresentado Por:

Aditivo faz diferença na suplementação a pasto?

Encerrando a série de três artigos sobre manejo de pastagens associado à suplementação, o zootecnista Adilson Aguiar demonstra a diferença do aditivo na suplementação a pasto

Por Adilson de Paula Almeida Aguiar – Zootecnista, professor em cursos de pós-graduação do Rehagro e das Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu); consultor associado da Consupec (Consultoria e Planejamento Pecuário), de MG, e investidor nas atividades de pecuária de corte e leite.

Encerrando a série de três artigos sobre manejo de pastagens associado à suplementação, vou apresentar resultados de uma pesquisas conduzida na estação da seca. Objetivou-se, com esse experimento, avaliar os efeitos da disponibilidade de forragem em pastagens de B. brizantha cultivar Marandu (capim Braquiarão) sobre o ganho de peso de machos Nelore inteiros, na fase de recria, suplementados com mineral proteico-energético com e sem o aditivo virginiamicina, um antibiótico da classe das estreptograminas produzido por uma linhagem mutante de Streptomyces virginiae.

VEJA TAMBÉM:
Vale a pena suplementar em níveis altos na seca?
Qual o impacto da frequência de suplementação a pasto?

O trabalho foi conduzido entre os meses de julho e outubro, no bioma Cerrados, em uma área de 8 ha, dividida em dois módulos de pastoreio de 4 ha cada, subdivididos em 4 piquetes de 1 ha cada. O método de pastoreio adotado foi o de lotação rotacionada, com ciclo de pastoreio de 40 dias, sendo 30 dias de descanso e 10 de ocupação.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Por Adilson de Paula Almeida Aguiar – Zootecnista, professor em cursos de pós-graduação do Rehagro e das Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu); consultor associado da Consupec (Consultoria e Planejamento Pecuário), de MG, e investidor nas atividades de pecuária de corte e leite.

Encerrando a série de três artigos sobre manejo de pastagens associado à suplementação, vou apresentar resultados de uma pesquisas conduzida na estação da seca. Objetivou-se, com esse experimento, avaliar os efeitos da disponibilidade de forragem em pastagens de B. brizantha cultivar Marandu (capim Braquiarão) sobre o ganho de peso de machos Nelore inteiros, na fase de recria, suplementados com mineral proteico-energético com e sem o aditivo virginiamicina, um antibiótico da classe das estreptograminas produzido por uma linhagem mutante de Streptomyces virginiae.

VEJA TAMBÉM:
Vale a pena suplementar em níveis altos na seca?
Qual o impacto da frequência de suplementação a pasto?

O trabalho foi conduzido entre os meses de julho e outubro, no bioma Cerrados, em uma área de 8 ha, dividida em dois módulos de pastoreio de 4 ha cada, subdivididos em 4 piquetes de 1 ha cada. O método de pastoreio adotado foi o de lotação rotacionada, com ciclo de pastoreio de 40 dias, sendo 30 dias de descanso e 10 de ocupação.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Este post está disponível apenas para membros.
Compartilhe:

Continue depois da publicidade

Continue depois da publicidade

Encerrando a série de três artigos sobre manejo de pastagens associado à suplementação, o zootecnista Adilson Aguiar demonstra a diferença do aditivo na suplementação a pasto

Por Adilson de Paula Almeida Aguiar – Zootecnista, professor em cursos de pós-graduação do Rehagro e das Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu); consultor associado da Consupec (Consultoria e Planejamento Pecuário), de MG, e investidor nas atividades de pecuária de corte e leite.

Encerrando a série de três artigos sobre manejo de pastagens associado à suplementação, vou apresentar resultados de uma pesquisas conduzida na estação da seca. Objetivou-se, com esse experimento, avaliar os efeitos da disponibilidade de forragem em pastagens de B. brizantha cultivar Marandu (capim Braquiarão) sobre o ganho de peso de machos Nelore inteiros, na fase de recria, suplementados com mineral proteico-energético com e sem o aditivo virginiamicina, um antibiótico da classe das estreptograminas produzido por uma linhagem mutante de Streptomyces virginiae.

VEJA TAMBÉM:
Vale a pena suplementar em níveis altos na seca?
Qual o impacto da frequência de suplementação a pasto?

O trabalho foi conduzido entre os meses de julho e outubro, no bioma Cerrados, em uma área de 8 ha, dividida em dois módulos de pastoreio de 4 ha cada, subdivididos em 4 piquetes de 1 ha cada. O método de pastoreio adotado foi o de lotação rotacionada, com ciclo de pastoreio de 40 dias, sendo 30 dias de descanso e 10 de ocupação.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Por Adilson de Paula Almeida Aguiar – Zootecnista, professor em cursos de pós-graduação do Rehagro e das Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu); consultor associado da Consupec (Consultoria e Planejamento Pecuário), de MG, e investidor nas atividades de pecuária de corte e leite.

Encerrando a série de três artigos sobre manejo de pastagens associado à suplementação, vou apresentar resultados de uma pesquisas conduzida na estação da seca. Objetivou-se, com esse experimento, avaliar os efeitos da disponibilidade de forragem em pastagens de B. brizantha cultivar Marandu (capim Braquiarão) sobre o ganho de peso de machos Nelore inteiros, na fase de recria, suplementados com mineral proteico-energético com e sem o aditivo virginiamicina, um antibiótico da classe das estreptograminas produzido por uma linhagem mutante de Streptomyces virginiae.

VEJA TAMBÉM:
Vale a pena suplementar em níveis altos na seca?
Qual o impacto da frequência de suplementação a pasto?

O trabalho foi conduzido entre os meses de julho e outubro, no bioma Cerrados, em uma área de 8 ha, dividida em dois módulos de pastoreio de 4 ha cada, subdivididos em 4 piquetes de 1 ha cada. O método de pastoreio adotado foi o de lotação rotacionada, com ciclo de pastoreio de 40 dias, sendo 30 dias de descanso e 10 de ocupação.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Este post está disponível apenas para membros.

Gostou? Compartilhe:

Mais Lidas

1.

Encontre aqui a consultoria ideal para sua fazenda

Vídeos em destaque

Mais Lidas

Colunistas

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Por Adilson de Paula Almeida Aguiar – Zootecnista, professor em cursos de pós-graduação do Rehagro e das Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu); consultor associado da Consupec (Consultoria e Planejamento Pecuário), de MG, e investidor nas atividades de pecuária de corte e leite.

Encerrando a série de três artigos sobre manejo de pastagens associado à suplementação, vou apresentar resultados de uma pesquisas conduzida na estação da seca. Objetivou-se, com esse experimento, avaliar os efeitos da disponibilidade de forragem em pastagens de B. brizantha cultivar Marandu (capim Braquiarão) sobre o ganho de peso de machos Nelore inteiros, na fase de recria, suplementados com mineral proteico-energético com e sem o aditivo virginiamicina, um antibiótico da classe das estreptograminas produzido por uma linhagem mutante de Streptomyces virginiae.

VEJA TAMBÉM:
Vale a pena suplementar em níveis altos na seca?
Qual o impacto da frequência de suplementação a pasto?

O trabalho foi conduzido entre os meses de julho e outubro, no bioma Cerrados, em uma área de 8 ha, dividida em dois módulos de pastoreio de 4 ha cada, subdivididos em 4 piquetes de 1 ha cada. O método de pastoreio adotado foi o de lotação rotacionada, com ciclo de pastoreio de 40 dias, sendo 30 dias de descanso e 10 de ocupação.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Para acessar este conteúdo, você deve adquirir Assinaturas DBO - #CdC, Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Mensal, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - Parceria Rehagro, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - 26, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Anual, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Mensal ou Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Anual.

Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Por Adilson de Paula Almeida Aguiar – Zootecnista, professor em cursos de pós-graduação do Rehagro e das Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu); consultor associado da Consupec (Consultoria e Planejamento Pecuário), de MG, e investidor nas atividades de pecuária de corte e leite.

Encerrando a série de três artigos sobre manejo de pastagens associado à suplementação, vou apresentar resultados de uma pesquisas conduzida na estação da seca. Objetivou-se, com esse experimento, avaliar os efeitos da disponibilidade de forragem em pastagens de B. brizantha cultivar Marandu (capim Braquiarão) sobre o ganho de peso de machos Nelore inteiros, na fase de recria, suplementados com mineral proteico-energético com e sem o aditivo virginiamicina, um antibiótico da classe das estreptograminas produzido por uma linhagem mutante de Streptomyces virginiae.

VEJA TAMBÉM:
Vale a pena suplementar em níveis altos na seca?
Qual o impacto da frequência de suplementação a pasto?

O trabalho foi conduzido entre os meses de julho e outubro, no bioma Cerrados, em uma área de 8 ha, dividida em dois módulos de pastoreio de 4 ha cada, subdivididos em 4 piquetes de 1 ha cada. O método de pastoreio adotado foi o de lotação rotacionada, com ciclo de pastoreio de 40 dias, sendo 30 dias de descanso e 10 de ocupação.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Para acessar este conteúdo, você deve adquirir Assinaturas DBO - #CdC, Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Mensal, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - Parceria Rehagro, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - 26, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Anual, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Mensal ou Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Anual.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Por Adilson de Paula Almeida Aguiar – Zootecnista, professor em cursos de pós-graduação do Rehagro e das Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu); consultor associado da Consupec (Consultoria e Planejamento Pecuário), de MG, e investidor nas atividades de pecuária de corte e leite.

Encerrando a série de três artigos sobre manejo de pastagens associado à suplementação, vou apresentar resultados de uma pesquisas conduzida na estação da seca. Objetivou-se, com esse experimento, avaliar os efeitos da disponibilidade de forragem em pastagens de B. brizantha cultivar Marandu (capim Braquiarão) sobre o ganho de peso de machos Nelore inteiros, na fase de recria, suplementados com mineral proteico-energético com e sem o aditivo virginiamicina, um antibiótico da classe das estreptograminas produzido por uma linhagem mutante de Streptomyces virginiae.

VEJA TAMBÉM:
Vale a pena suplementar em níveis altos na seca?
Qual o impacto da frequência de suplementação a pasto?

O trabalho foi conduzido entre os meses de julho e outubro, no bioma Cerrados, em uma área de 8 ha, dividida em dois módulos de pastoreio de 4 ha cada, subdivididos em 4 piquetes de 1 ha cada. O método de pastoreio adotado foi o de lotação rotacionada, com ciclo de pastoreio de 40 dias, sendo 30 dias de descanso e 10 de ocupação.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Para acessar este conteúdo, você deve adquirir Assinaturas DBO - #CdC, Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Mensal, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - Parceria Rehagro, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - 26, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Anual, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Mensal ou Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Anual.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Por Adilson de Paula Almeida Aguiar – Zootecnista, professor em cursos de pós-graduação do Rehagro e das Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu); consultor associado da Consupec (Consultoria e Planejamento Pecuário), de MG, e investidor nas atividades de pecuária de corte e leite.

Encerrando a série de três artigos sobre manejo de pastagens associado à suplementação, vou apresentar resultados de uma pesquisas conduzida na estação da seca. Objetivou-se, com esse experimento, avaliar os efeitos da disponibilidade de forragem em pastagens de B. brizantha cultivar Marandu (capim Braquiarão) sobre o ganho de peso de machos Nelore inteiros, na fase de recria, suplementados com mineral proteico-energético com e sem o aditivo virginiamicina, um antibiótico da classe das estreptograminas produzido por uma linhagem mutante de Streptomyces virginiae.

VEJA TAMBÉM:
Vale a pena suplementar em níveis altos na seca?
Qual o impacto da frequência de suplementação a pasto?

O trabalho foi conduzido entre os meses de julho e outubro, no bioma Cerrados, em uma área de 8 ha, dividida em dois módulos de pastoreio de 4 ha cada, subdivididos em 4 piquetes de 1 ha cada. O método de pastoreio adotado foi o de lotação rotacionada, com ciclo de pastoreio de 40 dias, sendo 30 dias de descanso e 10 de ocupação.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Para acessar este conteúdo, você deve adquirir Assinaturas DBO - #CdC, Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Mensal, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - Parceria Rehagro, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - 26, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Anual, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Mensal ou Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Anual.