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Programa Sentinela no Rio Grande do Sul apresenta resultados

Executado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, o programa tem por objetivo combater o abigeato e diminuir o risco sanitário
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Fiscais estaduais agropecuários da Seapdr em operação no Programa Sentinela no município de Santa Vitória do Palmar (Foto: Divulgação/Seapdr)

Mais de 22 mil bovinos vistoriados, 37.402 quilômetros de fronteira percorridos, 141 propriedades vistoriadas, 229 barreiras realizadas, 965 veículos vistoriados, 257 autos de infração e advertência, 121 abates sanitários efetuados e 2.300 pessoas atendidas em ações educativas de julho a dezembro de 2020. Além da fiscalização de 4289 ovinos e 948 equinos.

Os dados fazem parte do Programa Sentinela, executado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR), e foram apresentados nesta terça-feira, 11 de maio, em reunião virtual do Comitê Consultivo do Programa, formado pelas forças de segurança pública, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Fundesa (Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal) e integrantes da SEAPDR.

“O Programa Sentinela foi criado para reforçar as barreiras de fiscalização nas nossas fronteiras, muito importante no combate ao abigeato. Com a certificação do Estado Livre de Febre Aftosa, este programa também é responsável pela diminuição do risco sanitário”, destacou a secretária Silvana Covatti, na abertura do encontro.

No ano de 2021, a fiscalização segue intensa, com aumento significativo de denúncias, flagrantes, apreensões e abates sanitários (286).

“Apesar de termos tido neste ano uma diminuição das ações ostensivas, a efetividade tem sido maior, demonstrando uma evolução da atividade, realizada com mais inteligência e com apoio das forças de segurança”, avalia o coordenador do Programa Sentinela, Francisco Lopes.

A Superintendente do Mapa no Rio Grande do Sul, Helena Ruggeri, ressalta que o Programa Sentinela precisa ser cada vez mais fortalecido, com apoio jurídico e das forças de segurança pública.

“Nós esperamos que o programa se consolide, avance e seja perene. Temos sido um parceiro efetivo do Sentinela em suas ações. Todos somos responsáveis pela defesa sanitária do nosso Estado e precisamos dar o apoio necessário, ainda mais agora que o Rio Grande do Sul está na iminência de ser área livre de aftosa internacionalmente”, destaca Rogério Kerber, presidente do Fundesa.

O Coronel Távora, coordenador do Centro de Operações do Comando Militar do Sul, afirma que “juntos somos mais fortes”. Segundo ele, esta parceria entre as instituições é muito importante para o sucesso das ações e do programa.

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O Programa Sentinela abrange uma área de 72.437 quilômetros quadrados de fronteira com o Uruguai e Argentina, incluindo 59 municípios, 64.842 propriedades e um rebanho estimado em 4.466.144 bovinos.

As reuniões do Comitê devem acontecer de forma periódica. Participaram da reunião do Comitê: SEAPDR, Defesa Civil, Secretaria de Segurança Pública através da Brigada Militar, Comando Rodoviário Estadual e Polícia Civil, Comando Militar do Sul, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e Fundesa (Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal).

Fonte: Ascom SEAPDR

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