Projeto Primeiro Passo, do consultor Armélio Martins, em Goiás, comprova competitividade da pecuária com tecnologias básicas e fecha quarta safra mantendo números preconizados por especialistas
Cruzados de Angus terminados em boitel: 582 kg e rendimento de carcaça de 55%
Por Moacir José
O Projeto “Primeiro Passo” – idealizado pelo consultor Armélio Martins, da Sisal Planejamento Agropecuário, de Goiânia, GO – encerrou, em setembro passado, mais uma etapa (a quarta, de cinco), consolidando resultados que mostram aos pecuaristas que é possível alcançar ótimos indicadores de produtividade e financeiros na atividade de corte.
Conduzido na Fazenda Engenho de Serra, em Bela Vista de Goiás, região sudeste do Estado, de propriedade do consultor, o projeto manteve a excelente rentabilidade de R$ 2.550/ha (na safra anterior o número foi R$ 2.488/ha) e produtividade de 30,3@/ha (29,4@/ha safra anterior), nível apontado por especialistas como sendo parâmetro de competitividade da pecuária de corte com outras atividades econômicas, como plantio de soja, milho ou cana de açúcar.
No total, foram recriados a pasto 232 animais, em dois grupos, com nível de suplementação e composição racial diferentes: o lote “freado”, com 150 animais, majoritariamente formado por garrotes cruzados Angus x Nelore, que receberam suplementação equivalente a 0,3% de seu peso vivo; e o lote “acelerado”, composto por 82 garrotes Nelore de genética mais apurada, integrantes do Programa Qualitas, de melhoramento genético, que recebeu suplementação fixa correspondente a 0,7% do peso vivo dos animais.
Seguiram para a engorda 137 animais do lote “freado”, pertencentes à Engenho de Serra, e 42 do lote “acelerado”, pertencentes ao criador Wesley Pereira Carneiro, proprietário da Fazenda Caititu, de Campinaçu, também em Goiás e distante 515 km da Engenho de Serra. Ela aconteceu no boitel do Confinamento Santa Fé, em Santa Helena de Goiás, 250 km a sudoeste da propriedade de Armélio Martins.
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O Projeto “Primeiro Passo” – idealizado pelo consultor Armélio Martins, da Sisal Planejamento Agropecuário, de Goiânia, GO – encerrou, em setembro passado, mais uma etapa (a quarta, de cinco), consolidando resultados que mostram aos pecuaristas que é possível alcançar ótimos indicadores de produtividade e financeiros na atividade de corte.
Conduzido na Fazenda Engenho de Serra, em Bela Vista de Goiás, região sudeste do Estado, de propriedade do consultor, o projeto manteve a excelente rentabilidade de R$ 2.550/ha (na safra anterior o número foi R$ 2.488/ha) e produtividade de 30,3@/ha (29,4@/ha safra anterior), nível apontado por especialistas como sendo parâmetro de competitividade da pecuária de corte com outras atividades econômicas, como plantio de soja, milho ou cana de açúcar.
No total, foram recriados a pasto 232 animais, em dois grupos, com nível de suplementação e composição racial diferentes: o lote “freado”, com 150 animais, majoritariamente formado por garrotes cruzados Angus x Nelore, que receberam suplementação equivalente a 0,3% de seu peso vivo; e o lote “acelerado”, composto por 82 garrotes Nelore de genética mais apurada, integrantes do Programa Qualitas, de melhoramento genético, que recebeu suplementação fixa correspondente a 0,7% do peso vivo dos animais.
Seguiram para a engorda 137 animais do lote “freado”, pertencentes à Engenho de Serra, e 42 do lote “acelerado”, pertencentes ao criador Wesley Pereira Carneiro, proprietário da Fazenda Caititu, de Campinaçu, também em Goiás e distante 515 km da Engenho de Serra. Ela aconteceu no boitel do Confinamento Santa Fé, em Santa Helena de Goiás, 250 km a sudoeste da propriedade de Armélio Martins.
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No total, foram recriados a pasto 232 animais, em dois grupos, com nível de suplementação e composição racial diferentes: o lote “freado”, com 150 animais, majoritariamente formado por garrotes cruzados Angus x Nelore, que receberam suplementação equivalente a 0,3% de seu peso vivo; e o lote “acelerado”, composto por 82 garrotes Nelore de genética mais apurada, integrantes do Programa Qualitas, de melhoramento genético, que recebeu suplementação fixa correspondente a 0,7% do peso vivo dos animais.
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A zootecnista Janaina Martuscello analisa os benefícios e os desafios das leguminosas em pastagens, destacando os principais cuidados para o sucesso do sistema.
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