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Conheça o plantio de pasto com muda de bandeja

Segundo o engenheiro agrônomo Rodolfo Cyrineu, a formação mais rápida da pastagem e pureza das mudas estão entre as vantagens do sistema

O plantio exige subsolagem, aração e gradagem, para descompactar e nivelar a área. Fotos: Rodolfo Cyrineu

Por Larissa Vieira

Com as chuvas caindo nos pastos de boa parte do Brasil, é hora de aproveitar para fazer o plantio de mudas de gramíneas forrageiras. Em função do grau de pureza elevado e da agilidade do processo de plantio e formação de pastagem, uma opção que vem crescendo no Brasil nos últimos anos é o uso de mudas de bandeja.

Segundo o engenheiro agrônomo Rodolfo Cyrineu, que é especialista em pastagem, o uso de mudas de bandeja é recomendado para quem vai iniciar a formação das primeiras áreas de pastagem com gramíneas que não se propagam por semente e não quer correr o risco de plantar mudas sem alto grau de pureza, ou seja, levar outras variedades de forrageiras para o pasto.

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Pode ser usado por qualquer propriedade de corte, mas principalmente para aquelas que desejam intensificar o ganho de peso por hectare em sistemas rotacionados menores, formados por gramíneas de alto valor nutritivo.

“Uma opção é a grama-estrela-roxa africana, que é muito rústica e bastante usada no norte do País, por ter elevada produtividade por área e a boa qualidade da forragem. Ela está num patamar acima das braquiárias por causa de seu maior valor nutritivo, que chega a 14% de proteína bruta. Além disso, permite alta rotação, tem grande resistência ao pisoteio e à cigarrinha e boa capacidade de adaptação a diferentes tipos de solo e de clima”, explica.

Segundo ele, o sistema também pode ser usado para outras variedades de forragem, como o tífton e até de capiaçu, usado para silagem.

Bandeja de mudas de tífton.

 

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O plantio exige subsolagem, aração e gradagem, para descompactar e nivelar a área. Fotos: Rodolfo Cyrineu

Por Larissa Vieira

Com as chuvas caindo nos pastos de boa parte do Brasil, é hora de aproveitar para fazer o plantio de mudas de gramíneas forrageiras. Em função do grau de pureza elevado e da agilidade do processo de plantio e formação de pastagem, uma opção que vem crescendo no Brasil nos últimos anos é o uso de mudas de bandeja.

Segundo o engenheiro agrônomo Rodolfo Cyrineu, que é especialista em pastagem, o uso de mudas de bandeja é recomendado para quem vai iniciar a formação das primeiras áreas de pastagem com gramíneas que não se propagam por semente e não quer correr o risco de plantar mudas sem alto grau de pureza, ou seja, levar outras variedades de forrageiras para o pasto.

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Pode ser usado por qualquer propriedade de corte, mas principalmente para aquelas que desejam intensificar o ganho de peso por hectare em sistemas rotacionados menores, formados por gramíneas de alto valor nutritivo.

“Uma opção é a grama-estrela-roxa africana, que é muito rústica e bastante usada no norte do País, por ter elevada produtividade por área e a boa qualidade da forragem. Ela está num patamar acima das braquiárias por causa de seu maior valor nutritivo, que chega a 14% de proteína bruta. Além disso, permite alta rotação, tem grande resistência ao pisoteio e à cigarrinha e boa capacidade de adaptação a diferentes tipos de solo e de clima”, explica.

Segundo ele, o sistema também pode ser usado para outras variedades de forragem, como o tífton e até de capiaçu, usado para silagem.

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Segundo o engenheiro agrônomo Rodolfo Cyrineu, a formação mais rápida da pastagem e pureza das mudas estão entre as vantagens do sistema

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Com as chuvas caindo nos pastos de boa parte do Brasil, é hora de aproveitar para fazer o plantio de mudas de gramíneas forrageiras. Em função do grau de pureza elevado e da agilidade do processo de plantio e formação de pastagem, uma opção que vem crescendo no Brasil nos últimos anos é o uso de mudas de bandeja.

Segundo o engenheiro agrônomo Rodolfo Cyrineu, que é especialista em pastagem, o uso de mudas de bandeja é recomendado para quem vai iniciar a formação das primeiras áreas de pastagem com gramíneas que não se propagam por semente e não quer correr o risco de plantar mudas sem alto grau de pureza, ou seja, levar outras variedades de forrageiras para o pasto.

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“Uma opção é a grama-estrela-roxa africana, que é muito rústica e bastante usada no norte do País, por ter elevada produtividade por área e a boa qualidade da forragem. Ela está num patamar acima das braquiárias por causa de seu maior valor nutritivo, que chega a 14% de proteína bruta. Além disso, permite alta rotação, tem grande resistência ao pisoteio e à cigarrinha e boa capacidade de adaptação a diferentes tipos de solo e de clima”, explica.

Segundo ele, o sistema também pode ser usado para outras variedades de forragem, como o tífton e até de capiaçu, usado para silagem.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

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Média das fêmeas foi 116% superior à registrada em igual período do ano passado

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