Planejamento reprodutivo: a hora é agora! – parte 1
Para ajudar o pecuarista a ter bons índices na fazenda, o veterinário Rogério Fonseca e a zootecnista Renata Brandão de Góis, escreveram uma série de três artigos sobre o tema; Confira o primeiro
Estoque de gado tem de ter fechamento mensal.
Por Rogério Fonseca Guimarães Peres – Médico veterinário, com pós-graduação e mestrado em Produção de Ruminantes; e Renata Brandão de Góis – Zootecnista, supervisora de pecuária da Agropecuária Nelore Paranã, e mestranda do programa de pós-graduação em Zootecnia do IF Goiano.
Para conseguir bons índices na IATF (inseminação artificial em tempo fixo) e outros manejos na fazenda, é preciso ter rotina organizada e precisão operacional. Isso somente se consegue com planejamento. Para ajudar o pecuarista nessa tarefa, nos propusemos a escrever uma série de três artigos sobre o tema, com base em nossa vivência em grandes fazendas de pecuária de corte.
Como o tema é extenso, será abordado em três partes sequenciais, a primeira delas publicada nesta edição. Sabemos que as realidades são regionais e não temos a pretensão de definir um único sistema de produção para o País, mas o check-list que acompanha este artigo pode ser uma importante ferramenta para a gestão planejada.
O bom desempenho reprodutivo é fundamental para melhorar os resultados financeiros das propriedades de cria, porém, para se atingir esse objetivo, faz-se necessária uma sequência de eventos gerenciais.
O primeiro refere-se ao fechamento mensal do estoque de gado, também chamado de “mapa de gado”. Consideramos essencial, com base na experiência de campo da Agropecuária Nelore Paranã, o acompanhamento e o fechamento mensal do estoque de gado, não somente para espelhar o resultado na contabilidade, que tem reflexo em todo planejamento estratégico da propriedade, mas também para se ter em mãos um controle interno que permita a apuração dos resultados.
A rotina de fechamento mensal deve ser realizada de maneira a contabilizar todas as saídas (mortes, vendas, transferências para outra fazenda) e entradas (nascimentos, compras, transferências provenientes de outra propriedade) realizadas dentro do mês, por categoria animal, sempre partindo de um estoque inicial. Esse fechamento mensal deve ser realizado pelo capataz, que é a pessoa responsável por contabilizar e movimentar os animais no campo. O objetivo é atualizar o estoque e identificar possíveis diferenças.
São constantes as variações encontradas nos estoques de gado, quando se compara o físico com o contábil nas propriedades. Mesmo assim, essas variações não podem ultrapassar o índice de 0,5%, para todas as categorias. É uma das conclusões a que eu (Rogério Fonseca) cheguei, na condição de diretor de pecuária da Agropecuária Nelore Paranã. Diferenças significativas entre os dois estoques de animais jovens podem ser justificadas pela falha no apontamento de mortes nessa categoria, como em bezerros, por exemplo. Já diferenças significativas em animais adultos podem sinalizar desvios de gado.
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Por Rogério Fonseca Guimarães Peres – Médico veterinário, com pós-graduação e mestrado em Produção de Ruminantes; e Renata Brandão de Góis – Zootecnista, supervisora de pecuária da Agropecuária Nelore Paranã, e mestranda do programa de pós-graduação em Zootecnia do IF Goiano.
Para conseguir bons índices na IATF (inseminação artificial em tempo fixo) e outros manejos na fazenda, é preciso ter rotina organizada e precisão operacional. Isso somente se consegue com planejamento. Para ajudar o pecuarista nessa tarefa, nos propusemos a escrever uma série de três artigos sobre o tema, com base em nossa vivência em grandes fazendas de pecuária de corte.
Como o tema é extenso, será abordado em três partes sequenciais, a primeira delas publicada nesta edição. Sabemos que as realidades são regionais e não temos a pretensão de definir um único sistema de produção para o País, mas o check-list que acompanha este artigo pode ser uma importante ferramenta para a gestão planejada.
O bom desempenho reprodutivo é fundamental para melhorar os resultados financeiros das propriedades de cria, porém, para se atingir esse objetivo, faz-se necessária uma sequência de eventos gerenciais.
O primeiro refere-se ao fechamento mensal do estoque de gado, também chamado de “mapa de gado”. Consideramos essencial, com base na experiência de campo da Agropecuária Nelore Paranã, o acompanhamento e o fechamento mensal do estoque de gado, não somente para espelhar o resultado na contabilidade, que tem reflexo em todo planejamento estratégico da propriedade, mas também para se ter em mãos um controle interno que permita a apuração dos resultados.
A rotina de fechamento mensal deve ser realizada de maneira a contabilizar todas as saídas (mortes, vendas, transferências para outra fazenda) e entradas (nascimentos, compras, transferências provenientes de outra propriedade) realizadas dentro do mês, por categoria animal, sempre partindo de um estoque inicial. Esse fechamento mensal deve ser realizado pelo capataz, que é a pessoa responsável por contabilizar e movimentar os animais no campo. O objetivo é atualizar o estoque e identificar possíveis diferenças.
São constantes as variações encontradas nos estoques de gado, quando se compara o físico com o contábil nas propriedades. Mesmo assim, essas variações não podem ultrapassar o índice de 0,5%, para todas as categorias. É uma das conclusões a que eu (Rogério Fonseca) cheguei, na condição de diretor de pecuária da Agropecuária Nelore Paranã. Diferenças significativas entre os dois estoques de animais jovens podem ser justificadas pela falha no apontamento de mortes nessa categoria, como em bezerros, por exemplo. Já diferenças significativas em animais adultos podem sinalizar desvios de gado.
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Por Rogério Fonseca Guimarães Peres – Médico veterinário, com pós-graduação e mestrado em Produção de Ruminantes; e Renata Brandão de Góis – Zootecnista, supervisora de pecuária da Agropecuária Nelore Paranã, e mestranda do programa de pós-graduação em Zootecnia do IF Goiano.
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Como o tema é extenso, será abordado em três partes sequenciais, a primeira delas publicada nesta edição. Sabemos que as realidades são regionais e não temos a pretensão de definir um único sistema de produção para o País, mas o check-list que acompanha este artigo pode ser uma importante ferramenta para a gestão planejada.
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A rotina de fechamento mensal deve ser realizada de maneira a contabilizar todas as saídas (mortes, vendas, transferências para outra fazenda) e entradas (nascimentos, compras, transferências provenientes de outra propriedade) realizadas dentro do mês, por categoria animal, sempre partindo de um estoque inicial. Esse fechamento mensal deve ser realizado pelo capataz, que é a pessoa responsável por contabilizar e movimentar os animais no campo. O objetivo é atualizar o estoque e identificar possíveis diferenças.
São constantes as variações encontradas nos estoques de gado, quando se compara o físico com o contábil nas propriedades. Mesmo assim, essas variações não podem ultrapassar o índice de 0,5%, para todas as categorias. É uma das conclusões a que eu (Rogério Fonseca) cheguei, na condição de diretor de pecuária da Agropecuária Nelore Paranã. Diferenças significativas entre os dois estoques de animais jovens podem ser justificadas pela falha no apontamento de mortes nessa categoria, como em bezerros, por exemplo. Já diferenças significativas em animais adultos podem sinalizar desvios de gado.
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O bom desempenho reprodutivo é fundamental para melhorar os resultados financeiros das propriedades de cria, porém, para se atingir esse objetivo, faz-se necessária uma sequência de eventos gerenciais.
O primeiro refere-se ao fechamento mensal do estoque de gado, também chamado de “mapa de gado”. Consideramos essencial, com base na experiência de campo da Agropecuária Nelore Paranã, o acompanhamento e o fechamento mensal do estoque de gado, não somente para espelhar o resultado na contabilidade, que tem reflexo em todo planejamento estratégico da propriedade, mas também para se ter em mãos um controle interno que permita a apuração dos resultados.
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Daniel Gaia, zootecnista e proprietário da DG Assessoria Pecuária, comenta os preços da reposição, a oferta de boi magro e as tendências do mercado pecuário no Tocantins.
A zootecnista Janaina Martuscello analisa os benefícios e os desafios das leguminosas em pastagens, destacando os principais cuidados para o sucesso do sistema.
Por Rogério Fonseca Guimarães Peres – Médico veterinário, com pós-graduação e mestrado em Produção de Ruminantes; e Renata Brandão de Góis – Zootecnista, supervisora de pecuária da Agropecuária Nelore Paranã, e mestranda do programa de pós-graduação em Zootecnia do IF Goiano.
Para conseguir bons índices na IATF (inseminação artificial em tempo fixo) e outros manejos na fazenda, é preciso ter rotina organizada e precisão operacional. Isso somente se consegue com planejamento. Para ajudar o pecuarista nessa tarefa, nos propusemos a escrever uma série de três artigos sobre o tema, com base em nossa vivência em grandes fazendas de pecuária de corte.
Como o tema é extenso, será abordado em três partes sequenciais, a primeira delas publicada nesta edição. Sabemos que as realidades são regionais e não temos a pretensão de definir um único sistema de produção para o País, mas o check-list que acompanha este artigo pode ser uma importante ferramenta para a gestão planejada.
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O primeiro refere-se ao fechamento mensal do estoque de gado, também chamado de “mapa de gado”. Consideramos essencial, com base na experiência de campo da Agropecuária Nelore Paranã, o acompanhamento e o fechamento mensal do estoque de gado, não somente para espelhar o resultado na contabilidade, que tem reflexo em todo planejamento estratégico da propriedade, mas também para se ter em mãos um controle interno que permita a apuração dos resultados.
A rotina de fechamento mensal deve ser realizada de maneira a contabilizar todas as saídas (mortes, vendas, transferências para outra fazenda) e entradas (nascimentos, compras, transferências provenientes de outra propriedade) realizadas dentro do mês, por categoria animal, sempre partindo de um estoque inicial. Esse fechamento mensal deve ser realizado pelo capataz, que é a pessoa responsável por contabilizar e movimentar os animais no campo. O objetivo é atualizar o estoque e identificar possíveis diferenças.
São constantes as variações encontradas nos estoques de gado, quando se compara o físico com o contábil nas propriedades. Mesmo assim, essas variações não podem ultrapassar o índice de 0,5%, para todas as categorias. É uma das conclusões a que eu (Rogério Fonseca) cheguei, na condição de diretor de pecuária da Agropecuária Nelore Paranã. Diferenças significativas entre os dois estoques de animais jovens podem ser justificadas pela falha no apontamento de mortes nessa categoria, como em bezerros, por exemplo. Já diferenças significativas em animais adultos podem sinalizar desvios de gado.
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A rotina de fechamento mensal deve ser realizada de maneira a contabilizar todas as saídas (mortes, vendas, transferências para outra fazenda) e entradas (nascimentos, compras, transferências provenientes de outra propriedade) realizadas dentro do mês, por categoria animal, sempre partindo de um estoque inicial. Esse fechamento mensal deve ser realizado pelo capataz, que é a pessoa responsável por contabilizar e movimentar os animais no campo. O objetivo é atualizar o estoque e identificar possíveis diferenças.
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