Pecuária tem muito a ganhar com a adubação de sistema
Em solos com fertilidade construída (com níveis adequados de nutrientes), ela permite uma reposição de forma estratégica e racional
A adubação de sistema é particularmente interessante – e muito promissora – em sistemas de integração lavoura-pecuária.
Por Amanda Posselt Martins (Engenheira Agrônoma, doutora em Ciência do Solo e professora do Departamento de Solos da Faculdade de Agronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS.) e Felipe Dalla-zen Bertol (Engenheiro Agrônomo e mestrando do Programa de Pós-Graduação em Ciência do Solo da UFRGS.
A agricultura brasileira teve grandes avanços nos últimos 50 anos. O principal deles foi a mudança do manejo do solo para sistemas conservacionistas, como o plantio direto. A adoção plena desse sistema ‒ com cobertura constante do solo, alto aporte de resíduos e rotação de culturas agrícolas ‒ proporciona menor perda de solo e água, maior acúmulo de matéria orgânica e maior eficiência no uso de insumos, dentre eles os fertilizantes. As menores perdas edáficas e hídricas reduzem o extravio de nutrientes.
Quando os solos alcançam níveis adequados dessas substâncias essenciais à vida, favorecidos também pelo acúmulo de matéria orgânica, não há presença de alumínio fitotóxico e de camada impeditiva ao crescimento radicular. Consideramos, então, que esses solos têm “fertilidade construída”, condição em que deixam de atuar como drenos de nutrientes e passam a ser fontes dos mesmos.
Isso faz com que as plantas ali cultivadas não sejam altamente dependentes da adubação, permitindo o emprego de estratégias diferentes para a nutrição vegetal. Dentre essas estratégias possíveis, temos a “adubação de sistema”, que vem sendo muito discutida no meio agropecuário e se apresenta como uma alternativa para maximizar a eficiência da utilização dos nutrientes. Trata-se de realizar sua reposição de forma estratégica e racional, pensando no sistema de produção como um todo e não apenas na cultura que será imediatamente implantada (como ocorre na adubação tradicional). Isso permite explorar ao máximo a ciclagem de nutrientes que ocorre entre as diferentes fases de um sistema produtivo.
Essa estratégia de adubação é particularmente interessante e muito promissora em sistemas integrados de produção agropecuária, também conhecidos como integração lavoura-pecuária (ILP), especialmente para os nutrientes fósforo (P) e potássio (K). Ao contrário das culturas de grãos, como a soja ‒ que, para uma produção de 70 sacos/ha, retira do solo cerca de 60 kg/ha de P2O5 e 85 kg/ha de K2O ‒, em pastagens, as retiradas de nutrientes pelos bovinos são mínimas: apenas 3 kg/ha de P2O5 e 2 kg/ha de K2O para cada 450 kg de peso vivo/ha.
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A adubação de sistema é particularmente interessante – e muito promissora – em sistemas de integração lavoura-pecuária.
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A agricultura brasileira teve grandes avanços nos últimos 50 anos. O principal deles foi a mudança do manejo do solo para sistemas conservacionistas, como o plantio direto. A adoção plena desse sistema ‒ com cobertura constante do solo, alto aporte de resíduos e rotação de culturas agrícolas ‒ proporciona menor perda de solo e água, maior acúmulo de matéria orgânica e maior eficiência no uso de insumos, dentre eles os fertilizantes. As menores perdas edáficas e hídricas reduzem o extravio de nutrientes.
Quando os solos alcançam níveis adequados dessas substâncias essenciais à vida, favorecidos também pelo acúmulo de matéria orgânica, não há presença de alumínio fitotóxico e de camada impeditiva ao crescimento radicular. Consideramos, então, que esses solos têm “fertilidade construída”, condição em que deixam de atuar como drenos de nutrientes e passam a ser fontes dos mesmos.
Isso faz com que as plantas ali cultivadas não sejam altamente dependentes da adubação, permitindo o emprego de estratégias diferentes para a nutrição vegetal. Dentre essas estratégias possíveis, temos a “adubação de sistema”, que vem sendo muito discutida no meio agropecuário e se apresenta como uma alternativa para maximizar a eficiência da utilização dos nutrientes. Trata-se de realizar sua reposição de forma estratégica e racional, pensando no sistema de produção como um todo e não apenas na cultura que será imediatamente implantada (como ocorre na adubação tradicional). Isso permite explorar ao máximo a ciclagem de nutrientes que ocorre entre as diferentes fases de um sistema produtivo.
Essa estratégia de adubação é particularmente interessante e muito promissora em sistemas integrados de produção agropecuária, também conhecidos como integração lavoura-pecuária (ILP), especialmente para os nutrientes fósforo (P) e potássio (K). Ao contrário das culturas de grãos, como a soja ‒ que, para uma produção de 70 sacos/ha, retira do solo cerca de 60 kg/ha de P2O5 e 85 kg/ha de K2O ‒, em pastagens, as retiradas de nutrientes pelos bovinos são mínimas: apenas 3 kg/ha de P2O5 e 2 kg/ha de K2O para cada 450 kg de peso vivo/ha.
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Quando os solos alcançam níveis adequados dessas substâncias essenciais à vida, favorecidos também pelo acúmulo de matéria orgânica, não há presença de alumínio fitotóxico e de camada impeditiva ao crescimento radicular. Consideramos, então, que esses solos têm “fertilidade construída”, condição em que deixam de atuar como drenos de nutrientes e passam a ser fontes dos mesmos.
Isso faz com que as plantas ali cultivadas não sejam altamente dependentes da adubação, permitindo o emprego de estratégias diferentes para a nutrição vegetal. Dentre essas estratégias possíveis, temos a “adubação de sistema”, que vem sendo muito discutida no meio agropecuário e se apresenta como uma alternativa para maximizar a eficiência da utilização dos nutrientes. Trata-se de realizar sua reposição de forma estratégica e racional, pensando no sistema de produção como um todo e não apenas na cultura que será imediatamente implantada (como ocorre na adubação tradicional). Isso permite explorar ao máximo a ciclagem de nutrientes que ocorre entre as diferentes fases de um sistema produtivo.
Essa estratégia de adubação é particularmente interessante e muito promissora em sistemas integrados de produção agropecuária, também conhecidos como integração lavoura-pecuária (ILP), especialmente para os nutrientes fósforo (P) e potássio (K). Ao contrário das culturas de grãos, como a soja ‒ que, para uma produção de 70 sacos/ha, retira do solo cerca de 60 kg/ha de P2O5 e 85 kg/ha de K2O ‒, em pastagens, as retiradas de nutrientes pelos bovinos são mínimas: apenas 3 kg/ha de P2O5 e 2 kg/ha de K2O para cada 450 kg de peso vivo/ha.
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A agricultura brasileira teve grandes avanços nos últimos 50 anos. O principal deles foi a mudança do manejo do solo para sistemas conservacionistas, como o plantio direto. A adoção plena desse sistema ‒ com cobertura constante do solo, alto aporte de resíduos e rotação de culturas agrícolas ‒ proporciona menor perda de solo e água, maior acúmulo de matéria orgânica e maior eficiência no uso de insumos, dentre eles os fertilizantes. As menores perdas edáficas e hídricas reduzem o extravio de nutrientes.
Quando os solos alcançam níveis adequados dessas substâncias essenciais à vida, favorecidos também pelo acúmulo de matéria orgânica, não há presença de alumínio fitotóxico e de camada impeditiva ao crescimento radicular. Consideramos, então, que esses solos têm “fertilidade construída”, condição em que deixam de atuar como drenos de nutrientes e passam a ser fontes dos mesmos.
Isso faz com que as plantas ali cultivadas não sejam altamente dependentes da adubação, permitindo o emprego de estratégias diferentes para a nutrição vegetal. Dentre essas estratégias possíveis, temos a “adubação de sistema”, que vem sendo muito discutida no meio agropecuário e se apresenta como uma alternativa para maximizar a eficiência da utilização dos nutrientes. Trata-se de realizar sua reposição de forma estratégica e racional, pensando no sistema de produção como um todo e não apenas na cultura que será imediatamente implantada (como ocorre na adubação tradicional). Isso permite explorar ao máximo a ciclagem de nutrientes que ocorre entre as diferentes fases de um sistema produtivo.
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A agricultura brasileira teve grandes avanços nos últimos 50 anos. O principal deles foi a mudança do manejo do solo para sistemas conservacionistas, como o plantio direto. A adoção plena desse sistema ‒ com cobertura constante do solo, alto aporte de resíduos e rotação de culturas agrícolas ‒ proporciona menor perda de solo e água, maior acúmulo de matéria orgânica e maior eficiência no uso de insumos, dentre eles os fertilizantes. As menores perdas edáficas e hídricas reduzem o extravio de nutrientes.
Quando os solos alcançam níveis adequados dessas substâncias essenciais à vida, favorecidos também pelo acúmulo de matéria orgânica, não há presença de alumínio fitotóxico e de camada impeditiva ao crescimento radicular. Consideramos, então, que esses solos têm “fertilidade construída”, condição em que deixam de atuar como drenos de nutrientes e passam a ser fontes dos mesmos.
Isso faz com que as plantas ali cultivadas não sejam altamente dependentes da adubação, permitindo o emprego de estratégias diferentes para a nutrição vegetal. Dentre essas estratégias possíveis, temos a “adubação de sistema”, que vem sendo muito discutida no meio agropecuário e se apresenta como uma alternativa para maximizar a eficiência da utilização dos nutrientes. Trata-se de realizar sua reposição de forma estratégica e racional, pensando no sistema de produção como um todo e não apenas na cultura que será imediatamente implantada (como ocorre na adubação tradicional). Isso permite explorar ao máximo a ciclagem de nutrientes que ocorre entre as diferentes fases de um sistema produtivo.
Essa estratégia de adubação é particularmente interessante e muito promissora em sistemas integrados de produção agropecuária, também conhecidos como integração lavoura-pecuária (ILP), especialmente para os nutrientes fósforo (P) e potássio (K). Ao contrário das culturas de grãos, como a soja ‒ que, para uma produção de 70 sacos/ha, retira do solo cerca de 60 kg/ha de P2O5 e 85 kg/ha de K2O ‒, em pastagens, as retiradas de nutrientes pelos bovinos são mínimas: apenas 3 kg/ha de P2O5 e 2 kg/ha de K2O para cada 450 kg de peso vivo/ha.
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Quando os solos alcançam níveis adequados dessas substâncias essenciais à vida, favorecidos também pelo acúmulo de matéria orgânica, não há presença de alumínio fitotóxico e de camada impeditiva ao crescimento radicular. Consideramos, então, que esses solos têm “fertilidade construída”, condição em que deixam de atuar como drenos de nutrientes e passam a ser fontes dos mesmos.
Isso faz com que as plantas ali cultivadas não sejam altamente dependentes da adubação, permitindo o emprego de estratégias diferentes para a nutrição vegetal. Dentre essas estratégias possíveis, temos a “adubação de sistema”, que vem sendo muito discutida no meio agropecuário e se apresenta como uma alternativa para maximizar a eficiência da utilização dos nutrientes. Trata-se de realizar sua reposição de forma estratégica e racional, pensando no sistema de produção como um todo e não apenas na cultura que será imediatamente implantada (como ocorre na adubação tradicional). Isso permite explorar ao máximo a ciclagem de nutrientes que ocorre entre as diferentes fases de um sistema produtivo.
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A agricultura brasileira teve grandes avanços nos últimos 50 anos. O principal deles foi a mudança do manejo do solo para sistemas conservacionistas, como o plantio direto. A adoção plena desse sistema ‒ com cobertura constante do solo, alto aporte de resíduos e rotação de culturas agrícolas ‒ proporciona menor perda de solo e água, maior acúmulo de matéria orgânica e maior eficiência no uso de insumos, dentre eles os fertilizantes. As menores perdas edáficas e hídricas reduzem o extravio de nutrientes.
Quando os solos alcançam níveis adequados dessas substâncias essenciais à vida, favorecidos também pelo acúmulo de matéria orgânica, não há presença de alumínio fitotóxico e de camada impeditiva ao crescimento radicular. Consideramos, então, que esses solos têm “fertilidade construída”, condição em que deixam de atuar como drenos de nutrientes e passam a ser fontes dos mesmos.
Isso faz com que as plantas ali cultivadas não sejam altamente dependentes da adubação, permitindo o emprego de estratégias diferentes para a nutrição vegetal. Dentre essas estratégias possíveis, temos a “adubação de sistema”, que vem sendo muito discutida no meio agropecuário e se apresenta como uma alternativa para maximizar a eficiência da utilização dos nutrientes. Trata-se de realizar sua reposição de forma estratégica e racional, pensando no sistema de produção como um todo e não apenas na cultura que será imediatamente implantada (como ocorre na adubação tradicional). Isso permite explorar ao máximo a ciclagem de nutrientes que ocorre entre as diferentes fases de um sistema produtivo.
Essa estratégia de adubação é particularmente interessante e muito promissora em sistemas integrados de produção agropecuária, também conhecidos como integração lavoura-pecuária (ILP), especialmente para os nutrientes fósforo (P) e potássio (K). Ao contrário das culturas de grãos, como a soja ‒ que, para uma produção de 70 sacos/ha, retira do solo cerca de 60 kg/ha de P2O5 e 85 kg/ha de K2O ‒, em pastagens, as retiradas de nutrientes pelos bovinos são mínimas: apenas 3 kg/ha de P2O5 e 2 kg/ha de K2O para cada 450 kg de peso vivo/ha.
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A agricultura brasileira teve grandes avanços nos últimos 50 anos. O principal deles foi a mudança do manejo do solo para sistemas conservacionistas, como o plantio direto. A adoção plena desse sistema ‒ com cobertura constante do solo, alto aporte de resíduos e rotação de culturas agrícolas ‒ proporciona menor perda de solo e água, maior acúmulo de matéria orgânica e maior eficiência no uso de insumos, dentre eles os fertilizantes. As menores perdas edáficas e hídricas reduzem o extravio de nutrientes.
Quando os solos alcançam níveis adequados dessas substâncias essenciais à vida, favorecidos também pelo acúmulo de matéria orgânica, não há presença de alumínio fitotóxico e de camada impeditiva ao crescimento radicular. Consideramos, então, que esses solos têm “fertilidade construída”, condição em que deixam de atuar como drenos de nutrientes e passam a ser fontes dos mesmos.
Isso faz com que as plantas ali cultivadas não sejam altamente dependentes da adubação, permitindo o emprego de estratégias diferentes para a nutrição vegetal. Dentre essas estratégias possíveis, temos a “adubação de sistema”, que vem sendo muito discutida no meio agropecuário e se apresenta como uma alternativa para maximizar a eficiência da utilização dos nutrientes. Trata-se de realizar sua reposição de forma estratégica e racional, pensando no sistema de produção como um todo e não apenas na cultura que será imediatamente implantada (como ocorre na adubação tradicional). Isso permite explorar ao máximo a ciclagem de nutrientes que ocorre entre as diferentes fases de um sistema produtivo.
Essa estratégia de adubação é particularmente interessante e muito promissora em sistemas integrados de produção agropecuária, também conhecidos como integração lavoura-pecuária (ILP), especialmente para os nutrientes fósforo (P) e potássio (K). Ao contrário das culturas de grãos, como a soja ‒ que, para uma produção de 70 sacos/ha, retira do solo cerca de 60 kg/ha de P2O5 e 85 kg/ha de K2O ‒, em pastagens, as retiradas de nutrientes pelos bovinos são mínimas: apenas 3 kg/ha de P2O5 e 2 kg/ha de K2O para cada 450 kg de peso vivo/ha.
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A agricultura brasileira teve grandes avanços nos últimos 50 anos. O principal deles foi a mudança do manejo do solo para sistemas conservacionistas, como o plantio direto. A adoção plena desse sistema ‒ com cobertura constante do solo, alto aporte de resíduos e rotação de culturas agrícolas ‒ proporciona menor perda de solo e água, maior acúmulo de matéria orgânica e maior eficiência no uso de insumos, dentre eles os fertilizantes. As menores perdas edáficas e hídricas reduzem o extravio de nutrientes.
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Quando os solos alcançam níveis adequados dessas substâncias essenciais à vida, favorecidos também pelo acúmulo de matéria orgânica, não há presença de alumínio fitotóxico e de camada impeditiva ao crescimento radicular. Consideramos, então, que esses solos têm “fertilidade construída”, condição em que deixam de atuar como drenos de nutrientes e passam a ser fontes dos mesmos.
Isso faz com que as plantas ali cultivadas não sejam altamente dependentes da adubação, permitindo o emprego de estratégias diferentes para a nutrição vegetal. Dentre essas estratégias possíveis, temos a “adubação de sistema”, que vem sendo muito discutida no meio agropecuário e se apresenta como uma alternativa para maximizar a eficiência da utilização dos nutrientes. Trata-se de realizar sua reposição de forma estratégica e racional, pensando no sistema de produção como um todo e não apenas na cultura que será imediatamente implantada (como ocorre na adubação tradicional). Isso permite explorar ao máximo a ciclagem de nutrientes que ocorre entre as diferentes fases de um sistema produtivo.
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