Embrapa aperfeiçoa técnica para plantar diferentes forragens em uma mesma área de pastejo, sem necessidade de dessecação
Experimento mostrou diferença de apenas 200 g no ganho diário dos animais no inverno em relação ao obtido no verão
Por Denis Cardoso
Enfrentar com eficácia os chamados “vazios forrageiros” – períodos de transição entre as estações fria e quente do ano, marcados pelo fim de uma cultura e o começo de outra – sempre foi um maiores desafios das fazendas que criam bovinos a pasto, de forma extensiva, no Sul do País. Nesta região, os vazios forrageiros ocorrem entre os meses de março-abril (verão/outono) e agosto-setembro (inverno/primavera), com duração que varia de 30 a 90 dias em cada período. “Apagões” semelhantes também acorrem em outras regiões brasileiras, como o Centro-Oeste e no Sudeste, inclusive com duração mais longa, porém, no Sul o problema já tem solução.
Dentre as estratégias de manejo que buscam atenuar os vazios forrageiros da região, uma é fortemente recomendada pelos pesquisadores Danilo Sant’Anna e Márcia Silveira, da Embrapa Pecuária Sul, sediada em Bagé, RS: o sistema chamado Pasto sobre Pasto. “Trata-se de um conjunto de técnicas de manejo de forragens que busca reproduzir, mesmo que de forma reducionista, o que já ocorre naturalmente nos campos nativos do bioma Pampa e de toda a região sul da América do Sul, onde espécies campestres de gramíneas e leguminosas, de inverno e de verão (forrageiras ou não), coexistem na mesma área, no mesmo metro quadrado e ao mesmo tempo, enriquecendo e diversificando a oferta de alimentos aos animais”, explica Sant’Anna.
Transportada para o sistema controlado de produção de forragens de uma fazenda de gado corte, a ideia do Pasto sobre Pasto baseia-se no aumento da diversidade de plantas forrageiras de diferentes ciclos de produção, mas com características que se complementam. Ou seja, busca-se eliminar os “vazios forrageiros” a partir da mescla de diferentes espécies em uma mesma área, sobrepondo, no caso das regiões do Sul do País, gramíneas adaptadas ao clima quente com plantas próprias para período de inverno e vice-versa.
Pelo sistema desenvolvido pela Embrapa, a introdução de espécies em pastagem pré-estabelecida é feita sem uso de dessecação com herbicidas e sem revolvimento do solo, justamente para não se interromper nenhum ciclo de produção e criar os indesejáveis vazios forrageiros.
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Enfrentar com eficácia os chamados “vazios forrageiros” – períodos de transição entre as estações fria e quente do ano, marcados pelo fim de uma cultura e o começo de outra – sempre foi um maiores desafios das fazendas que criam bovinos a pasto, de forma extensiva, no Sul do País. Nesta região, os vazios forrageiros ocorrem entre os meses de março-abril (verão/outono) e agosto-setembro (inverno/primavera), com duração que varia de 30 a 90 dias em cada período. “Apagões” semelhantes também acorrem em outras regiões brasileiras, como o Centro-Oeste e no Sudeste, inclusive com duração mais longa, porém, no Sul o problema já tem solução.
Dentre as estratégias de manejo que buscam atenuar os vazios forrageiros da região, uma é fortemente recomendada pelos pesquisadores Danilo Sant’Anna e Márcia Silveira, da Embrapa Pecuária Sul, sediada em Bagé, RS: o sistema chamado Pasto sobre Pasto. “Trata-se de um conjunto de técnicas de manejo de forragens que busca reproduzir, mesmo que de forma reducionista, o que já ocorre naturalmente nos campos nativos do bioma Pampa e de toda a região sul da América do Sul, onde espécies campestres de gramíneas e leguminosas, de inverno e de verão (forrageiras ou não), coexistem na mesma área, no mesmo metro quadrado e ao mesmo tempo, enriquecendo e diversificando a oferta de alimentos aos animais”, explica Sant’Anna.
Transportada para o sistema controlado de produção de forragens de uma fazenda de gado corte, a ideia do Pasto sobre Pasto baseia-se no aumento da diversidade de plantas forrageiras de diferentes ciclos de produção, mas com características que se complementam. Ou seja, busca-se eliminar os “vazios forrageiros” a partir da mescla de diferentes espécies em uma mesma área, sobrepondo, no caso das regiões do Sul do País, gramíneas adaptadas ao clima quente com plantas próprias para período de inverno e vice-versa.
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Enfrentar com eficácia os chamados “vazios forrageiros” – períodos de transição entre as estações fria e quente do ano, marcados pelo fim de uma cultura e o começo de outra – sempre foi um maiores desafios das fazendas que criam bovinos a pasto, de forma extensiva, no Sul do País. Nesta região, os vazios forrageiros ocorrem entre os meses de março-abril (verão/outono) e agosto-setembro (inverno/primavera), com duração que varia de 30 a 90 dias em cada período. “Apagões” semelhantes também acorrem em outras regiões brasileiras, como o Centro-Oeste e no Sudeste, inclusive com duração mais longa, porém, no Sul o problema já tem solução.
Dentre as estratégias de manejo que buscam atenuar os vazios forrageiros da região, uma é fortemente recomendada pelos pesquisadores Danilo Sant’Anna e Márcia Silveira, da Embrapa Pecuária Sul, sediada em Bagé, RS: o sistema chamado Pasto sobre Pasto. “Trata-se de um conjunto de técnicas de manejo de forragens que busca reproduzir, mesmo que de forma reducionista, o que já ocorre naturalmente nos campos nativos do bioma Pampa e de toda a região sul da América do Sul, onde espécies campestres de gramíneas e leguminosas, de inverno e de verão (forrageiras ou não), coexistem na mesma área, no mesmo metro quadrado e ao mesmo tempo, enriquecendo e diversificando a oferta de alimentos aos animais”, explica Sant’Anna.
Transportada para o sistema controlado de produção de forragens de uma fazenda de gado corte, a ideia do Pasto sobre Pasto baseia-se no aumento da diversidade de plantas forrageiras de diferentes ciclos de produção, mas com características que se complementam. Ou seja, busca-se eliminar os “vazios forrageiros” a partir da mescla de diferentes espécies em uma mesma área, sobrepondo, no caso das regiões do Sul do País, gramíneas adaptadas ao clima quente com plantas próprias para período de inverno e vice-versa.
Pelo sistema desenvolvido pela Embrapa, a introdução de espécies em pastagem pré-estabelecida é feita sem uso de dessecação com herbicidas e sem revolvimento do solo, justamente para não se interromper nenhum ciclo de produção e criar os indesejáveis vazios forrageiros.
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Dentre as estratégias de manejo que buscam atenuar os vazios forrageiros da região, uma é fortemente recomendada pelos pesquisadores Danilo Sant’Anna e Márcia Silveira, da Embrapa Pecuária Sul, sediada em Bagé, RS: o sistema chamado Pasto sobre Pasto. “Trata-se de um conjunto de técnicas de manejo de forragens que busca reproduzir, mesmo que de forma reducionista, o que já ocorre naturalmente nos campos nativos do bioma Pampa e de toda a região sul da América do Sul, onde espécies campestres de gramíneas e leguminosas, de inverno e de verão (forrageiras ou não), coexistem na mesma área, no mesmo metro quadrado e ao mesmo tempo, enriquecendo e diversificando a oferta de alimentos aos animais”, explica Sant’Anna.
Transportada para o sistema controlado de produção de forragens de uma fazenda de gado corte, a ideia do Pasto sobre Pasto baseia-se no aumento da diversidade de plantas forrageiras de diferentes ciclos de produção, mas com características que se complementam. Ou seja, busca-se eliminar os “vazios forrageiros” a partir da mescla de diferentes espécies em uma mesma área, sobrepondo, no caso das regiões do Sul do País, gramíneas adaptadas ao clima quente com plantas próprias para período de inverno e vice-versa.
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Daniel Gaia, zootecnista e proprietário da DG Assessoria Pecuária, comenta os preços da reposição, a oferta de boi magro e as tendências do mercado pecuário no Tocantins.
A zootecnista Janaina Martuscello analisa os benefícios e os desafios das leguminosas em pastagens, destacando os principais cuidados para o sucesso do sistema.
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Dentre as estratégias de manejo que buscam atenuar os vazios forrageiros da região, uma é fortemente recomendada pelos pesquisadores Danilo Sant’Anna e Márcia Silveira, da Embrapa Pecuária Sul, sediada em Bagé, RS: o sistema chamado Pasto sobre Pasto. “Trata-se de um conjunto de técnicas de manejo de forragens que busca reproduzir, mesmo que de forma reducionista, o que já ocorre naturalmente nos campos nativos do bioma Pampa e de toda a região sul da América do Sul, onde espécies campestres de gramíneas e leguminosas, de inverno e de verão (forrageiras ou não), coexistem na mesma área, no mesmo metro quadrado e ao mesmo tempo, enriquecendo e diversificando a oferta de alimentos aos animais”, explica Sant’Anna.
Transportada para o sistema controlado de produção de forragens de uma fazenda de gado corte, a ideia do Pasto sobre Pasto baseia-se no aumento da diversidade de plantas forrageiras de diferentes ciclos de produção, mas com características que se complementam. Ou seja, busca-se eliminar os “vazios forrageiros” a partir da mescla de diferentes espécies em uma mesma área, sobrepondo, no caso das regiões do Sul do País, gramíneas adaptadas ao clima quente com plantas próprias para período de inverno e vice-versa.
Pelo sistema desenvolvido pela Embrapa, a introdução de espécies em pastagem pré-estabelecida é feita sem uso de dessecação com herbicidas e sem revolvimento do solo, justamente para não se interromper nenhum ciclo de produção e criar os indesejáveis vazios forrageiros.
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Dentre as estratégias de manejo que buscam atenuar os vazios forrageiros da região, uma é fortemente recomendada pelos pesquisadores Danilo Sant’Anna e Márcia Silveira, da Embrapa Pecuária Sul, sediada em Bagé, RS: o sistema chamado Pasto sobre Pasto. “Trata-se de um conjunto de técnicas de manejo de forragens que busca reproduzir, mesmo que de forma reducionista, o que já ocorre naturalmente nos campos nativos do bioma Pampa e de toda a região sul da América do Sul, onde espécies campestres de gramíneas e leguminosas, de inverno e de verão (forrageiras ou não), coexistem na mesma área, no mesmo metro quadrado e ao mesmo tempo, enriquecendo e diversificando a oferta de alimentos aos animais”, explica Sant’Anna.
Transportada para o sistema controlado de produção de forragens de uma fazenda de gado corte, a ideia do Pasto sobre Pasto baseia-se no aumento da diversidade de plantas forrageiras de diferentes ciclos de produção, mas com características que se complementam. Ou seja, busca-se eliminar os “vazios forrageiros” a partir da mescla de diferentes espécies em uma mesma área, sobrepondo, no caso das regiões do Sul do País, gramíneas adaptadas ao clima quente com plantas próprias para período de inverno e vice-versa.
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Dentre as estratégias de manejo que buscam atenuar os vazios forrageiros da região, uma é fortemente recomendada pelos pesquisadores Danilo Sant’Anna e Márcia Silveira, da Embrapa Pecuária Sul, sediada em Bagé, RS: o sistema chamado Pasto sobre Pasto. “Trata-se de um conjunto de técnicas de manejo de forragens que busca reproduzir, mesmo que de forma reducionista, o que já ocorre naturalmente nos campos nativos do bioma Pampa e de toda a região sul da América do Sul, onde espécies campestres de gramíneas e leguminosas, de inverno e de verão (forrageiras ou não), coexistem na mesma área, no mesmo metro quadrado e ao mesmo tempo, enriquecendo e diversificando a oferta de alimentos aos animais”, explica Sant’Anna.
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Dentre as estratégias de manejo que buscam atenuar os vazios forrageiros da região, uma é fortemente recomendada pelos pesquisadores Danilo Sant’Anna e Márcia Silveira, da Embrapa Pecuária Sul, sediada em Bagé, RS: o sistema chamado Pasto sobre Pasto. “Trata-se de um conjunto de técnicas de manejo de forragens que busca reproduzir, mesmo que de forma reducionista, o que já ocorre naturalmente nos campos nativos do bioma Pampa e de toda a região sul da América do Sul, onde espécies campestres de gramíneas e leguminosas, de inverno e de verão (forrageiras ou não), coexistem na mesma área, no mesmo metro quadrado e ao mesmo tempo, enriquecendo e diversificando a oferta de alimentos aos animais”, explica Sant’Anna.
Transportada para o sistema controlado de produção de forragens de uma fazenda de gado corte, a ideia do Pasto sobre Pasto baseia-se no aumento da diversidade de plantas forrageiras de diferentes ciclos de produção, mas com características que se complementam. Ou seja, busca-se eliminar os “vazios forrageiros” a partir da mescla de diferentes espécies em uma mesma área, sobrepondo, no caso das regiões do Sul do País, gramíneas adaptadas ao clima quente com plantas próprias para período de inverno e vice-versa.
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Dentre as estratégias de manejo que buscam atenuar os vazios forrageiros da região, uma é fortemente recomendada pelos pesquisadores Danilo Sant’Anna e Márcia Silveira, da Embrapa Pecuária Sul, sediada em Bagé, RS: o sistema chamado Pasto sobre Pasto. “Trata-se de um conjunto de técnicas de manejo de forragens que busca reproduzir, mesmo que de forma reducionista, o que já ocorre naturalmente nos campos nativos do bioma Pampa e de toda a região sul da América do Sul, onde espécies campestres de gramíneas e leguminosas, de inverno e de verão (forrageiras ou não), coexistem na mesma área, no mesmo metro quadrado e ao mesmo tempo, enriquecendo e diversificando a oferta de alimentos aos animais”, explica Sant’Anna.
Transportada para o sistema controlado de produção de forragens de uma fazenda de gado corte, a ideia do Pasto sobre Pasto baseia-se no aumento da diversidade de plantas forrageiras de diferentes ciclos de produção, mas com características que se complementam. Ou seja, busca-se eliminar os “vazios forrageiros” a partir da mescla de diferentes espécies em uma mesma área, sobrepondo, no caso das regiões do Sul do País, gramíneas adaptadas ao clima quente com plantas próprias para período de inverno e vice-versa.
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