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Pastagens: Adilson Aguiar é defensor incondicional do básico “bem feito”

LEIA a entrevista do ‘Prosa Quente’ com a editora da Revista DBO, Maristela Franco

Adilson de Paula Almeida, especialista em pastagens.

Por Maristela Franco

Um dos maiores especialistas de pastagens do Brasil, com incontáveis palestras no curriculum e experiência internacional, Adilson de Paula Almeida Aguiar raramente deixa uma pergunta sem resposta. Meticuloso, ele usa seus quase 30 anos de experiência pedagógica para mostrar que a fazenda é uma empresa e precisa ser gerida com base em números. Missão nada fácil, já que os pecuaristas têm tendência para o empirismo e para práticas tradicionais, passadas “de pai pra filho”, sem muito questionamento.

Nos últimos anos, contudo, ele tem visto a pecuária viver grande evolução, para a qual nitidamente contribuiu, divulgando informações em eventos, dias de campo e visitas técnicas às fazendas, onde ensinou, dentre outras coisas, como manejar pastos e fazer planejamento alimentar.

Já na adolescência, em Francisco de Sá, no norte mineiro, interessou-se pelo universo das plantas forrageiras, decidindo dedicar-se à zootecnia, curso que concluiu em 1991, na Faculdade de Agronomia e Zootecnia de Uberaba. Adilson possui especialização em metodologia do ensino superior pela Associação Brasileira de Ensino Agrícola Superior (Abeas). Também é especialista em solos e meio ambiente pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq). Há quase 30 anos vem trabalhando como professor, principalmente nas Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu). Hoje, atua nos cursos de pós-graduação dessa instituição de ensino e também nos da Rehagro.

Ao longo de sua carreira acadêmica, formou (e inspirou) vários técnicos de renome, com atuação importante na pecuária de corte. Foi um dos fundadores da Consupec Consultoria, que atende fazendas em todo o Brasil. Defensor da intensificação pecuária, já acompanhou mais de 340 projetos pecuários de norte a sul do País, tanto na área de leite quanto de corte. Participou de cursos em Israel e na Nova Zelândia. Realizou viagens técnicas à Austrália, Canadá, Cuba e França, além de prestar consultoria na Costa Rica, Paraguai e Venezuela, dentre outros.

Quando pouca gente acreditava na irrigação de pastagens, mostrou que essa tecnologia pode ser uma poderosa ferramenta para elevar a produtividade, como mostrou reportagem da DBO, em 2014. Em entrevista à editora da revista, Maristela Franco, Adilson fala sobre os desafios da intensificação e reforça a necessidade de se fazer o “básico bem feito”. Confira.

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Nos últimos anos, contudo, ele tem visto a pecuária viver grande evolução, para a qual nitidamente contribuiu, divulgando informações em eventos, dias de campo e visitas técnicas às fazendas, onde ensinou, dentre outras coisas, como manejar pastos e fazer planejamento alimentar.

Já na adolescência, em Francisco de Sá, no norte mineiro, interessou-se pelo universo das plantas forrageiras, decidindo dedicar-se à zootecnia, curso que concluiu em 1991, na Faculdade de Agronomia e Zootecnia de Uberaba. Adilson possui especialização em metodologia do ensino superior pela Associação Brasileira de Ensino Agrícola Superior (Abeas). Também é especialista em solos e meio ambiente pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq). Há quase 30 anos vem trabalhando como professor, principalmente nas Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu). Hoje, atua nos cursos de pós-graduação dessa instituição de ensino e também nos da Rehagro.

Ao longo de sua carreira acadêmica, formou (e inspirou) vários técnicos de renome, com atuação importante na pecuária de corte. Foi um dos fundadores da Consupec Consultoria, que atende fazendas em todo o Brasil. Defensor da intensificação pecuária, já acompanhou mais de 340 projetos pecuários de norte a sul do País, tanto na área de leite quanto de corte. Participou de cursos em Israel e na Nova Zelândia. Realizou viagens técnicas à Austrália, Canadá, Cuba e França, além de prestar consultoria na Costa Rica, Paraguai e Venezuela, dentre outros.

Quando pouca gente acreditava na irrigação de pastagens, mostrou que essa tecnologia pode ser uma poderosa ferramenta para elevar a produtividade, como mostrou reportagem da DBO, em 2014. Em entrevista à editora da revista, Maristela Franco, Adilson fala sobre os desafios da intensificação e reforça a necessidade de se fazer o “básico bem feito”. Confira.

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Adilson de Paula Almeida, especialista em pastagens.

Por Maristela Franco

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Nos últimos anos, contudo, ele tem visto a pecuária viver grande evolução, para a qual nitidamente contribuiu, divulgando informações em eventos, dias de campo e visitas técnicas às fazendas, onde ensinou, dentre outras coisas, como manejar pastos e fazer planejamento alimentar.

Já na adolescência, em Francisco de Sá, no norte mineiro, interessou-se pelo universo das plantas forrageiras, decidindo dedicar-se à zootecnia, curso que concluiu em 1991, na Faculdade de Agronomia e Zootecnia de Uberaba. Adilson possui especialização em metodologia do ensino superior pela Associação Brasileira de Ensino Agrícola Superior (Abeas). Também é especialista em solos e meio ambiente pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq). Há quase 30 anos vem trabalhando como professor, principalmente nas Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu). Hoje, atua nos cursos de pós-graduação dessa instituição de ensino e também nos da Rehagro.

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Já na adolescência, em Francisco de Sá, no norte mineiro, interessou-se pelo universo das plantas forrageiras, decidindo dedicar-se à zootecnia, curso que concluiu em 1991, na Faculdade de Agronomia e Zootecnia de Uberaba. Adilson possui especialização em metodologia do ensino superior pela Associação Brasileira de Ensino Agrícola Superior (Abeas). Também é especialista em solos e meio ambiente pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq). Há quase 30 anos vem trabalhando como professor, principalmente nas Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu). Hoje, atua nos cursos de pós-graduação dessa instituição de ensino e também nos da Rehagro.

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Nos últimos anos, contudo, ele tem visto a pecuária viver grande evolução, para a qual nitidamente contribuiu, divulgando informações em eventos, dias de campo e visitas técnicas às fazendas, onde ensinou, dentre outras coisas, como manejar pastos e fazer planejamento alimentar.

Já na adolescência, em Francisco de Sá, no norte mineiro, interessou-se pelo universo das plantas forrageiras, decidindo dedicar-se à zootecnia, curso que concluiu em 1991, na Faculdade de Agronomia e Zootecnia de Uberaba. Adilson possui especialização em metodologia do ensino superior pela Associação Brasileira de Ensino Agrícola Superior (Abeas). Também é especialista em solos e meio ambiente pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq). Há quase 30 anos vem trabalhando como professor, principalmente nas Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu). Hoje, atua nos cursos de pós-graduação dessa instituição de ensino e também nos da Rehagro.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

Adilson de Paula Almeida, especialista em pastagens.

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Quando pouca gente acreditava na irrigação de pastagens, mostrou que essa tecnologia pode ser uma poderosa ferramenta para elevar a produtividade, como mostrou reportagem da DBO, em 2014. Em entrevista à editora da revista, Maristela Franco, Adilson fala sobre os desafios da intensificação e reforça a necessidade de se fazer o “básico bem feito”. Confira.

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Nos últimos anos, contudo, ele tem visto a pecuária viver grande evolução, para a qual nitidamente contribuiu, divulgando informações em eventos, dias de campo e visitas técnicas às fazendas, onde ensinou, dentre outras coisas, como manejar pastos e fazer planejamento alimentar.

Já na adolescência, em Francisco de Sá, no norte mineiro, interessou-se pelo universo das plantas forrageiras, decidindo dedicar-se à zootecnia, curso que concluiu em 1991, na Faculdade de Agronomia e Zootecnia de Uberaba. Adilson possui especialização em metodologia do ensino superior pela Associação Brasileira de Ensino Agrícola Superior (Abeas). Também é especialista em solos e meio ambiente pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq). Há quase 30 anos vem trabalhando como professor, principalmente nas Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu). Hoje, atua nos cursos de pós-graduação dessa instituição de ensino e também nos da Rehagro.

Ao longo de sua carreira acadêmica, formou (e inspirou) vários técnicos de renome, com atuação importante na pecuária de corte. Foi um dos fundadores da Consupec Consultoria, que atende fazendas em todo o Brasil. Defensor da intensificação pecuária, já acompanhou mais de 340 projetos pecuários de norte a sul do País, tanto na área de leite quanto de corte. Participou de cursos em Israel e na Nova Zelândia. Realizou viagens técnicas à Austrália, Canadá, Cuba e França, além de prestar consultoria na Costa Rica, Paraguai e Venezuela, dentre outros.

Quando pouca gente acreditava na irrigação de pastagens, mostrou que essa tecnologia pode ser uma poderosa ferramenta para elevar a produtividade, como mostrou reportagem da DBO, em 2014. Em entrevista à editora da revista, Maristela Franco, Adilson fala sobre os desafios da intensificação e reforça a necessidade de se fazer o “básico bem feito”. Confira.

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Nos últimos anos, contudo, ele tem visto a pecuária viver grande evolução, para a qual nitidamente contribuiu, divulgando informações em eventos, dias de campo e visitas técnicas às fazendas, onde ensinou, dentre outras coisas, como manejar pastos e fazer planejamento alimentar.

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Média das fêmeas foi 116% superior à registrada em igual período do ano passado

Adilson de Paula Almeida, especialista em pastagens.

Por Maristela Franco

Um dos maiores especialistas de pastagens do Brasil, com incontáveis palestras no curriculum e experiência internacional, Adilson de Paula Almeida Aguiar raramente deixa uma pergunta sem resposta. Meticuloso, ele usa seus quase 30 anos de experiência pedagógica para mostrar que a fazenda é uma empresa e precisa ser gerida com base em números. Missão nada fácil, já que os pecuaristas têm tendência para o empirismo e para práticas tradicionais, passadas “de pai pra filho”, sem muito questionamento.

Nos últimos anos, contudo, ele tem visto a pecuária viver grande evolução, para a qual nitidamente contribuiu, divulgando informações em eventos, dias de campo e visitas técnicas às fazendas, onde ensinou, dentre outras coisas, como manejar pastos e fazer planejamento alimentar.

Já na adolescência, em Francisco de Sá, no norte mineiro, interessou-se pelo universo das plantas forrageiras, decidindo dedicar-se à zootecnia, curso que concluiu em 1991, na Faculdade de Agronomia e Zootecnia de Uberaba. Adilson possui especialização em metodologia do ensino superior pela Associação Brasileira de Ensino Agrícola Superior (Abeas). Também é especialista em solos e meio ambiente pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq). Há quase 30 anos vem trabalhando como professor, principalmente nas Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu). Hoje, atua nos cursos de pós-graduação dessa instituição de ensino e também nos da Rehagro.

Ao longo de sua carreira acadêmica, formou (e inspirou) vários técnicos de renome, com atuação importante na pecuária de corte. Foi um dos fundadores da Consupec Consultoria, que atende fazendas em todo o Brasil. Defensor da intensificação pecuária, já acompanhou mais de 340 projetos pecuários de norte a sul do País, tanto na área de leite quanto de corte. Participou de cursos em Israel e na Nova Zelândia. Realizou viagens técnicas à Austrália, Canadá, Cuba e França, além de prestar consultoria na Costa Rica, Paraguai e Venezuela, dentre outros.

Quando pouca gente acreditava na irrigação de pastagens, mostrou que essa tecnologia pode ser uma poderosa ferramenta para elevar a produtividade, como mostrou reportagem da DBO, em 2014. Em entrevista à editora da revista, Maristela Franco, Adilson fala sobre os desafios da intensificação e reforça a necessidade de se fazer o “básico bem feito”. Confira.

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Adilson de Paula Almeida, especialista em pastagens.

Por Maristela Franco

Um dos maiores especialistas de pastagens do Brasil, com incontáveis palestras no curriculum e experiência internacional, Adilson de Paula Almeida Aguiar raramente deixa uma pergunta sem resposta. Meticuloso, ele usa seus quase 30 anos de experiência pedagógica para mostrar que a fazenda é uma empresa e precisa ser gerida com base em números. Missão nada fácil, já que os pecuaristas têm tendência para o empirismo e para práticas tradicionais, passadas “de pai pra filho”, sem muito questionamento.

Nos últimos anos, contudo, ele tem visto a pecuária viver grande evolução, para a qual nitidamente contribuiu, divulgando informações em eventos, dias de campo e visitas técnicas às fazendas, onde ensinou, dentre outras coisas, como manejar pastos e fazer planejamento alimentar.

Já na adolescência, em Francisco de Sá, no norte mineiro, interessou-se pelo universo das plantas forrageiras, decidindo dedicar-se à zootecnia, curso que concluiu em 1991, na Faculdade de Agronomia e Zootecnia de Uberaba. Adilson possui especialização em metodologia do ensino superior pela Associação Brasileira de Ensino Agrícola Superior (Abeas). Também é especialista em solos e meio ambiente pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq). Há quase 30 anos vem trabalhando como professor, principalmente nas Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu). Hoje, atua nos cursos de pós-graduação dessa instituição de ensino e também nos da Rehagro.

Ao longo de sua carreira acadêmica, formou (e inspirou) vários técnicos de renome, com atuação importante na pecuária de corte. Foi um dos fundadores da Consupec Consultoria, que atende fazendas em todo o Brasil. Defensor da intensificação pecuária, já acompanhou mais de 340 projetos pecuários de norte a sul do País, tanto na área de leite quanto de corte. Participou de cursos em Israel e na Nova Zelândia. Realizou viagens técnicas à Austrália, Canadá, Cuba e França, além de prestar consultoria na Costa Rica, Paraguai e Venezuela, dentre outros.

Quando pouca gente acreditava na irrigação de pastagens, mostrou que essa tecnologia pode ser uma poderosa ferramenta para elevar a produtividade, como mostrou reportagem da DBO, em 2014. Em entrevista à editora da revista, Maristela Franco, Adilson fala sobre os desafios da intensificação e reforça a necessidade de se fazer o “básico bem feito”. Confira.

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