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Palhada que engorda

Experimentos desenvolvidos pela UFLA mostram que a snaplage (silagem de espiga) e os resíduos que sobram no campo após sua colheita são ótimas alternativas para terminação de bovinos

Colheita de snaplage com colhedora altopropelido: sobra 50% das plantas no campo.

Por Maristela Franco

Seu nome de “batismo” é snaplage, termo em inglês que pode ser traduzido livremente como silagem de espigas (grãos, sabugo e brácteas). Para quem ainda não conhece, trata-se de um alimento tipo “dois em um”, misto de volumoso e fonte energética. Criado pelos italianos na década de 60, aperfeiçoado pelos norte-americanos nos anos 80 e introduzido no Brasil a partir de 2013, ele tem inúmeras vantagens, mas sua produção traz um desafio: encontrar boa destinação para a resteva deixada no campo (50% das plantas de milho).

Uma alternativa simples é deixar colmos e folhas se degradarem naturalmente, fornecendo matéria orgânica para o solo e palha para o plantio direto da próxima cultura. Mas, para os pecuaristas, incomoda deixar tanta forragem sem uso. Alguns até colocam animais na área para pastejo, porém meio “às cegas”. Não sabem qual desempenho esperar, que lotação usar e como suplementar o gado.

Para levantar informações técnicas que possam servir de parâmetro para os produtores, a equipe do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras (UFLA) decidiu montar um experimento de engorda intensiva na palhada de snaplage, destinando-a ao pastejo na forma de volumoso e fornecendo concentrado aos bovinos no cocho. A pesquisa avaliou o desempenho dos animais sob dois níveis de lotação, além de características de carcaça e eventuais impactos do pisoteio sobre o solo.

“Os dados já disponíveis nos permitem concluir que é possível fazer uma safra de carne na palhada, usando, inclusive, lotações altas e tirando proveito do menor custo alimentar, já que o volumoso não precisa ser processado ou armazenado. Está disponível no campo, à vontade, para consumo dos animais”, explica o professor da UFLA, Thiago Bernardes, que há cinco anos faz pesquisas sobre snaplage.

Taxa de lotação

O experimento (inédito no Brasil) foi conduzido pelo zootecnista Ítalo Braz Gonçalves de Lima, como parte de sua tese de doutorado. Ele acompanhou 48 novilhas Nelore/Angus, divididas em dois lotes iguais (24) e mantidas na resteva de snaplage por 95 dias, sob dois níveis de lotação: 7 e 3,5 UA/ha. A área somava 10 ha e foi fracionada em 24 piquetes, sendo oito deles destinados à lotação mais baixa, oito à mais alta e oito ao pousio (testemunha), para posterior análise comparativa de compactação do solo.

O milho foi plantado em outubro de 2018 e colhido em março de 2019, para a produção de snaplage. Após a colheita, montou-se o experimento com as fêmeas, que terminou em junho de 2019, quando elas foram abatidas. Segundo o professor Thiago Bernardes, que acompanhou o trabalho, optou-se por novilhas cruzadas devido à sua docilidade, o que facilita o manejo.

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Colheita de snaplage com colhedora altopropelido: sobra 50% das plantas no campo.

Por Maristela Franco

Seu nome de “batismo” é snaplage, termo em inglês que pode ser traduzido livremente como silagem de espigas (grãos, sabugo e brácteas). Para quem ainda não conhece, trata-se de um alimento tipo “dois em um”, misto de volumoso e fonte energética. Criado pelos italianos na década de 60, aperfeiçoado pelos norte-americanos nos anos 80 e introduzido no Brasil a partir de 2013, ele tem inúmeras vantagens, mas sua produção traz um desafio: encontrar boa destinação para a resteva deixada no campo (50% das plantas de milho).

Uma alternativa simples é deixar colmos e folhas se degradarem naturalmente, fornecendo matéria orgânica para o solo e palha para o plantio direto da próxima cultura. Mas, para os pecuaristas, incomoda deixar tanta forragem sem uso. Alguns até colocam animais na área para pastejo, porém meio “às cegas”. Não sabem qual desempenho esperar, que lotação usar e como suplementar o gado.

Para levantar informações técnicas que possam servir de parâmetro para os produtores, a equipe do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras (UFLA) decidiu montar um experimento de engorda intensiva na palhada de snaplage, destinando-a ao pastejo na forma de volumoso e fornecendo concentrado aos bovinos no cocho. A pesquisa avaliou o desempenho dos animais sob dois níveis de lotação, além de características de carcaça e eventuais impactos do pisoteio sobre o solo.

“Os dados já disponíveis nos permitem concluir que é possível fazer uma safra de carne na palhada, usando, inclusive, lotações altas e tirando proveito do menor custo alimentar, já que o volumoso não precisa ser processado ou armazenado. Está disponível no campo, à vontade, para consumo dos animais”, explica o professor da UFLA, Thiago Bernardes, que há cinco anos faz pesquisas sobre snaplage.

Taxa de lotação

O experimento (inédito no Brasil) foi conduzido pelo zootecnista Ítalo Braz Gonçalves de Lima, como parte de sua tese de doutorado. Ele acompanhou 48 novilhas Nelore/Angus, divididas em dois lotes iguais (24) e mantidas na resteva de snaplage por 95 dias, sob dois níveis de lotação: 7 e 3,5 UA/ha. A área somava 10 ha e foi fracionada em 24 piquetes, sendo oito deles destinados à lotação mais baixa, oito à mais alta e oito ao pousio (testemunha), para posterior análise comparativa de compactação do solo.

O milho foi plantado em outubro de 2018 e colhido em março de 2019, para a produção de snaplage. Após a colheita, montou-se o experimento com as fêmeas, que terminou em junho de 2019, quando elas foram abatidas. Segundo o professor Thiago Bernardes, que acompanhou o trabalho, optou-se por novilhas cruzadas devido à sua docilidade, o que facilita o manejo.

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Colheita de snaplage com colhedora altopropelido: sobra 50% das plantas no campo.

Por Maristela Franco

Seu nome de “batismo” é snaplage, termo em inglês que pode ser traduzido livremente como silagem de espigas (grãos, sabugo e brácteas). Para quem ainda não conhece, trata-se de um alimento tipo “dois em um”, misto de volumoso e fonte energética. Criado pelos italianos na década de 60, aperfeiçoado pelos norte-americanos nos anos 80 e introduzido no Brasil a partir de 2013, ele tem inúmeras vantagens, mas sua produção traz um desafio: encontrar boa destinação para a resteva deixada no campo (50% das plantas de milho).

Uma alternativa simples é deixar colmos e folhas se degradarem naturalmente, fornecendo matéria orgânica para o solo e palha para o plantio direto da próxima cultura. Mas, para os pecuaristas, incomoda deixar tanta forragem sem uso. Alguns até colocam animais na área para pastejo, porém meio “às cegas”. Não sabem qual desempenho esperar, que lotação usar e como suplementar o gado.

Para levantar informações técnicas que possam servir de parâmetro para os produtores, a equipe do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras (UFLA) decidiu montar um experimento de engorda intensiva na palhada de snaplage, destinando-a ao pastejo na forma de volumoso e fornecendo concentrado aos bovinos no cocho. A pesquisa avaliou o desempenho dos animais sob dois níveis de lotação, além de características de carcaça e eventuais impactos do pisoteio sobre o solo.

“Os dados já disponíveis nos permitem concluir que é possível fazer uma safra de carne na palhada, usando, inclusive, lotações altas e tirando proveito do menor custo alimentar, já que o volumoso não precisa ser processado ou armazenado. Está disponível no campo, à vontade, para consumo dos animais”, explica o professor da UFLA, Thiago Bernardes, que há cinco anos faz pesquisas sobre snaplage.

Taxa de lotação

O experimento (inédito no Brasil) foi conduzido pelo zootecnista Ítalo Braz Gonçalves de Lima, como parte de sua tese de doutorado. Ele acompanhou 48 novilhas Nelore/Angus, divididas em dois lotes iguais (24) e mantidas na resteva de snaplage por 95 dias, sob dois níveis de lotação: 7 e 3,5 UA/ha. A área somava 10 ha e foi fracionada em 24 piquetes, sendo oito deles destinados à lotação mais baixa, oito à mais alta e oito ao pousio (testemunha), para posterior análise comparativa de compactação do solo.

O milho foi plantado em outubro de 2018 e colhido em março de 2019, para a produção de snaplage. Após a colheita, montou-se o experimento com as fêmeas, que terminou em junho de 2019, quando elas foram abatidas. Segundo o professor Thiago Bernardes, que acompanhou o trabalho, optou-se por novilhas cruzadas devido à sua docilidade, o que facilita o manejo.

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Uma alternativa simples é deixar colmos e folhas se degradarem naturalmente, fornecendo matéria orgânica para o solo e palha para o plantio direto da próxima cultura. Mas, para os pecuaristas, incomoda deixar tanta forragem sem uso. Alguns até colocam animais na área para pastejo, porém meio “às cegas”. Não sabem qual desempenho esperar, que lotação usar e como suplementar o gado.

Para levantar informações técnicas que possam servir de parâmetro para os produtores, a equipe do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras (UFLA) decidiu montar um experimento de engorda intensiva na palhada de snaplage, destinando-a ao pastejo na forma de volumoso e fornecendo concentrado aos bovinos no cocho. A pesquisa avaliou o desempenho dos animais sob dois níveis de lotação, além de características de carcaça e eventuais impactos do pisoteio sobre o solo.

“Os dados já disponíveis nos permitem concluir que é possível fazer uma safra de carne na palhada, usando, inclusive, lotações altas e tirando proveito do menor custo alimentar, já que o volumoso não precisa ser processado ou armazenado. Está disponível no campo, à vontade, para consumo dos animais”, explica o professor da UFLA, Thiago Bernardes, que há cinco anos faz pesquisas sobre snaplage.

Taxa de lotação

O experimento (inédito no Brasil) foi conduzido pelo zootecnista Ítalo Braz Gonçalves de Lima, como parte de sua tese de doutorado. Ele acompanhou 48 novilhas Nelore/Angus, divididas em dois lotes iguais (24) e mantidas na resteva de snaplage por 95 dias, sob dois níveis de lotação: 7 e 3,5 UA/ha. A área somava 10 ha e foi fracionada em 24 piquetes, sendo oito deles destinados à lotação mais baixa, oito à mais alta e oito ao pousio (testemunha), para posterior análise comparativa de compactação do solo.

O milho foi plantado em outubro de 2018 e colhido em março de 2019, para a produção de snaplage. Após a colheita, montou-se o experimento com as fêmeas, que terminou em junho de 2019, quando elas foram abatidas. Segundo o professor Thiago Bernardes, que acompanhou o trabalho, optou-se por novilhas cruzadas devido à sua docilidade, o que facilita o manejo.

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Taxa de lotação

O experimento (inédito no Brasil) foi conduzido pelo zootecnista Ítalo Braz Gonçalves de Lima, como parte de sua tese de doutorado. Ele acompanhou 48 novilhas Nelore/Angus, divididas em dois lotes iguais (24) e mantidas na resteva de snaplage por 95 dias, sob dois níveis de lotação: 7 e 3,5 UA/ha. A área somava 10 ha e foi fracionada em 24 piquetes, sendo oito deles destinados à lotação mais baixa, oito à mais alta e oito ao pousio (testemunha), para posterior análise comparativa de compactação do solo.

O milho foi plantado em outubro de 2018 e colhido em março de 2019, para a produção de snaplage. Após a colheita, montou-se o experimento com as fêmeas, que terminou em junho de 2019, quando elas foram abatidas. Segundo o professor Thiago Bernardes, que acompanhou o trabalho, optou-se por novilhas cruzadas devido à sua docilidade, o que facilita o manejo.

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Uma alternativa simples é deixar colmos e folhas se degradarem naturalmente, fornecendo matéria orgânica para o solo e palha para o plantio direto da próxima cultura. Mas, para os pecuaristas, incomoda deixar tanta forragem sem uso. Alguns até colocam animais na área para pastejo, porém meio “às cegas”. Não sabem qual desempenho esperar, que lotação usar e como suplementar o gado.

Para levantar informações técnicas que possam servir de parâmetro para os produtores, a equipe do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras (UFLA) decidiu montar um experimento de engorda intensiva na palhada de snaplage, destinando-a ao pastejo na forma de volumoso e fornecendo concentrado aos bovinos no cocho. A pesquisa avaliou o desempenho dos animais sob dois níveis de lotação, além de características de carcaça e eventuais impactos do pisoteio sobre o solo.

“Os dados já disponíveis nos permitem concluir que é possível fazer uma safra de carne na palhada, usando, inclusive, lotações altas e tirando proveito do menor custo alimentar, já que o volumoso não precisa ser processado ou armazenado. Está disponível no campo, à vontade, para consumo dos animais”, explica o professor da UFLA, Thiago Bernardes, que há cinco anos faz pesquisas sobre snaplage.

Taxa de lotação

O experimento (inédito no Brasil) foi conduzido pelo zootecnista Ítalo Braz Gonçalves de Lima, como parte de sua tese de doutorado. Ele acompanhou 48 novilhas Nelore/Angus, divididas em dois lotes iguais (24) e mantidas na resteva de snaplage por 95 dias, sob dois níveis de lotação: 7 e 3,5 UA/ha. A área somava 10 ha e foi fracionada em 24 piquetes, sendo oito deles destinados à lotação mais baixa, oito à mais alta e oito ao pousio (testemunha), para posterior análise comparativa de compactação do solo.

O milho foi plantado em outubro de 2018 e colhido em março de 2019, para a produção de snaplage. Após a colheita, montou-se o experimento com as fêmeas, que terminou em junho de 2019, quando elas foram abatidas. Segundo o professor Thiago Bernardes, que acompanhou o trabalho, optou-se por novilhas cruzadas devido à sua docilidade, o que facilita o manejo.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

Colheita de snaplage com colhedora altopropelido: sobra 50% das plantas no campo.

Por Maristela Franco

Seu nome de “batismo” é snaplage, termo em inglês que pode ser traduzido livremente como silagem de espigas (grãos, sabugo e brácteas). Para quem ainda não conhece, trata-se de um alimento tipo “dois em um”, misto de volumoso e fonte energética. Criado pelos italianos na década de 60, aperfeiçoado pelos norte-americanos nos anos 80 e introduzido no Brasil a partir de 2013, ele tem inúmeras vantagens, mas sua produção traz um desafio: encontrar boa destinação para a resteva deixada no campo (50% das plantas de milho).

Uma alternativa simples é deixar colmos e folhas se degradarem naturalmente, fornecendo matéria orgânica para o solo e palha para o plantio direto da próxima cultura. Mas, para os pecuaristas, incomoda deixar tanta forragem sem uso. Alguns até colocam animais na área para pastejo, porém meio “às cegas”. Não sabem qual desempenho esperar, que lotação usar e como suplementar o gado.

Para levantar informações técnicas que possam servir de parâmetro para os produtores, a equipe do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras (UFLA) decidiu montar um experimento de engorda intensiva na palhada de snaplage, destinando-a ao pastejo na forma de volumoso e fornecendo concentrado aos bovinos no cocho. A pesquisa avaliou o desempenho dos animais sob dois níveis de lotação, além de características de carcaça e eventuais impactos do pisoteio sobre o solo.

“Os dados já disponíveis nos permitem concluir que é possível fazer uma safra de carne na palhada, usando, inclusive, lotações altas e tirando proveito do menor custo alimentar, já que o volumoso não precisa ser processado ou armazenado. Está disponível no campo, à vontade, para consumo dos animais”, explica o professor da UFLA, Thiago Bernardes, que há cinco anos faz pesquisas sobre snaplage.

Taxa de lotação

O experimento (inédito no Brasil) foi conduzido pelo zootecnista Ítalo Braz Gonçalves de Lima, como parte de sua tese de doutorado. Ele acompanhou 48 novilhas Nelore/Angus, divididas em dois lotes iguais (24) e mantidas na resteva de snaplage por 95 dias, sob dois níveis de lotação: 7 e 3,5 UA/ha. A área somava 10 ha e foi fracionada em 24 piquetes, sendo oito deles destinados à lotação mais baixa, oito à mais alta e oito ao pousio (testemunha), para posterior análise comparativa de compactação do solo.

O milho foi plantado em outubro de 2018 e colhido em março de 2019, para a produção de snaplage. Após a colheita, montou-se o experimento com as fêmeas, que terminou em junho de 2019, quando elas foram abatidas. Segundo o professor Thiago Bernardes, que acompanhou o trabalho, optou-se por novilhas cruzadas devido à sua docilidade, o que facilita o manejo.

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Uma alternativa simples é deixar colmos e folhas se degradarem naturalmente, fornecendo matéria orgânica para o solo e palha para o plantio direto da próxima cultura. Mas, para os pecuaristas, incomoda deixar tanta forragem sem uso. Alguns até colocam animais na área para pastejo, porém meio “às cegas”. Não sabem qual desempenho esperar, que lotação usar e como suplementar o gado.

Para levantar informações técnicas que possam servir de parâmetro para os produtores, a equipe do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras (UFLA) decidiu montar um experimento de engorda intensiva na palhada de snaplage, destinando-a ao pastejo na forma de volumoso e fornecendo concentrado aos bovinos no cocho. A pesquisa avaliou o desempenho dos animais sob dois níveis de lotação, além de características de carcaça e eventuais impactos do pisoteio sobre o solo.

“Os dados já disponíveis nos permitem concluir que é possível fazer uma safra de carne na palhada, usando, inclusive, lotações altas e tirando proveito do menor custo alimentar, já que o volumoso não precisa ser processado ou armazenado. Está disponível no campo, à vontade, para consumo dos animais”, explica o professor da UFLA, Thiago Bernardes, que há cinco anos faz pesquisas sobre snaplage.

Taxa de lotação

O experimento (inédito no Brasil) foi conduzido pelo zootecnista Ítalo Braz Gonçalves de Lima, como parte de sua tese de doutorado. Ele acompanhou 48 novilhas Nelore/Angus, divididas em dois lotes iguais (24) e mantidas na resteva de snaplage por 95 dias, sob dois níveis de lotação: 7 e 3,5 UA/ha. A área somava 10 ha e foi fracionada em 24 piquetes, sendo oito deles destinados à lotação mais baixa, oito à mais alta e oito ao pousio (testemunha), para posterior análise comparativa de compactação do solo.

O milho foi plantado em outubro de 2018 e colhido em março de 2019, para a produção de snaplage. Após a colheita, montou-se o experimento com as fêmeas, que terminou em junho de 2019, quando elas foram abatidas. Segundo o professor Thiago Bernardes, que acompanhou o trabalho, optou-se por novilhas cruzadas devido à sua docilidade, o que facilita o manejo.

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Uma alternativa simples é deixar colmos e folhas se degradarem naturalmente, fornecendo matéria orgânica para o solo e palha para o plantio direto da próxima cultura. Mas, para os pecuaristas, incomoda deixar tanta forragem sem uso. Alguns até colocam animais na área para pastejo, porém meio “às cegas”. Não sabem qual desempenho esperar, que lotação usar e como suplementar o gado.

Para levantar informações técnicas que possam servir de parâmetro para os produtores, a equipe do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras (UFLA) decidiu montar um experimento de engorda intensiva na palhada de snaplage, destinando-a ao pastejo na forma de volumoso e fornecendo concentrado aos bovinos no cocho. A pesquisa avaliou o desempenho dos animais sob dois níveis de lotação, além de características de carcaça e eventuais impactos do pisoteio sobre o solo.

“Os dados já disponíveis nos permitem concluir que é possível fazer uma safra de carne na palhada, usando, inclusive, lotações altas e tirando proveito do menor custo alimentar, já que o volumoso não precisa ser processado ou armazenado. Está disponível no campo, à vontade, para consumo dos animais”, explica o professor da UFLA, Thiago Bernardes, que há cinco anos faz pesquisas sobre snaplage.

Taxa de lotação

O experimento (inédito no Brasil) foi conduzido pelo zootecnista Ítalo Braz Gonçalves de Lima, como parte de sua tese de doutorado. Ele acompanhou 48 novilhas Nelore/Angus, divididas em dois lotes iguais (24) e mantidas na resteva de snaplage por 95 dias, sob dois níveis de lotação: 7 e 3,5 UA/ha. A área somava 10 ha e foi fracionada em 24 piquetes, sendo oito deles destinados à lotação mais baixa, oito à mais alta e oito ao pousio (testemunha), para posterior análise comparativa de compactação do solo.

O milho foi plantado em outubro de 2018 e colhido em março de 2019, para a produção de snaplage. Após a colheita, montou-se o experimento com as fêmeas, que terminou em junho de 2019, quando elas foram abatidas. Segundo o professor Thiago Bernardes, que acompanhou o trabalho, optou-se por novilhas cruzadas devido à sua docilidade, o que facilita o manejo.

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Uma alternativa simples é deixar colmos e folhas se degradarem naturalmente, fornecendo matéria orgânica para o solo e palha para o plantio direto da próxima cultura. Mas, para os pecuaristas, incomoda deixar tanta forragem sem uso. Alguns até colocam animais na área para pastejo, porém meio “às cegas”. Não sabem qual desempenho esperar, que lotação usar e como suplementar o gado.

Para levantar informações técnicas que possam servir de parâmetro para os produtores, a equipe do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras (UFLA) decidiu montar um experimento de engorda intensiva na palhada de snaplage, destinando-a ao pastejo na forma de volumoso e fornecendo concentrado aos bovinos no cocho. A pesquisa avaliou o desempenho dos animais sob dois níveis de lotação, além de características de carcaça e eventuais impactos do pisoteio sobre o solo.

“Os dados já disponíveis nos permitem concluir que é possível fazer uma safra de carne na palhada, usando, inclusive, lotações altas e tirando proveito do menor custo alimentar, já que o volumoso não precisa ser processado ou armazenado. Está disponível no campo, à vontade, para consumo dos animais”, explica o professor da UFLA, Thiago Bernardes, que há cinco anos faz pesquisas sobre snaplage.

Taxa de lotação

O experimento (inédito no Brasil) foi conduzido pelo zootecnista Ítalo Braz Gonçalves de Lima, como parte de sua tese de doutorado. Ele acompanhou 48 novilhas Nelore/Angus, divididas em dois lotes iguais (24) e mantidas na resteva de snaplage por 95 dias, sob dois níveis de lotação: 7 e 3,5 UA/ha. A área somava 10 ha e foi fracionada em 24 piquetes, sendo oito deles destinados à lotação mais baixa, oito à mais alta e oito ao pousio (testemunha), para posterior análise comparativa de compactação do solo.

O milho foi plantado em outubro de 2018 e colhido em março de 2019, para a produção de snaplage. Após a colheita, montou-se o experimento com as fêmeas, que terminou em junho de 2019, quando elas foram abatidas. Segundo o professor Thiago Bernardes, que acompanhou o trabalho, optou-se por novilhas cruzadas devido à sua docilidade, o que facilita o manejo.

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A Revista DBO traz os resultados dos principais leilões de todo o Brasil; CONFIRA!

Colheita de snaplage com colhedora altopropelido: sobra 50% das plantas no campo.

Por Maristela Franco

Seu nome de “batismo” é snaplage, termo em inglês que pode ser traduzido livremente como silagem de espigas (grãos, sabugo e brácteas). Para quem ainda não conhece, trata-se de um alimento tipo “dois em um”, misto de volumoso e fonte energética. Criado pelos italianos na década de 60, aperfeiçoado pelos norte-americanos nos anos 80 e introduzido no Brasil a partir de 2013, ele tem inúmeras vantagens, mas sua produção traz um desafio: encontrar boa destinação para a resteva deixada no campo (50% das plantas de milho).

Uma alternativa simples é deixar colmos e folhas se degradarem naturalmente, fornecendo matéria orgânica para o solo e palha para o plantio direto da próxima cultura. Mas, para os pecuaristas, incomoda deixar tanta forragem sem uso. Alguns até colocam animais na área para pastejo, porém meio “às cegas”. Não sabem qual desempenho esperar, que lotação usar e como suplementar o gado.

Para levantar informações técnicas que possam servir de parâmetro para os produtores, a equipe do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras (UFLA) decidiu montar um experimento de engorda intensiva na palhada de snaplage, destinando-a ao pastejo na forma de volumoso e fornecendo concentrado aos bovinos no cocho. A pesquisa avaliou o desempenho dos animais sob dois níveis de lotação, além de características de carcaça e eventuais impactos do pisoteio sobre o solo.

“Os dados já disponíveis nos permitem concluir que é possível fazer uma safra de carne na palhada, usando, inclusive, lotações altas e tirando proveito do menor custo alimentar, já que o volumoso não precisa ser processado ou armazenado. Está disponível no campo, à vontade, para consumo dos animais”, explica o professor da UFLA, Thiago Bernardes, que há cinco anos faz pesquisas sobre snaplage.

Taxa de lotação

O experimento (inédito no Brasil) foi conduzido pelo zootecnista Ítalo Braz Gonçalves de Lima, como parte de sua tese de doutorado. Ele acompanhou 48 novilhas Nelore/Angus, divididas em dois lotes iguais (24) e mantidas na resteva de snaplage por 95 dias, sob dois níveis de lotação: 7 e 3,5 UA/ha. A área somava 10 ha e foi fracionada em 24 piquetes, sendo oito deles destinados à lotação mais baixa, oito à mais alta e oito ao pousio (testemunha), para posterior análise comparativa de compactação do solo.

O milho foi plantado em outubro de 2018 e colhido em março de 2019, para a produção de snaplage. Após a colheita, montou-se o experimento com as fêmeas, que terminou em junho de 2019, quando elas foram abatidas. Segundo o professor Thiago Bernardes, que acompanhou o trabalho, optou-se por novilhas cruzadas devido à sua docilidade, o que facilita o manejo.

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Colheita de snaplage com colhedora altopropelido: sobra 50% das plantas no campo.

Por Maristela Franco

Seu nome de “batismo” é snaplage, termo em inglês que pode ser traduzido livremente como silagem de espigas (grãos, sabugo e brácteas). Para quem ainda não conhece, trata-se de um alimento tipo “dois em um”, misto de volumoso e fonte energética. Criado pelos italianos na década de 60, aperfeiçoado pelos norte-americanos nos anos 80 e introduzido no Brasil a partir de 2013, ele tem inúmeras vantagens, mas sua produção traz um desafio: encontrar boa destinação para a resteva deixada no campo (50% das plantas de milho).

Uma alternativa simples é deixar colmos e folhas se degradarem naturalmente, fornecendo matéria orgânica para o solo e palha para o plantio direto da próxima cultura. Mas, para os pecuaristas, incomoda deixar tanta forragem sem uso. Alguns até colocam animais na área para pastejo, porém meio “às cegas”. Não sabem qual desempenho esperar, que lotação usar e como suplementar o gado.

Para levantar informações técnicas que possam servir de parâmetro para os produtores, a equipe do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras (UFLA) decidiu montar um experimento de engorda intensiva na palhada de snaplage, destinando-a ao pastejo na forma de volumoso e fornecendo concentrado aos bovinos no cocho. A pesquisa avaliou o desempenho dos animais sob dois níveis de lotação, além de características de carcaça e eventuais impactos do pisoteio sobre o solo.

“Os dados já disponíveis nos permitem concluir que é possível fazer uma safra de carne na palhada, usando, inclusive, lotações altas e tirando proveito do menor custo alimentar, já que o volumoso não precisa ser processado ou armazenado. Está disponível no campo, à vontade, para consumo dos animais”, explica o professor da UFLA, Thiago Bernardes, que há cinco anos faz pesquisas sobre snaplage.

Taxa de lotação

O experimento (inédito no Brasil) foi conduzido pelo zootecnista Ítalo Braz Gonçalves de Lima, como parte de sua tese de doutorado. Ele acompanhou 48 novilhas Nelore/Angus, divididas em dois lotes iguais (24) e mantidas na resteva de snaplage por 95 dias, sob dois níveis de lotação: 7 e 3,5 UA/ha. A área somava 10 ha e foi fracionada em 24 piquetes, sendo oito deles destinados à lotação mais baixa, oito à mais alta e oito ao pousio (testemunha), para posterior análise comparativa de compactação do solo.

O milho foi plantado em outubro de 2018 e colhido em março de 2019, para a produção de snaplage. Após a colheita, montou-se o experimento com as fêmeas, que terminou em junho de 2019, quando elas foram abatidas. Segundo o professor Thiago Bernardes, que acompanhou o trabalho, optou-se por novilhas cruzadas devido à sua docilidade, o que facilita o manejo.

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Média das fêmeas foi 116% superior à registrada em igual período do ano passado

Colheita de snaplage com colhedora altopropelido: sobra 50% das plantas no campo.

Por Maristela Franco

Seu nome de “batismo” é snaplage, termo em inglês que pode ser traduzido livremente como silagem de espigas (grãos, sabugo e brácteas). Para quem ainda não conhece, trata-se de um alimento tipo “dois em um”, misto de volumoso e fonte energética. Criado pelos italianos na década de 60, aperfeiçoado pelos norte-americanos nos anos 80 e introduzido no Brasil a partir de 2013, ele tem inúmeras vantagens, mas sua produção traz um desafio: encontrar boa destinação para a resteva deixada no campo (50% das plantas de milho).

Uma alternativa simples é deixar colmos e folhas se degradarem naturalmente, fornecendo matéria orgânica para o solo e palha para o plantio direto da próxima cultura. Mas, para os pecuaristas, incomoda deixar tanta forragem sem uso. Alguns até colocam animais na área para pastejo, porém meio “às cegas”. Não sabem qual desempenho esperar, que lotação usar e como suplementar o gado.

Para levantar informações técnicas que possam servir de parâmetro para os produtores, a equipe do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras (UFLA) decidiu montar um experimento de engorda intensiva na palhada de snaplage, destinando-a ao pastejo na forma de volumoso e fornecendo concentrado aos bovinos no cocho. A pesquisa avaliou o desempenho dos animais sob dois níveis de lotação, além de características de carcaça e eventuais impactos do pisoteio sobre o solo.

“Os dados já disponíveis nos permitem concluir que é possível fazer uma safra de carne na palhada, usando, inclusive, lotações altas e tirando proveito do menor custo alimentar, já que o volumoso não precisa ser processado ou armazenado. Está disponível no campo, à vontade, para consumo dos animais”, explica o professor da UFLA, Thiago Bernardes, que há cinco anos faz pesquisas sobre snaplage.

Taxa de lotação

O experimento (inédito no Brasil) foi conduzido pelo zootecnista Ítalo Braz Gonçalves de Lima, como parte de sua tese de doutorado. Ele acompanhou 48 novilhas Nelore/Angus, divididas em dois lotes iguais (24) e mantidas na resteva de snaplage por 95 dias, sob dois níveis de lotação: 7 e 3,5 UA/ha. A área somava 10 ha e foi fracionada em 24 piquetes, sendo oito deles destinados à lotação mais baixa, oito à mais alta e oito ao pousio (testemunha), para posterior análise comparativa de compactação do solo.

O milho foi plantado em outubro de 2018 e colhido em março de 2019, para a produção de snaplage. Após a colheita, montou-se o experimento com as fêmeas, que terminou em junho de 2019, quando elas foram abatidas. Segundo o professor Thiago Bernardes, que acompanhou o trabalho, optou-se por novilhas cruzadas devido à sua docilidade, o que facilita o manejo.

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Colheita de snaplage com colhedora altopropelido: sobra 50% das plantas no campo.

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Uma alternativa simples é deixar colmos e folhas se degradarem naturalmente, fornecendo matéria orgânica para o solo e palha para o plantio direto da próxima cultura. Mas, para os pecuaristas, incomoda deixar tanta forragem sem uso. Alguns até colocam animais na área para pastejo, porém meio “às cegas”. Não sabem qual desempenho esperar, que lotação usar e como suplementar o gado.

Para levantar informações técnicas que possam servir de parâmetro para os produtores, a equipe do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras (UFLA) decidiu montar um experimento de engorda intensiva na palhada de snaplage, destinando-a ao pastejo na forma de volumoso e fornecendo concentrado aos bovinos no cocho. A pesquisa avaliou o desempenho dos animais sob dois níveis de lotação, além de características de carcaça e eventuais impactos do pisoteio sobre o solo.

“Os dados já disponíveis nos permitem concluir que é possível fazer uma safra de carne na palhada, usando, inclusive, lotações altas e tirando proveito do menor custo alimentar, já que o volumoso não precisa ser processado ou armazenado. Está disponível no campo, à vontade, para consumo dos animais”, explica o professor da UFLA, Thiago Bernardes, que há cinco anos faz pesquisas sobre snaplage.

Taxa de lotação

O experimento (inédito no Brasil) foi conduzido pelo zootecnista Ítalo Braz Gonçalves de Lima, como parte de sua tese de doutorado. Ele acompanhou 48 novilhas Nelore/Angus, divididas em dois lotes iguais (24) e mantidas na resteva de snaplage por 95 dias, sob dois níveis de lotação: 7 e 3,5 UA/ha. A área somava 10 ha e foi fracionada em 24 piquetes, sendo oito deles destinados à lotação mais baixa, oito à mais alta e oito ao pousio (testemunha), para posterior análise comparativa de compactação do solo.

O milho foi plantado em outubro de 2018 e colhido em março de 2019, para a produção de snaplage. Após a colheita, montou-se o experimento com as fêmeas, que terminou em junho de 2019, quando elas foram abatidas. Segundo o professor Thiago Bernardes, que acompanhou o trabalho, optou-se por novilhas cruzadas devido à sua docilidade, o que facilita o manejo.

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