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Ministério da Agricultura inicia auditoria para retirada da vacinação contra aftosa no RS

Auditores do ministério irão avaliar entre hoje e amanhã o cumprimento dos 18 apontamentos levantados no ano passado
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Ministério vai avaliar cumprimento de 18 itens para o RS poder ser declarado zona livre de aftosa sem vacinação. Foto: Fernando Dias/Seapdr

O Ministério da Agricultura começou nesta terça-feira, 4 de agosto, a auditar a situação do Estado do Rio Grande do Sul em relação à preparação do Estado para a obtenção do status de “livre de febre aftosa, sem vacinação“.

Segundo informou a Secretaria de Agricultura gaúcha, em nota, os auditores do ministério estão avaliando o cumprimento de 18 apontamentos levantados pela Pasta no ano passado. Entre eles, a aquisição de 72 veículos e a contratação de 150 auxiliares administrativos para atendimento nas inspetorias de defesa agropecuária do Estado. A auditoria deve ir até amanhã, 5 de agosto.

Técnicos da secretaria repassam com auditores do ministério os 18 apontamentos levantados no ano passado. Foto: Luciano Salvaterra

“A montadora vencedora da licitação dos veículos já está enviando o cronograma de entrega, e o pregão para contratação de pessoal deve abrir as propostas nesta terça”, disse Covatti Filho, secretário da Seapdr. “Devemos ser bem avaliados porque o ministério vai comprovar que o governo estadual fez todos os movimentos necessários para a conquista da retirada da vacinação contra a aftosa.”

Além dessa averiguação, governo federal e estadual vão revisar também o plano estratégico para retirada da vacinação contra aftosa. Os trabalhos serão todos virtuais e online, por causa do isolamento social resultante da pandemia de Covid-19. A auditoria final também vai considerar o pleito para evolução de status sanitário junto à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).

Acredito que o relatório do ministério deve sair muito rápido, porque temos prazos nacionais e internacionais que precisamos cumprir para dar andamento no processo de evolução de status sanitário,” diz Rosane Collares, diretora de Defesa Agropecuária da Seapdr.

Fonte: Seapdr

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