De janeiro a setembro deste ano, o volume de chuvas no Mato Grosso teve redução de 12% quando comparado ao mesmo período de 2018, enquanto a temperatura máxima subiu quase 2% e a mínima caiu 2,6%, segundo análise do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea).
Essa condição climática, observa o instituto, dificultou o “respiro das forrageiras em boa parte das propriedades do Estado, sobretudo nas que não utilizam suplementação nesta época, limitando ainda mais a quantidade de animais prontos para abate”.
No entanto, tal conjuntura teve impacto favorável no preço da arroba do boi gordo – a menor oferta de animais (aliada ao aumento das exportações de carne bovina) fez a cotação subir 3,6% do período de janeiro a setembro deste ano.
Chuvas mais generosas
Para os próximos meses, porém, de acordo com estudo do Imea, é esperado uma maior quantidade de chuvas, com temperaturas mais amenas e propícias para o produtor que realiza a engorda estritamente a pasto.
A avaliação do Imea sobre o quadro climático no Mato Grosso considerou os registros da Somar Meteorologia realizados nos seguintes municípios: Brasnorte, Campo Novo do Parecis, Canarana, Cuiabá, Diamantino, Itaúba, Rondonópolis, Sinop, Sorriso




