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Índice da ANCP fica mais enxuto e atual

Entidade reduziu participação das DEPs de crescimento, reforçou papel da probabilidade de parto precoce e das características de carcaça, como o acabamento de gordura.

Novo MGTe deu maior peso ao indicador de probabilidade de parto precoce, uma tendência atual nas fazendas.

Por Carolina Rodrigues

Os índices de seleção são ferramentas usadas pelos programas de melhoramento para “isolar” a genética do ambiente no qual o animal é criado e oferecer informações sobre características que afetam o bolso do pecuarista, principalmente em modelos “bioeconômicos”. Fica, porém, a pergunta: “Quais características os melhoristas devem considerar e que peso (ponderação) devem lhes conferir no índice para que não se descolem das necessidades de mercado e da evolução da pecuária de corte?”

Nos últimos anos, essa pergunta tornou-se recorrente nas reuniões técnicas da Associação Nacional dos Criadores e Pesquisadores (ANCP), levando a entidade a atualizar seu MGTe (mérito genético total econômico) em fevereiro deste ano, para torná-lo mais “enxuto” e atual. O índice passou a considerar menos características (de 10 caíram para 8).

“Com isso, a pressão de seleção sobre cada característica individual será maior, bem como a resposta obtida”, explica Fernando Baldi, diretor de pesquisa e inovação da ANCP, que conduziu estudos para identificar possíveis gargalos e apresentar mudanças.

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Os índices de seleção são ferramentas usadas pelos programas de melhoramento para “isolar” a genética do ambiente no qual o animal é criado e oferecer informações sobre características que afetam o bolso do pecuarista, principalmente em modelos “bioeconômicos”. Fica, porém, a pergunta: “Quais características os melhoristas devem considerar e que peso (ponderação) devem lhes conferir no índice para que não se descolem das necessidades de mercado e da evolução da pecuária de corte?”

Nos últimos anos, essa pergunta tornou-se recorrente nas reuniões técnicas da Associação Nacional dos Criadores e Pesquisadores (ANCP), levando a entidade a atualizar seu MGTe (mérito genético total econômico) em fevereiro deste ano, para torná-lo mais “enxuto” e atual. O índice passou a considerar menos características (de 10 caíram para 8).

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Novo MGTe deu maior peso ao indicador de probabilidade de parto precoce, uma tendência atual nas fazendas.

Por Carolina Rodrigues

Os índices de seleção são ferramentas usadas pelos programas de melhoramento para “isolar” a genética do ambiente no qual o animal é criado e oferecer informações sobre características que afetam o bolso do pecuarista, principalmente em modelos “bioeconômicos”. Fica, porém, a pergunta: “Quais características os melhoristas devem considerar e que peso (ponderação) devem lhes conferir no índice para que não se descolem das necessidades de mercado e da evolução da pecuária de corte?”

Nos últimos anos, essa pergunta tornou-se recorrente nas reuniões técnicas da Associação Nacional dos Criadores e Pesquisadores (ANCP), levando a entidade a atualizar seu MGTe (mérito genético total econômico) em fevereiro deste ano, para torná-lo mais “enxuto” e atual. O índice passou a considerar menos características (de 10 caíram para 8).

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Nos últimos anos, essa pergunta tornou-se recorrente nas reuniões técnicas da Associação Nacional dos Criadores e Pesquisadores (ANCP), levando a entidade a atualizar seu MGTe (mérito genético total econômico) em fevereiro deste ano, para torná-lo mais “enxuto” e atual. O índice passou a considerar menos características (de 10 caíram para 8).

“Com isso, a pressão de seleção sobre cada característica individual será maior, bem como a resposta obtida”, explica Fernando Baldi, diretor de pesquisa e inovação da ANCP, que conduziu estudos para identificar possíveis gargalos e apresentar mudanças.

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Nos últimos anos, essa pergunta tornou-se recorrente nas reuniões técnicas da Associação Nacional dos Criadores e Pesquisadores (ANCP), levando a entidade a atualizar seu MGTe (mérito genético total econômico) em fevereiro deste ano, para torná-lo mais “enxuto” e atual. O índice passou a considerar menos características (de 10 caíram para 8).

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

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