A segunda quinzena de fevereiro/22 iniciou como foi a primeira, ou seja, os negócios no mercado do boi gordo ocorreram de maneira pontual e a maioria dos frigoríficos não conseguiram alongar as suas escalas de abate, informa a consultoria Agrifatto.
Em algumas regiões do País, as fortes chuvas na semana prejudicaram a compra e transporte de gado, o que ajudou a manter a média nacional das programações de abates em 9 dias úteis, sem mudanças no comparativo semanal.
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Veja abaixo o relatório de escalas de abate nos principais Estados brasileiros, conforme dados levantados nesta sexta-feira (18/2) pela Agrifatto:
São Paulo: as indústrias locais fecharam a sexta-feira com 9 dias úteis já programados, um avanço de 1 dia no comparativo entre as semanas.
Pará – Dentre as regiões analisadas, as indústrias paraenses são as que encontram maior facilidade em manter as suas escalas alongadas e a média do Estado avançou 1 dia útil no comparativo entre as semanas, encerrando a sexta-feira na casa de 16 dias úteis programados.
GO/MG/TO – Nas praças de Goiás, Minas Gerais e Tocantins, os frigoríficos fecharam a semana com a média de 8 dias úteis escalados, com os goianos recuando 3 dias, os mineiros estáveis e os tocantinenses avançando 1 dia ante a semana passada.
RO/MS – Nas regiões de Rondônia e do Mato Grosso do Sul, as programações se encontram completas em 7 dias úteis, ambos sem alterações no comparativo semanal.
MT – Entre as indústrias mato-grossenses, as escalas de abate se encontram na média de 6 dias úteis, 1 dia de queda ante a semana passada.




