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Frango: baixa liquidez pressiona cotações do vivo e da carne

Segundo o Cepea, apenas os agentes que operavam com baixo volume em estoque, como na Grande São Paulo, é que conseguiram reajustes positivos nas cotações
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Mesmo com o início do mês favorecendo a demanda, por conta do recebimento dos salários, o preço da carne de frango seguiu em queda na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea. Os estoques ainda elevados da carne e a liquidez abaixo do esperado pressionam os valores.

Apenas os agentes que operavam com baixo volume em estoque, como na Grande São Paulo, é que conseguiram reajustes positivos nas cotações com o recente incremento na demanda.

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Segundo agentes do mercado consultados pelo Cepea, a baixa liquidez da carne motivou também recuos nos preços do vivo, já que frigoríficos passaram a controlar seus estoques de carne e, consequentemente, demandar menos lotes de frango.

As vendas externas da proteína avícola também tiveram forte recuo em janeiro, reforçando o cenário de baixa liquidez observado durante o mês e, consequentemente, resultando em queda nos preços internos.

Conforme dados da Secex, 317,7 mil toneladas de carne de frango in natura foram embarcadas em janeiro, queda de 17,2% frente a dezembro.

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