Analistas do encontro da Scot Consultoria veem poucos obstáculos para uma arroba firme em 2021
Distanciamento social mantido entre os palestrantes; no primeiro painel, Pedro Parente (no telão), da BRF, participou de casa.
Por Moacir José
Cenário de grande volatilidade, imprevisibilidade para todo mundo, dicotomia entre mercado externo e interno, grandes incertezas. Parecem expressões estranhas num ano em que a arroba do boi gordo roçou os R$ 300, que o Brasil registrou recorde nos preços de várias commodities, que a China continua comprando muita carne do País.
Mas foi o que se ouviu no primeiro bloco do Encontro de Analistas da Scot Consultoria, realizado na casa de eventos Bisutti, no bairro do Itaim Bibi, na capital paulista, na última sexta feira do mês de novembro, dia 27. Foi o primeiro evento presencial da consultoria de Bebedouro este ano, já que a pandemia do novo coronavírus impediu, durante oito meses, a realização de encontros dessa – e de outras – natureza.
Com capacidade limitada a 80 pessoas – mas acompanhada por outras 400 pela internet, no esquema live – a casa adotou todos os procedimentos recomendados para a prevenção de eventual contágio entre os participantes: mesas bem separadas umas das outras, abrigando no máximo quatro pessoas, com álcool em gel em todas elas, e uso de máscara obrigatório.
No palco, as expressões citadas na abertura da matéria se referiram ao que acontece na macroeconomia, mais precisamente que fatores podem afetar negativamente esse momento “espetacular” que a pecuária de corte viveu nos últimos meses, com crescimento expressivo em todos os indicadores de preços, a despeito de um PIB que deverá ser negativo em quatro pontos percentuais (a previsão, nos primeiros meses da pandemia, era de que seria negativa em oito pontos percentuais).
Segundo a consultoria, em 12 meses a arroba do boi gordo subiu 42,7%, o boi magro, 73,2%, o garrote, 78,9%, o bezerro, 64,9%. Parte disso, é verdade, em função de uma menor oferta de gado para abate. E, apesar de chamamentos para cautela, no geral, a expectativa de todos é de que os fundamentos para a continuidade de bons preços para o boi gordo estão dados em 2021 e, possivelmente, 2022 também.
Essa é, por exemplo, a opinião do sócio-fundador da MB Agro Alexandre Mendonça de Barros, para quem tudo indica que o mundo vai entrar num ciclo de recuperação em 2021, provavelmente, a partir do segundo trimestre. Outro fator, apontado por Marcos Jank, pesquisador no Insper, professor titular da cátedra “Luiz de Queiroz”, da Esalq, é de que China vai continuar demandando carne bovina em quantidade, após uma recuperação espetacular, tanto da Covid-19, como da peste suína africana (PSA), além de ter administrado bem a guerra comercial com os Estados Unidos.
Essa “força centrífuga” do mercado chinês é que é a responsável pela elevação do percentual de participação das exportações na produção brasileira – saiu do patamar de 20% anos atrás e caminha para perto dos 30% este ano – além, também, de puxar para cima os preços médios da arroba. Para Hyberville D’Athaide Neto, consultor de mercado da Scot, a menos que ocorra uma queda “monstruosa” no preço da arroba – causada por algo drástico -, o nível médio de preço da arroba em 2020 não voltará aos patamares registrados em 2019. “O ano de 2021 também vai ser bom para a pecuária de corte”, acrescentou.
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Cenário de grande volatilidade, imprevisibilidade para todo mundo, dicotomia entre mercado externo e interno, grandes incertezas. Parecem expressões estranhas num ano em que a arroba do boi gordo roçou os R$ 300, que o Brasil registrou recorde nos preços de várias commodities, que a China continua comprando muita carne do País.
Mas foi o que se ouviu no primeiro bloco do Encontro de Analistas da Scot Consultoria, realizado na casa de eventos Bisutti, no bairro do Itaim Bibi, na capital paulista, na última sexta feira do mês de novembro, dia 27. Foi o primeiro evento presencial da consultoria de Bebedouro este ano, já que a pandemia do novo coronavírus impediu, durante oito meses, a realização de encontros dessa – e de outras – natureza.
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No palco, as expressões citadas na abertura da matéria se referiram ao que acontece na macroeconomia, mais precisamente que fatores podem afetar negativamente esse momento “espetacular” que a pecuária de corte viveu nos últimos meses, com crescimento expressivo em todos os indicadores de preços, a despeito de um PIB que deverá ser negativo em quatro pontos percentuais (a previsão, nos primeiros meses da pandemia, era de que seria negativa em oito pontos percentuais).
Segundo a consultoria, em 12 meses a arroba do boi gordo subiu 42,7%, o boi magro, 73,2%, o garrote, 78,9%, o bezerro, 64,9%. Parte disso, é verdade, em função de uma menor oferta de gado para abate. E, apesar de chamamentos para cautela, no geral, a expectativa de todos é de que os fundamentos para a continuidade de bons preços para o boi gordo estão dados em 2021 e, possivelmente, 2022 também.
Essa é, por exemplo, a opinião do sócio-fundador da MB Agro Alexandre Mendonça de Barros, para quem tudo indica que o mundo vai entrar num ciclo de recuperação em 2021, provavelmente, a partir do segundo trimestre. Outro fator, apontado por Marcos Jank, pesquisador no Insper, professor titular da cátedra “Luiz de Queiroz”, da Esalq, é de que China vai continuar demandando carne bovina em quantidade, após uma recuperação espetacular, tanto da Covid-19, como da peste suína africana (PSA), além de ter administrado bem a guerra comercial com os Estados Unidos.
Essa “força centrífuga” do mercado chinês é que é a responsável pela elevação do percentual de participação das exportações na produção brasileira – saiu do patamar de 20% anos atrás e caminha para perto dos 30% este ano – além, também, de puxar para cima os preços médios da arroba. Para Hyberville D’Athaide Neto, consultor de mercado da Scot, a menos que ocorra uma queda “monstruosa” no preço da arroba – causada por algo drástico -, o nível médio de preço da arroba em 2020 não voltará aos patamares registrados em 2019. “O ano de 2021 também vai ser bom para a pecuária de corte”, acrescentou.
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Cenário de grande volatilidade, imprevisibilidade para todo mundo, dicotomia entre mercado externo e interno, grandes incertezas. Parecem expressões estranhas num ano em que a arroba do boi gordo roçou os R$ 300, que o Brasil registrou recorde nos preços de várias commodities, que a China continua comprando muita carne do País.
Mas foi o que se ouviu no primeiro bloco do Encontro de Analistas da Scot Consultoria, realizado na casa de eventos Bisutti, no bairro do Itaim Bibi, na capital paulista, na última sexta feira do mês de novembro, dia 27. Foi o primeiro evento presencial da consultoria de Bebedouro este ano, já que a pandemia do novo coronavírus impediu, durante oito meses, a realização de encontros dessa – e de outras – natureza.
Com capacidade limitada a 80 pessoas – mas acompanhada por outras 400 pela internet, no esquema live – a casa adotou todos os procedimentos recomendados para a prevenção de eventual contágio entre os participantes: mesas bem separadas umas das outras, abrigando no máximo quatro pessoas, com álcool em gel em todas elas, e uso de máscara obrigatório.
No palco, as expressões citadas na abertura da matéria se referiram ao que acontece na macroeconomia, mais precisamente que fatores podem afetar negativamente esse momento “espetacular” que a pecuária de corte viveu nos últimos meses, com crescimento expressivo em todos os indicadores de preços, a despeito de um PIB que deverá ser negativo em quatro pontos percentuais (a previsão, nos primeiros meses da pandemia, era de que seria negativa em oito pontos percentuais).
Segundo a consultoria, em 12 meses a arroba do boi gordo subiu 42,7%, o boi magro, 73,2%, o garrote, 78,9%, o bezerro, 64,9%. Parte disso, é verdade, em função de uma menor oferta de gado para abate. E, apesar de chamamentos para cautela, no geral, a expectativa de todos é de que os fundamentos para a continuidade de bons preços para o boi gordo estão dados em 2021 e, possivelmente, 2022 também.
Essa é, por exemplo, a opinião do sócio-fundador da MB Agro Alexandre Mendonça de Barros, para quem tudo indica que o mundo vai entrar num ciclo de recuperação em 2021, provavelmente, a partir do segundo trimestre. Outro fator, apontado por Marcos Jank, pesquisador no Insper, professor titular da cátedra “Luiz de Queiroz”, da Esalq, é de que China vai continuar demandando carne bovina em quantidade, após uma recuperação espetacular, tanto da Covid-19, como da peste suína africana (PSA), além de ter administrado bem a guerra comercial com os Estados Unidos.
Essa “força centrífuga” do mercado chinês é que é a responsável pela elevação do percentual de participação das exportações na produção brasileira – saiu do patamar de 20% anos atrás e caminha para perto dos 30% este ano – além, também, de puxar para cima os preços médios da arroba. Para Hyberville D’Athaide Neto, consultor de mercado da Scot, a menos que ocorra uma queda “monstruosa” no preço da arroba – causada por algo drástico -, o nível médio de preço da arroba em 2020 não voltará aos patamares registrados em 2019. “O ano de 2021 também vai ser bom para a pecuária de corte”, acrescentou.
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Segundo a consultoria, em 12 meses a arroba do boi gordo subiu 42,7%, o boi magro, 73,2%, o garrote, 78,9%, o bezerro, 64,9%. Parte disso, é verdade, em função de uma menor oferta de gado para abate. E, apesar de chamamentos para cautela, no geral, a expectativa de todos é de que os fundamentos para a continuidade de bons preços para o boi gordo estão dados em 2021 e, possivelmente, 2022 também.
Essa é, por exemplo, a opinião do sócio-fundador da MB Agro Alexandre Mendonça de Barros, para quem tudo indica que o mundo vai entrar num ciclo de recuperação em 2021, provavelmente, a partir do segundo trimestre. Outro fator, apontado por Marcos Jank, pesquisador no Insper, professor titular da cátedra “Luiz de Queiroz”, da Esalq, é de que China vai continuar demandando carne bovina em quantidade, após uma recuperação espetacular, tanto da Covid-19, como da peste suína africana (PSA), além de ter administrado bem a guerra comercial com os Estados Unidos.
Essa “força centrífuga” do mercado chinês é que é a responsável pela elevação do percentual de participação das exportações na produção brasileira – saiu do patamar de 20% anos atrás e caminha para perto dos 30% este ano – além, também, de puxar para cima os preços médios da arroba. Para Hyberville D’Athaide Neto, consultor de mercado da Scot, a menos que ocorra uma queda “monstruosa” no preço da arroba – causada por algo drástico -, o nível médio de preço da arroba em 2020 não voltará aos patamares registrados em 2019. “O ano de 2021 também vai ser bom para a pecuária de corte”, acrescentou.
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A zootecnista Janaina Martuscello apresenta cinco estratégias essenciais para aumentar a eficiência do diferimento de pastagens e garantir oferta de forragem durante o período seco do ano.
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Essa é, por exemplo, a opinião do sócio-fundador da MB Agro Alexandre Mendonça de Barros, para quem tudo indica que o mundo vai entrar num ciclo de recuperação em 2021, provavelmente, a partir do segundo trimestre. Outro fator, apontado por Marcos Jank, pesquisador no Insper, professor titular da cátedra “Luiz de Queiroz”, da Esalq, é de que China vai continuar demandando carne bovina em quantidade, após uma recuperação espetacular, tanto da Covid-19, como da peste suína africana (PSA), além de ter administrado bem a guerra comercial com os Estados Unidos.
Essa “força centrífuga” do mercado chinês é que é a responsável pela elevação do percentual de participação das exportações na produção brasileira – saiu do patamar de 20% anos atrás e caminha para perto dos 30% este ano – além, também, de puxar para cima os preços médios da arroba. Para Hyberville D’Athaide Neto, consultor de mercado da Scot, a menos que ocorra uma queda “monstruosa” no preço da arroba – causada por algo drástico -, o nível médio de preço da arroba em 2020 não voltará aos patamares registrados em 2019. “O ano de 2021 também vai ser bom para a pecuária de corte”, acrescentou.
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No palco, as expressões citadas na abertura da matéria se referiram ao que acontece na macroeconomia, mais precisamente que fatores podem afetar negativamente esse momento “espetacular” que a pecuária de corte viveu nos últimos meses, com crescimento expressivo em todos os indicadores de preços, a despeito de um PIB que deverá ser negativo em quatro pontos percentuais (a previsão, nos primeiros meses da pandemia, era de que seria negativa em oito pontos percentuais).
Segundo a consultoria, em 12 meses a arroba do boi gordo subiu 42,7%, o boi magro, 73,2%, o garrote, 78,9%, o bezerro, 64,9%. Parte disso, é verdade, em função de uma menor oferta de gado para abate. E, apesar de chamamentos para cautela, no geral, a expectativa de todos é de que os fundamentos para a continuidade de bons preços para o boi gordo estão dados em 2021 e, possivelmente, 2022 também.
Essa é, por exemplo, a opinião do sócio-fundador da MB Agro Alexandre Mendonça de Barros, para quem tudo indica que o mundo vai entrar num ciclo de recuperação em 2021, provavelmente, a partir do segundo trimestre. Outro fator, apontado por Marcos Jank, pesquisador no Insper, professor titular da cátedra “Luiz de Queiroz”, da Esalq, é de que China vai continuar demandando carne bovina em quantidade, após uma recuperação espetacular, tanto da Covid-19, como da peste suína africana (PSA), além de ter administrado bem a guerra comercial com os Estados Unidos.
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Mas foi o que se ouviu no primeiro bloco do Encontro de Analistas da Scot Consultoria, realizado na casa de eventos Bisutti, no bairro do Itaim Bibi, na capital paulista, na última sexta feira do mês de novembro, dia 27. Foi o primeiro evento presencial da consultoria de Bebedouro este ano, já que a pandemia do novo coronavírus impediu, durante oito meses, a realização de encontros dessa – e de outras – natureza.
Com capacidade limitada a 80 pessoas – mas acompanhada por outras 400 pela internet, no esquema live – a casa adotou todos os procedimentos recomendados para a prevenção de eventual contágio entre os participantes: mesas bem separadas umas das outras, abrigando no máximo quatro pessoas, com álcool em gel em todas elas, e uso de máscara obrigatório.
No palco, as expressões citadas na abertura da matéria se referiram ao que acontece na macroeconomia, mais precisamente que fatores podem afetar negativamente esse momento “espetacular” que a pecuária de corte viveu nos últimos meses, com crescimento expressivo em todos os indicadores de preços, a despeito de um PIB que deverá ser negativo em quatro pontos percentuais (a previsão, nos primeiros meses da pandemia, era de que seria negativa em oito pontos percentuais).
Segundo a consultoria, em 12 meses a arroba do boi gordo subiu 42,7%, o boi magro, 73,2%, o garrote, 78,9%, o bezerro, 64,9%. Parte disso, é verdade, em função de uma menor oferta de gado para abate. E, apesar de chamamentos para cautela, no geral, a expectativa de todos é de que os fundamentos para a continuidade de bons preços para o boi gordo estão dados em 2021 e, possivelmente, 2022 também.
Essa é, por exemplo, a opinião do sócio-fundador da MB Agro Alexandre Mendonça de Barros, para quem tudo indica que o mundo vai entrar num ciclo de recuperação em 2021, provavelmente, a partir do segundo trimestre. Outro fator, apontado por Marcos Jank, pesquisador no Insper, professor titular da cátedra “Luiz de Queiroz”, da Esalq, é de que China vai continuar demandando carne bovina em quantidade, após uma recuperação espetacular, tanto da Covid-19, como da peste suína africana (PSA), além de ter administrado bem a guerra comercial com os Estados Unidos.
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Mas foi o que se ouviu no primeiro bloco do Encontro de Analistas da Scot Consultoria, realizado na casa de eventos Bisutti, no bairro do Itaim Bibi, na capital paulista, na última sexta feira do mês de novembro, dia 27. Foi o primeiro evento presencial da consultoria de Bebedouro este ano, já que a pandemia do novo coronavírus impediu, durante oito meses, a realização de encontros dessa – e de outras – natureza.
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No palco, as expressões citadas na abertura da matéria se referiram ao que acontece na macroeconomia, mais precisamente que fatores podem afetar negativamente esse momento “espetacular” que a pecuária de corte viveu nos últimos meses, com crescimento expressivo em todos os indicadores de preços, a despeito de um PIB que deverá ser negativo em quatro pontos percentuais (a previsão, nos primeiros meses da pandemia, era de que seria negativa em oito pontos percentuais).
Segundo a consultoria, em 12 meses a arroba do boi gordo subiu 42,7%, o boi magro, 73,2%, o garrote, 78,9%, o bezerro, 64,9%. Parte disso, é verdade, em função de uma menor oferta de gado para abate. E, apesar de chamamentos para cautela, no geral, a expectativa de todos é de que os fundamentos para a continuidade de bons preços para o boi gordo estão dados em 2021 e, possivelmente, 2022 também.
Essa é, por exemplo, a opinião do sócio-fundador da MB Agro Alexandre Mendonça de Barros, para quem tudo indica que o mundo vai entrar num ciclo de recuperação em 2021, provavelmente, a partir do segundo trimestre. Outro fator, apontado por Marcos Jank, pesquisador no Insper, professor titular da cátedra “Luiz de Queiroz”, da Esalq, é de que China vai continuar demandando carne bovina em quantidade, após uma recuperação espetacular, tanto da Covid-19, como da peste suína africana (PSA), além de ter administrado bem a guerra comercial com os Estados Unidos.
Essa “força centrífuga” do mercado chinês é que é a responsável pela elevação do percentual de participação das exportações na produção brasileira – saiu do patamar de 20% anos atrás e caminha para perto dos 30% este ano – além, também, de puxar para cima os preços médios da arroba. Para Hyberville D’Athaide Neto, consultor de mercado da Scot, a menos que ocorra uma queda “monstruosa” no preço da arroba – causada por algo drástico -, o nível médio de preço da arroba em 2020 não voltará aos patamares registrados em 2019. “O ano de 2021 também vai ser bom para a pecuária de corte”, acrescentou.
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