A partir do próximo mês, diz a consultoria Agrifatto (São Paulo, SP), o mercado contará com uma maior injeção de dinheiro na economia, tendo em vista os novos auxílios e cortes de impostos em combustíveis e energia e dia dos Pais, o que deve contribuir para aquecer o mercado doméstico e enxugar o estoque nas câmaras frias.
Segundo o levantamento desta sexta-feira, 22 de julho, feito pela consultoria paulista, a média nacional das escalas de abate se encontram em 12 dias úteis, sem alterações no comparativo semanal.
Confira abaixo as programações de abate em algumas das principais regiões do País:
São Paulo – As indústrias fecharam a sexta-feira com 16 dias úteis programados, alta de 2 dias no comparativo entre as semanas.
Pará – Os frigoríficos paraenses encerraram a semana com a média de 16 dias úteis programados, 1 dia de queda no comparativo semanal.
Minas Gerais – As programações de abate se encontram na casa de 14 dias úteis programados, recuo semanal de 2 dias.
Goiás – Os frigoríficos goianos encerraram a sexta-feira com 13 dias úteis escalados, 2 dias de avanço no comparativo semanal.
Mato Grosso do Sul – As programações de abates se encontram na casa de 12 dias úteis, 1 dia a menos ante a última semana.
Tocantins e Mato Grosso – Nesses Estados, as escalas estão na média de 9 dias úteis. Os frigoríficos mato-grossenses conseguiram avançar as programações em 1 dia, enquanto os tocantinenses mantiveram-se estáveis no comparativo semanal.
Rondônia – As escalas de abate avançam para a média de 8 dias úteis, 1 dia de alta ante a sexta-feira anterior.




