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Curso vai capacitar médicos veterinários sobre diagnóstico da vaca louca

A capacitação é promovida pelo Ministério da Agricultura, em parceria com o Centro de Pesquisas Veterinárias Desidério Finamor (Eldorado do Sul, RS)
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Técnicos de oito estados brasileiros e do Distrito Federal vão participar nesta semana em Eldorado do Sul (RS) do “Módulo de noções em Encefalopatias Espongiformes Transmissíveis”.

A capacitação é promovida pelo Ministério da Agricultura, em parceria com o Centro de Pesquisas Veterinárias Desidério Finamor, ligado à Secretaria de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do Estado do Rio Grande do Sul.

Entre os dias 7 e 8 de dezembro, técnicos dos serviços veterinários estaduais, além de profissionais e professores de Medicina Veterinária contarão com palestras e aulas práticas sobre síndromes neurológicas como Raiva e Encefalite Espongiforme Bovina, conhecida como “doença da vaca louca”.

O objetivo é aumentar a sensibilidade da vigilância em relação às encefalopatias. Os técnicos ligados ao Programa Nacional de Controle da Raiva em Herbívoros também vão participar do módulo, já que a raiva também é uma doença de sintomas neurológicos, necessitando conhecer a fundo os diferenciais da vaca louca.

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A importância da atuação conjunta, os procedimentos para coleta e envio de amostras, e a vigilância das síndromes neurológicas no país também estarão na capacitação, informa a assessoria de comunicação do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal do Rio Grande do Sul (Fundesa-RS).

O módulo é pré-requisito para o credenciamento de entidades que habilitam os médicos veterinários para atuarem junto ao Programa Nacional de Controle e Erradicação de Brucelose e Tuberculose.

O Fundesa-RS apoia o evento. O presidente Rogério Kerber destaca que a agilidade e a precisão do diagnóstico são fundamentais para a correta identificação e comunicação das enfermidades. “O mercado internacional é sensível a esses comunicados, portanto, é importante mostrar ao mundo que o Brasil atualiza e capacita seus técnicos em ações de vigilância em relação às encefalopatias.”

Fonte: Ascom Fundesa-RS

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