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Confinamento: É necessário receber bem, para terminar bem

Artigo de Rodrigo Goulart, professor da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA/USP), destaca a importância do pré-condicionamento de animais antes do período de engorda 

Por Rodrigo Goulart, professor da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA/USP).

Conhecendo a máxima: “é preciso começar bem, para terminar bem”, conclui-se que o período de adaptação em confinamento é talvez uma das grandes prioridades no período de engorda. Tradicionalmente, muitos confinadores brasileiros ainda utilizam um único protocolo nutricional de adaptação para bovinos recém desembarcados no confinamento e, consequentemente, diferenças no comportamento ingestivo e no ganho de peso dentro e entre lotes são comumente observados principalmente durante as primeiras semanas de engorda.

Um estudo na Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da Universidade de São Paulo (FZEA/USP), Campus Pirassununga, foi desenvolvido com o objetivo de avaliar como o histórico alimentar e o estresse da viagem poderiam impactar os primeiros dias de engorda em confinamento quando um único protocolo nutricional de adaptação é utilizado (veja figura abaixo).

Neste estudo, animais Nelore com peso médio de 360 kg foram separados nos seguintes sistemas alimentares antes do início do confinamento: pasto recebendo sal mineral e pré-condicionamento com silagem de milho à vontade + oferta diária de 0,4% do peso vivo em suplemento proteico, contendo monensina + óleos essenciais. Após este período, metade dos animais pré-condicionados e os animais oriundos do pasto foram embarcados em caminhão boiadeiro, permanecendo os restantes no mesmo local de alimentação.

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Conhecendo a máxima: “é preciso começar bem, para terminar bem”, conclui-se que o período de adaptação em confinamento é talvez uma das grandes prioridades no período de engorda. Tradicionalmente, muitos confinadores brasileiros ainda utilizam um único protocolo nutricional de adaptação para bovinos recém desembarcados no confinamento e, consequentemente, diferenças no comportamento ingestivo e no ganho de peso dentro e entre lotes são comumente observados principalmente durante as primeiras semanas de engorda.

Um estudo na Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da Universidade de São Paulo (FZEA/USP), Campus Pirassununga, foi desenvolvido com o objetivo de avaliar como o histórico alimentar e o estresse da viagem poderiam impactar os primeiros dias de engorda em confinamento quando um único protocolo nutricional de adaptação é utilizado (veja figura abaixo).

Neste estudo, animais Nelore com peso médio de 360 kg foram separados nos seguintes sistemas alimentares antes do início do confinamento: pasto recebendo sal mineral e pré-condicionamento com silagem de milho à vontade + oferta diária de 0,4% do peso vivo em suplemento proteico, contendo monensina + óleos essenciais. Após este período, metade dos animais pré-condicionados e os animais oriundos do pasto foram embarcados em caminhão boiadeiro, permanecendo os restantes no mesmo local de alimentação.

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Por Rodrigo Goulart, professor da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA/USP).

Conhecendo a máxima: “é preciso começar bem, para terminar bem”, conclui-se que o período de adaptação em confinamento é talvez uma das grandes prioridades no período de engorda. Tradicionalmente, muitos confinadores brasileiros ainda utilizam um único protocolo nutricional de adaptação para bovinos recém desembarcados no confinamento e, consequentemente, diferenças no comportamento ingestivo e no ganho de peso dentro e entre lotes são comumente observados principalmente durante as primeiras semanas de engorda.

Um estudo na Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da Universidade de São Paulo (FZEA/USP), Campus Pirassununga, foi desenvolvido com o objetivo de avaliar como o histórico alimentar e o estresse da viagem poderiam impactar os primeiros dias de engorda em confinamento quando um único protocolo nutricional de adaptação é utilizado (veja figura abaixo).

Neste estudo, animais Nelore com peso médio de 360 kg foram separados nos seguintes sistemas alimentares antes do início do confinamento: pasto recebendo sal mineral e pré-condicionamento com silagem de milho à vontade + oferta diária de 0,4% do peso vivo em suplemento proteico, contendo monensina + óleos essenciais. Após este período, metade dos animais pré-condicionados e os animais oriundos do pasto foram embarcados em caminhão boiadeiro, permanecendo os restantes no mesmo local de alimentação.

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Neste estudo, animais Nelore com peso médio de 360 kg foram separados nos seguintes sistemas alimentares antes do início do confinamento: pasto recebendo sal mineral e pré-condicionamento com silagem de milho à vontade + oferta diária de 0,4% do peso vivo em suplemento proteico, contendo monensina + óleos essenciais. Após este período, metade dos animais pré-condicionados e os animais oriundos do pasto foram embarcados em caminhão boiadeiro, permanecendo os restantes no mesmo local de alimentação.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

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A Revista DBO traz os resultados dos principais leilões de todo o Brasil; CONFIRA!

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Neste estudo, animais Nelore com peso médio de 360 kg foram separados nos seguintes sistemas alimentares antes do início do confinamento: pasto recebendo sal mineral e pré-condicionamento com silagem de milho à vontade + oferta diária de 0,4% do peso vivo em suplemento proteico, contendo monensina + óleos essenciais. Após este período, metade dos animais pré-condicionados e os animais oriundos do pasto foram embarcados em caminhão boiadeiro, permanecendo os restantes no mesmo local de alimentação.

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