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#MAISLIDAS | Revista DBO | Capim capeta já é considerado a pior praga das pastagens

Pesquisadores acreditam que a praga está se tornando a maior ameaça para a pecuária no País, com rápida disseminação por Estados como Pará e Bahia

Ainda não há herbicida específico para matar a planta; no detalhe, vigorosa produção de sementes.

Por Ariosto Mesquita

Ao longo das duas últimas décadas, o Capim Capeta (Sporobolus indicus) passou de planta quase inofensiva para uma verdadeira dor-de-cabeça para muitos pecuaristas. No Cerrado, na Amazônia e, sobretudo, na Bahia e no Pará, pode ser encontrado até em canteiros de áreas urbanas. Por isso, pesquisadores alertam que a planta tende a se tornar a principal invasora de pastagens a ser combatida no Brasil.

Segundo o engenheiro agrônomo Moacyr Bernardino Dias-Filho, pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental (em Belém, PA), seu potencial está se mostrando devastador. “Após o início de uma infestação, em dois ou três anos uma área pode ficar totalmente comprometida para pastejo”, alerta.

Ele estima que o potencial como invasora de pastagens é alto – cresce entre 20% e 30% a cada ciclo – e é agravado por dois fatores: ausência de herbicida registrado no Brasil para seu controle e elevada capacidade de formar um vigoroso banco de sementes no solo. “Não adianta roçar ou queimar; a planta volta. Também não se consegue controle com uso de herbicida alternativo sem um manejo adequado de pastagem”, adverte.

VEJA TAMBÉM | Gradagem pesada do solo mira combater o capim capeta

Segundo Dias Filho – que é doutor em ecofisiologia vegetal e cujo trabalho é focado em recuperação de pastagens degradados –, uma área com alta invasão de Capim Capeta (também conhecido como “capim-pt”, “bufa-de-mineiro”, “barba-de-paca”, “luca”, ou “barbante”) pode conter em torno de 20.000 sementes da planta daninha em cada metro quadrado do solo.

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Ainda não há herbicida específico para matar a planta; no detalhe, vigorosa produção de sementes.

Por Ariosto Mesquita

Ao longo das duas últimas décadas, o Capim Capeta (Sporobolus indicus) passou de planta quase inofensiva para uma verdadeira dor-de-cabeça para muitos pecuaristas. No Cerrado, na Amazônia e, sobretudo, na Bahia e no Pará, pode ser encontrado até em canteiros de áreas urbanas. Por isso, pesquisadores alertam que a planta tende a se tornar a principal invasora de pastagens a ser combatida no Brasil.

Segundo o engenheiro agrônomo Moacyr Bernardino Dias-Filho, pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental (em Belém, PA), seu potencial está se mostrando devastador. “Após o início de uma infestação, em dois ou três anos uma área pode ficar totalmente comprometida para pastejo”, alerta.

Ele estima que o potencial como invasora de pastagens é alto – cresce entre 20% e 30% a cada ciclo – e é agravado por dois fatores: ausência de herbicida registrado no Brasil para seu controle e elevada capacidade de formar um vigoroso banco de sementes no solo. “Não adianta roçar ou queimar; a planta volta. Também não se consegue controle com uso de herbicida alternativo sem um manejo adequado de pastagem”, adverte.

VEJA TAMBÉM | Gradagem pesada do solo mira combater o capim capeta

Segundo Dias Filho – que é doutor em ecofisiologia vegetal e cujo trabalho é focado em recuperação de pastagens degradados –, uma área com alta invasão de Capim Capeta (também conhecido como “capim-pt”, “bufa-de-mineiro”, “barba-de-paca”, “luca”, ou “barbante”) pode conter em torno de 20.000 sementes da planta daninha em cada metro quadrado do solo.

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Ainda não há herbicida específico para matar a planta; no detalhe, vigorosa produção de sementes.

Por Ariosto Mesquita

Ao longo das duas últimas décadas, o Capim Capeta (Sporobolus indicus) passou de planta quase inofensiva para uma verdadeira dor-de-cabeça para muitos pecuaristas. No Cerrado, na Amazônia e, sobretudo, na Bahia e no Pará, pode ser encontrado até em canteiros de áreas urbanas. Por isso, pesquisadores alertam que a planta tende a se tornar a principal invasora de pastagens a ser combatida no Brasil.

Segundo o engenheiro agrônomo Moacyr Bernardino Dias-Filho, pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental (em Belém, PA), seu potencial está se mostrando devastador. “Após o início de uma infestação, em dois ou três anos uma área pode ficar totalmente comprometida para pastejo”, alerta.

Ele estima que o potencial como invasora de pastagens é alto – cresce entre 20% e 30% a cada ciclo – e é agravado por dois fatores: ausência de herbicida registrado no Brasil para seu controle e elevada capacidade de formar um vigoroso banco de sementes no solo. “Não adianta roçar ou queimar; a planta volta. Também não se consegue controle com uso de herbicida alternativo sem um manejo adequado de pastagem”, adverte.

VEJA TAMBÉM | Gradagem pesada do solo mira combater o capim capeta

Segundo Dias Filho – que é doutor em ecofisiologia vegetal e cujo trabalho é focado em recuperação de pastagens degradados –, uma área com alta invasão de Capim Capeta (também conhecido como “capim-pt”, “bufa-de-mineiro”, “barba-de-paca”, “luca”, ou “barbante”) pode conter em torno de 20.000 sementes da planta daninha em cada metro quadrado do solo.

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Segundo o engenheiro agrônomo Moacyr Bernardino Dias-Filho, pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental (em Belém, PA), seu potencial está se mostrando devastador. “Após o início de uma infestação, em dois ou três anos uma área pode ficar totalmente comprometida para pastejo”, alerta.

Ele estima que o potencial como invasora de pastagens é alto – cresce entre 20% e 30% a cada ciclo – e é agravado por dois fatores: ausência de herbicida registrado no Brasil para seu controle e elevada capacidade de formar um vigoroso banco de sementes no solo. “Não adianta roçar ou queimar; a planta volta. Também não se consegue controle com uso de herbicida alternativo sem um manejo adequado de pastagem”, adverte.

VEJA TAMBÉM | Gradagem pesada do solo mira combater o capim capeta

Segundo Dias Filho – que é doutor em ecofisiologia vegetal e cujo trabalho é focado em recuperação de pastagens degradados –, uma área com alta invasão de Capim Capeta (também conhecido como “capim-pt”, “bufa-de-mineiro”, “barba-de-paca”, “luca”, ou “barbante”) pode conter em torno de 20.000 sementes da planta daninha em cada metro quadrado do solo.

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Ainda não há herbicida específico para matar a planta; no detalhe, vigorosa produção de sementes.

Por Ariosto Mesquita

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Segundo o engenheiro agrônomo Moacyr Bernardino Dias-Filho, pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental (em Belém, PA), seu potencial está se mostrando devastador. “Após o início de uma infestação, em dois ou três anos uma área pode ficar totalmente comprometida para pastejo”, alerta.

Ele estima que o potencial como invasora de pastagens é alto – cresce entre 20% e 30% a cada ciclo – e é agravado por dois fatores: ausência de herbicida registrado no Brasil para seu controle e elevada capacidade de formar um vigoroso banco de sementes no solo. “Não adianta roçar ou queimar; a planta volta. Também não se consegue controle com uso de herbicida alternativo sem um manejo adequado de pastagem”, adverte.

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Segundo Dias Filho – que é doutor em ecofisiologia vegetal e cujo trabalho é focado em recuperação de pastagens degradados –, uma área com alta invasão de Capim Capeta (também conhecido como “capim-pt”, “bufa-de-mineiro”, “barba-de-paca”, “luca”, ou “barbante”) pode conter em torno de 20.000 sementes da planta daninha em cada metro quadrado do solo.

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Segundo o engenheiro agrônomo Moacyr Bernardino Dias-Filho, pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental (em Belém, PA), seu potencial está se mostrando devastador. “Após o início de uma infestação, em dois ou três anos uma área pode ficar totalmente comprometida para pastejo”, alerta.

Ele estima que o potencial como invasora de pastagens é alto – cresce entre 20% e 30% a cada ciclo – e é agravado por dois fatores: ausência de herbicida registrado no Brasil para seu controle e elevada capacidade de formar um vigoroso banco de sementes no solo. “Não adianta roçar ou queimar; a planta volta. Também não se consegue controle com uso de herbicida alternativo sem um manejo adequado de pastagem”, adverte.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

Ainda não há herbicida específico para matar a planta; no detalhe, vigorosa produção de sementes.

Por Ariosto Mesquita

Ao longo das duas últimas décadas, o Capim Capeta (Sporobolus indicus) passou de planta quase inofensiva para uma verdadeira dor-de-cabeça para muitos pecuaristas. No Cerrado, na Amazônia e, sobretudo, na Bahia e no Pará, pode ser encontrado até em canteiros de áreas urbanas. Por isso, pesquisadores alertam que a planta tende a se tornar a principal invasora de pastagens a ser combatida no Brasil.

Segundo o engenheiro agrônomo Moacyr Bernardino Dias-Filho, pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental (em Belém, PA), seu potencial está se mostrando devastador. “Após o início de uma infestação, em dois ou três anos uma área pode ficar totalmente comprometida para pastejo”, alerta.

Ele estima que o potencial como invasora de pastagens é alto – cresce entre 20% e 30% a cada ciclo – e é agravado por dois fatores: ausência de herbicida registrado no Brasil para seu controle e elevada capacidade de formar um vigoroso banco de sementes no solo. “Não adianta roçar ou queimar; a planta volta. Também não se consegue controle com uso de herbicida alternativo sem um manejo adequado de pastagem”, adverte.

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Segundo Dias Filho – que é doutor em ecofisiologia vegetal e cujo trabalho é focado em recuperação de pastagens degradados –, uma área com alta invasão de Capim Capeta (também conhecido como “capim-pt”, “bufa-de-mineiro”, “barba-de-paca”, “luca”, ou “barbante”) pode conter em torno de 20.000 sementes da planta daninha em cada metro quadrado do solo.

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Segundo o engenheiro agrônomo Moacyr Bernardino Dias-Filho, pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental (em Belém, PA), seu potencial está se mostrando devastador. “Após o início de uma infestação, em dois ou três anos uma área pode ficar totalmente comprometida para pastejo”, alerta.

Ele estima que o potencial como invasora de pastagens é alto – cresce entre 20% e 30% a cada ciclo – e é agravado por dois fatores: ausência de herbicida registrado no Brasil para seu controle e elevada capacidade de formar um vigoroso banco de sementes no solo. “Não adianta roçar ou queimar; a planta volta. Também não se consegue controle com uso de herbicida alternativo sem um manejo adequado de pastagem”, adverte.

VEJA TAMBÉM | Gradagem pesada do solo mira combater o capim capeta

Segundo Dias Filho – que é doutor em ecofisiologia vegetal e cujo trabalho é focado em recuperação de pastagens degradados –, uma área com alta invasão de Capim Capeta (também conhecido como “capim-pt”, “bufa-de-mineiro”, “barba-de-paca”, “luca”, ou “barbante”) pode conter em torno de 20.000 sementes da planta daninha em cada metro quadrado do solo.

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Segundo o engenheiro agrônomo Moacyr Bernardino Dias-Filho, pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental (em Belém, PA), seu potencial está se mostrando devastador. “Após o início de uma infestação, em dois ou três anos uma área pode ficar totalmente comprometida para pastejo”, alerta.

Ele estima que o potencial como invasora de pastagens é alto – cresce entre 20% e 30% a cada ciclo – e é agravado por dois fatores: ausência de herbicida registrado no Brasil para seu controle e elevada capacidade de formar um vigoroso banco de sementes no solo. “Não adianta roçar ou queimar; a planta volta. Também não se consegue controle com uso de herbicida alternativo sem um manejo adequado de pastagem”, adverte.

VEJA TAMBÉM | Gradagem pesada do solo mira combater o capim capeta

Segundo Dias Filho – que é doutor em ecofisiologia vegetal e cujo trabalho é focado em recuperação de pastagens degradados –, uma área com alta invasão de Capim Capeta (também conhecido como “capim-pt”, “bufa-de-mineiro”, “barba-de-paca”, “luca”, ou “barbante”) pode conter em torno de 20.000 sementes da planta daninha em cada metro quadrado do solo.

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Segundo o engenheiro agrônomo Moacyr Bernardino Dias-Filho, pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental (em Belém, PA), seu potencial está se mostrando devastador. “Após o início de uma infestação, em dois ou três anos uma área pode ficar totalmente comprometida para pastejo”, alerta.

Ele estima que o potencial como invasora de pastagens é alto – cresce entre 20% e 30% a cada ciclo – e é agravado por dois fatores: ausência de herbicida registrado no Brasil para seu controle e elevada capacidade de formar um vigoroso banco de sementes no solo. “Não adianta roçar ou queimar; a planta volta. Também não se consegue controle com uso de herbicida alternativo sem um manejo adequado de pastagem”, adverte.

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A Revista DBO traz os resultados dos principais leilões de todo o Brasil; CONFIRA!

Ainda não há herbicida específico para matar a planta; no detalhe, vigorosa produção de sementes.

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Média das fêmeas foi 116% superior à registrada em igual período do ano passado

Ainda não há herbicida específico para matar a planta; no detalhe, vigorosa produção de sementes.

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