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Boi gordo: “Primeira quinzena do mês é marcada pela recuperação da arroba Brasil afora”, destaca Scot

“Se nenhuma novidade negativa vier dos nossos parceiros comerciais, esperamos um mercado sustentado”, prevê o analista Felipe Fabbri
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A primeira quinzena de agosto marcou a recuperação na cotação da arroba do boi gordo Brasil afora, relata o zootecnista Felipe Fabbri, analista da Scot Consultoria.

Confira as cotações dos animais terminados, apurados no dia 14/8 pela Agrifatto; clique AQUI.

Segundo dados apurados pela consultoria, o boi gordo “comum” segue cotado em R$ 308/@ na praça de São Paulo, enquanto o “boi-China” está cotado em R$ 313/@ (valores brutos, no prazo).

Por sua vez, a vaca e a novilha gordas são negociadas por R$ 280/@ e R$ 300/@, respectivamente.

A expectativa, diz Fabbri, é de firmeza nos preços da arroba ao longo deste segundo semestre do ano, período marcado pela entressafra de “boiada de capim”.

“A exportação de carne bovina é melhor no segundo semestre e o mercado interno tem premissas de melhora para o escoamento”, afirma Fabbri, que acrescenta: “A expectativa é de que a oferta de animais terminados, principalmente a de fêmeas, diminua daqui ao fim do ano”.

Por ora, continua a analista, “se nenhuma novidade negativa vier dos nossos parceiros comerciais, esperamos um mercado sustentado”.

Pelo levantamento da Agrifatto, 3 das 17 praças tiveram valorização nos preços do boi gordo nesta quinta-feira (14/8): BA, ES e RJ). Nas demais regiões, as cotações ficaram estáveis.

A Agrifatto recorda que, desde o início de agosto/25, a arroba do boi gordo vem registrando oscilações pontuais, com viés de alta.

“Mesmo com a retração sazonal do consumo nesta segunda quinzena do mês, as escalas de abate curtas (de sete dias, na média nacional), somadas ao bom desempenho do mercado externo, seguem dando sustentação às cotações da arroba”, relata a consultoria.

Os analistas da Agrifatto acreditam que, considerando o histórico do período, a “expectativa é de manutenção da firmeza nas cotações e possíveis ajustes positivos até o fim de agosto, porém em ritmo mais moderado que o observado no início deste mês”.

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