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Boi gordo: mercado com poucos negócios e cotações estáveis na maioria das praças pecuárias

Nas regiões do interior de São Paulo, o boi, vaca e novilha abrem a semana valendo, respectivamente, R$ 327/@, R$ 288/@ e R$ 324/@ (valores brutos e a prazo), segundo dados da Scot Consultoria
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Em um movimento típico para o começo de semana, boa parte dos frigoríficos brasileiros não lançou ofertas de compra de boiadas gordas nesta segunda-feira (4/4), informam a Scot Consultoria e a IHS Markit, empresas que acompanham diariamente o comportamento do setor pecuário.

Dessa forma, nas praças do interior de São Paulo – uma das principais referências para outras regiões pecuárias do País –, os preços do boi gordo e da vaca e novilha gordas ficaram estáveis ao longo desta segunda-feira, negociados por R$ 327/@, R$ 288/@ e R$ 324/@, respectivamente (valore brutos e a prazo), de acordo com a Scot Consultoria.

Segundo apuração da IHS Markit, a primeira semana de abril se iniciou com um mercado morno, fraca liquidez em todas as principais regiões pecuárias.

A maior parte das indústrias acompanhadas pela IHS Markit possui escalas de abate com volumes que garantem pelo menos 10 dias de operação.

VEJA TAMBÉM | Escalas de abate dos frigoríficos brasileiros seguem alongadas

Em algumas regiões, as escalas de abate avançaram até o dia 20 de abril, informa a consultoria, acrescentando que o mercado do boi gordo segue com tendência de baixa nas principais praças do País.

Segundo os analistas da IHS, o viés de baixa é explicado pela maior oferta de animais terminados a pasto neste período final de safra.

Segundo a consultoria, nesta época do ano, muitos pecuaristas decidem liquidar os seus estoques de boiadas gordas, temendo a perda de peso dos animais ocasionada pela chegada do clima seco e frio, sobretudo nas regiões do Centro-Sul.

Porém, neste início de abril, há uma nova expectativa pela retomada do consumo doméstico de carne bovina, estimulada pelo pagamento dos salários aos trabalhadores.

Além disso, diz a IHS, outro fator que pode contribuir para um avanço da demanda interna  é a escalada nos preços dos cortes de frango, um concorrente direto da proteína vermelha.

Cotações máximas desta segunda-feira, 4 de abril, segundo dados da IHS Markit:

SP-Noroeste:

boi a R$ 340/@ (prazo)
vaca a R$ 300/@ (prazo)

MS-Dourados:

boi a R$ 300/@ (à vista)
vaca a R$ 280/@ (à vista)

MS-C.Grande:

boi a R$ 305/@ (prazo)
vaca a R$ 285/@ (prazo)

MS-Três Lagoas:

boi a R$ 305/@ (prazo)
vaca a R$ 283/@ (prazo)

MT-Cáceres:

boi a R$ 305/@ (prazo)
vaca a R$ 290/@ (prazo)

MT-Tangará:

boi a R$ 305/@ (prazo)
vaca a R$ 291/@ (prazo)

MT-B. Garças:

boi a R$ 308/@ (prazo)
vaca a R$ 293/@ (prazo)

MT-Cuiabá:

boi a R$ 303/@ (à vista)
vaca a R$ 290/@ (à vista)

MT-Colíder:

boi a R$ 300/@ (à vista)
vaca a R$ 285/@ (à vista)

GO-Goiânia:

boi a R$ 310/@ (prazo)
vaca R$ 290/@ (prazo)

GO-Sul:

boi a R$ 310/@ (prazo)
vaca a R$ 285/@ (prazo)

PR-Maringá:

boi a R$ 310/@ (à vista)
vaca a R$ 285/@ (à vista)

MG-Triângulo:

boi a R$ 315/@ (prazo)
vaca a R$ 290/@ (prazo)

MG-B.H.:

boi a R$ 300/@ (prazo)
vaca a R$ 280/@ (prazo)

BA-F. Santana:

boi a R$ 2906/@ (à vista)

RS-Porto Alegre:

boi a R$ 340/@ (à vista)
vaca a R$ 310/@ (à vista)

RS-Fronteira:

boi a R$ 340/@ (à vista)
vaca a R$ 310/@ (à vista)

PA-Marabá:

boi a R$ 291/@ (prazo)
vaca a R$ 275/@ (prazo)

PA-Redenção:

boi a R$ 283/@ (prazo)
vaca a R$ 278/@ (prazo)

PA-Paragominas:

boi a R$ 296/@ (prazo)
vaca a R$ 287/@ (prazo)

TO-Araguaína:

boi a R$ 290/@ (prazo)
vaca a R$ 270/@ (prazo)

TO-Gurupi:

boi a R$ 290/@ (à vista)
vaca a R$ 270/@ (à vista)

RO-Cacoal:

boi a R$ 285/@ (à vista)
vaca a R$ 275/@ (à vista)

RJ-Campos:

boi a R$ 300/@ (prazo)
vaca a R$ 285/@ (prazo)

MA-Açailândia:

boi a R$ 283/@ (à vista)
vaca a R$ 264/@ (à vista)

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