O gado agradece com maior produção. Veja quais espécies escolher e como cuidá-las
Renque de árvores plantadas na área de lazer da Fazenda Orvalho das Flores, MT
Por Renato Villela
Sombra no pasto é essencial para o bem-estar dos bovinos e consequente melhoria de seu desempenho produtivo. Tendo abrigo da insolação nos dias mais quentes, os animais mantêm a frequência de pastoreio, ingeriram maior quantidade de forragem e ganham mais peso. Caso não tenha árvores no pasto, o pecuarista pode plantá-las ou recorrer ao sombreamento artificial. A primeira alternativa, apesar de mais trabalhosa, tem sido bastante recomendada por pesquisadores, porque a sombra fornecida pelas árvores é mais eficiente na redução da temperatura ambiente, além de melhorar a umidade relativa do ar, gerando um microclima agradável para os animais. A questão é: quais espécies plantar.
Há 13 anos, a produtora Carmen Perez planta árvores para garantir sombra ao gado em sua Fazenda Orvalho das Flores, que fica em Araguaiana (MT) e é referência em bem-estar animal. Ela já usou nativas, como o oiti (Licania tomentosa), ipês (Tabebuia spp) e a manguba (Pachira aquatica), mas tem preferido a espécie de mogno africano bom de sombra (a Khaya senegalensis), que esgalha bastante e tem folhas mais largas. “Além disso, é mais resistente às doenças e cresce rapidamente”, diz.
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Sombra no pasto é essencial para o bem-estar dos bovinos e consequente melhoria de seu desempenho produtivo. Tendo abrigo da insolação nos dias mais quentes, os animais mantêm a frequência de pastoreio, ingeriram maior quantidade de forragem e ganham mais peso. Caso não tenha árvores no pasto, o pecuarista pode plantá-las ou recorrer ao sombreamento artificial. A primeira alternativa, apesar de mais trabalhosa, tem sido bastante recomendada por pesquisadores, porque a sombra fornecida pelas árvores é mais eficiente na redução da temperatura ambiente, além de melhorar a umidade relativa do ar, gerando um microclima agradável para os animais. A questão é: quais espécies plantar.
Há 13 anos, a produtora Carmen Perez planta árvores para garantir sombra ao gado em sua Fazenda Orvalho das Flores, que fica em Araguaiana (MT) e é referência em bem-estar animal. Ela já usou nativas, como o oiti (Licania tomentosa), ipês (Tabebuia spp) e a manguba (Pachira aquatica), mas tem preferido a espécie de mogno africano bom de sombra (a Khaya senegalensis), que esgalha bastante e tem folhas mais largas. “Além disso, é mais resistente às doenças e cresce rapidamente”, diz.
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Sombra no pasto é essencial para o bem-estar dos bovinos e consequente melhoria de seu desempenho produtivo. Tendo abrigo da insolação nos dias mais quentes, os animais mantêm a frequência de pastoreio, ingeriram maior quantidade de forragem e ganham mais peso. Caso não tenha árvores no pasto, o pecuarista pode plantá-las ou recorrer ao sombreamento artificial. A primeira alternativa, apesar de mais trabalhosa, tem sido bastante recomendada por pesquisadores, porque a sombra fornecida pelas árvores é mais eficiente na redução da temperatura ambiente, além de melhorar a umidade relativa do ar, gerando um microclima agradável para os animais. A questão é: quais espécies plantar.
Há 13 anos, a produtora Carmen Perez planta árvores para garantir sombra ao gado em sua Fazenda Orvalho das Flores, que fica em Araguaiana (MT) e é referência em bem-estar animal. Ela já usou nativas, como o oiti (Licania tomentosa), ipês (Tabebuia spp) e a manguba (Pachira aquatica), mas tem preferido a espécie de mogno africano bom de sombra (a Khaya senegalensis), que esgalha bastante e tem folhas mais largas. “Além disso, é mais resistente às doenças e cresce rapidamente”, diz.
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Há 13 anos, a produtora Carmen Perez planta árvores para garantir sombra ao gado em sua Fazenda Orvalho das Flores, que fica em Araguaiana (MT) e é referência em bem-estar animal. Ela já usou nativas, como o oiti (Licania tomentosa), ipês (Tabebuia spp) e a manguba (Pachira aquatica), mas tem preferido a espécie de mogno africano bom de sombra (a Khaya senegalensis), que esgalha bastante e tem folhas mais largas. “Além disso, é mais resistente às doenças e cresce rapidamente”, diz.
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Há 13 anos, a produtora Carmen Perez planta árvores para garantir sombra ao gado em sua Fazenda Orvalho das Flores, que fica em Araguaiana (MT) e é referência em bem-estar animal. Ela já usou nativas, como o oiti (Licania tomentosa), ipês (Tabebuia spp) e a manguba (Pachira aquatica), mas tem preferido a espécie de mogno africano bom de sombra (a Khaya senegalensis), que esgalha bastante e tem folhas mais largas. “Além disso, é mais resistente às doenças e cresce rapidamente”, diz.
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Há 13 anos, a produtora Carmen Perez planta árvores para garantir sombra ao gado em sua Fazenda Orvalho das Flores, que fica em Araguaiana (MT) e é referência em bem-estar animal. Ela já usou nativas, como o oiti (Licania tomentosa), ipês (Tabebuia spp) e a manguba (Pachira aquatica), mas tem preferido a espécie de mogno africano bom de sombra (a Khaya senegalensis), que esgalha bastante e tem folhas mais largas. “Além disso, é mais resistente às doenças e cresce rapidamente”, diz.
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