Em agosto/25, a média diária de bovinos enviados para abate na Argentina atingiu 56,3 mil cabeças, resultado 2% acima do volume médio registrado em agosto de 2024, informa o jornal Clarín, citando dados oficiais locais.
“Tudo indica que o ano fechará com um abate de 13,9 milhões de cabeças, número igual ao de 2024, período em que o efetivo pecuário caiu 1,2 milhão de animais”, relata a reportagem.
Chama a atenção o número alto de vacas enviadas aos ganchos, que avançou 4,4% no mês passado, “um nível preocupante”, diz o Clarín. Considerando a mesma base de comparação, o abate de novilhas cresceu 1,5%.
A participação de fêmeas nos abates totais em agosto/25 foi de 47,7%, ligeiramente superior à fatia computada em agosto/24, de 47,5%.
“Essa taxa continua muito alta e revela claramente que o processo de reconstrução do rebanho reprodutor — após os efeitos da seca — ainda não começou”, observa a reportagem do Clarín.
Por sua vez, o número de touros jovens abatidos em agosto/25, aumentou 0,6% sobre igual período do ano passado, e o volume de novilhos enviados para os ganchos dos frigoríficos argentinos registrou acréscimo de 2,5%.
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