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Anuário DBO | Agora, rebanho tende à acomodação

Depois de crescimento ininterrupto por quatro anos, 2023 promete estabilidade, apontam as consultorias do setor

Por Denis Cardoso

Depois de crescer por quatro anos seguidos, o rebanho bovino brasileiro finalmente deve registrar uma certa acomodação em 2023, refletindo um contínuo movimento de abate de fêmeas, iniciado em 2021 (e intensificado em 2022), conforme estimativas de consultorias que acompanham de perto a pecuária.

Pela previsão da Scot Consultoria, de Bebedouro (SP), diante da expectativa de manutenção do cenário de descarte de fêmeas, a taxa de aumento do plantel nacional (com média anual de 2%, considerando os últimos 4 anos) deve perder força neste ano, alcançando crescimento pífio, de apenas 0,3% sobre o número de 2022. Por sua vez, a Agrifatto, com escritório na capital paulista, prevê para 2023 ligeiro recuo de 0,05% da taxa anual.

Anuário DBO | Mais carcaças nos ganchos

Como se sabe, os métodos de análise que buscam apontar o tamanho real do rebanho brasileiro são divergentes. Algumas consultorias privadas discordam, em parte, da metodologia adotada pela Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apesar de utilizar o estudo oficial como um dos parâmetros para as suas projeções.

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Pela previsão da Scot Consultoria, de Bebedouro (SP), diante da expectativa de manutenção do cenário de descarte de fêmeas, a taxa de aumento do plantel nacional (com média anual de 2%, considerando os últimos 4 anos) deve perder força neste ano, alcançando crescimento pífio, de apenas 0,3% sobre o número de 2022. Por sua vez, a Agrifatto, com escritório na capital paulista, prevê para 2023 ligeiro recuo de 0,05% da taxa anual.

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Pela previsão da Scot Consultoria, de Bebedouro (SP), diante da expectativa de manutenção do cenário de descarte de fêmeas, a taxa de aumento do plantel nacional (com média anual de 2%, considerando os últimos 4 anos) deve perder força neste ano, alcançando crescimento pífio, de apenas 0,3% sobre o número de 2022. Por sua vez, a Agrifatto, com escritório na capital paulista, prevê para 2023 ligeiro recuo de 0,05% da taxa anual.

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