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Alta do fosfato bicálcico encarece sal mineral

A principal fonte de fósforo usada nos suplementos quase dobrou de preço em um ano, afetando principalmente a chamada “linha branca”

Impacto do aumento foi maior na linha branca.

Por Larissa Vieira

Com a alta nos preços das matérias-primas usadas na fabricação de insumos pecuários, a calculadora tornou-se ferramenta importantíssima na gestão do negócio em 2021.

A indústria de fertilizantes opera em patamares bem elevados, por uma série de fatores (alta superior a 100% para todos os componentes) e isso tem gerado uma reação em cadeia que já chegou à indústria de suplementos minerais do Brasil, cujo principal ingrediente é o fosfato bicálcico, fonte de um elemento hoje disputadíssimo no mercado: o fósforo. Ou seja, se aumenta a demanda ou o custo deste componente para fabricação de fertilizantes, o bicálcico também sobe. Somente neste ano, foram várias altas, impactando diretamente o preço do sal mineral.

Segundo fontes do mercado, o produto pronto para uso (90 g de fósforo) aumentou, em média, 62% de janeiro a novembro de 2021 e o aditivado, 42%. Apesar do milho caro, o proteico e o proteico-energético subiram menos (21% a 22%). O levantamento da Scot Consultoria registrou alta ainda maior: em novembro de 2020, o sal com 90 g de P custava R$ 95,40/sc de 30 kg e, no mesmo mês de 2021, já valia R$175,25 (83,7% a mais).

“A culpa não foi somente do fosfato bicálcico. Hoje, temos vários ingredientes em alta por conta de uma oferta bem limitada, em decorrência das medidas de restrição da pandemia tomadas lá atrás, da demanda mundial maior e, agora, por conta das questões energéticas em países produtores de fertilizantes, como a China e a Europa”, explica o zootecnista e analista de mercado da Scot Consultoria, Felipe Fabbri.

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Por Larissa Vieira

Com a alta nos preços das matérias-primas usadas na fabricação de insumos pecuários, a calculadora tornou-se ferramenta importantíssima na gestão do negócio em 2021.

A indústria de fertilizantes opera em patamares bem elevados, por uma série de fatores (alta superior a 100% para todos os componentes) e isso tem gerado uma reação em cadeia que já chegou à indústria de suplementos minerais do Brasil, cujo principal ingrediente é o fosfato bicálcico, fonte de um elemento hoje disputadíssimo no mercado: o fósforo. Ou seja, se aumenta a demanda ou o custo deste componente para fabricação de fertilizantes, o bicálcico também sobe. Somente neste ano, foram várias altas, impactando diretamente o preço do sal mineral.

Segundo fontes do mercado, o produto pronto para uso (90 g de fósforo) aumentou, em média, 62% de janeiro a novembro de 2021 e o aditivado, 42%. Apesar do milho caro, o proteico e o proteico-energético subiram menos (21% a 22%). O levantamento da Scot Consultoria registrou alta ainda maior: em novembro de 2020, o sal com 90 g de P custava R$ 95,40/sc de 30 kg e, no mesmo mês de 2021, já valia R$175,25 (83,7% a mais).

“A culpa não foi somente do fosfato bicálcico. Hoje, temos vários ingredientes em alta por conta de uma oferta bem limitada, em decorrência das medidas de restrição da pandemia tomadas lá atrás, da demanda mundial maior e, agora, por conta das questões energéticas em países produtores de fertilizantes, como a China e a Europa”, explica o zootecnista e analista de mercado da Scot Consultoria, Felipe Fabbri.

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A indústria de fertilizantes opera em patamares bem elevados, por uma série de fatores (alta superior a 100% para todos os componentes) e isso tem gerado uma reação em cadeia que já chegou à indústria de suplementos minerais do Brasil, cujo principal ingrediente é o fosfato bicálcico, fonte de um elemento hoje disputadíssimo no mercado: o fósforo. Ou seja, se aumenta a demanda ou o custo deste componente para fabricação de fertilizantes, o bicálcico também sobe. Somente neste ano, foram várias altas, impactando diretamente o preço do sal mineral.

Segundo fontes do mercado, o produto pronto para uso (90 g de fósforo) aumentou, em média, 62% de janeiro a novembro de 2021 e o aditivado, 42%. Apesar do milho caro, o proteico e o proteico-energético subiram menos (21% a 22%). O levantamento da Scot Consultoria registrou alta ainda maior: em novembro de 2020, o sal com 90 g de P custava R$ 95,40/sc de 30 kg e, no mesmo mês de 2021, já valia R$175,25 (83,7% a mais).

“A culpa não foi somente do fosfato bicálcico. Hoje, temos vários ingredientes em alta por conta de uma oferta bem limitada, em decorrência das medidas de restrição da pandemia tomadas lá atrás, da demanda mundial maior e, agora, por conta das questões energéticas em países produtores de fertilizantes, como a China e a Europa”, explica o zootecnista e analista de mercado da Scot Consultoria, Felipe Fabbri.

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Segundo fontes do mercado, o produto pronto para uso (90 g de fósforo) aumentou, em média, 62% de janeiro a novembro de 2021 e o aditivado, 42%. Apesar do milho caro, o proteico e o proteico-energético subiram menos (21% a 22%). O levantamento da Scot Consultoria registrou alta ainda maior: em novembro de 2020, o sal com 90 g de P custava R$ 95,40/sc de 30 kg e, no mesmo mês de 2021, já valia R$175,25 (83,7% a mais).

“A culpa não foi somente do fosfato bicálcico. Hoje, temos vários ingredientes em alta por conta de uma oferta bem limitada, em decorrência das medidas de restrição da pandemia tomadas lá atrás, da demanda mundial maior e, agora, por conta das questões energéticas em países produtores de fertilizantes, como a China e a Europa”, explica o zootecnista e analista de mercado da Scot Consultoria, Felipe Fabbri.

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Segundo fontes do mercado, o produto pronto para uso (90 g de fósforo) aumentou, em média, 62% de janeiro a novembro de 2021 e o aditivado, 42%. Apesar do milho caro, o proteico e o proteico-energético subiram menos (21% a 22%). O levantamento da Scot Consultoria registrou alta ainda maior: em novembro de 2020, o sal com 90 g de P custava R$ 95,40/sc de 30 kg e, no mesmo mês de 2021, já valia R$175,25 (83,7% a mais).

“A culpa não foi somente do fosfato bicálcico. Hoje, temos vários ingredientes em alta por conta de uma oferta bem limitada, em decorrência das medidas de restrição da pandemia tomadas lá atrás, da demanda mundial maior e, agora, por conta das questões energéticas em países produtores de fertilizantes, como a China e a Europa”, explica o zootecnista e analista de mercado da Scot Consultoria, Felipe Fabbri.

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Segundo fontes do mercado, o produto pronto para uso (90 g de fósforo) aumentou, em média, 62% de janeiro a novembro de 2021 e o aditivado, 42%. Apesar do milho caro, o proteico e o proteico-energético subiram menos (21% a 22%). O levantamento da Scot Consultoria registrou alta ainda maior: em novembro de 2020, o sal com 90 g de P custava R$ 95,40/sc de 30 kg e, no mesmo mês de 2021, já valia R$175,25 (83,7% a mais).

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

Impacto do aumento foi maior na linha branca.

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Segundo fontes do mercado, o produto pronto para uso (90 g de fósforo) aumentou, em média, 62% de janeiro a novembro de 2021 e o aditivado, 42%. Apesar do milho caro, o proteico e o proteico-energético subiram menos (21% a 22%). O levantamento da Scot Consultoria registrou alta ainda maior: em novembro de 2020, o sal com 90 g de P custava R$ 95,40/sc de 30 kg e, no mesmo mês de 2021, já valia R$175,25 (83,7% a mais).

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“A culpa não foi somente do fosfato bicálcico. Hoje, temos vários ingredientes em alta por conta de uma oferta bem limitada, em decorrência das medidas de restrição da pandemia tomadas lá atrás, da demanda mundial maior e, agora, por conta das questões energéticas em países produtores de fertilizantes, como a China e a Europa”, explica o zootecnista e analista de mercado da Scot Consultoria, Felipe Fabbri.

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Segundo fontes do mercado, o produto pronto para uso (90 g de fósforo) aumentou, em média, 62% de janeiro a novembro de 2021 e o aditivado, 42%. Apesar do milho caro, o proteico e o proteico-energético subiram menos (21% a 22%). O levantamento da Scot Consultoria registrou alta ainda maior: em novembro de 2020, o sal com 90 g de P custava R$ 95,40/sc de 30 kg e, no mesmo mês de 2021, já valia R$175,25 (83,7% a mais).

“A culpa não foi somente do fosfato bicálcico. Hoje, temos vários ingredientes em alta por conta de uma oferta bem limitada, em decorrência das medidas de restrição da pandemia tomadas lá atrás, da demanda mundial maior e, agora, por conta das questões energéticas em países produtores de fertilizantes, como a China e a Europa”, explica o zootecnista e analista de mercado da Scot Consultoria, Felipe Fabbri.

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Segundo fontes do mercado, o produto pronto para uso (90 g de fósforo) aumentou, em média, 62% de janeiro a novembro de 2021 e o aditivado, 42%. Apesar do milho caro, o proteico e o proteico-energético subiram menos (21% a 22%). O levantamento da Scot Consultoria registrou alta ainda maior: em novembro de 2020, o sal com 90 g de P custava R$ 95,40/sc de 30 kg e, no mesmo mês de 2021, já valia R$175,25 (83,7% a mais).

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Média das fêmeas foi 116% superior à registrada em igual período do ano passado

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