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A banalização da eficiência

Na edição de julho da Revista DBO, o zootecnista Danilo Grandini traz novos indicadores que mostram o quanto temos de avançar para a eficiência produtiva

Por Danilo Grandini – Zootecnista, com pós-graduacão em análise econômica e diretor de marketing da Phibro para o Hemisfério Sul (Austrália, África do Sul, Argentina e Brasil).

A palavra eficiência provavelmente anda meio banalizada, portanto, recuperar seu sentido crasso se faz necessário. Do dicionário Aurélio, extraímos a seguinte definição: “eficiência seria a capacidade de realizar tarefas ou trabalhos de modo eficaz, com mínimo de desperdício; produtividade”.

As palavras mínimo desperdício e produtividade nos chamam mais a atenção, pois trabalhamos em um setor que produz alimentos, mais especificamente proteína vermelha e, consciente ou inconscientemente. desperdício é algo que nos incomoda bastante.

Nos defendemos afirmando que a eficiência técnica nem sempre leva à eficiência econômica, e, assim, minimizamos nossas “dores”, por vezes bloqueando nosso intelecto para aquilo que é correto sob o prisma da sustentabilidade: produzir mais, em menor tempo, com melhor uso dos recursos presentes, respeitando os animais, o meio ambiente e as pessoas.

Negligência perigosa

Este ato contínuo de negligenciar o que, no íntimo, entendemos como correto, pode nos levar pouco a pouco a um distanciamento das práticas que serão nosso futuro, inclusive nos fortalecendo à medida que enfrentamos dificuldades. O oposto seria postergarmos o que necessita ser feito agora. O leitor poderia me perguntar se não vejo avanços. Digo que sim, mas penso que ainda nos falta velocidade, e principalmente uma “sofisticação”, fazendo com que o resultado de melhores práticas seja capturado por quem produz, quem processa e quem comercializa.

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As palavras mínimo desperdício e produtividade nos chamam mais a atenção, pois trabalhamos em um setor que produz alimentos, mais especificamente proteína vermelha e, consciente ou inconscientemente. desperdício é algo que nos incomoda bastante.

Nos defendemos afirmando que a eficiência técnica nem sempre leva à eficiência econômica, e, assim, minimizamos nossas “dores”, por vezes bloqueando nosso intelecto para aquilo que é correto sob o prisma da sustentabilidade: produzir mais, em menor tempo, com melhor uso dos recursos presentes, respeitando os animais, o meio ambiente e as pessoas.

Negligência perigosa

Este ato contínuo de negligenciar o que, no íntimo, entendemos como correto, pode nos levar pouco a pouco a um distanciamento das práticas que serão nosso futuro, inclusive nos fortalecendo à medida que enfrentamos dificuldades. O oposto seria postergarmos o que necessita ser feito agora. O leitor poderia me perguntar se não vejo avanços. Digo que sim, mas penso que ainda nos falta velocidade, e principalmente uma “sofisticação”, fazendo com que o resultado de melhores práticas seja capturado por quem produz, quem processa e quem comercializa.

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As palavras mínimo desperdício e produtividade nos chamam mais a atenção, pois trabalhamos em um setor que produz alimentos, mais especificamente proteína vermelha e, consciente ou inconscientemente. desperdício é algo que nos incomoda bastante.

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Nos defendemos afirmando que a eficiência técnica nem sempre leva à eficiência econômica, e, assim, minimizamos nossas “dores”, por vezes bloqueando nosso intelecto para aquilo que é correto sob o prisma da sustentabilidade: produzir mais, em menor tempo, com melhor uso dos recursos presentes, respeitando os animais, o meio ambiente e as pessoas.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

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Média das fêmeas foi 116% superior à registrada em igual período do ano passado

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