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Viés de alta se fortalece e boi gordo avança em SP e outras 5 praças, informa Agrifatto

Animal terminado “comum” agora vale R$ 315/@ no mercado paulista, enquanto o animal com padrão-exportação (“boi-China”) é negociado por R$ 320/@, segundo apuração da consultoria
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Nesta quarta-feira (11/6), os preços do boi gordo subiram no Estado de São Paulo e em outras 5 praças brasileiras – Acre, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Rondônia e Santa Catarina–, segundo apuração da Agrifatto, que acompanha diariamente os negócios em 17 regiões pecuárias do País.

Confira as cotações dos animais terminados, apurados no dia 11/6 pela Agrifatto; clique AQUI

Pelos dados da consultoria, o boi gordo “comum” agora vale R$ 315/@ no mercado paulista, enquanto o animal com padrão-exportação (“boi-China”) é negociado por R$ 320/@ na mesma praça.

A Scot Consultoria detectou, nesta quarta-feira, aumento nas cotações da arroba em todas as categorias abatidas nas praças paulistas.

Dessa forma, o boi gordo “comum” e o “boi China” subiram R$ 2/@, para R$ 314/@ e R$ 317/@, respectivamente, de acordo com os dados da Scot. Por sua vez, a vaca e a novilha gordas tiveram acréscimo diário de R$ 3/@ e R$ 5/@, respectivamente, para R$ 285 e R$ 300/@.

Segundo a Agrifatto, a restrição na oferta de bovinos terminados, especialmente machos destinados à exportação, tem sustentado a valorização da arroba na maioria das principais regiões produtoras do Brasil.

“Essa conjuntura tende a se manter no médio prazo, fundamentada em três fatores: o elevado volume de exportação de carne bovina in natura, o desempenho consistente do mercado interno nas últimas semanas e as escalas de abate curtas, atualmente com média nacional de apenas sete dias úteis”, justificam os analistas da Agrifatto.

De acordo com o levantamento da consultoria, nos estados do Pará, Tocantins, Acre e Rondônia, a redução expressiva da participação de fêmeas nas escalas de abate tem impulsionado a valorização dos machos.

Em contrapartida, diz a Agrifatto, na última semana, a reação positiva do mercado futuro a partir de outubro levou algumas indústrias de Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul a firmarem contratos a termo com os pecuaristas, utilizando como referência as cotações previstas pela B3 para o último trimestre do ano.

Na terça-feira (10/6), porém, a B3 encerrou com ajustes negativos nos contratos futuros do boi gordo. O papel com vencimento em junho/25, por exemplo, fechou o pregão cotado a R$ 317,10/@, com ligeira queda de 0,52% em relação ao dia anterior.

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