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O chinês “desconhece” a carne bovina brasileira

Larissa Wachholz, que acompanha as transações Brasil – China há 15 anos e assessorou a ministra Tereza Cristina, fala sobre o amplo espaço atual para a carne brasileira por lá

Larissa Wachholz acompanha as transações Brasil – China há 15 anos

Por Ariosto Mesquita

Há 15 anos, Larissa Wachholz é uma observadora apaixonada da China. Em 2007, quando ainda cursava Relações Internacionais na Faculdade Estácio de Sá (RJ), estagiou em uma empresa que mantinha negócios com os chineses. No ano seguinte, aos 26 anos, desembarcou no país asiático para desenvolver um projeto de seis meses, acabou contratada pelo escritório da empresa em Pequim e engatou um mestrado na Renmin University China, permanecendo no país por cinco anos.

“Tenho uma ligação indireta com o Oriente: minha mãe foi comissária de bordo da Varig durante mais de 30 anos e sempre voava para o Japão; estudou japonês e isso acabou me gerando um grande interesse pela Ásia”, explica.

Quando chegou na China. Larissa não sabia falar mandarim. “Eu só conhecia algo referente a números, o que é praticamente nada. Mas sou naturalmente curiosa, aprecio o convívio com o diferente. Fui feliz na China. Vivi dificuldades como qualquer estrangeiro, desde ter de me comunicar com o porteiro até comprar leite sem poder ler a embalagem. Tudo isso me ajudou a conhecer de perto uma das região que mais cresce no mundo”, conta.

Larissa voltou para o Brasil em 2013, mas continuou na ponte aérea com a China em road shows, assessorando empresários e organizando visitas acadêmicas, até o momento em que foi convidada para assessorar a então ministra Tereza Cristina, no Ministério da Agricultura, entre 2019 e 2021. Hoje, aos 39 anos, ela é sócia da empresa Vallya Agro, que dedica-se à atração de capital chinês para o agronegócio brasileiro.

Nesta entrevista exclusiva concedida ao jornalista Ariosto Mesquita, ela fala sobre o novo consumidor asiático, carne carbono neutro e as oportunidades para o Brasil neste incrível mercado.

 

 

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Há 15 anos, Larissa Wachholz é uma observadora apaixonada da China. Em 2007, quando ainda cursava Relações Internacionais na Faculdade Estácio de Sá (RJ), estagiou em uma empresa que mantinha negócios com os chineses. No ano seguinte, aos 26 anos, desembarcou no país asiático para desenvolver um projeto de seis meses, acabou contratada pelo escritório da empresa em Pequim e engatou um mestrado na Renmin University China, permanecendo no país por cinco anos.

“Tenho uma ligação indireta com o Oriente: minha mãe foi comissária de bordo da Varig durante mais de 30 anos e sempre voava para o Japão; estudou japonês e isso acabou me gerando um grande interesse pela Ásia”, explica.

Quando chegou na China. Larissa não sabia falar mandarim. “Eu só conhecia algo referente a números, o que é praticamente nada. Mas sou naturalmente curiosa, aprecio o convívio com o diferente. Fui feliz na China. Vivi dificuldades como qualquer estrangeiro, desde ter de me comunicar com o porteiro até comprar leite sem poder ler a embalagem. Tudo isso me ajudou a conhecer de perto uma das região que mais cresce no mundo”, conta.

Larissa voltou para o Brasil em 2013, mas continuou na ponte aérea com a China em road shows, assessorando empresários e organizando visitas acadêmicas, até o momento em que foi convidada para assessorar a então ministra Tereza Cristina, no Ministério da Agricultura, entre 2019 e 2021. Hoje, aos 39 anos, ela é sócia da empresa Vallya Agro, que dedica-se à atração de capital chinês para o agronegócio brasileiro.

Nesta entrevista exclusiva concedida ao jornalista Ariosto Mesquita, ela fala sobre o novo consumidor asiático, carne carbono neutro e as oportunidades para o Brasil neste incrível mercado.

 

 

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Por Ariosto Mesquita

Há 15 anos, Larissa Wachholz é uma observadora apaixonada da China. Em 2007, quando ainda cursava Relações Internacionais na Faculdade Estácio de Sá (RJ), estagiou em uma empresa que mantinha negócios com os chineses. No ano seguinte, aos 26 anos, desembarcou no país asiático para desenvolver um projeto de seis meses, acabou contratada pelo escritório da empresa em Pequim e engatou um mestrado na Renmin University China, permanecendo no país por cinco anos.

“Tenho uma ligação indireta com o Oriente: minha mãe foi comissária de bordo da Varig durante mais de 30 anos e sempre voava para o Japão; estudou japonês e isso acabou me gerando um grande interesse pela Ásia”, explica.

Quando chegou na China. Larissa não sabia falar mandarim. “Eu só conhecia algo referente a números, o que é praticamente nada. Mas sou naturalmente curiosa, aprecio o convívio com o diferente. Fui feliz na China. Vivi dificuldades como qualquer estrangeiro, desde ter de me comunicar com o porteiro até comprar leite sem poder ler a embalagem. Tudo isso me ajudou a conhecer de perto uma das região que mais cresce no mundo”, conta.

Larissa voltou para o Brasil em 2013, mas continuou na ponte aérea com a China em road shows, assessorando empresários e organizando visitas acadêmicas, até o momento em que foi convidada para assessorar a então ministra Tereza Cristina, no Ministério da Agricultura, entre 2019 e 2021. Hoje, aos 39 anos, ela é sócia da empresa Vallya Agro, que dedica-se à atração de capital chinês para o agronegócio brasileiro.

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Há 15 anos, Larissa Wachholz é uma observadora apaixonada da China. Em 2007, quando ainda cursava Relações Internacionais na Faculdade Estácio de Sá (RJ), estagiou em uma empresa que mantinha negócios com os chineses. No ano seguinte, aos 26 anos, desembarcou no país asiático para desenvolver um projeto de seis meses, acabou contratada pelo escritório da empresa em Pequim e engatou um mestrado na Renmin University China, permanecendo no país por cinco anos.

“Tenho uma ligação indireta com o Oriente: minha mãe foi comissária de bordo da Varig durante mais de 30 anos e sempre voava para o Japão; estudou japonês e isso acabou me gerando um grande interesse pela Ásia”, explica.

Quando chegou na China. Larissa não sabia falar mandarim. “Eu só conhecia algo referente a números, o que é praticamente nada. Mas sou naturalmente curiosa, aprecio o convívio com o diferente. Fui feliz na China. Vivi dificuldades como qualquer estrangeiro, desde ter de me comunicar com o porteiro até comprar leite sem poder ler a embalagem. Tudo isso me ajudou a conhecer de perto uma das região que mais cresce no mundo”, conta.

Larissa voltou para o Brasil em 2013, mas continuou na ponte aérea com a China em road shows, assessorando empresários e organizando visitas acadêmicas, até o momento em que foi convidada para assessorar a então ministra Tereza Cristina, no Ministério da Agricultura, entre 2019 e 2021. Hoje, aos 39 anos, ela é sócia da empresa Vallya Agro, que dedica-se à atração de capital chinês para o agronegócio brasileiro.

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Há 15 anos, Larissa Wachholz é uma observadora apaixonada da China. Em 2007, quando ainda cursava Relações Internacionais na Faculdade Estácio de Sá (RJ), estagiou em uma empresa que mantinha negócios com os chineses. No ano seguinte, aos 26 anos, desembarcou no país asiático para desenvolver um projeto de seis meses, acabou contratada pelo escritório da empresa em Pequim e engatou um mestrado na Renmin University China, permanecendo no país por cinco anos.

“Tenho uma ligação indireta com o Oriente: minha mãe foi comissária de bordo da Varig durante mais de 30 anos e sempre voava para o Japão; estudou japonês e isso acabou me gerando um grande interesse pela Ásia”, explica.

Quando chegou na China. Larissa não sabia falar mandarim. “Eu só conhecia algo referente a números, o que é praticamente nada. Mas sou naturalmente curiosa, aprecio o convívio com o diferente. Fui feliz na China. Vivi dificuldades como qualquer estrangeiro, desde ter de me comunicar com o porteiro até comprar leite sem poder ler a embalagem. Tudo isso me ajudou a conhecer de perto uma das região que mais cresce no mundo”, conta.

Larissa voltou para o Brasil em 2013, mas continuou na ponte aérea com a China em road shows, assessorando empresários e organizando visitas acadêmicas, até o momento em que foi convidada para assessorar a então ministra Tereza Cristina, no Ministério da Agricultura, entre 2019 e 2021. Hoje, aos 39 anos, ela é sócia da empresa Vallya Agro, que dedica-se à atração de capital chinês para o agronegócio brasileiro.

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“Tenho uma ligação indireta com o Oriente: minha mãe foi comissária de bordo da Varig durante mais de 30 anos e sempre voava para o Japão; estudou japonês e isso acabou me gerando um grande interesse pela Ásia”, explica.

Quando chegou na China. Larissa não sabia falar mandarim. “Eu só conhecia algo referente a números, o que é praticamente nada. Mas sou naturalmente curiosa, aprecio o convívio com o diferente. Fui feliz na China. Vivi dificuldades como qualquer estrangeiro, desde ter de me comunicar com o porteiro até comprar leite sem poder ler a embalagem. Tudo isso me ajudou a conhecer de perto uma das região que mais cresce no mundo”, conta.

Larissa voltou para o Brasil em 2013, mas continuou na ponte aérea com a China em road shows, assessorando empresários e organizando visitas acadêmicas, até o momento em que foi convidada para assessorar a então ministra Tereza Cristina, no Ministério da Agricultura, entre 2019 e 2021. Hoje, aos 39 anos, ela é sócia da empresa Vallya Agro, que dedica-se à atração de capital chinês para o agronegócio brasileiro.

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Confira os destaques da seção ‘Giro Rápido’ da Revista DBO de maio

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Há 15 anos, Larissa Wachholz é uma observadora apaixonada da China. Em 2007, quando ainda cursava Relações Internacionais na Faculdade Estácio de Sá (RJ), estagiou em uma empresa que mantinha negócios com os chineses. No ano seguinte, aos 26 anos, desembarcou no país asiático para desenvolver um projeto de seis meses, acabou contratada pelo escritório da empresa em Pequim e engatou um mestrado na Renmin University China, permanecendo no país por cinco anos.

“Tenho uma ligação indireta com o Oriente: minha mãe foi comissária de bordo da Varig durante mais de 30 anos e sempre voava para o Japão; estudou japonês e isso acabou me gerando um grande interesse pela Ásia”, explica.

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Larissa voltou para o Brasil em 2013, mas continuou na ponte aérea com a China em road shows, assessorando empresários e organizando visitas acadêmicas, até o momento em que foi convidada para assessorar a então ministra Tereza Cristina, no Ministério da Agricultura, entre 2019 e 2021. Hoje, aos 39 anos, ela é sócia da empresa Vallya Agro, que dedica-se à atração de capital chinês para o agronegócio brasileiro.

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Quando chegou na China. Larissa não sabia falar mandarim. “Eu só conhecia algo referente a números, o que é praticamente nada. Mas sou naturalmente curiosa, aprecio o convívio com o diferente. Fui feliz na China. Vivi dificuldades como qualquer estrangeiro, desde ter de me comunicar com o porteiro até comprar leite sem poder ler a embalagem. Tudo isso me ajudou a conhecer de perto uma das região que mais cresce no mundo”, conta.

Larissa voltou para o Brasil em 2013, mas continuou na ponte aérea com a China em road shows, assessorando empresários e organizando visitas acadêmicas, até o momento em que foi convidada para assessorar a então ministra Tereza Cristina, no Ministério da Agricultura, entre 2019 e 2021. Hoje, aos 39 anos, ela é sócia da empresa Vallya Agro, que dedica-se à atração de capital chinês para o agronegócio brasileiro.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

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Há 15 anos, Larissa Wachholz é uma observadora apaixonada da China. Em 2007, quando ainda cursava Relações Internacionais na Faculdade Estácio de Sá (RJ), estagiou em uma empresa que mantinha negócios com os chineses. No ano seguinte, aos 26 anos, desembarcou no país asiático para desenvolver um projeto de seis meses, acabou contratada pelo escritório da empresa em Pequim e engatou um mestrado na Renmin University China, permanecendo no país por cinco anos.

“Tenho uma ligação indireta com o Oriente: minha mãe foi comissária de bordo da Varig durante mais de 30 anos e sempre voava para o Japão; estudou japonês e isso acabou me gerando um grande interesse pela Ásia”, explica.

Quando chegou na China. Larissa não sabia falar mandarim. “Eu só conhecia algo referente a números, o que é praticamente nada. Mas sou naturalmente curiosa, aprecio o convívio com o diferente. Fui feliz na China. Vivi dificuldades como qualquer estrangeiro, desde ter de me comunicar com o porteiro até comprar leite sem poder ler a embalagem. Tudo isso me ajudou a conhecer de perto uma das região que mais cresce no mundo”, conta.

Larissa voltou para o Brasil em 2013, mas continuou na ponte aérea com a China em road shows, assessorando empresários e organizando visitas acadêmicas, até o momento em que foi convidada para assessorar a então ministra Tereza Cristina, no Ministério da Agricultura, entre 2019 e 2021. Hoje, aos 39 anos, ela é sócia da empresa Vallya Agro, que dedica-se à atração de capital chinês para o agronegócio brasileiro.

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“Tenho uma ligação indireta com o Oriente: minha mãe foi comissária de bordo da Varig durante mais de 30 anos e sempre voava para o Japão; estudou japonês e isso acabou me gerando um grande interesse pela Ásia”, explica.

Quando chegou na China. Larissa não sabia falar mandarim. “Eu só conhecia algo referente a números, o que é praticamente nada. Mas sou naturalmente curiosa, aprecio o convívio com o diferente. Fui feliz na China. Vivi dificuldades como qualquer estrangeiro, desde ter de me comunicar com o porteiro até comprar leite sem poder ler a embalagem. Tudo isso me ajudou a conhecer de perto uma das região que mais cresce no mundo”, conta.

Larissa voltou para o Brasil em 2013, mas continuou na ponte aérea com a China em road shows, assessorando empresários e organizando visitas acadêmicas, até o momento em que foi convidada para assessorar a então ministra Tereza Cristina, no Ministério da Agricultura, entre 2019 e 2021. Hoje, aos 39 anos, ela é sócia da empresa Vallya Agro, que dedica-se à atração de capital chinês para o agronegócio brasileiro.

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“Tenho uma ligação indireta com o Oriente: minha mãe foi comissária de bordo da Varig durante mais de 30 anos e sempre voava para o Japão; estudou japonês e isso acabou me gerando um grande interesse pela Ásia”, explica.

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