As escalas de abate voltaram a avançar nas indústrias frigoríficas de São Paulo, depois que, durante a semana, os frigoríficos locais optaram por buscar animais fora do Estado, com o objetivo de alongar as suas programações e aproveitar as melhores oportunidades de vendas para o mercado externo, tendo em vista a forte demanda chinesa.
“A escassez de boi gordo ainda faz com que parte das regiões pecuárias do País enfrente dificuldades em alongar as suas escalas de abate, o que ajuda a manter a média nacional estável, na casa dos 8 dias úteis”, informa a IHS Markit.
Veja abaixo as escalas de abate nas principais regiões pecuárias, conforme levantamento realizado nesta sexta-feira (10/2) pela IHS.
São Paulo – As indústrias fecharam a semana com 12 dias úteis já programados, o que significou um avanço de 4 dias no comparativo entre as semanas.
Pará – A média das escalas das indústrias paraenses encerrou a sexta-feira na casa dos 13 dias úteis, alta de 1 dia frente a programação da sexta-feira anterior (4/3).
Minas Gerais – Em MG, os frigoríficos fecharam a semana com a média de 6 dias úteis escalados, uma queda de 4 dias no comparativo semanal.
Rondônia – No Estado, a média das programações se encontram completas em 8 dias úteis, 1 dia de avanço sobre a semana anterior.
Goiás e Mato Grosso do Sul – As indústrias goianas e sul-mato-grossenses possuem as escalas na casa de 7 dias úteis, com a média de GO se mantendo estável e a de MS avançando 3 dias no comparativo semanal.
Tocantins – As programações de abate se encontram próximas dos 6 dias úteis, 1 a menos do que foi visto na média da semana passada.
Mato Grosso – Entre os Estados analisados, os frigoríficos mato-grossenses são os que têm mais dificuldade em preencher as suas escalas de abate. Nesse Estado, as programações se encontram na média de 5 dias úteis, 2 dias a menos em relação ao quadro registrado na semana anterior.




