Fazenda 3 Barras, de Santa Rita do Pardo (MS), reduz custo e eleva resultado produtivo ao confinar animais frutos de projeto de avaliação do DeltaGen
Touros “prata da casa”: rendimento do ganho de 71%, oito pontos percentuais a mais do que o de touros comprados.
Por Denis Cardoso
Em tempos de grandes turbulências no mercado pecuário – como a vivida neste fim de 2021, com a persistência do embargo da China à carne brasileira –, as fazendas que investem pesadamente no melhoramento genético de seus rebanhos comerciais têm melhores condições de garantir lucratividade nas operações de recria e engorda. É o que comprovam os resultados obtidos pela Fazenda 3 Barras, de Santa Rita do Pardo (MS) que faz ciclo completo em 4.600 hectares de pastagem (área total de 5.860 ha), com terminação em confinamento.
Conduzida pelo pecuarista José Francisco Micheloni (conhecido como “Kiko”) e seus dois filhos (José Paulo Micheloni e José Francisco Micheloni Júnior), a propriedade ingressou em 2004 no programa DeltaGen e, desde então, segue à risca as orientações do projeto de melhoramento genético, que tem como um dos principais objetivos elevar a eficiência produtiva dos rebanhos.
José Francisco Micheloni
“Nosso plantel é avaliado nas condições reais de criação, sem artificialismos, buscando sempre animais mais produtivos e, ao mesmo tempo, preservando a rusticidade e a adaptabilidade típicas do Nelore”, afirma Kiko.
A 3 Barras mantém um contingente de 1.000 matrizes Nelore avaliadas pelo DeltaGen, fonte de produção dos machos terminados em confinamento próprio e também de touros e novilhas superiores, que recebem o Certificado Especial de Identificação e Produção (CEIP) e são negociados em leilões ou destinados às centrais de genética (no caso dos reprodutores) que atuam na coleta e venda do sêmen ao mercado.
Segundo a zootecnista Jéssica Oliveira, gerente de pecuária da 3 Barras, as fêmeas classificadas entre Deca 1 (que reúne a fração de 10% dos animais que mais se destacaram nas avaliações genéticas) a Deca 5 (correspondente à fração aos 41% a 50% melhores do rebanho) são dirigidas ao acasalamento com touros Nelore.
As matrizes com desempenhos genéticos inferiores (Deca 6 acima) são direcionadas ao cruzamento industrial (com sêmen de touros Aberdeen Angus).
Com capacidade estática para 2.100 cabeças, o confinamento da 3 Barras engorda em torno de 2.500 animais por ano (40% deles comprados), entre machos Nelore e cruzados meio-sangue (fêmeas e machos) Angus x Nelore.
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Em tempos de grandes turbulências no mercado pecuário – como a vivida neste fim de 2021, com a persistência do embargo da China à carne brasileira –, as fazendas que investem pesadamente no melhoramento genético de seus rebanhos comerciais têm melhores condições de garantir lucratividade nas operações de recria e engorda. É o que comprovam os resultados obtidos pela Fazenda 3 Barras, de Santa Rita do Pardo (MS) que faz ciclo completo em 4.600 hectares de pastagem (área total de 5.860 ha), com terminação em confinamento.
Conduzida pelo pecuarista José Francisco Micheloni (conhecido como “Kiko”) e seus dois filhos (José Paulo Micheloni e José Francisco Micheloni Júnior), a propriedade ingressou em 2004 no programa DeltaGen e, desde então, segue à risca as orientações do projeto de melhoramento genético, que tem como um dos principais objetivos elevar a eficiência produtiva dos rebanhos.
José Francisco Micheloni
“Nosso plantel é avaliado nas condições reais de criação, sem artificialismos, buscando sempre animais mais produtivos e, ao mesmo tempo, preservando a rusticidade e a adaptabilidade típicas do Nelore”, afirma Kiko.
A 3 Barras mantém um contingente de 1.000 matrizes Nelore avaliadas pelo DeltaGen, fonte de produção dos machos terminados em confinamento próprio e também de touros e novilhas superiores, que recebem o Certificado Especial de Identificação e Produção (CEIP) e são negociados em leilões ou destinados às centrais de genética (no caso dos reprodutores) que atuam na coleta e venda do sêmen ao mercado.
Segundo a zootecnista Jéssica Oliveira, gerente de pecuária da 3 Barras, as fêmeas classificadas entre Deca 1 (que reúne a fração de 10% dos animais que mais se destacaram nas avaliações genéticas) a Deca 5 (correspondente à fração aos 41% a 50% melhores do rebanho) são dirigidas ao acasalamento com touros Nelore.
As matrizes com desempenhos genéticos inferiores (Deca 6 acima) são direcionadas ao cruzamento industrial (com sêmen de touros Aberdeen Angus).
Com capacidade estática para 2.100 cabeças, o confinamento da 3 Barras engorda em torno de 2.500 animais por ano (40% deles comprados), entre machos Nelore e cruzados meio-sangue (fêmeas e machos) Angus x Nelore.
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Em tempos de grandes turbulências no mercado pecuário – como a vivida neste fim de 2021, com a persistência do embargo da China à carne brasileira –, as fazendas que investem pesadamente no melhoramento genético de seus rebanhos comerciais têm melhores condições de garantir lucratividade nas operações de recria e engorda. É o que comprovam os resultados obtidos pela Fazenda 3 Barras, de Santa Rita do Pardo (MS) que faz ciclo completo em 4.600 hectares de pastagem (área total de 5.860 ha), com terminação em confinamento.
Conduzida pelo pecuarista José Francisco Micheloni (conhecido como “Kiko”) e seus dois filhos (José Paulo Micheloni e José Francisco Micheloni Júnior), a propriedade ingressou em 2004 no programa DeltaGen e, desde então, segue à risca as orientações do projeto de melhoramento genético, que tem como um dos principais objetivos elevar a eficiência produtiva dos rebanhos.
José Francisco Micheloni
“Nosso plantel é avaliado nas condições reais de criação, sem artificialismos, buscando sempre animais mais produtivos e, ao mesmo tempo, preservando a rusticidade e a adaptabilidade típicas do Nelore”, afirma Kiko.
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Segundo a zootecnista Jéssica Oliveira, gerente de pecuária da 3 Barras, as fêmeas classificadas entre Deca 1 (que reúne a fração de 10% dos animais que mais se destacaram nas avaliações genéticas) a Deca 5 (correspondente à fração aos 41% a 50% melhores do rebanho) são dirigidas ao acasalamento com touros Nelore.
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“Nosso plantel é avaliado nas condições reais de criação, sem artificialismos, buscando sempre animais mais produtivos e, ao mesmo tempo, preservando a rusticidade e a adaptabilidade típicas do Nelore”, afirma Kiko.
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“Nosso plantel é avaliado nas condições reais de criação, sem artificialismos, buscando sempre animais mais produtivos e, ao mesmo tempo, preservando a rusticidade e a adaptabilidade típicas do Nelore”, afirma Kiko.
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Conduzida pelo pecuarista José Francisco Micheloni (conhecido como “Kiko”) e seus dois filhos (José Paulo Micheloni e José Francisco Micheloni Júnior), a propriedade ingressou em 2004 no programa DeltaGen e, desde então, segue à risca as orientações do projeto de melhoramento genético, que tem como um dos principais objetivos elevar a eficiência produtiva dos rebanhos.
José Francisco Micheloni
“Nosso plantel é avaliado nas condições reais de criação, sem artificialismos, buscando sempre animais mais produtivos e, ao mesmo tempo, preservando a rusticidade e a adaptabilidade típicas do Nelore”, afirma Kiko.
A 3 Barras mantém um contingente de 1.000 matrizes Nelore avaliadas pelo DeltaGen, fonte de produção dos machos terminados em confinamento próprio e também de touros e novilhas superiores, que recebem o Certificado Especial de Identificação e Produção (CEIP) e são negociados em leilões ou destinados às centrais de genética (no caso dos reprodutores) que atuam na coleta e venda do sêmen ao mercado.
Segundo a zootecnista Jéssica Oliveira, gerente de pecuária da 3 Barras, as fêmeas classificadas entre Deca 1 (que reúne a fração de 10% dos animais que mais se destacaram nas avaliações genéticas) a Deca 5 (correspondente à fração aos 41% a 50% melhores do rebanho) são dirigidas ao acasalamento com touros Nelore.
As matrizes com desempenhos genéticos inferiores (Deca 6 acima) são direcionadas ao cruzamento industrial (com sêmen de touros Aberdeen Angus).
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Conduzida pelo pecuarista José Francisco Micheloni (conhecido como “Kiko”) e seus dois filhos (José Paulo Micheloni e José Francisco Micheloni Júnior), a propriedade ingressou em 2004 no programa DeltaGen e, desde então, segue à risca as orientações do projeto de melhoramento genético, que tem como um dos principais objetivos elevar a eficiência produtiva dos rebanhos.
José Francisco Micheloni
“Nosso plantel é avaliado nas condições reais de criação, sem artificialismos, buscando sempre animais mais produtivos e, ao mesmo tempo, preservando a rusticidade e a adaptabilidade típicas do Nelore”, afirma Kiko.
A 3 Barras mantém um contingente de 1.000 matrizes Nelore avaliadas pelo DeltaGen, fonte de produção dos machos terminados em confinamento próprio e também de touros e novilhas superiores, que recebem o Certificado Especial de Identificação e Produção (CEIP) e são negociados em leilões ou destinados às centrais de genética (no caso dos reprodutores) que atuam na coleta e venda do sêmen ao mercado.
Segundo a zootecnista Jéssica Oliveira, gerente de pecuária da 3 Barras, as fêmeas classificadas entre Deca 1 (que reúne a fração de 10% dos animais que mais se destacaram nas avaliações genéticas) a Deca 5 (correspondente à fração aos 41% a 50% melhores do rebanho) são dirigidas ao acasalamento com touros Nelore.
As matrizes com desempenhos genéticos inferiores (Deca 6 acima) são direcionadas ao cruzamento industrial (com sêmen de touros Aberdeen Angus).
Com capacidade estática para 2.100 cabeças, o confinamento da 3 Barras engorda em torno de 2.500 animais por ano (40% deles comprados), entre machos Nelore e cruzados meio-sangue (fêmeas e machos) Angus x Nelore.
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“Nosso plantel é avaliado nas condições reais de criação, sem artificialismos, buscando sempre animais mais produtivos e, ao mesmo tempo, preservando a rusticidade e a adaptabilidade típicas do Nelore”, afirma Kiko.
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