Estudos recentes mostram que os touros também podem contribuir de maneira significativa na quantidade de perdas embrionárias
Quase 30% das perdas ocorrem nos 7 primeiros dias de gestação.
Por Denis Cardoso
A perda gestacional é um dos principais gargalos em fazendas brasileiras de cria, resultando em menor eficiência reprodutiva de rebanhos de corte, que geralmente são submetidos à Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF). Normalmente, as mortes embrionárias – sejam elas precoces (antes de 28-30 dias de gestação) ou tardias (entre 30 e 100 dias) – são fortemente correlacionadas a fatores ligados a manejos sanitários (vacinação contra doenças reprodutivas) e nutricionais.
Porém, estudos recentes conduzidos nos Estados Unidos por uma pesquisadora brasileira – a médica veterinária Géssica Franco-Johannsen – mostram que os touros também podem contribuir de maneira significativa na quantidade de perdas embrionárias, embora os motivos para essa hipótese ainda careçam de investigações científicas mais profundas.
“Pelo andar de nossas pesquisas, acredito que, dentro de um prazo de dois anos, os pecuaristas poderão utilizar novos indicadores para a qualidade do sêmen em bovinos que possam indicar maior sobrevivência embrionária em vacas inseridas em protocolos de IATF”, prevê Géssica, hoje radicada no Texas (sul dos EUA) e integrante da equipe de pesquisadores liderada pelo professor KyPohler, da Texas A&M University, sediada na cidade de College Station.
Tecnicamente, a pesquisa conduzida pela brasileira tomou como base estudos científicos mais antigos realizados com outras espécies (como roedores) que comprovaram que a genética paterna exerce forte influência sobre a formação da placenta, enquanto a genética materna interfere mais no desenvolvimento do embrião/feto. A partir dessa premissa, os estudos práticos realizados pela equipe de Géssica, tanto em fazendas brasileiras quanto em propriedades norte-americanas, confirmaram a existência de uma variação considerável na incidência de mortalidade embrionária em vacas inseminadas pelos diferentes reprodutores inseridos no projeto – que envolveram animais das raças Angus e Nelore.
“Embora as nossas análises científicas ainda não estejam totalmente concluídas, a principal hipótese é que essa perda embrionária é ocasionada por uma espécie de ‘defeito genético’ na formação da placenta, o que reduz a concentração de glicoproteínas associadas à gestação (batizadas de PAGs)”, revela a pesquisadora.
Em outras palavras: diferentes touros podem ser capazes de influenciar a capacidade das fêmeas de desenvolver placentas menos ou mais evoluídas, o que interferirá diretamente na quantidade de glicoproteínas secretadas no período de gestação (analisadas por meio do sangue das matrizes ou amostras de leite). Ou seja: quanto maior o seu fluxo maior é a chance de vingar a parição dos bezerros.
“Nossos estudos mostraram que, para cada aumento de 1 ng/mL na concentração de glicoproteína circulante em vacas avaliadas no 30o dia de gestação, as chances de manutenção da prenhez até o centésimo dia cresceram 11%”, informa a pesquisadora.
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A perda gestacional é um dos principais gargalos em fazendas brasileiras de cria, resultando em menor eficiência reprodutiva de rebanhos de corte, que geralmente são submetidos à Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF). Normalmente, as mortes embrionárias – sejam elas precoces (antes de 28-30 dias de gestação) ou tardias (entre 30 e 100 dias) – são fortemente correlacionadas a fatores ligados a manejos sanitários (vacinação contra doenças reprodutivas) e nutricionais.
Porém, estudos recentes conduzidos nos Estados Unidos por uma pesquisadora brasileira – a médica veterinária Géssica Franco-Johannsen – mostram que os touros também podem contribuir de maneira significativa na quantidade de perdas embrionárias, embora os motivos para essa hipótese ainda careçam de investigações científicas mais profundas.
“Pelo andar de nossas pesquisas, acredito que, dentro de um prazo de dois anos, os pecuaristas poderão utilizar novos indicadores para a qualidade do sêmen em bovinos que possam indicar maior sobrevivência embrionária em vacas inseridas em protocolos de IATF”, prevê Géssica, hoje radicada no Texas (sul dos EUA) e integrante da equipe de pesquisadores liderada pelo professor KyPohler, da Texas A&M University, sediada na cidade de College Station.
Tecnicamente, a pesquisa conduzida pela brasileira tomou como base estudos científicos mais antigos realizados com outras espécies (como roedores) que comprovaram que a genética paterna exerce forte influência sobre a formação da placenta, enquanto a genética materna interfere mais no desenvolvimento do embrião/feto. A partir dessa premissa, os estudos práticos realizados pela equipe de Géssica, tanto em fazendas brasileiras quanto em propriedades norte-americanas, confirmaram a existência de uma variação considerável na incidência de mortalidade embrionária em vacas inseminadas pelos diferentes reprodutores inseridos no projeto – que envolveram animais das raças Angus e Nelore.
“Embora as nossas análises científicas ainda não estejam totalmente concluídas, a principal hipótese é que essa perda embrionária é ocasionada por uma espécie de ‘defeito genético’ na formação da placenta, o que reduz a concentração de glicoproteínas associadas à gestação (batizadas de PAGs)”, revela a pesquisadora.
Em outras palavras: diferentes touros podem ser capazes de influenciar a capacidade das fêmeas de desenvolver placentas menos ou mais evoluídas, o que interferirá diretamente na quantidade de glicoproteínas secretadas no período de gestação (analisadas por meio do sangue das matrizes ou amostras de leite). Ou seja: quanto maior o seu fluxo maior é a chance de vingar a parição dos bezerros.
“Nossos estudos mostraram que, para cada aumento de 1 ng/mL na concentração de glicoproteína circulante em vacas avaliadas no 30o dia de gestação, as chances de manutenção da prenhez até o centésimo dia cresceram 11%”, informa a pesquisadora.
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Porém, estudos recentes conduzidos nos Estados Unidos por uma pesquisadora brasileira – a médica veterinária Géssica Franco-Johannsen – mostram que os touros também podem contribuir de maneira significativa na quantidade de perdas embrionárias, embora os motivos para essa hipótese ainda careçam de investigações científicas mais profundas.
“Pelo andar de nossas pesquisas, acredito que, dentro de um prazo de dois anos, os pecuaristas poderão utilizar novos indicadores para a qualidade do sêmen em bovinos que possam indicar maior sobrevivência embrionária em vacas inseridas em protocolos de IATF”, prevê Géssica, hoje radicada no Texas (sul dos EUA) e integrante da equipe de pesquisadores liderada pelo professor KyPohler, da Texas A&M University, sediada na cidade de College Station.
Tecnicamente, a pesquisa conduzida pela brasileira tomou como base estudos científicos mais antigos realizados com outras espécies (como roedores) que comprovaram que a genética paterna exerce forte influência sobre a formação da placenta, enquanto a genética materna interfere mais no desenvolvimento do embrião/feto. A partir dessa premissa, os estudos práticos realizados pela equipe de Géssica, tanto em fazendas brasileiras quanto em propriedades norte-americanas, confirmaram a existência de uma variação considerável na incidência de mortalidade embrionária em vacas inseminadas pelos diferentes reprodutores inseridos no projeto – que envolveram animais das raças Angus e Nelore.
“Embora as nossas análises científicas ainda não estejam totalmente concluídas, a principal hipótese é que essa perda embrionária é ocasionada por uma espécie de ‘defeito genético’ na formação da placenta, o que reduz a concentração de glicoproteínas associadas à gestação (batizadas de PAGs)”, revela a pesquisadora.
Em outras palavras: diferentes touros podem ser capazes de influenciar a capacidade das fêmeas de desenvolver placentas menos ou mais evoluídas, o que interferirá diretamente na quantidade de glicoproteínas secretadas no período de gestação (analisadas por meio do sangue das matrizes ou amostras de leite). Ou seja: quanto maior o seu fluxo maior é a chance de vingar a parição dos bezerros.
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Porém, estudos recentes conduzidos nos Estados Unidos por uma pesquisadora brasileira – a médica veterinária Géssica Franco-Johannsen – mostram que os touros também podem contribuir de maneira significativa na quantidade de perdas embrionárias, embora os motivos para essa hipótese ainda careçam de investigações científicas mais profundas.
“Pelo andar de nossas pesquisas, acredito que, dentro de um prazo de dois anos, os pecuaristas poderão utilizar novos indicadores para a qualidade do sêmen em bovinos que possam indicar maior sobrevivência embrionária em vacas inseridas em protocolos de IATF”, prevê Géssica, hoje radicada no Texas (sul dos EUA) e integrante da equipe de pesquisadores liderada pelo professor KyPohler, da Texas A&M University, sediada na cidade de College Station.
Tecnicamente, a pesquisa conduzida pela brasileira tomou como base estudos científicos mais antigos realizados com outras espécies (como roedores) que comprovaram que a genética paterna exerce forte influência sobre a formação da placenta, enquanto a genética materna interfere mais no desenvolvimento do embrião/feto. A partir dessa premissa, os estudos práticos realizados pela equipe de Géssica, tanto em fazendas brasileiras quanto em propriedades norte-americanas, confirmaram a existência de uma variação considerável na incidência de mortalidade embrionária em vacas inseminadas pelos diferentes reprodutores inseridos no projeto – que envolveram animais das raças Angus e Nelore.
“Embora as nossas análises científicas ainda não estejam totalmente concluídas, a principal hipótese é que essa perda embrionária é ocasionada por uma espécie de ‘defeito genético’ na formação da placenta, o que reduz a concentração de glicoproteínas associadas à gestação (batizadas de PAGs)”, revela a pesquisadora.
Em outras palavras: diferentes touros podem ser capazes de influenciar a capacidade das fêmeas de desenvolver placentas menos ou mais evoluídas, o que interferirá diretamente na quantidade de glicoproteínas secretadas no período de gestação (analisadas por meio do sangue das matrizes ou amostras de leite). Ou seja: quanto maior o seu fluxo maior é a chance de vingar a parição dos bezerros.
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Porém, estudos recentes conduzidos nos Estados Unidos por uma pesquisadora brasileira – a médica veterinária Géssica Franco-Johannsen – mostram que os touros também podem contribuir de maneira significativa na quantidade de perdas embrionárias, embora os motivos para essa hipótese ainda careçam de investigações científicas mais profundas.
“Pelo andar de nossas pesquisas, acredito que, dentro de um prazo de dois anos, os pecuaristas poderão utilizar novos indicadores para a qualidade do sêmen em bovinos que possam indicar maior sobrevivência embrionária em vacas inseridas em protocolos de IATF”, prevê Géssica, hoje radicada no Texas (sul dos EUA) e integrante da equipe de pesquisadores liderada pelo professor KyPohler, da Texas A&M University, sediada na cidade de College Station.
Tecnicamente, a pesquisa conduzida pela brasileira tomou como base estudos científicos mais antigos realizados com outras espécies (como roedores) que comprovaram que a genética paterna exerce forte influência sobre a formação da placenta, enquanto a genética materna interfere mais no desenvolvimento do embrião/feto. A partir dessa premissa, os estudos práticos realizados pela equipe de Géssica, tanto em fazendas brasileiras quanto em propriedades norte-americanas, confirmaram a existência de uma variação considerável na incidência de mortalidade embrionária em vacas inseminadas pelos diferentes reprodutores inseridos no projeto – que envolveram animais das raças Angus e Nelore.
“Embora as nossas análises científicas ainda não estejam totalmente concluídas, a principal hipótese é que essa perda embrionária é ocasionada por uma espécie de ‘defeito genético’ na formação da placenta, o que reduz a concentração de glicoproteínas associadas à gestação (batizadas de PAGs)”, revela a pesquisadora.
Em outras palavras: diferentes touros podem ser capazes de influenciar a capacidade das fêmeas de desenvolver placentas menos ou mais evoluídas, o que interferirá diretamente na quantidade de glicoproteínas secretadas no período de gestação (analisadas por meio do sangue das matrizes ou amostras de leite). Ou seja: quanto maior o seu fluxo maior é a chance de vingar a parição dos bezerros.
“Nossos estudos mostraram que, para cada aumento de 1 ng/mL na concentração de glicoproteína circulante em vacas avaliadas no 30o dia de gestação, as chances de manutenção da prenhez até o centésimo dia cresceram 11%”, informa a pesquisadora.
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Porém, estudos recentes conduzidos nos Estados Unidos por uma pesquisadora brasileira – a médica veterinária Géssica Franco-Johannsen – mostram que os touros também podem contribuir de maneira significativa na quantidade de perdas embrionárias, embora os motivos para essa hipótese ainda careçam de investigações científicas mais profundas.
“Pelo andar de nossas pesquisas, acredito que, dentro de um prazo de dois anos, os pecuaristas poderão utilizar novos indicadores para a qualidade do sêmen em bovinos que possam indicar maior sobrevivência embrionária em vacas inseridas em protocolos de IATF”, prevê Géssica, hoje radicada no Texas (sul dos EUA) e integrante da equipe de pesquisadores liderada pelo professor KyPohler, da Texas A&M University, sediada na cidade de College Station.
Tecnicamente, a pesquisa conduzida pela brasileira tomou como base estudos científicos mais antigos realizados com outras espécies (como roedores) que comprovaram que a genética paterna exerce forte influência sobre a formação da placenta, enquanto a genética materna interfere mais no desenvolvimento do embrião/feto. A partir dessa premissa, os estudos práticos realizados pela equipe de Géssica, tanto em fazendas brasileiras quanto em propriedades norte-americanas, confirmaram a existência de uma variação considerável na incidência de mortalidade embrionária em vacas inseminadas pelos diferentes reprodutores inseridos no projeto – que envolveram animais das raças Angus e Nelore.
“Embora as nossas análises científicas ainda não estejam totalmente concluídas, a principal hipótese é que essa perda embrionária é ocasionada por uma espécie de ‘defeito genético’ na formação da placenta, o que reduz a concentração de glicoproteínas associadas à gestação (batizadas de PAGs)”, revela a pesquisadora.
Em outras palavras: diferentes touros podem ser capazes de influenciar a capacidade das fêmeas de desenvolver placentas menos ou mais evoluídas, o que interferirá diretamente na quantidade de glicoproteínas secretadas no período de gestação (analisadas por meio do sangue das matrizes ou amostras de leite). Ou seja: quanto maior o seu fluxo maior é a chance de vingar a parição dos bezerros.
“Nossos estudos mostraram que, para cada aumento de 1 ng/mL na concentração de glicoproteína circulante em vacas avaliadas no 30o dia de gestação, as chances de manutenção da prenhez até o centésimo dia cresceram 11%”, informa a pesquisadora.
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Porém, estudos recentes conduzidos nos Estados Unidos por uma pesquisadora brasileira – a médica veterinária Géssica Franco-Johannsen – mostram que os touros também podem contribuir de maneira significativa na quantidade de perdas embrionárias, embora os motivos para essa hipótese ainda careçam de investigações científicas mais profundas.
“Pelo andar de nossas pesquisas, acredito que, dentro de um prazo de dois anos, os pecuaristas poderão utilizar novos indicadores para a qualidade do sêmen em bovinos que possam indicar maior sobrevivência embrionária em vacas inseridas em protocolos de IATF”, prevê Géssica, hoje radicada no Texas (sul dos EUA) e integrante da equipe de pesquisadores liderada pelo professor KyPohler, da Texas A&M University, sediada na cidade de College Station.
Tecnicamente, a pesquisa conduzida pela brasileira tomou como base estudos científicos mais antigos realizados com outras espécies (como roedores) que comprovaram que a genética paterna exerce forte influência sobre a formação da placenta, enquanto a genética materna interfere mais no desenvolvimento do embrião/feto. A partir dessa premissa, os estudos práticos realizados pela equipe de Géssica, tanto em fazendas brasileiras quanto em propriedades norte-americanas, confirmaram a existência de uma variação considerável na incidência de mortalidade embrionária em vacas inseminadas pelos diferentes reprodutores inseridos no projeto – que envolveram animais das raças Angus e Nelore.
“Embora as nossas análises científicas ainda não estejam totalmente concluídas, a principal hipótese é que essa perda embrionária é ocasionada por uma espécie de ‘defeito genético’ na formação da placenta, o que reduz a concentração de glicoproteínas associadas à gestação (batizadas de PAGs)”, revela a pesquisadora.
Em outras palavras: diferentes touros podem ser capazes de influenciar a capacidade das fêmeas de desenvolver placentas menos ou mais evoluídas, o que interferirá diretamente na quantidade de glicoproteínas secretadas no período de gestação (analisadas por meio do sangue das matrizes ou amostras de leite). Ou seja: quanto maior o seu fluxo maior é a chance de vingar a parição dos bezerros.
“Nossos estudos mostraram que, para cada aumento de 1 ng/mL na concentração de glicoproteína circulante em vacas avaliadas no 30o dia de gestação, as chances de manutenção da prenhez até o centésimo dia cresceram 11%”, informa a pesquisadora.
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Porém, estudos recentes conduzidos nos Estados Unidos por uma pesquisadora brasileira – a médica veterinária Géssica Franco-Johannsen – mostram que os touros também podem contribuir de maneira significativa na quantidade de perdas embrionárias, embora os motivos para essa hipótese ainda careçam de investigações científicas mais profundas.
“Pelo andar de nossas pesquisas, acredito que, dentro de um prazo de dois anos, os pecuaristas poderão utilizar novos indicadores para a qualidade do sêmen em bovinos que possam indicar maior sobrevivência embrionária em vacas inseridas em protocolos de IATF”, prevê Géssica, hoje radicada no Texas (sul dos EUA) e integrante da equipe de pesquisadores liderada pelo professor KyPohler, da Texas A&M University, sediada na cidade de College Station.
Tecnicamente, a pesquisa conduzida pela brasileira tomou como base estudos científicos mais antigos realizados com outras espécies (como roedores) que comprovaram que a genética paterna exerce forte influência sobre a formação da placenta, enquanto a genética materna interfere mais no desenvolvimento do embrião/feto. A partir dessa premissa, os estudos práticos realizados pela equipe de Géssica, tanto em fazendas brasileiras quanto em propriedades norte-americanas, confirmaram a existência de uma variação considerável na incidência de mortalidade embrionária em vacas inseminadas pelos diferentes reprodutores inseridos no projeto – que envolveram animais das raças Angus e Nelore.
“Embora as nossas análises científicas ainda não estejam totalmente concluídas, a principal hipótese é que essa perda embrionária é ocasionada por uma espécie de ‘defeito genético’ na formação da placenta, o que reduz a concentração de glicoproteínas associadas à gestação (batizadas de PAGs)”, revela a pesquisadora.
Em outras palavras: diferentes touros podem ser capazes de influenciar a capacidade das fêmeas de desenvolver placentas menos ou mais evoluídas, o que interferirá diretamente na quantidade de glicoproteínas secretadas no período de gestação (analisadas por meio do sangue das matrizes ou amostras de leite). Ou seja: quanto maior o seu fluxo maior é a chance de vingar a parição dos bezerros.
“Nossos estudos mostraram que, para cada aumento de 1 ng/mL na concentração de glicoproteína circulante em vacas avaliadas no 30o dia de gestação, as chances de manutenção da prenhez até o centésimo dia cresceram 11%”, informa a pesquisadora.
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Porém, estudos recentes conduzidos nos Estados Unidos por uma pesquisadora brasileira – a médica veterinária Géssica Franco-Johannsen – mostram que os touros também podem contribuir de maneira significativa na quantidade de perdas embrionárias, embora os motivos para essa hipótese ainda careçam de investigações científicas mais profundas.
“Pelo andar de nossas pesquisas, acredito que, dentro de um prazo de dois anos, os pecuaristas poderão utilizar novos indicadores para a qualidade do sêmen em bovinos que possam indicar maior sobrevivência embrionária em vacas inseridas em protocolos de IATF”, prevê Géssica, hoje radicada no Texas (sul dos EUA) e integrante da equipe de pesquisadores liderada pelo professor KyPohler, da Texas A&M University, sediada na cidade de College Station.
Tecnicamente, a pesquisa conduzida pela brasileira tomou como base estudos científicos mais antigos realizados com outras espécies (como roedores) que comprovaram que a genética paterna exerce forte influência sobre a formação da placenta, enquanto a genética materna interfere mais no desenvolvimento do embrião/feto. A partir dessa premissa, os estudos práticos realizados pela equipe de Géssica, tanto em fazendas brasileiras quanto em propriedades norte-americanas, confirmaram a existência de uma variação considerável na incidência de mortalidade embrionária em vacas inseminadas pelos diferentes reprodutores inseridos no projeto – que envolveram animais das raças Angus e Nelore.
“Embora as nossas análises científicas ainda não estejam totalmente concluídas, a principal hipótese é que essa perda embrionária é ocasionada por uma espécie de ‘defeito genético’ na formação da placenta, o que reduz a concentração de glicoproteínas associadas à gestação (batizadas de PAGs)”, revela a pesquisadora.
Em outras palavras: diferentes touros podem ser capazes de influenciar a capacidade das fêmeas de desenvolver placentas menos ou mais evoluídas, o que interferirá diretamente na quantidade de glicoproteínas secretadas no período de gestação (analisadas por meio do sangue das matrizes ou amostras de leite). Ou seja: quanto maior o seu fluxo maior é a chance de vingar a parição dos bezerros.
“Nossos estudos mostraram que, para cada aumento de 1 ng/mL na concentração de glicoproteína circulante em vacas avaliadas no 30o dia de gestação, as chances de manutenção da prenhez até o centésimo dia cresceram 11%”, informa a pesquisadora.
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Porém, estudos recentes conduzidos nos Estados Unidos por uma pesquisadora brasileira – a médica veterinária Géssica Franco-Johannsen – mostram que os touros também podem contribuir de maneira significativa na quantidade de perdas embrionárias, embora os motivos para essa hipótese ainda careçam de investigações científicas mais profundas.
“Pelo andar de nossas pesquisas, acredito que, dentro de um prazo de dois anos, os pecuaristas poderão utilizar novos indicadores para a qualidade do sêmen em bovinos que possam indicar maior sobrevivência embrionária em vacas inseridas em protocolos de IATF”, prevê Géssica, hoje radicada no Texas (sul dos EUA) e integrante da equipe de pesquisadores liderada pelo professor KyPohler, da Texas A&M University, sediada na cidade de College Station.
Tecnicamente, a pesquisa conduzida pela brasileira tomou como base estudos científicos mais antigos realizados com outras espécies (como roedores) que comprovaram que a genética paterna exerce forte influência sobre a formação da placenta, enquanto a genética materna interfere mais no desenvolvimento do embrião/feto. A partir dessa premissa, os estudos práticos realizados pela equipe de Géssica, tanto em fazendas brasileiras quanto em propriedades norte-americanas, confirmaram a existência de uma variação considerável na incidência de mortalidade embrionária em vacas inseminadas pelos diferentes reprodutores inseridos no projeto – que envolveram animais das raças Angus e Nelore.
“Embora as nossas análises científicas ainda não estejam totalmente concluídas, a principal hipótese é que essa perda embrionária é ocasionada por uma espécie de ‘defeito genético’ na formação da placenta, o que reduz a concentração de glicoproteínas associadas à gestação (batizadas de PAGs)”, revela a pesquisadora.
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