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Qual a demanda de touros no Brasil?

Artigo sobre a demanda de touros de nossa pecuária sugere que só 15% dela é atendida por reprodutores certificadamente melhoradores

O Brasil precisa de mais touros geneticamente superiores.

Por Daniel Biluca, zootecnista e coordenador técnico de bovinos da Zoetis e Antônio Chaker, zootecnista e coordenador do Instituto de Métricas Agropecuárias (Inttegra)

A célebre máxima “pecuária é mais jeito do que força” nunca foi tão atual. Para se conseguir ganhos de 5% ao ano sobre o ativo terra, 20% ao ano sobre o gado e uma taxa interna de retorno (TIR) de 1,8% ao mês, é preciso adotar, dentre outras coisas, estratégias focadas no melhoramento genético, que permite ao produtor desmamar bezerros pelo menos 30 kg mais pesados, entourar fêmeas aos 14 meses com mais de 80% de prenhez e abater bois com 20@ aos 20 meses, essencialmente a pasto.

A genética, porém, exige bons reprodutores, seja para monta natural ou inseminação artificial em tempo fixo (IATF), técnica que causou uma das maiores transformações disruptivas da história da pecuária, seja por melhorar a base genética do rebanho, seja por elevar a produtividade de carne por hectare via “cruzamento industrial”.

A questão é: temos quantidade suficiente de touros melhoradores para atender a pecuária brasileira? Para responder essa pergunta, é preciso, primeiro, calcular a demanda por reprodutores no País. Isso é possível, verificando o total de fêmeas em reprodução. Para levantar esse dado, vamos calcular, primeiro, o total de matrizes inseminadas. Segundo a Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia), em 2020 foram vendidas 16,4 milhões de doses de raças de corte, 38% a mais do que no ano anterior, e coletadas para uso próprio cerca de 1,6 milhão de doses (crescimento de 5% em relação a 2019), totalizando 18 milhões doses.

Conforme os dados do Grupo Gerar, 55% das matrizes inseminadas no País recebem apenas uma dose de sêmen e 45% são ressincronizadas (duas doses). Sendo assim, as 18 milhões de doses comercializadas foram suficientes para inseminar 14 milhões de vacas de corte em 2020 (9,9 milhões com uma dose e 4,1 milhões com duas doses). Isso representa incríveis 23% das 60 milhões de matrizes do Brasil. Mas, e a demanda por touros? Vamos chegar lá. Se 14 milhões de fêmeas são inseminadas anualmente, restam 46 milhões cobertas em monta natural. Somando-se a elas as fêmeas não ressincronizadas que passam por repasse (9,9 milhões), concluímos que são expostas a touros 53,9 milhões de matrizes (88% do plantel nacional).

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A célebre máxima “pecuária é mais jeito do que força” nunca foi tão atual. Para se conseguir ganhos de 5% ao ano sobre o ativo terra, 20% ao ano sobre o gado e uma taxa interna de retorno (TIR) de 1,8% ao mês, é preciso adotar, dentre outras coisas, estratégias focadas no melhoramento genético, que permite ao produtor desmamar bezerros pelo menos 30 kg mais pesados, entourar fêmeas aos 14 meses com mais de 80% de prenhez e abater bois com 20@ aos 20 meses, essencialmente a pasto.

A genética, porém, exige bons reprodutores, seja para monta natural ou inseminação artificial em tempo fixo (IATF), técnica que causou uma das maiores transformações disruptivas da história da pecuária, seja por melhorar a base genética do rebanho, seja por elevar a produtividade de carne por hectare via “cruzamento industrial”.

A questão é: temos quantidade suficiente de touros melhoradores para atender a pecuária brasileira? Para responder essa pergunta, é preciso, primeiro, calcular a demanda por reprodutores no País. Isso é possível, verificando o total de fêmeas em reprodução. Para levantar esse dado, vamos calcular, primeiro, o total de matrizes inseminadas. Segundo a Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia), em 2020 foram vendidas 16,4 milhões de doses de raças de corte, 38% a mais do que no ano anterior, e coletadas para uso próprio cerca de 1,6 milhão de doses (crescimento de 5% em relação a 2019), totalizando 18 milhões doses.

Conforme os dados do Grupo Gerar, 55% das matrizes inseminadas no País recebem apenas uma dose de sêmen e 45% são ressincronizadas (duas doses). Sendo assim, as 18 milhões de doses comercializadas foram suficientes para inseminar 14 milhões de vacas de corte em 2020 (9,9 milhões com uma dose e 4,1 milhões com duas doses). Isso representa incríveis 23% das 60 milhões de matrizes do Brasil. Mas, e a demanda por touros? Vamos chegar lá. Se 14 milhões de fêmeas são inseminadas anualmente, restam 46 milhões cobertas em monta natural. Somando-se a elas as fêmeas não ressincronizadas que passam por repasse (9,9 milhões), concluímos que são expostas a touros 53,9 milhões de matrizes (88% do plantel nacional).

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A célebre máxima “pecuária é mais jeito do que força” nunca foi tão atual. Para se conseguir ganhos de 5% ao ano sobre o ativo terra, 20% ao ano sobre o gado e uma taxa interna de retorno (TIR) de 1,8% ao mês, é preciso adotar, dentre outras coisas, estratégias focadas no melhoramento genético, que permite ao produtor desmamar bezerros pelo menos 30 kg mais pesados, entourar fêmeas aos 14 meses com mais de 80% de prenhez e abater bois com 20@ aos 20 meses, essencialmente a pasto.

A genética, porém, exige bons reprodutores, seja para monta natural ou inseminação artificial em tempo fixo (IATF), técnica que causou uma das maiores transformações disruptivas da história da pecuária, seja por melhorar a base genética do rebanho, seja por elevar a produtividade de carne por hectare via “cruzamento industrial”.

A questão é: temos quantidade suficiente de touros melhoradores para atender a pecuária brasileira? Para responder essa pergunta, é preciso, primeiro, calcular a demanda por reprodutores no País. Isso é possível, verificando o total de fêmeas em reprodução. Para levantar esse dado, vamos calcular, primeiro, o total de matrizes inseminadas. Segundo a Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia), em 2020 foram vendidas 16,4 milhões de doses de raças de corte, 38% a mais do que no ano anterior, e coletadas para uso próprio cerca de 1,6 milhão de doses (crescimento de 5% em relação a 2019), totalizando 18 milhões doses.

Conforme os dados do Grupo Gerar, 55% das matrizes inseminadas no País recebem apenas uma dose de sêmen e 45% são ressincronizadas (duas doses). Sendo assim, as 18 milhões de doses comercializadas foram suficientes para inseminar 14 milhões de vacas de corte em 2020 (9,9 milhões com uma dose e 4,1 milhões com duas doses). Isso representa incríveis 23% das 60 milhões de matrizes do Brasil. Mas, e a demanda por touros? Vamos chegar lá. Se 14 milhões de fêmeas são inseminadas anualmente, restam 46 milhões cobertas em monta natural. Somando-se a elas as fêmeas não ressincronizadas que passam por repasse (9,9 milhões), concluímos que são expostas a touros 53,9 milhões de matrizes (88% do plantel nacional).

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A genética, porém, exige bons reprodutores, seja para monta natural ou inseminação artificial em tempo fixo (IATF), técnica que causou uma das maiores transformações disruptivas da história da pecuária, seja por melhorar a base genética do rebanho, seja por elevar a produtividade de carne por hectare via “cruzamento industrial”.

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Conforme os dados do Grupo Gerar, 55% das matrizes inseminadas no País recebem apenas uma dose de sêmen e 45% são ressincronizadas (duas doses). Sendo assim, as 18 milhões de doses comercializadas foram suficientes para inseminar 14 milhões de vacas de corte em 2020 (9,9 milhões com uma dose e 4,1 milhões com duas doses). Isso representa incríveis 23% das 60 milhões de matrizes do Brasil. Mas, e a demanda por touros? Vamos chegar lá. Se 14 milhões de fêmeas são inseminadas anualmente, restam 46 milhões cobertas em monta natural. Somando-se a elas as fêmeas não ressincronizadas que passam por repasse (9,9 milhões), concluímos que são expostas a touros 53,9 milhões de matrizes (88% do plantel nacional).

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A questão é: temos quantidade suficiente de touros melhoradores para atender a pecuária brasileira? Para responder essa pergunta, é preciso, primeiro, calcular a demanda por reprodutores no País. Isso é possível, verificando o total de fêmeas em reprodução. Para levantar esse dado, vamos calcular, primeiro, o total de matrizes inseminadas. Segundo a Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia), em 2020 foram vendidas 16,4 milhões de doses de raças de corte, 38% a mais do que no ano anterior, e coletadas para uso próprio cerca de 1,6 milhão de doses (crescimento de 5% em relação a 2019), totalizando 18 milhões doses.

Conforme os dados do Grupo Gerar, 55% das matrizes inseminadas no País recebem apenas uma dose de sêmen e 45% são ressincronizadas (duas doses). Sendo assim, as 18 milhões de doses comercializadas foram suficientes para inseminar 14 milhões de vacas de corte em 2020 (9,9 milhões com uma dose e 4,1 milhões com duas doses). Isso representa incríveis 23% das 60 milhões de matrizes do Brasil. Mas, e a demanda por touros? Vamos chegar lá. Se 14 milhões de fêmeas são inseminadas anualmente, restam 46 milhões cobertas em monta natural. Somando-se a elas as fêmeas não ressincronizadas que passam por repasse (9,9 milhões), concluímos que são expostas a touros 53,9 milhões de matrizes (88% do plantel nacional).

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A genética, porém, exige bons reprodutores, seja para monta natural ou inseminação artificial em tempo fixo (IATF), técnica que causou uma das maiores transformações disruptivas da história da pecuária, seja por melhorar a base genética do rebanho, seja por elevar a produtividade de carne por hectare via “cruzamento industrial”.

A questão é: temos quantidade suficiente de touros melhoradores para atender a pecuária brasileira? Para responder essa pergunta, é preciso, primeiro, calcular a demanda por reprodutores no País. Isso é possível, verificando o total de fêmeas em reprodução. Para levantar esse dado, vamos calcular, primeiro, o total de matrizes inseminadas. Segundo a Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia), em 2020 foram vendidas 16,4 milhões de doses de raças de corte, 38% a mais do que no ano anterior, e coletadas para uso próprio cerca de 1,6 milhão de doses (crescimento de 5% em relação a 2019), totalizando 18 milhões doses.

Conforme os dados do Grupo Gerar, 55% das matrizes inseminadas no País recebem apenas uma dose de sêmen e 45% são ressincronizadas (duas doses). Sendo assim, as 18 milhões de doses comercializadas foram suficientes para inseminar 14 milhões de vacas de corte em 2020 (9,9 milhões com uma dose e 4,1 milhões com duas doses). Isso representa incríveis 23% das 60 milhões de matrizes do Brasil. Mas, e a demanda por touros? Vamos chegar lá. Se 14 milhões de fêmeas são inseminadas anualmente, restam 46 milhões cobertas em monta natural. Somando-se a elas as fêmeas não ressincronizadas que passam por repasse (9,9 milhões), concluímos que são expostas a touros 53,9 milhões de matrizes (88% do plantel nacional).

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

O Brasil precisa de mais touros geneticamente superiores.

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A célebre máxima “pecuária é mais jeito do que força” nunca foi tão atual. Para se conseguir ganhos de 5% ao ano sobre o ativo terra, 20% ao ano sobre o gado e uma taxa interna de retorno (TIR) de 1,8% ao mês, é preciso adotar, dentre outras coisas, estratégias focadas no melhoramento genético, que permite ao produtor desmamar bezerros pelo menos 30 kg mais pesados, entourar fêmeas aos 14 meses com mais de 80% de prenhez e abater bois com 20@ aos 20 meses, essencialmente a pasto.

A genética, porém, exige bons reprodutores, seja para monta natural ou inseminação artificial em tempo fixo (IATF), técnica que causou uma das maiores transformações disruptivas da história da pecuária, seja por melhorar a base genética do rebanho, seja por elevar a produtividade de carne por hectare via “cruzamento industrial”.

A questão é: temos quantidade suficiente de touros melhoradores para atender a pecuária brasileira? Para responder essa pergunta, é preciso, primeiro, calcular a demanda por reprodutores no País. Isso é possível, verificando o total de fêmeas em reprodução. Para levantar esse dado, vamos calcular, primeiro, o total de matrizes inseminadas. Segundo a Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia), em 2020 foram vendidas 16,4 milhões de doses de raças de corte, 38% a mais do que no ano anterior, e coletadas para uso próprio cerca de 1,6 milhão de doses (crescimento de 5% em relação a 2019), totalizando 18 milhões doses.

Conforme os dados do Grupo Gerar, 55% das matrizes inseminadas no País recebem apenas uma dose de sêmen e 45% são ressincronizadas (duas doses). Sendo assim, as 18 milhões de doses comercializadas foram suficientes para inseminar 14 milhões de vacas de corte em 2020 (9,9 milhões com uma dose e 4,1 milhões com duas doses). Isso representa incríveis 23% das 60 milhões de matrizes do Brasil. Mas, e a demanda por touros? Vamos chegar lá. Se 14 milhões de fêmeas são inseminadas anualmente, restam 46 milhões cobertas em monta natural. Somando-se a elas as fêmeas não ressincronizadas que passam por repasse (9,9 milhões), concluímos que são expostas a touros 53,9 milhões de matrizes (88% do plantel nacional).

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A célebre máxima “pecuária é mais jeito do que força” nunca foi tão atual. Para se conseguir ganhos de 5% ao ano sobre o ativo terra, 20% ao ano sobre o gado e uma taxa interna de retorno (TIR) de 1,8% ao mês, é preciso adotar, dentre outras coisas, estratégias focadas no melhoramento genético, que permite ao produtor desmamar bezerros pelo menos 30 kg mais pesados, entourar fêmeas aos 14 meses com mais de 80% de prenhez e abater bois com 20@ aos 20 meses, essencialmente a pasto.

A genética, porém, exige bons reprodutores, seja para monta natural ou inseminação artificial em tempo fixo (IATF), técnica que causou uma das maiores transformações disruptivas da história da pecuária, seja por melhorar a base genética do rebanho, seja por elevar a produtividade de carne por hectare via “cruzamento industrial”.

A questão é: temos quantidade suficiente de touros melhoradores para atender a pecuária brasileira? Para responder essa pergunta, é preciso, primeiro, calcular a demanda por reprodutores no País. Isso é possível, verificando o total de fêmeas em reprodução. Para levantar esse dado, vamos calcular, primeiro, o total de matrizes inseminadas. Segundo a Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia), em 2020 foram vendidas 16,4 milhões de doses de raças de corte, 38% a mais do que no ano anterior, e coletadas para uso próprio cerca de 1,6 milhão de doses (crescimento de 5% em relação a 2019), totalizando 18 milhões doses.

Conforme os dados do Grupo Gerar, 55% das matrizes inseminadas no País recebem apenas uma dose de sêmen e 45% são ressincronizadas (duas doses). Sendo assim, as 18 milhões de doses comercializadas foram suficientes para inseminar 14 milhões de vacas de corte em 2020 (9,9 milhões com uma dose e 4,1 milhões com duas doses). Isso representa incríveis 23% das 60 milhões de matrizes do Brasil. Mas, e a demanda por touros? Vamos chegar lá. Se 14 milhões de fêmeas são inseminadas anualmente, restam 46 milhões cobertas em monta natural. Somando-se a elas as fêmeas não ressincronizadas que passam por repasse (9,9 milhões), concluímos que são expostas a touros 53,9 milhões de matrizes (88% do plantel nacional).

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A genética, porém, exige bons reprodutores, seja para monta natural ou inseminação artificial em tempo fixo (IATF), técnica que causou uma das maiores transformações disruptivas da história da pecuária, seja por melhorar a base genética do rebanho, seja por elevar a produtividade de carne por hectare via “cruzamento industrial”.

A questão é: temos quantidade suficiente de touros melhoradores para atender a pecuária brasileira? Para responder essa pergunta, é preciso, primeiro, calcular a demanda por reprodutores no País. Isso é possível, verificando o total de fêmeas em reprodução. Para levantar esse dado, vamos calcular, primeiro, o total de matrizes inseminadas. Segundo a Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia), em 2020 foram vendidas 16,4 milhões de doses de raças de corte, 38% a mais do que no ano anterior, e coletadas para uso próprio cerca de 1,6 milhão de doses (crescimento de 5% em relação a 2019), totalizando 18 milhões doses.

Conforme os dados do Grupo Gerar, 55% das matrizes inseminadas no País recebem apenas uma dose de sêmen e 45% são ressincronizadas (duas doses). Sendo assim, as 18 milhões de doses comercializadas foram suficientes para inseminar 14 milhões de vacas de corte em 2020 (9,9 milhões com uma dose e 4,1 milhões com duas doses). Isso representa incríveis 23% das 60 milhões de matrizes do Brasil. Mas, e a demanda por touros? Vamos chegar lá. Se 14 milhões de fêmeas são inseminadas anualmente, restam 46 milhões cobertas em monta natural. Somando-se a elas as fêmeas não ressincronizadas que passam por repasse (9,9 milhões), concluímos que são expostas a touros 53,9 milhões de matrizes (88% do plantel nacional).

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A Revista DBO traz os resultados dos principais leilões de todo o Brasil; CONFIRA!

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A genética, porém, exige bons reprodutores, seja para monta natural ou inseminação artificial em tempo fixo (IATF), técnica que causou uma das maiores transformações disruptivas da história da pecuária, seja por melhorar a base genética do rebanho, seja por elevar a produtividade de carne por hectare via “cruzamento industrial”.

A questão é: temos quantidade suficiente de touros melhoradores para atender a pecuária brasileira? Para responder essa pergunta, é preciso, primeiro, calcular a demanda por reprodutores no País. Isso é possível, verificando o total de fêmeas em reprodução. Para levantar esse dado, vamos calcular, primeiro, o total de matrizes inseminadas. Segundo a Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia), em 2020 foram vendidas 16,4 milhões de doses de raças de corte, 38% a mais do que no ano anterior, e coletadas para uso próprio cerca de 1,6 milhão de doses (crescimento de 5% em relação a 2019), totalizando 18 milhões doses.

Conforme os dados do Grupo Gerar, 55% das matrizes inseminadas no País recebem apenas uma dose de sêmen e 45% são ressincronizadas (duas doses). Sendo assim, as 18 milhões de doses comercializadas foram suficientes para inseminar 14 milhões de vacas de corte em 2020 (9,9 milhões com uma dose e 4,1 milhões com duas doses). Isso representa incríveis 23% das 60 milhões de matrizes do Brasil. Mas, e a demanda por touros? Vamos chegar lá. Se 14 milhões de fêmeas são inseminadas anualmente, restam 46 milhões cobertas em monta natural. Somando-se a elas as fêmeas não ressincronizadas que passam por repasse (9,9 milhões), concluímos que são expostas a touros 53,9 milhões de matrizes (88% do plantel nacional).

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O Brasil precisa de mais touros geneticamente superiores.

Por Daniel Biluca, zootecnista e coordenador técnico de bovinos da Zoetis e Antônio Chaker, zootecnista e coordenador do Instituto de Métricas Agropecuárias (Inttegra)

A célebre máxima “pecuária é mais jeito do que força” nunca foi tão atual. Para se conseguir ganhos de 5% ao ano sobre o ativo terra, 20% ao ano sobre o gado e uma taxa interna de retorno (TIR) de 1,8% ao mês, é preciso adotar, dentre outras coisas, estratégias focadas no melhoramento genético, que permite ao produtor desmamar bezerros pelo menos 30 kg mais pesados, entourar fêmeas aos 14 meses com mais de 80% de prenhez e abater bois com 20@ aos 20 meses, essencialmente a pasto.

A genética, porém, exige bons reprodutores, seja para monta natural ou inseminação artificial em tempo fixo (IATF), técnica que causou uma das maiores transformações disruptivas da história da pecuária, seja por melhorar a base genética do rebanho, seja por elevar a produtividade de carne por hectare via “cruzamento industrial”.

A questão é: temos quantidade suficiente de touros melhoradores para atender a pecuária brasileira? Para responder essa pergunta, é preciso, primeiro, calcular a demanda por reprodutores no País. Isso é possível, verificando o total de fêmeas em reprodução. Para levantar esse dado, vamos calcular, primeiro, o total de matrizes inseminadas. Segundo a Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia), em 2020 foram vendidas 16,4 milhões de doses de raças de corte, 38% a mais do que no ano anterior, e coletadas para uso próprio cerca de 1,6 milhão de doses (crescimento de 5% em relação a 2019), totalizando 18 milhões doses.

Conforme os dados do Grupo Gerar, 55% das matrizes inseminadas no País recebem apenas uma dose de sêmen e 45% são ressincronizadas (duas doses). Sendo assim, as 18 milhões de doses comercializadas foram suficientes para inseminar 14 milhões de vacas de corte em 2020 (9,9 milhões com uma dose e 4,1 milhões com duas doses). Isso representa incríveis 23% das 60 milhões de matrizes do Brasil. Mas, e a demanda por touros? Vamos chegar lá. Se 14 milhões de fêmeas são inseminadas anualmente, restam 46 milhões cobertas em monta natural. Somando-se a elas as fêmeas não ressincronizadas que passam por repasse (9,9 milhões), concluímos que são expostas a touros 53,9 milhões de matrizes (88% do plantel nacional).

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Média das fêmeas foi 116% superior à registrada em igual período do ano passado

O Brasil precisa de mais touros geneticamente superiores.

Por Daniel Biluca, zootecnista e coordenador técnico de bovinos da Zoetis e Antônio Chaker, zootecnista e coordenador do Instituto de Métricas Agropecuárias (Inttegra)

A célebre máxima “pecuária é mais jeito do que força” nunca foi tão atual. Para se conseguir ganhos de 5% ao ano sobre o ativo terra, 20% ao ano sobre o gado e uma taxa interna de retorno (TIR) de 1,8% ao mês, é preciso adotar, dentre outras coisas, estratégias focadas no melhoramento genético, que permite ao produtor desmamar bezerros pelo menos 30 kg mais pesados, entourar fêmeas aos 14 meses com mais de 80% de prenhez e abater bois com 20@ aos 20 meses, essencialmente a pasto.

A genética, porém, exige bons reprodutores, seja para monta natural ou inseminação artificial em tempo fixo (IATF), técnica que causou uma das maiores transformações disruptivas da história da pecuária, seja por melhorar a base genética do rebanho, seja por elevar a produtividade de carne por hectare via “cruzamento industrial”.

A questão é: temos quantidade suficiente de touros melhoradores para atender a pecuária brasileira? Para responder essa pergunta, é preciso, primeiro, calcular a demanda por reprodutores no País. Isso é possível, verificando o total de fêmeas em reprodução. Para levantar esse dado, vamos calcular, primeiro, o total de matrizes inseminadas. Segundo a Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia), em 2020 foram vendidas 16,4 milhões de doses de raças de corte, 38% a mais do que no ano anterior, e coletadas para uso próprio cerca de 1,6 milhão de doses (crescimento de 5% em relação a 2019), totalizando 18 milhões doses.

Conforme os dados do Grupo Gerar, 55% das matrizes inseminadas no País recebem apenas uma dose de sêmen e 45% são ressincronizadas (duas doses). Sendo assim, as 18 milhões de doses comercializadas foram suficientes para inseminar 14 milhões de vacas de corte em 2020 (9,9 milhões com uma dose e 4,1 milhões com duas doses). Isso representa incríveis 23% das 60 milhões de matrizes do Brasil. Mas, e a demanda por touros? Vamos chegar lá. Se 14 milhões de fêmeas são inseminadas anualmente, restam 46 milhões cobertas em monta natural. Somando-se a elas as fêmeas não ressincronizadas que passam por repasse (9,9 milhões), concluímos que são expostas a touros 53,9 milhões de matrizes (88% do plantel nacional).

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O Brasil precisa de mais touros geneticamente superiores.

Por Daniel Biluca, zootecnista e coordenador técnico de bovinos da Zoetis e Antônio Chaker, zootecnista e coordenador do Instituto de Métricas Agropecuárias (Inttegra)

A célebre máxima “pecuária é mais jeito do que força” nunca foi tão atual. Para se conseguir ganhos de 5% ao ano sobre o ativo terra, 20% ao ano sobre o gado e uma taxa interna de retorno (TIR) de 1,8% ao mês, é preciso adotar, dentre outras coisas, estratégias focadas no melhoramento genético, que permite ao produtor desmamar bezerros pelo menos 30 kg mais pesados, entourar fêmeas aos 14 meses com mais de 80% de prenhez e abater bois com 20@ aos 20 meses, essencialmente a pasto.

A genética, porém, exige bons reprodutores, seja para monta natural ou inseminação artificial em tempo fixo (IATF), técnica que causou uma das maiores transformações disruptivas da história da pecuária, seja por melhorar a base genética do rebanho, seja por elevar a produtividade de carne por hectare via “cruzamento industrial”.

A questão é: temos quantidade suficiente de touros melhoradores para atender a pecuária brasileira? Para responder essa pergunta, é preciso, primeiro, calcular a demanda por reprodutores no País. Isso é possível, verificando o total de fêmeas em reprodução. Para levantar esse dado, vamos calcular, primeiro, o total de matrizes inseminadas. Segundo a Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia), em 2020 foram vendidas 16,4 milhões de doses de raças de corte, 38% a mais do que no ano anterior, e coletadas para uso próprio cerca de 1,6 milhão de doses (crescimento de 5% em relação a 2019), totalizando 18 milhões doses.

Conforme os dados do Grupo Gerar, 55% das matrizes inseminadas no País recebem apenas uma dose de sêmen e 45% são ressincronizadas (duas doses). Sendo assim, as 18 milhões de doses comercializadas foram suficientes para inseminar 14 milhões de vacas de corte em 2020 (9,9 milhões com uma dose e 4,1 milhões com duas doses). Isso representa incríveis 23% das 60 milhões de matrizes do Brasil. Mas, e a demanda por touros? Vamos chegar lá. Se 14 milhões de fêmeas são inseminadas anualmente, restam 46 milhões cobertas em monta natural. Somando-se a elas as fêmeas não ressincronizadas que passam por repasse (9,9 milhões), concluímos que são expostas a touros 53,9 milhões de matrizes (88% do plantel nacional).

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