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Guerra ao empirismo

O veterinário José Zambrano defende a “ciência com pés no campo” e a adoção de protocolos sanitários personalizados para melhorar a saúde geral dos rebanhos

Por Renato Villela

Com 12 anos de experiência na área de saúde animal, o veterinário José Azael Zambrano Uribe, 35 anos, é um defensor do planejamento para a prevenção de episódios sanitários. Está sempre com os pés no campo, mas a cabeça focada na ciência. “Precisamos nos manter longe do empirismo, ainda forte no Brasil. Tem gente que diz tratar verminose com o mesmo vermífugo de 12 anos atrás. Será que funciona?”, exemplifica.

Nascido em Lara, no noroeste da Venezuela, ele se formou em 2008, pela Universidad Centroccidental Lisandro Alvarado (Ucla) e estagiou, como parte do curso, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Em 2011, voltou ao Brasil para fazer mestrado sobre clostridioses na mesma instituição de ensino e emendou um doutorado em tristeza parasitária bovina, concluído em 2018. “Sempre quis entender o porquê das coisas”, diz.

A experiência acadêmica embasou sua trajetória profissional. “As pessoas veem o veterinário sanitarista como aquele cara que chega na fazenda, diagnostica um animal, indica um tratamento e vai embora. Faz a cirurgia de um boi e vai embora. Mas sanidade é muito mais do que isso. No Brasil aprendi o conceito de medicina de produção, que permite entender como a nutrição, a reprodução, o manejo interferem na saúde do rebanho. É nisso que acredito”, relata Zambrano.

A oportunidade de colocar suas ideias em prática surgiu em 2017. “Eu ainda estava fazendo meu doutorado e atendia uma propriedade cliente da Rehagro Consuloria, de Lavras, MG. Um dia, o Clóvis Corrêa [um dos fundadores da empresa] foi visitar essa propriedade e eu falei a ele o que pensava sobre esse novo papel do veterinário. Ele me disse que era justamente o que a Rehagro fazia: aplicar conhecimento dentro das fazendas”, recorda Zambrano.

Apesar da sintonia de conceitos, o consultoria mineira não dispunha de uma equipe específica de saúde animal, área na qual Zambrano almejava atuar. “Pouco tempo depois apresentei a eles a proposta realizar esse trabalho e compraram a ideia”. No início, o veterinário venezuelano tocou a empreitada sozinho; hoje, é coordenador de sanidade da empresa, comandando uma equipe de cinco profissionais e seis estagiários, que atuam nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Tocantins e, mais recentemente, Bahia.

Nesta entrevista concedida ao repórter Renato Villela, Zambrano fala sobre o problemas que encontra nas fazendas, novos desafios sanitários e a importância dos protocolos personalizados, que às vezes demandam uma verdadeira investigação epidemiológica para assegurar a saúde do rebanho. Confira!

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Com 12 anos de experiência na área de saúde animal, o veterinário José Azael Zambrano Uribe, 35 anos, é um defensor do planejamento para a prevenção de episódios sanitários. Está sempre com os pés no campo, mas a cabeça focada na ciência. “Precisamos nos manter longe do empirismo, ainda forte no Brasil. Tem gente que diz tratar verminose com o mesmo vermífugo de 12 anos atrás. Será que funciona?”, exemplifica.

Nascido em Lara, no noroeste da Venezuela, ele se formou em 2008, pela Universidad Centroccidental Lisandro Alvarado (Ucla) e estagiou, como parte do curso, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Em 2011, voltou ao Brasil para fazer mestrado sobre clostridioses na mesma instituição de ensino e emendou um doutorado em tristeza parasitária bovina, concluído em 2018. “Sempre quis entender o porquê das coisas”, diz.

A experiência acadêmica embasou sua trajetória profissional. “As pessoas veem o veterinário sanitarista como aquele cara que chega na fazenda, diagnostica um animal, indica um tratamento e vai embora. Faz a cirurgia de um boi e vai embora. Mas sanidade é muito mais do que isso. No Brasil aprendi o conceito de medicina de produção, que permite entender como a nutrição, a reprodução, o manejo interferem na saúde do rebanho. É nisso que acredito”, relata Zambrano.

A oportunidade de colocar suas ideias em prática surgiu em 2017. “Eu ainda estava fazendo meu doutorado e atendia uma propriedade cliente da Rehagro Consuloria, de Lavras, MG. Um dia, o Clóvis Corrêa [um dos fundadores da empresa] foi visitar essa propriedade e eu falei a ele o que pensava sobre esse novo papel do veterinário. Ele me disse que era justamente o que a Rehagro fazia: aplicar conhecimento dentro das fazendas”, recorda Zambrano.

Apesar da sintonia de conceitos, o consultoria mineira não dispunha de uma equipe específica de saúde animal, área na qual Zambrano almejava atuar. “Pouco tempo depois apresentei a eles a proposta realizar esse trabalho e compraram a ideia”. No início, o veterinário venezuelano tocou a empreitada sozinho; hoje, é coordenador de sanidade da empresa, comandando uma equipe de cinco profissionais e seis estagiários, que atuam nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Tocantins e, mais recentemente, Bahia.

Nesta entrevista concedida ao repórter Renato Villela, Zambrano fala sobre o problemas que encontra nas fazendas, novos desafios sanitários e a importância dos protocolos personalizados, que às vezes demandam uma verdadeira investigação epidemiológica para assegurar a saúde do rebanho. Confira!

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Nascido em Lara, no noroeste da Venezuela, ele se formou em 2008, pela Universidad Centroccidental Lisandro Alvarado (Ucla) e estagiou, como parte do curso, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Em 2011, voltou ao Brasil para fazer mestrado sobre clostridioses na mesma instituição de ensino e emendou um doutorado em tristeza parasitária bovina, concluído em 2018. “Sempre quis entender o porquê das coisas”, diz.

A experiência acadêmica embasou sua trajetória profissional. “As pessoas veem o veterinário sanitarista como aquele cara que chega na fazenda, diagnostica um animal, indica um tratamento e vai embora. Faz a cirurgia de um boi e vai embora. Mas sanidade é muito mais do que isso. No Brasil aprendi o conceito de medicina de produção, que permite entender como a nutrição, a reprodução, o manejo interferem na saúde do rebanho. É nisso que acredito”, relata Zambrano.

A oportunidade de colocar suas ideias em prática surgiu em 2017. “Eu ainda estava fazendo meu doutorado e atendia uma propriedade cliente da Rehagro Consuloria, de Lavras, MG. Um dia, o Clóvis Corrêa [um dos fundadores da empresa] foi visitar essa propriedade e eu falei a ele o que pensava sobre esse novo papel do veterinário. Ele me disse que era justamente o que a Rehagro fazia: aplicar conhecimento dentro das fazendas”, recorda Zambrano.

Apesar da sintonia de conceitos, o consultoria mineira não dispunha de uma equipe específica de saúde animal, área na qual Zambrano almejava atuar. “Pouco tempo depois apresentei a eles a proposta realizar esse trabalho e compraram a ideia”. No início, o veterinário venezuelano tocou a empreitada sozinho; hoje, é coordenador de sanidade da empresa, comandando uma equipe de cinco profissionais e seis estagiários, que atuam nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Tocantins e, mais recentemente, Bahia.

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Nascido em Lara, no noroeste da Venezuela, ele se formou em 2008, pela Universidad Centroccidental Lisandro Alvarado (Ucla) e estagiou, como parte do curso, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Em 2011, voltou ao Brasil para fazer mestrado sobre clostridioses na mesma instituição de ensino e emendou um doutorado em tristeza parasitária bovina, concluído em 2018. “Sempre quis entender o porquê das coisas”, diz.

A experiência acadêmica embasou sua trajetória profissional. “As pessoas veem o veterinário sanitarista como aquele cara que chega na fazenda, diagnostica um animal, indica um tratamento e vai embora. Faz a cirurgia de um boi e vai embora. Mas sanidade é muito mais do que isso. No Brasil aprendi o conceito de medicina de produção, que permite entender como a nutrição, a reprodução, o manejo interferem na saúde do rebanho. É nisso que acredito”, relata Zambrano.

A oportunidade de colocar suas ideias em prática surgiu em 2017. “Eu ainda estava fazendo meu doutorado e atendia uma propriedade cliente da Rehagro Consuloria, de Lavras, MG. Um dia, o Clóvis Corrêa [um dos fundadores da empresa] foi visitar essa propriedade e eu falei a ele o que pensava sobre esse novo papel do veterinário. Ele me disse que era justamente o que a Rehagro fazia: aplicar conhecimento dentro das fazendas”, recorda Zambrano.

Apesar da sintonia de conceitos, o consultoria mineira não dispunha de uma equipe específica de saúde animal, área na qual Zambrano almejava atuar. “Pouco tempo depois apresentei a eles a proposta realizar esse trabalho e compraram a ideia”. No início, o veterinário venezuelano tocou a empreitada sozinho; hoje, é coordenador de sanidade da empresa, comandando uma equipe de cinco profissionais e seis estagiários, que atuam nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Tocantins e, mais recentemente, Bahia.

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Nascido em Lara, no noroeste da Venezuela, ele se formou em 2008, pela Universidad Centroccidental Lisandro Alvarado (Ucla) e estagiou, como parte do curso, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Em 2011, voltou ao Brasil para fazer mestrado sobre clostridioses na mesma instituição de ensino e emendou um doutorado em tristeza parasitária bovina, concluído em 2018. “Sempre quis entender o porquê das coisas”, diz.

A experiência acadêmica embasou sua trajetória profissional. “As pessoas veem o veterinário sanitarista como aquele cara que chega na fazenda, diagnostica um animal, indica um tratamento e vai embora. Faz a cirurgia de um boi e vai embora. Mas sanidade é muito mais do que isso. No Brasil aprendi o conceito de medicina de produção, que permite entender como a nutrição, a reprodução, o manejo interferem na saúde do rebanho. É nisso que acredito”, relata Zambrano.

A oportunidade de colocar suas ideias em prática surgiu em 2017. “Eu ainda estava fazendo meu doutorado e atendia uma propriedade cliente da Rehagro Consuloria, de Lavras, MG. Um dia, o Clóvis Corrêa [um dos fundadores da empresa] foi visitar essa propriedade e eu falei a ele o que pensava sobre esse novo papel do veterinário. Ele me disse que era justamente o que a Rehagro fazia: aplicar conhecimento dentro das fazendas”, recorda Zambrano.

Apesar da sintonia de conceitos, o consultoria mineira não dispunha de uma equipe específica de saúde animal, área na qual Zambrano almejava atuar. “Pouco tempo depois apresentei a eles a proposta realizar esse trabalho e compraram a ideia”. No início, o veterinário venezuelano tocou a empreitada sozinho; hoje, é coordenador de sanidade da empresa, comandando uma equipe de cinco profissionais e seis estagiários, que atuam nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Tocantins e, mais recentemente, Bahia.

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Nascido em Lara, no noroeste da Venezuela, ele se formou em 2008, pela Universidad Centroccidental Lisandro Alvarado (Ucla) e estagiou, como parte do curso, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Em 2011, voltou ao Brasil para fazer mestrado sobre clostridioses na mesma instituição de ensino e emendou um doutorado em tristeza parasitária bovina, concluído em 2018. “Sempre quis entender o porquê das coisas”, diz.

A experiência acadêmica embasou sua trajetória profissional. “As pessoas veem o veterinário sanitarista como aquele cara que chega na fazenda, diagnostica um animal, indica um tratamento e vai embora. Faz a cirurgia de um boi e vai embora. Mas sanidade é muito mais do que isso. No Brasil aprendi o conceito de medicina de produção, que permite entender como a nutrição, a reprodução, o manejo interferem na saúde do rebanho. É nisso que acredito”, relata Zambrano.

A oportunidade de colocar suas ideias em prática surgiu em 2017. “Eu ainda estava fazendo meu doutorado e atendia uma propriedade cliente da Rehagro Consuloria, de Lavras, MG. Um dia, o Clóvis Corrêa [um dos fundadores da empresa] foi visitar essa propriedade e eu falei a ele o que pensava sobre esse novo papel do veterinário. Ele me disse que era justamente o que a Rehagro fazia: aplicar conhecimento dentro das fazendas”, recorda Zambrano.

Apesar da sintonia de conceitos, o consultoria mineira não dispunha de uma equipe específica de saúde animal, área na qual Zambrano almejava atuar. “Pouco tempo depois apresentei a eles a proposta realizar esse trabalho e compraram a ideia”. No início, o veterinário venezuelano tocou a empreitada sozinho; hoje, é coordenador de sanidade da empresa, comandando uma equipe de cinco profissionais e seis estagiários, que atuam nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Tocantins e, mais recentemente, Bahia.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

Por Renato Villela

Com 12 anos de experiência na área de saúde animal, o veterinário José Azael Zambrano Uribe, 35 anos, é um defensor do planejamento para a prevenção de episódios sanitários. Está sempre com os pés no campo, mas a cabeça focada na ciência. “Precisamos nos manter longe do empirismo, ainda forte no Brasil. Tem gente que diz tratar verminose com o mesmo vermífugo de 12 anos atrás. Será que funciona?”, exemplifica.

Nascido em Lara, no noroeste da Venezuela, ele se formou em 2008, pela Universidad Centroccidental Lisandro Alvarado (Ucla) e estagiou, como parte do curso, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Em 2011, voltou ao Brasil para fazer mestrado sobre clostridioses na mesma instituição de ensino e emendou um doutorado em tristeza parasitária bovina, concluído em 2018. “Sempre quis entender o porquê das coisas”, diz.

A experiência acadêmica embasou sua trajetória profissional. “As pessoas veem o veterinário sanitarista como aquele cara que chega na fazenda, diagnostica um animal, indica um tratamento e vai embora. Faz a cirurgia de um boi e vai embora. Mas sanidade é muito mais do que isso. No Brasil aprendi o conceito de medicina de produção, que permite entender como a nutrição, a reprodução, o manejo interferem na saúde do rebanho. É nisso que acredito”, relata Zambrano.

A oportunidade de colocar suas ideias em prática surgiu em 2017. “Eu ainda estava fazendo meu doutorado e atendia uma propriedade cliente da Rehagro Consuloria, de Lavras, MG. Um dia, o Clóvis Corrêa [um dos fundadores da empresa] foi visitar essa propriedade e eu falei a ele o que pensava sobre esse novo papel do veterinário. Ele me disse que era justamente o que a Rehagro fazia: aplicar conhecimento dentro das fazendas”, recorda Zambrano.

Apesar da sintonia de conceitos, o consultoria mineira não dispunha de uma equipe específica de saúde animal, área na qual Zambrano almejava atuar. “Pouco tempo depois apresentei a eles a proposta realizar esse trabalho e compraram a ideia”. No início, o veterinário venezuelano tocou a empreitada sozinho; hoje, é coordenador de sanidade da empresa, comandando uma equipe de cinco profissionais e seis estagiários, que atuam nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Tocantins e, mais recentemente, Bahia.

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Nascido em Lara, no noroeste da Venezuela, ele se formou em 2008, pela Universidad Centroccidental Lisandro Alvarado (Ucla) e estagiou, como parte do curso, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Em 2011, voltou ao Brasil para fazer mestrado sobre clostridioses na mesma instituição de ensino e emendou um doutorado em tristeza parasitária bovina, concluído em 2018. “Sempre quis entender o porquê das coisas”, diz.

A experiência acadêmica embasou sua trajetória profissional. “As pessoas veem o veterinário sanitarista como aquele cara que chega na fazenda, diagnostica um animal, indica um tratamento e vai embora. Faz a cirurgia de um boi e vai embora. Mas sanidade é muito mais do que isso. No Brasil aprendi o conceito de medicina de produção, que permite entender como a nutrição, a reprodução, o manejo interferem na saúde do rebanho. É nisso que acredito”, relata Zambrano.

A oportunidade de colocar suas ideias em prática surgiu em 2017. “Eu ainda estava fazendo meu doutorado e atendia uma propriedade cliente da Rehagro Consuloria, de Lavras, MG. Um dia, o Clóvis Corrêa [um dos fundadores da empresa] foi visitar essa propriedade e eu falei a ele o que pensava sobre esse novo papel do veterinário. Ele me disse que era justamente o que a Rehagro fazia: aplicar conhecimento dentro das fazendas”, recorda Zambrano.

Apesar da sintonia de conceitos, o consultoria mineira não dispunha de uma equipe específica de saúde animal, área na qual Zambrano almejava atuar. “Pouco tempo depois apresentei a eles a proposta realizar esse trabalho e compraram a ideia”. No início, o veterinário venezuelano tocou a empreitada sozinho; hoje, é coordenador de sanidade da empresa, comandando uma equipe de cinco profissionais e seis estagiários, que atuam nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Tocantins e, mais recentemente, Bahia.

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Nascido em Lara, no noroeste da Venezuela, ele se formou em 2008, pela Universidad Centroccidental Lisandro Alvarado (Ucla) e estagiou, como parte do curso, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Em 2011, voltou ao Brasil para fazer mestrado sobre clostridioses na mesma instituição de ensino e emendou um doutorado em tristeza parasitária bovina, concluído em 2018. “Sempre quis entender o porquê das coisas”, diz.

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Nascido em Lara, no noroeste da Venezuela, ele se formou em 2008, pela Universidad Centroccidental Lisandro Alvarado (Ucla) e estagiou, como parte do curso, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Em 2011, voltou ao Brasil para fazer mestrado sobre clostridioses na mesma instituição de ensino e emendou um doutorado em tristeza parasitária bovina, concluído em 2018. “Sempre quis entender o porquê das coisas”, diz.

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Com 12 anos de experiência na área de saúde animal, o veterinário José Azael Zambrano Uribe, 35 anos, é um defensor do planejamento para a prevenção de episódios sanitários. Está sempre com os pés no campo, mas a cabeça focada na ciência. “Precisamos nos manter longe do empirismo, ainda forte no Brasil. Tem gente que diz tratar verminose com o mesmo vermífugo de 12 anos atrás. Será que funciona?”, exemplifica.

Nascido em Lara, no noroeste da Venezuela, ele se formou em 2008, pela Universidad Centroccidental Lisandro Alvarado (Ucla) e estagiou, como parte do curso, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Em 2011, voltou ao Brasil para fazer mestrado sobre clostridioses na mesma instituição de ensino e emendou um doutorado em tristeza parasitária bovina, concluído em 2018. “Sempre quis entender o porquê das coisas”, diz.

A experiência acadêmica embasou sua trajetória profissional. “As pessoas veem o veterinário sanitarista como aquele cara que chega na fazenda, diagnostica um animal, indica um tratamento e vai embora. Faz a cirurgia de um boi e vai embora. Mas sanidade é muito mais do que isso. No Brasil aprendi o conceito de medicina de produção, que permite entender como a nutrição, a reprodução, o manejo interferem na saúde do rebanho. É nisso que acredito”, relata Zambrano.

A oportunidade de colocar suas ideias em prática surgiu em 2017. “Eu ainda estava fazendo meu doutorado e atendia uma propriedade cliente da Rehagro Consuloria, de Lavras, MG. Um dia, o Clóvis Corrêa [um dos fundadores da empresa] foi visitar essa propriedade e eu falei a ele o que pensava sobre esse novo papel do veterinário. Ele me disse que era justamente o que a Rehagro fazia: aplicar conhecimento dentro das fazendas”, recorda Zambrano.

Apesar da sintonia de conceitos, o consultoria mineira não dispunha de uma equipe específica de saúde animal, área na qual Zambrano almejava atuar. “Pouco tempo depois apresentei a eles a proposta realizar esse trabalho e compraram a ideia”. No início, o veterinário venezuelano tocou a empreitada sozinho; hoje, é coordenador de sanidade da empresa, comandando uma equipe de cinco profissionais e seis estagiários, que atuam nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Tocantins e, mais recentemente, Bahia.

Nesta entrevista concedida ao repórter Renato Villela, Zambrano fala sobre o problemas que encontra nas fazendas, novos desafios sanitários e a importância dos protocolos personalizados, que às vezes demandam uma verdadeira investigação epidemiológica para assegurar a saúde do rebanho. Confira!

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Média das fêmeas foi 116% superior à registrada em igual período do ano passado

Por Renato Villela

Com 12 anos de experiência na área de saúde animal, o veterinário José Azael Zambrano Uribe, 35 anos, é um defensor do planejamento para a prevenção de episódios sanitários. Está sempre com os pés no campo, mas a cabeça focada na ciência. “Precisamos nos manter longe do empirismo, ainda forte no Brasil. Tem gente que diz tratar verminose com o mesmo vermífugo de 12 anos atrás. Será que funciona?”, exemplifica.

Nascido em Lara, no noroeste da Venezuela, ele se formou em 2008, pela Universidad Centroccidental Lisandro Alvarado (Ucla) e estagiou, como parte do curso, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Em 2011, voltou ao Brasil para fazer mestrado sobre clostridioses na mesma instituição de ensino e emendou um doutorado em tristeza parasitária bovina, concluído em 2018. “Sempre quis entender o porquê das coisas”, diz.

A experiência acadêmica embasou sua trajetória profissional. “As pessoas veem o veterinário sanitarista como aquele cara que chega na fazenda, diagnostica um animal, indica um tratamento e vai embora. Faz a cirurgia de um boi e vai embora. Mas sanidade é muito mais do que isso. No Brasil aprendi o conceito de medicina de produção, que permite entender como a nutrição, a reprodução, o manejo interferem na saúde do rebanho. É nisso que acredito”, relata Zambrano.

A oportunidade de colocar suas ideias em prática surgiu em 2017. “Eu ainda estava fazendo meu doutorado e atendia uma propriedade cliente da Rehagro Consuloria, de Lavras, MG. Um dia, o Clóvis Corrêa [um dos fundadores da empresa] foi visitar essa propriedade e eu falei a ele o que pensava sobre esse novo papel do veterinário. Ele me disse que era justamente o que a Rehagro fazia: aplicar conhecimento dentro das fazendas”, recorda Zambrano.

Apesar da sintonia de conceitos, o consultoria mineira não dispunha de uma equipe específica de saúde animal, área na qual Zambrano almejava atuar. “Pouco tempo depois apresentei a eles a proposta realizar esse trabalho e compraram a ideia”. No início, o veterinário venezuelano tocou a empreitada sozinho; hoje, é coordenador de sanidade da empresa, comandando uma equipe de cinco profissionais e seis estagiários, que atuam nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Tocantins e, mais recentemente, Bahia.

Nesta entrevista concedida ao repórter Renato Villela, Zambrano fala sobre o problemas que encontra nas fazendas, novos desafios sanitários e a importância dos protocolos personalizados, que às vezes demandam uma verdadeira investigação epidemiológica para assegurar a saúde do rebanho. Confira!

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Com 12 anos de experiência na área de saúde animal, o veterinário José Azael Zambrano Uribe, 35 anos, é um defensor do planejamento para a prevenção de episódios sanitários. Está sempre com os pés no campo, mas a cabeça focada na ciência. “Precisamos nos manter longe do empirismo, ainda forte no Brasil. Tem gente que diz tratar verminose com o mesmo vermífugo de 12 anos atrás. Será que funciona?”, exemplifica.

Nascido em Lara, no noroeste da Venezuela, ele se formou em 2008, pela Universidad Centroccidental Lisandro Alvarado (Ucla) e estagiou, como parte do curso, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Em 2011, voltou ao Brasil para fazer mestrado sobre clostridioses na mesma instituição de ensino e emendou um doutorado em tristeza parasitária bovina, concluído em 2018. “Sempre quis entender o porquê das coisas”, diz.

A experiência acadêmica embasou sua trajetória profissional. “As pessoas veem o veterinário sanitarista como aquele cara que chega na fazenda, diagnostica um animal, indica um tratamento e vai embora. Faz a cirurgia de um boi e vai embora. Mas sanidade é muito mais do que isso. No Brasil aprendi o conceito de medicina de produção, que permite entender como a nutrição, a reprodução, o manejo interferem na saúde do rebanho. É nisso que acredito”, relata Zambrano.

A oportunidade de colocar suas ideias em prática surgiu em 2017. “Eu ainda estava fazendo meu doutorado e atendia uma propriedade cliente da Rehagro Consuloria, de Lavras, MG. Um dia, o Clóvis Corrêa [um dos fundadores da empresa] foi visitar essa propriedade e eu falei a ele o que pensava sobre esse novo papel do veterinário. Ele me disse que era justamente o que a Rehagro fazia: aplicar conhecimento dentro das fazendas”, recorda Zambrano.

Apesar da sintonia de conceitos, o consultoria mineira não dispunha de uma equipe específica de saúde animal, área na qual Zambrano almejava atuar. “Pouco tempo depois apresentei a eles a proposta realizar esse trabalho e compraram a ideia”. No início, o veterinário venezuelano tocou a empreitada sozinho; hoje, é coordenador de sanidade da empresa, comandando uma equipe de cinco profissionais e seis estagiários, que atuam nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Tocantins e, mais recentemente, Bahia.

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