Em artigo, o professor titular da FMVZ-USP e colunista da Revista DBO, Enrico Ortolani, esclarece dúvidas a respeito da vermifugação oral
Vermifugação de animal por via oral usando aplicador em forma de gancho.
Por Enrico Ortolani – Professor titular de Clínica de Ruminantes da FMVZ-USP (ortolani@usp.br)
Estive, em 1982, no lançamento da primeira lactona macrocíclica (ivermectina) no Brasil. Exterminava a maioria dos parasitas que via pela frente: carrapatos, bernes, sarnas, bicheiras e quase todos os tipos de vermes. Parecia o jargão daquele programa humorístico: “Os seus problemas acabaram!”. Mas o tempo passou e, após alguns anos, os carrapatos tiraram de letra, depois os bernes. Diminuiu a eficácia na prevenção das bicheiras e vários vermes gastrintestinais ficaram razoavelmente imunes àquele vermífugo e outras lactonas lançadas posteriormente.
De lá para cá, muita coisa mudou. Estudou-se o momento correto da vermifugação estratégica (chamada de “5-8-11”) para gado de corte criado no Brasil Central e outras regiões (vermifugados em outros meses). Novas bases de vermífugos foram lançadas e a eficiência dos anti-helmínticos foi constantemente avaliada. Com esses dados em mãos, especialistas passaram a indicar bases mais eficientes para o tratamento estratégico das verminoses, destacando-se duas lactonas macrocíclicas (moxedectina e doramectina); dois benzimidazóis (albendazole e fembendazole) e um imidiatiazol (levamisole).
Resgate da via oral
Desde o lançamento da primeira lactona macrocíclica passou-se a empregar mais vermífugos injetáveis, deixando quase de lado os equipamentos para administração via oral. Como diz o ditado “o uso do cachimbo deixa a boca torta”. Mas, recentemente, com alguns novos estudos, resgatou-se a indicação de certos vermífugos orais, especialmente o fembendazole. Embora sua administração aos animais pareça não ter grandes mistérios, novas constatações indicam o contrário. É o que vou esclarecer neste artigo.
Vermifugação de animal por via oral usando aplicador em forma de gancho.
Por Enrico Ortolani – Professor titular de Clínica de Ruminantes da FMVZ-USP (ortolani@usp.br)
Estive, em 1982, no lançamento da primeira lactona macrocíclica (ivermectina) no Brasil. Exterminava a maioria dos parasitas que via pela frente: carrapatos, bernes, sarnas, bicheiras e quase todos os tipos de vermes. Parecia o jargão daquele programa humorístico: “Os seus problemas acabaram!”. Mas o tempo passou e, após alguns anos, os carrapatos tiraram de letra, depois os bernes. Diminuiu a eficácia na prevenção das bicheiras e vários vermes gastrintestinais ficaram razoavelmente imunes àquele vermífugo e outras lactonas lançadas posteriormente.
De lá para cá, muita coisa mudou. Estudou-se o momento correto da vermifugação estratégica (chamada de “5-8-11”) para gado de corte criado no Brasil Central e outras regiões (vermifugados em outros meses). Novas bases de vermífugos foram lançadas e a eficiência dos anti-helmínticos foi constantemente avaliada. Com esses dados em mãos, especialistas passaram a indicar bases mais eficientes para o tratamento estratégico das verminoses, destacando-se duas lactonas macrocíclicas (moxedectina e doramectina); dois benzimidazóis (albendazole e fembendazole) e um imidiatiazol (levamisole).
Resgate da via oral
Desde o lançamento da primeira lactona macrocíclica passou-se a empregar mais vermífugos injetáveis, deixando quase de lado os equipamentos para administração via oral. Como diz o ditado “o uso do cachimbo deixa a boca torta”. Mas, recentemente, com alguns novos estudos, resgatou-se a indicação de certos vermífugos orais, especialmente o fembendazole. Embora sua administração aos animais pareça não ter grandes mistérios, novas constatações indicam o contrário. É o que vou esclarecer neste artigo.
Em artigo, o professor titular da FMVZ-USP e colunista da Revista DBO, Enrico Ortolani, esclarece dúvidas a respeito da vermifugação oral
Vermifugação de animal por via oral usando aplicador em forma de gancho.
Por Enrico Ortolani – Professor titular de Clínica de Ruminantes da FMVZ-USP (ortolani@usp.br)
Estive, em 1982, no lançamento da primeira lactona macrocíclica (ivermectina) no Brasil. Exterminava a maioria dos parasitas que via pela frente: carrapatos, bernes, sarnas, bicheiras e quase todos os tipos de vermes. Parecia o jargão daquele programa humorístico: “Os seus problemas acabaram!”. Mas o tempo passou e, após alguns anos, os carrapatos tiraram de letra, depois os bernes. Diminuiu a eficácia na prevenção das bicheiras e vários vermes gastrintestinais ficaram razoavelmente imunes àquele vermífugo e outras lactonas lançadas posteriormente.
De lá para cá, muita coisa mudou. Estudou-se o momento correto da vermifugação estratégica (chamada de “5-8-11”) para gado de corte criado no Brasil Central e outras regiões (vermifugados em outros meses). Novas bases de vermífugos foram lançadas e a eficiência dos anti-helmínticos foi constantemente avaliada. Com esses dados em mãos, especialistas passaram a indicar bases mais eficientes para o tratamento estratégico das verminoses, destacando-se duas lactonas macrocíclicas (moxedectina e doramectina); dois benzimidazóis (albendazole e fembendazole) e um imidiatiazol (levamisole).
Resgate da via oral
Desde o lançamento da primeira lactona macrocíclica passou-se a empregar mais vermífugos injetáveis, deixando quase de lado os equipamentos para administração via oral. Como diz o ditado “o uso do cachimbo deixa a boca torta”. Mas, recentemente, com alguns novos estudos, resgatou-se a indicação de certos vermífugos orais, especialmente o fembendazole. Embora sua administração aos animais pareça não ter grandes mistérios, novas constatações indicam o contrário. É o que vou esclarecer neste artigo.
Vermifugação de animal por via oral usando aplicador em forma de gancho.
Por Enrico Ortolani – Professor titular de Clínica de Ruminantes da FMVZ-USP (ortolani@usp.br)
Estive, em 1982, no lançamento da primeira lactona macrocíclica (ivermectina) no Brasil. Exterminava a maioria dos parasitas que via pela frente: carrapatos, bernes, sarnas, bicheiras e quase todos os tipos de vermes. Parecia o jargão daquele programa humorístico: “Os seus problemas acabaram!”. Mas o tempo passou e, após alguns anos, os carrapatos tiraram de letra, depois os bernes. Diminuiu a eficácia na prevenção das bicheiras e vários vermes gastrintestinais ficaram razoavelmente imunes àquele vermífugo e outras lactonas lançadas posteriormente.
De lá para cá, muita coisa mudou. Estudou-se o momento correto da vermifugação estratégica (chamada de “5-8-11”) para gado de corte criado no Brasil Central e outras regiões (vermifugados em outros meses). Novas bases de vermífugos foram lançadas e a eficiência dos anti-helmínticos foi constantemente avaliada. Com esses dados em mãos, especialistas passaram a indicar bases mais eficientes para o tratamento estratégico das verminoses, destacando-se duas lactonas macrocíclicas (moxedectina e doramectina); dois benzimidazóis (albendazole e fembendazole) e um imidiatiazol (levamisole).
Resgate da via oral
Desde o lançamento da primeira lactona macrocíclica passou-se a empregar mais vermífugos injetáveis, deixando quase de lado os equipamentos para administração via oral. Como diz o ditado “o uso do cachimbo deixa a boca torta”. Mas, recentemente, com alguns novos estudos, resgatou-se a indicação de certos vermífugos orais, especialmente o fembendazole. Embora sua administração aos animais pareça não ter grandes mistérios, novas constatações indicam o contrário. É o que vou esclarecer neste artigo.
A zootecnista Janaina Martuscello apresenta cinco estratégias essenciais para aumentar a eficiência do diferimento de pastagens e garantir oferta de forragem durante o período seco do ano.
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Resgate da via oral
Desde o lançamento da primeira lactona macrocíclica passou-se a empregar mais vermífugos injetáveis, deixando quase de lado os equipamentos para administração via oral. Como diz o ditado “o uso do cachimbo deixa a boca torta”. Mas, recentemente, com alguns novos estudos, resgatou-se a indicação de certos vermífugos orais, especialmente o fembendazole. Embora sua administração aos animais pareça não ter grandes mistérios, novas constatações indicam o contrário. É o que vou esclarecer neste artigo.
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Por Enrico Ortolani – Professor titular de Clínica de Ruminantes da FMVZ-USP (ortolani@usp.br)
Estive, em 1982, no lançamento da primeira lactona macrocíclica (ivermectina) no Brasil. Exterminava a maioria dos parasitas que via pela frente: carrapatos, bernes, sarnas, bicheiras e quase todos os tipos de vermes. Parecia o jargão daquele programa humorístico: “Os seus problemas acabaram!”. Mas o tempo passou e, após alguns anos, os carrapatos tiraram de letra, depois os bernes. Diminuiu a eficácia na prevenção das bicheiras e vários vermes gastrintestinais ficaram razoavelmente imunes àquele vermífugo e outras lactonas lançadas posteriormente.
De lá para cá, muita coisa mudou. Estudou-se o momento correto da vermifugação estratégica (chamada de “5-8-11”) para gado de corte criado no Brasil Central e outras regiões (vermifugados em outros meses). Novas bases de vermífugos foram lançadas e a eficiência dos anti-helmínticos foi constantemente avaliada. Com esses dados em mãos, especialistas passaram a indicar bases mais eficientes para o tratamento estratégico das verminoses, destacando-se duas lactonas macrocíclicas (moxedectina e doramectina); dois benzimidazóis (albendazole e fembendazole) e um imidiatiazol (levamisole).
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Estive, em 1982, no lançamento da primeira lactona macrocíclica (ivermectina) no Brasil. Exterminava a maioria dos parasitas que via pela frente: carrapatos, bernes, sarnas, bicheiras e quase todos os tipos de vermes. Parecia o jargão daquele programa humorístico: “Os seus problemas acabaram!”. Mas o tempo passou e, após alguns anos, os carrapatos tiraram de letra, depois os bernes. Diminuiu a eficácia na prevenção das bicheiras e vários vermes gastrintestinais ficaram razoavelmente imunes àquele vermífugo e outras lactonas lançadas posteriormente.
De lá para cá, muita coisa mudou. Estudou-se o momento correto da vermifugação estratégica (chamada de “5-8-11”) para gado de corte criado no Brasil Central e outras regiões (vermifugados em outros meses). Novas bases de vermífugos foram lançadas e a eficiência dos anti-helmínticos foi constantemente avaliada. Com esses dados em mãos, especialistas passaram a indicar bases mais eficientes para o tratamento estratégico das verminoses, destacando-se duas lactonas macrocíclicas (moxedectina e doramectina); dois benzimidazóis (albendazole e fembendazole) e um imidiatiazol (levamisole).
Resgate da via oral
Desde o lançamento da primeira lactona macrocíclica passou-se a empregar mais vermífugos injetáveis, deixando quase de lado os equipamentos para administração via oral. Como diz o ditado “o uso do cachimbo deixa a boca torta”. Mas, recentemente, com alguns novos estudos, resgatou-se a indicação de certos vermífugos orais, especialmente o fembendazole. Embora sua administração aos animais pareça não ter grandes mistérios, novas constatações indicam o contrário. É o que vou esclarecer neste artigo.
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Por Enrico Ortolani – Professor titular de Clínica de Ruminantes da FMVZ-USP (ortolani@usp.br)
Estive, em 1982, no lançamento da primeira lactona macrocíclica (ivermectina) no Brasil. Exterminava a maioria dos parasitas que via pela frente: carrapatos, bernes, sarnas, bicheiras e quase todos os tipos de vermes. Parecia o jargão daquele programa humorístico: “Os seus problemas acabaram!”. Mas o tempo passou e, após alguns anos, os carrapatos tiraram de letra, depois os bernes. Diminuiu a eficácia na prevenção das bicheiras e vários vermes gastrintestinais ficaram razoavelmente imunes àquele vermífugo e outras lactonas lançadas posteriormente.
De lá para cá, muita coisa mudou. Estudou-se o momento correto da vermifugação estratégica (chamada de “5-8-11”) para gado de corte criado no Brasil Central e outras regiões (vermifugados em outros meses). Novas bases de vermífugos foram lançadas e a eficiência dos anti-helmínticos foi constantemente avaliada. Com esses dados em mãos, especialistas passaram a indicar bases mais eficientes para o tratamento estratégico das verminoses, destacando-se duas lactonas macrocíclicas (moxedectina e doramectina); dois benzimidazóis (albendazole e fembendazole) e um imidiatiazol (levamisole).
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Desde o lançamento da primeira lactona macrocíclica passou-se a empregar mais vermífugos injetáveis, deixando quase de lado os equipamentos para administração via oral. Como diz o ditado “o uso do cachimbo deixa a boca torta”. Mas, recentemente, com alguns novos estudos, resgatou-se a indicação de certos vermífugos orais, especialmente o fembendazole. Embora sua administração aos animais pareça não ter grandes mistérios, novas constatações indicam o contrário. É o que vou esclarecer neste artigo.
Estive, em 1982, no lançamento da primeira lactona macrocíclica (ivermectina) no Brasil. Exterminava a maioria dos parasitas que via pela frente: carrapatos, bernes, sarnas, bicheiras e quase todos os tipos de vermes. Parecia o jargão daquele programa humorístico: “Os seus problemas acabaram!”. Mas o tempo passou e, após alguns anos, os carrapatos tiraram de letra, depois os bernes. Diminuiu a eficácia na prevenção das bicheiras e vários vermes gastrintestinais ficaram razoavelmente imunes àquele vermífugo e outras lactonas lançadas posteriormente.
De lá para cá, muita coisa mudou. Estudou-se o momento correto da vermifugação estratégica (chamada de “5-8-11”) para gado de corte criado no Brasil Central e outras regiões (vermifugados em outros meses). Novas bases de vermífugos foram lançadas e a eficiência dos anti-helmínticos foi constantemente avaliada. Com esses dados em mãos, especialistas passaram a indicar bases mais eficientes para o tratamento estratégico das verminoses, destacando-se duas lactonas macrocíclicas (moxedectina e doramectina); dois benzimidazóis (albendazole e fembendazole) e um imidiatiazol (levamisole).
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Desde o lançamento da primeira lactona macrocíclica passou-se a empregar mais vermífugos injetáveis, deixando quase de lado os equipamentos para administração via oral. Como diz o ditado “o uso do cachimbo deixa a boca torta”. Mas, recentemente, com alguns novos estudos, resgatou-se a indicação de certos vermífugos orais, especialmente o fembendazole. Embora sua administração aos animais pareça não ter grandes mistérios, novas constatações indicam o contrário. É o que vou esclarecer neste artigo.
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Estive, em 1982, no lançamento da primeira lactona macrocíclica (ivermectina) no Brasil. Exterminava a maioria dos parasitas que via pela frente: carrapatos, bernes, sarnas, bicheiras e quase todos os tipos de vermes. Parecia o jargão daquele programa humorístico: “Os seus problemas acabaram!”. Mas o tempo passou e, após alguns anos, os carrapatos tiraram de letra, depois os bernes. Diminuiu a eficácia na prevenção das bicheiras e vários vermes gastrintestinais ficaram razoavelmente imunes àquele vermífugo e outras lactonas lançadas posteriormente.
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Desde o lançamento da primeira lactona macrocíclica passou-se a empregar mais vermífugos injetáveis, deixando quase de lado os equipamentos para administração via oral. Como diz o ditado “o uso do cachimbo deixa a boca torta”. Mas, recentemente, com alguns novos estudos, resgatou-se a indicação de certos vermífugos orais, especialmente o fembendazole. Embora sua administração aos animais pareça não ter grandes mistérios, novas constatações indicam o contrário. É o que vou esclarecer neste artigo.
Estive, em 1982, no lançamento da primeira lactona macrocíclica (ivermectina) no Brasil. Exterminava a maioria dos parasitas que via pela frente: carrapatos, bernes, sarnas, bicheiras e quase todos os tipos de vermes. Parecia o jargão daquele programa humorístico: “Os seus problemas acabaram!”. Mas o tempo passou e, após alguns anos, os carrapatos tiraram de letra, depois os bernes. Diminuiu a eficácia na prevenção das bicheiras e vários vermes gastrintestinais ficaram razoavelmente imunes àquele vermífugo e outras lactonas lançadas posteriormente.
De lá para cá, muita coisa mudou. Estudou-se o momento correto da vermifugação estratégica (chamada de “5-8-11”) para gado de corte criado no Brasil Central e outras regiões (vermifugados em outros meses). Novas bases de vermífugos foram lançadas e a eficiência dos anti-helmínticos foi constantemente avaliada. Com esses dados em mãos, especialistas passaram a indicar bases mais eficientes para o tratamento estratégico das verminoses, destacando-se duas lactonas macrocíclicas (moxedectina e doramectina); dois benzimidazóis (albendazole e fembendazole) e um imidiatiazol (levamisole).
Resgate da via oral
Desde o lançamento da primeira lactona macrocíclica passou-se a empregar mais vermífugos injetáveis, deixando quase de lado os equipamentos para administração via oral. Como diz o ditado “o uso do cachimbo deixa a boca torta”. Mas, recentemente, com alguns novos estudos, resgatou-se a indicação de certos vermífugos orais, especialmente o fembendazole. Embora sua administração aos animais pareça não ter grandes mistérios, novas constatações indicam o contrário. É o que vou esclarecer neste artigo.
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Por Enrico Ortolani – Professor titular de Clínica de Ruminantes da FMVZ-USP (ortolani@usp.br)
Estive, em 1982, no lançamento da primeira lactona macrocíclica (ivermectina) no Brasil. Exterminava a maioria dos parasitas que via pela frente: carrapatos, bernes, sarnas, bicheiras e quase todos os tipos de vermes. Parecia o jargão daquele programa humorístico: “Os seus problemas acabaram!”. Mas o tempo passou e, após alguns anos, os carrapatos tiraram de letra, depois os bernes. Diminuiu a eficácia na prevenção das bicheiras e vários vermes gastrintestinais ficaram razoavelmente imunes àquele vermífugo e outras lactonas lançadas posteriormente.
De lá para cá, muita coisa mudou. Estudou-se o momento correto da vermifugação estratégica (chamada de “5-8-11”) para gado de corte criado no Brasil Central e outras regiões (vermifugados em outros meses). Novas bases de vermífugos foram lançadas e a eficiência dos anti-helmínticos foi constantemente avaliada. Com esses dados em mãos, especialistas passaram a indicar bases mais eficientes para o tratamento estratégico das verminoses, destacando-se duas lactonas macrocíclicas (moxedectina e doramectina); dois benzimidazóis (albendazole e fembendazole) e um imidiatiazol (levamisole).
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Estive, em 1982, no lançamento da primeira lactona macrocíclica (ivermectina) no Brasil. Exterminava a maioria dos parasitas que via pela frente: carrapatos, bernes, sarnas, bicheiras e quase todos os tipos de vermes. Parecia o jargão daquele programa humorístico: “Os seus problemas acabaram!”. Mas o tempo passou e, após alguns anos, os carrapatos tiraram de letra, depois os bernes. Diminuiu a eficácia na prevenção das bicheiras e vários vermes gastrintestinais ficaram razoavelmente imunes àquele vermífugo e outras lactonas lançadas posteriormente.
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Por Enrico Ortolani – Professor titular de Clínica de Ruminantes da FMVZ-USP (ortolani@usp.br)
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De lá para cá, muita coisa mudou. Estudou-se o momento correto da vermifugação estratégica (chamada de “5-8-11”) para gado de corte criado no Brasil Central e outras regiões (vermifugados em outros meses). Novas bases de vermífugos foram lançadas e a eficiência dos anti-helmínticos foi constantemente avaliada. Com esses dados em mãos, especialistas passaram a indicar bases mais eficientes para o tratamento estratégico das verminoses, destacando-se duas lactonas macrocíclicas (moxedectina e doramectina); dois benzimidazóis (albendazole e fembendazole) e um imidiatiazol (levamisole).
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