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Um raio X da pecuária a pasto

Benchmarking Pasto Probeef avaliou dados de 200.000 bovinos pertencentes a 27 fazendas, que produzem, em média, 12@/ha/ano

GMD nas fazendas de ciclo completo foi de 431 g/cab/dia.

Por Carolina Rodrigues

Fazer uma radiografia da nutrição a pasto no Brasil. Essa é a proposta do Benchmarking Pasto Probeef, da Nutron/Cargill, que avaliou, pelo segundo ano consecutivo, a “maturidade gerencial” de 27 pecuaristas. Esse conceito pressupõe investimento em tecnologia para lucro máximo e não para custo mínimo, como definiu Pedro Veiga, gerente global de tecnologia da empresa, em entrevista à DBO.

Os dados foram obtidos a partir de uma base de produtores selecionados dentro de amplo universo de clientes da Nutron/Cargill, com o intuito de assegurar informação de qualidade. “Partimos de produtores que tivessem alguma metodologia de coleta de dados na fazenda. Podia ser software, planilha de excel, caderno, anotações em saco de pão”, brinca o consultor nacional de bovinos de corte da Cargill, Luiz Carrijo, para quem a coleta de dados em fazendas de pecuária a pasto ainda representa um enorme desafio.

A empresa faz benchmarking de confinamentos há cinco anos, com mais de 600.000 animais distribuídos em 71 projetos. No levantamento a pasto, trabalhou com uma base de aproximadamente 200.000 animais.

Luiz Carrijo, consultor da Nutron/Cargill.

“É um cenário muito diferente do confinamento, onde o produtor tem um ambiente mais controlado, com todos os animais no mesmo local, fornecimento de comida monitorado, muitas vezes automatizado. O pasto é um ambiente muito mais desafiador para o controle de dados”, acrescenta Carrijo, que, mesmo neste universo mais “extremado”, percebeu ganho de eficiência. “Isso indica que podemos melhorar o que, na média, já é bom”, diz.

Principais indicadores

O benchmarking de pasto identificou as seguintes médias produtivas: taxa de lotação de 1,26 UA/ha; ganho de 617 g/cab/dia e produtividade próxima de 12@/ha/ano. Apenas 11% dos pecuaristas inseridos na base da pesquisa produziram cerca de 5@/ha/ano, hoje considerada a média da produtividade nacional. “Para nós, sem dúvida, é um retrato muito interessante do perfil do nosso cliente, que é o pecuarista com médio/alto uso de tecnologia”, acrescenta Pedro Veiga.

O objetivo do levantamento é comparar os indicadores produtivo-econômicos dessas propriedades, posicionando-as em relação a seus “pares” (fazendas com o mesmo perfil), tanto para traçar estratégias de mercado, quanto para identificar oportunidade de melhoria da porteira para dentro.

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Os dados foram obtidos a partir de uma base de produtores selecionados dentro de amplo universo de clientes da Nutron/Cargill, com o intuito de assegurar informação de qualidade. “Partimos de produtores que tivessem alguma metodologia de coleta de dados na fazenda. Podia ser software, planilha de excel, caderno, anotações em saco de pão”, brinca o consultor nacional de bovinos de corte da Cargill, Luiz Carrijo, para quem a coleta de dados em fazendas de pecuária a pasto ainda representa um enorme desafio.

A empresa faz benchmarking de confinamentos há cinco anos, com mais de 600.000 animais distribuídos em 71 projetos. No levantamento a pasto, trabalhou com uma base de aproximadamente 200.000 animais.

Luiz Carrijo, consultor da Nutron/Cargill.

“É um cenário muito diferente do confinamento, onde o produtor tem um ambiente mais controlado, com todos os animais no mesmo local, fornecimento de comida monitorado, muitas vezes automatizado. O pasto é um ambiente muito mais desafiador para o controle de dados”, acrescenta Carrijo, que, mesmo neste universo mais “extremado”, percebeu ganho de eficiência. “Isso indica que podemos melhorar o que, na média, já é bom”, diz.

Principais indicadores

O benchmarking de pasto identificou as seguintes médias produtivas: taxa de lotação de 1,26 UA/ha; ganho de 617 g/cab/dia e produtividade próxima de 12@/ha/ano. Apenas 11% dos pecuaristas inseridos na base da pesquisa produziram cerca de 5@/ha/ano, hoje considerada a média da produtividade nacional. “Para nós, sem dúvida, é um retrato muito interessante do perfil do nosso cliente, que é o pecuarista com médio/alto uso de tecnologia”, acrescenta Pedro Veiga.

O objetivo do levantamento é comparar os indicadores produtivo-econômicos dessas propriedades, posicionando-as em relação a seus “pares” (fazendas com o mesmo perfil), tanto para traçar estratégias de mercado, quanto para identificar oportunidade de melhoria da porteira para dentro.

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Fazer uma radiografia da nutrição a pasto no Brasil. Essa é a proposta do Benchmarking Pasto Probeef, da Nutron/Cargill, que avaliou, pelo segundo ano consecutivo, a “maturidade gerencial” de 27 pecuaristas. Esse conceito pressupõe investimento em tecnologia para lucro máximo e não para custo mínimo, como definiu Pedro Veiga, gerente global de tecnologia da empresa, em entrevista à DBO.

Os dados foram obtidos a partir de uma base de produtores selecionados dentro de amplo universo de clientes da Nutron/Cargill, com o intuito de assegurar informação de qualidade. “Partimos de produtores que tivessem alguma metodologia de coleta de dados na fazenda. Podia ser software, planilha de excel, caderno, anotações em saco de pão”, brinca o consultor nacional de bovinos de corte da Cargill, Luiz Carrijo, para quem a coleta de dados em fazendas de pecuária a pasto ainda representa um enorme desafio.

A empresa faz benchmarking de confinamentos há cinco anos, com mais de 600.000 animais distribuídos em 71 projetos. No levantamento a pasto, trabalhou com uma base de aproximadamente 200.000 animais.

Luiz Carrijo, consultor da Nutron/Cargill.

“É um cenário muito diferente do confinamento, onde o produtor tem um ambiente mais controlado, com todos os animais no mesmo local, fornecimento de comida monitorado, muitas vezes automatizado. O pasto é um ambiente muito mais desafiador para o controle de dados”, acrescenta Carrijo, que, mesmo neste universo mais “extremado”, percebeu ganho de eficiência. “Isso indica que podemos melhorar o que, na média, já é bom”, diz.

Principais indicadores

O benchmarking de pasto identificou as seguintes médias produtivas: taxa de lotação de 1,26 UA/ha; ganho de 617 g/cab/dia e produtividade próxima de 12@/ha/ano. Apenas 11% dos pecuaristas inseridos na base da pesquisa produziram cerca de 5@/ha/ano, hoje considerada a média da produtividade nacional. “Para nós, sem dúvida, é um retrato muito interessante do perfil do nosso cliente, que é o pecuarista com médio/alto uso de tecnologia”, acrescenta Pedro Veiga.

O objetivo do levantamento é comparar os indicadores produtivo-econômicos dessas propriedades, posicionando-as em relação a seus “pares” (fazendas com o mesmo perfil), tanto para traçar estratégias de mercado, quanto para identificar oportunidade de melhoria da porteira para dentro.

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Luiz Carrijo, consultor da Nutron/Cargill.

“É um cenário muito diferente do confinamento, onde o produtor tem um ambiente mais controlado, com todos os animais no mesmo local, fornecimento de comida monitorado, muitas vezes automatizado. O pasto é um ambiente muito mais desafiador para o controle de dados”, acrescenta Carrijo, que, mesmo neste universo mais “extremado”, percebeu ganho de eficiência. “Isso indica que podemos melhorar o que, na média, já é bom”, diz.

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O benchmarking de pasto identificou as seguintes médias produtivas: taxa de lotação de 1,26 UA/ha; ganho de 617 g/cab/dia e produtividade próxima de 12@/ha/ano. Apenas 11% dos pecuaristas inseridos na base da pesquisa produziram cerca de 5@/ha/ano, hoje considerada a média da produtividade nacional. “Para nós, sem dúvida, é um retrato muito interessante do perfil do nosso cliente, que é o pecuarista com médio/alto uso de tecnologia”, acrescenta Pedro Veiga.

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“É um cenário muito diferente do confinamento, onde o produtor tem um ambiente mais controlado, com todos os animais no mesmo local, fornecimento de comida monitorado, muitas vezes automatizado. O pasto é um ambiente muito mais desafiador para o controle de dados”, acrescenta Carrijo, que, mesmo neste universo mais “extremado”, percebeu ganho de eficiência. “Isso indica que podemos melhorar o que, na média, já é bom”, diz.

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“É um cenário muito diferente do confinamento, onde o produtor tem um ambiente mais controlado, com todos os animais no mesmo local, fornecimento de comida monitorado, muitas vezes automatizado. O pasto é um ambiente muito mais desafiador para o controle de dados”, acrescenta Carrijo, que, mesmo neste universo mais “extremado”, percebeu ganho de eficiência. “Isso indica que podemos melhorar o que, na média, já é bom”, diz.

Principais indicadores

O benchmarking de pasto identificou as seguintes médias produtivas: taxa de lotação de 1,26 UA/ha; ganho de 617 g/cab/dia e produtividade próxima de 12@/ha/ano. Apenas 11% dos pecuaristas inseridos na base da pesquisa produziram cerca de 5@/ha/ano, hoje considerada a média da produtividade nacional. “Para nós, sem dúvida, é um retrato muito interessante do perfil do nosso cliente, que é o pecuarista com médio/alto uso de tecnologia”, acrescenta Pedro Veiga.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

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Luiz Carrijo, consultor da Nutron/Cargill.

“É um cenário muito diferente do confinamento, onde o produtor tem um ambiente mais controlado, com todos os animais no mesmo local, fornecimento de comida monitorado, muitas vezes automatizado. O pasto é um ambiente muito mais desafiador para o controle de dados”, acrescenta Carrijo, que, mesmo neste universo mais “extremado”, percebeu ganho de eficiência. “Isso indica que podemos melhorar o que, na média, já é bom”, diz.

Principais indicadores

O benchmarking de pasto identificou as seguintes médias produtivas: taxa de lotação de 1,26 UA/ha; ganho de 617 g/cab/dia e produtividade próxima de 12@/ha/ano. Apenas 11% dos pecuaristas inseridos na base da pesquisa produziram cerca de 5@/ha/ano, hoje considerada a média da produtividade nacional. “Para nós, sem dúvida, é um retrato muito interessante do perfil do nosso cliente, que é o pecuarista com médio/alto uso de tecnologia”, acrescenta Pedro Veiga.

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Os dados foram obtidos a partir de uma base de produtores selecionados dentro de amplo universo de clientes da Nutron/Cargill, com o intuito de assegurar informação de qualidade. “Partimos de produtores que tivessem alguma metodologia de coleta de dados na fazenda. Podia ser software, planilha de excel, caderno, anotações em saco de pão”, brinca o consultor nacional de bovinos de corte da Cargill, Luiz Carrijo, para quem a coleta de dados em fazendas de pecuária a pasto ainda representa um enorme desafio.

A empresa faz benchmarking de confinamentos há cinco anos, com mais de 600.000 animais distribuídos em 71 projetos. No levantamento a pasto, trabalhou com uma base de aproximadamente 200.000 animais.

Luiz Carrijo, consultor da Nutron/Cargill.

“É um cenário muito diferente do confinamento, onde o produtor tem um ambiente mais controlado, com todos os animais no mesmo local, fornecimento de comida monitorado, muitas vezes automatizado. O pasto é um ambiente muito mais desafiador para o controle de dados”, acrescenta Carrijo, que, mesmo neste universo mais “extremado”, percebeu ganho de eficiência. “Isso indica que podemos melhorar o que, na média, já é bom”, diz.

Principais indicadores

O benchmarking de pasto identificou as seguintes médias produtivas: taxa de lotação de 1,26 UA/ha; ganho de 617 g/cab/dia e produtividade próxima de 12@/ha/ano. Apenas 11% dos pecuaristas inseridos na base da pesquisa produziram cerca de 5@/ha/ano, hoje considerada a média da produtividade nacional. “Para nós, sem dúvida, é um retrato muito interessante do perfil do nosso cliente, que é o pecuarista com médio/alto uso de tecnologia”, acrescenta Pedro Veiga.

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Luiz Carrijo, consultor da Nutron/Cargill.

“É um cenário muito diferente do confinamento, onde o produtor tem um ambiente mais controlado, com todos os animais no mesmo local, fornecimento de comida monitorado, muitas vezes automatizado. O pasto é um ambiente muito mais desafiador para o controle de dados”, acrescenta Carrijo, que, mesmo neste universo mais “extremado”, percebeu ganho de eficiência. “Isso indica que podemos melhorar o que, na média, já é bom”, diz.

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Por Carolina Rodrigues

Fazer uma radiografia da nutrição a pasto no Brasil. Essa é a proposta do Benchmarking Pasto Probeef, da Nutron/Cargill, que avaliou, pelo segundo ano consecutivo, a “maturidade gerencial” de 27 pecuaristas. Esse conceito pressupõe investimento em tecnologia para lucro máximo e não para custo mínimo, como definiu Pedro Veiga, gerente global de tecnologia da empresa, em entrevista à DBO.

Os dados foram obtidos a partir de uma base de produtores selecionados dentro de amplo universo de clientes da Nutron/Cargill, com o intuito de assegurar informação de qualidade. “Partimos de produtores que tivessem alguma metodologia de coleta de dados na fazenda. Podia ser software, planilha de excel, caderno, anotações em saco de pão”, brinca o consultor nacional de bovinos de corte da Cargill, Luiz Carrijo, para quem a coleta de dados em fazendas de pecuária a pasto ainda representa um enorme desafio.

A empresa faz benchmarking de confinamentos há cinco anos, com mais de 600.000 animais distribuídos em 71 projetos. No levantamento a pasto, trabalhou com uma base de aproximadamente 200.000 animais.

Luiz Carrijo, consultor da Nutron/Cargill.

“É um cenário muito diferente do confinamento, onde o produtor tem um ambiente mais controlado, com todos os animais no mesmo local, fornecimento de comida monitorado, muitas vezes automatizado. O pasto é um ambiente muito mais desafiador para o controle de dados”, acrescenta Carrijo, que, mesmo neste universo mais “extremado”, percebeu ganho de eficiência. “Isso indica que podemos melhorar o que, na média, já é bom”, diz.

Principais indicadores

O benchmarking de pasto identificou as seguintes médias produtivas: taxa de lotação de 1,26 UA/ha; ganho de 617 g/cab/dia e produtividade próxima de 12@/ha/ano. Apenas 11% dos pecuaristas inseridos na base da pesquisa produziram cerca de 5@/ha/ano, hoje considerada a média da produtividade nacional. “Para nós, sem dúvida, é um retrato muito interessante do perfil do nosso cliente, que é o pecuarista com médio/alto uso de tecnologia”, acrescenta Pedro Veiga.

O objetivo do levantamento é comparar os indicadores produtivo-econômicos dessas propriedades, posicionando-as em relação a seus “pares” (fazendas com o mesmo perfil), tanto para traçar estratégias de mercado, quanto para identificar oportunidade de melhoria da porteira para dentro.

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Média das fêmeas foi 116% superior à registrada em igual período do ano passado

GMD nas fazendas de ciclo completo foi de 431 g/cab/dia.

Por Carolina Rodrigues

Fazer uma radiografia da nutrição a pasto no Brasil. Essa é a proposta do Benchmarking Pasto Probeef, da Nutron/Cargill, que avaliou, pelo segundo ano consecutivo, a “maturidade gerencial” de 27 pecuaristas. Esse conceito pressupõe investimento em tecnologia para lucro máximo e não para custo mínimo, como definiu Pedro Veiga, gerente global de tecnologia da empresa, em entrevista à DBO.

Os dados foram obtidos a partir de uma base de produtores selecionados dentro de amplo universo de clientes da Nutron/Cargill, com o intuito de assegurar informação de qualidade. “Partimos de produtores que tivessem alguma metodologia de coleta de dados na fazenda. Podia ser software, planilha de excel, caderno, anotações em saco de pão”, brinca o consultor nacional de bovinos de corte da Cargill, Luiz Carrijo, para quem a coleta de dados em fazendas de pecuária a pasto ainda representa um enorme desafio.

A empresa faz benchmarking de confinamentos há cinco anos, com mais de 600.000 animais distribuídos em 71 projetos. No levantamento a pasto, trabalhou com uma base de aproximadamente 200.000 animais.

Luiz Carrijo, consultor da Nutron/Cargill.

“É um cenário muito diferente do confinamento, onde o produtor tem um ambiente mais controlado, com todos os animais no mesmo local, fornecimento de comida monitorado, muitas vezes automatizado. O pasto é um ambiente muito mais desafiador para o controle de dados”, acrescenta Carrijo, que, mesmo neste universo mais “extremado”, percebeu ganho de eficiência. “Isso indica que podemos melhorar o que, na média, já é bom”, diz.

Principais indicadores

O benchmarking de pasto identificou as seguintes médias produtivas: taxa de lotação de 1,26 UA/ha; ganho de 617 g/cab/dia e produtividade próxima de 12@/ha/ano. Apenas 11% dos pecuaristas inseridos na base da pesquisa produziram cerca de 5@/ha/ano, hoje considerada a média da produtividade nacional. “Para nós, sem dúvida, é um retrato muito interessante do perfil do nosso cliente, que é o pecuarista com médio/alto uso de tecnologia”, acrescenta Pedro Veiga.

O objetivo do levantamento é comparar os indicadores produtivo-econômicos dessas propriedades, posicionando-as em relação a seus “pares” (fazendas com o mesmo perfil), tanto para traçar estratégias de mercado, quanto para identificar oportunidade de melhoria da porteira para dentro.

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GMD nas fazendas de ciclo completo foi de 431 g/cab/dia.

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Fazer uma radiografia da nutrição a pasto no Brasil. Essa é a proposta do Benchmarking Pasto Probeef, da Nutron/Cargill, que avaliou, pelo segundo ano consecutivo, a “maturidade gerencial” de 27 pecuaristas. Esse conceito pressupõe investimento em tecnologia para lucro máximo e não para custo mínimo, como definiu Pedro Veiga, gerente global de tecnologia da empresa, em entrevista à DBO.

Os dados foram obtidos a partir de uma base de produtores selecionados dentro de amplo universo de clientes da Nutron/Cargill, com o intuito de assegurar informação de qualidade. “Partimos de produtores que tivessem alguma metodologia de coleta de dados na fazenda. Podia ser software, planilha de excel, caderno, anotações em saco de pão”, brinca o consultor nacional de bovinos de corte da Cargill, Luiz Carrijo, para quem a coleta de dados em fazendas de pecuária a pasto ainda representa um enorme desafio.

A empresa faz benchmarking de confinamentos há cinco anos, com mais de 600.000 animais distribuídos em 71 projetos. No levantamento a pasto, trabalhou com uma base de aproximadamente 200.000 animais.

Luiz Carrijo, consultor da Nutron/Cargill.

“É um cenário muito diferente do confinamento, onde o produtor tem um ambiente mais controlado, com todos os animais no mesmo local, fornecimento de comida monitorado, muitas vezes automatizado. O pasto é um ambiente muito mais desafiador para o controle de dados”, acrescenta Carrijo, que, mesmo neste universo mais “extremado”, percebeu ganho de eficiência. “Isso indica que podemos melhorar o que, na média, já é bom”, diz.

Principais indicadores

O benchmarking de pasto identificou as seguintes médias produtivas: taxa de lotação de 1,26 UA/ha; ganho de 617 g/cab/dia e produtividade próxima de 12@/ha/ano. Apenas 11% dos pecuaristas inseridos na base da pesquisa produziram cerca de 5@/ha/ano, hoje considerada a média da produtividade nacional. “Para nós, sem dúvida, é um retrato muito interessante do perfil do nosso cliente, que é o pecuarista com médio/alto uso de tecnologia”, acrescenta Pedro Veiga.

O objetivo do levantamento é comparar os indicadores produtivo-econômicos dessas propriedades, posicionando-as em relação a seus “pares” (fazendas com o mesmo perfil), tanto para traçar estratégias de mercado, quanto para identificar oportunidade de melhoria da porteira para dentro.

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