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Tereza Cristina defende autocontrole na agropecuária

De acordo com a ministra, “o Estado não tem mais pernas, o Brasil cresceu muito”. Modelo não dispensa fiscalização
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A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, defendeu sistemas de autocontrole na atividade agropecuária em lugar das atuais formas de fiscalização adotadas pelo governo. “O autocontrole nada mais é do que a responsabilidade de ambos os lados. O setor privado tem que cumprir sua parte, nós precisamos ir lá e ver se os protocolos estão sendo seguidos”, explicou ela durante a abertura do Seminário Boas Práticas de Fabricação e Autocontrole, em Brasília.

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De acordo com ela, “o Estado não tem mais pernas, o Brasil cresceu muito, a nossa economia no agronegócio é gigante e nós não temos mais como fazer esse controle diário, mas nós podemos fazer ele bem feito”.  Com o autocontrole, explicou a ministra,  o governo continuará responsável pela fiscalização, sem a necessidade de acompanhar diariamente a atividade no campo. Ainda segundo Cristina, cada segmento do agronegócio terá uma definição específica de controle de sua própria produção caso o modelo venah a ser adotado.

A ministra ressaltou que a abertura do diálogo para mudanças na forma de fiscalização e controle é uma evolução no país e que o autocontrole é tendência mundial. “O mundo evoluiu e nós temos que evoluir também nos nossos sistemas de fiscalização e de controle. E cada vez a evolução exige mais da gente porque o consumidor lá na ponta quer a segurança de que o que ele está comprando e que o seu alimento é de boa qualidade”.

Segundo Tereza Cristina, o debate inaugura “um novo momento do Ministério da Agricultura na defesa sanitária”.

 

 

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