Revista DBO | TIP também demanda protocolo de adaptação
Técnica, que tem adoção crescente no País, demanda ajustes finos para potencializar resultados zootécnicos
Por Ariosto Mesquita
Adaptação de 21 dias evita problemas metabólicos.
Estruturada por especialistas em nutrição e usada por produtores desde a década de 2000, a Terminação Intensiva a Pasto (TIP) apresenta nítido crescimento no País, exigindo ajustes finos para potencializar seus resultados. Uma das preocupações atuais de pesquisadores e empresas é a adequada adaptação do animal que sai de uma dieta exclusivamente a pasto para outra que inclui concentrado em altos percentuais.
No dia 22 de julho, durante a 2ª edição do Encontro de Integração Tecnológica do Agronegócio (Interagro 2022), realizada em Campo Grande (MS), a Embrapa Gado de Corte, em parceria com a Connan, apresentou um protocolo nutricional específico para essa fase de transição, visando evitar transtornos metabólicos.
“Percebemos que problemas surgiam a partir da troca da alimentação. O mais grave deles é a acidose ruminal, que ocorre quando uma dieta rica em amido provoca uma fermentação rápida no rúmen do animal. E quando isso acontece, há uma queda de rendimento do bovino. Não chegamos a testar diferentes modelos de adaptação. Estamos sugerindo um que testamos e apresentou bons resultados”, explica o pesquisador Rodrigo Gomes, da Embrapa Gado de Corte.
O protocolo, que parte do princípio de fornecimento gradual de concentrado, foi detalhado pelo zootecnista Leopoldo Pepiliasco, da Connan. Para TIP, ele sugere uma dieta à base de 85% de milho e 15% de proteico-mineral com aditivos. A participação do cereal pode cair para 40%, caso sejam adicionados 45% de casca de soja, aveia ou trigo. Os 85% de milho podem ser substituídos integralmente por sorgo ou por gérmen de milho. O proteico-mineral proposto tem em sua composição itens como farelo de soja, farelo de trigo, polpa cítrica, carbonato de cálcio, ureia, monensina sódica e virginiamicina.
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Estruturada por especialistas em nutrição e usada por produtores desde a década de 2000, a Terminação Intensiva a Pasto (TIP) apresenta nítido crescimento no País, exigindo ajustes finos para potencializar seus resultados. Uma das preocupações atuais de pesquisadores e empresas é a adequada adaptação do animal que sai de uma dieta exclusivamente a pasto para outra que inclui concentrado em altos percentuais.
No dia 22 de julho, durante a 2ª edição do Encontro de Integração Tecnológica do Agronegócio (Interagro 2022), realizada em Campo Grande (MS), a Embrapa Gado de Corte, em parceria com a Connan, apresentou um protocolo nutricional específico para essa fase de transição, visando evitar transtornos metabólicos.
“Percebemos que problemas surgiam a partir da troca da alimentação. O mais grave deles é a acidose ruminal, que ocorre quando uma dieta rica em amido provoca uma fermentação rápida no rúmen do animal. E quando isso acontece, há uma queda de rendimento do bovino. Não chegamos a testar diferentes modelos de adaptação. Estamos sugerindo um que testamos e apresentou bons resultados”, explica o pesquisador Rodrigo Gomes, da Embrapa Gado de Corte.
O protocolo, que parte do princípio de fornecimento gradual de concentrado, foi detalhado pelo zootecnista Leopoldo Pepiliasco, da Connan. Para TIP, ele sugere uma dieta à base de 85% de milho e 15% de proteico-mineral com aditivos. A participação do cereal pode cair para 40%, caso sejam adicionados 45% de casca de soja, aveia ou trigo. Os 85% de milho podem ser substituídos integralmente por sorgo ou por gérmen de milho. O proteico-mineral proposto tem em sua composição itens como farelo de soja, farelo de trigo, polpa cítrica, carbonato de cálcio, ureia, monensina sódica e virginiamicina.
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Adaptação de 21 dias evita problemas metabólicos.
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No dia 22 de julho, durante a 2ª edição do Encontro de Integração Tecnológica do Agronegócio (Interagro 2022), realizada em Campo Grande (MS), a Embrapa Gado de Corte, em parceria com a Connan, apresentou um protocolo nutricional específico para essa fase de transição, visando evitar transtornos metabólicos.
“Percebemos que problemas surgiam a partir da troca da alimentação. O mais grave deles é a acidose ruminal, que ocorre quando uma dieta rica em amido provoca uma fermentação rápida no rúmen do animal. E quando isso acontece, há uma queda de rendimento do bovino. Não chegamos a testar diferentes modelos de adaptação. Estamos sugerindo um que testamos e apresentou bons resultados”, explica o pesquisador Rodrigo Gomes, da Embrapa Gado de Corte.
O protocolo, que parte do princípio de fornecimento gradual de concentrado, foi detalhado pelo zootecnista Leopoldo Pepiliasco, da Connan. Para TIP, ele sugere uma dieta à base de 85% de milho e 15% de proteico-mineral com aditivos. A participação do cereal pode cair para 40%, caso sejam adicionados 45% de casca de soja, aveia ou trigo. Os 85% de milho podem ser substituídos integralmente por sorgo ou por gérmen de milho. O proteico-mineral proposto tem em sua composição itens como farelo de soja, farelo de trigo, polpa cítrica, carbonato de cálcio, ureia, monensina sódica e virginiamicina.
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No dia 22 de julho, durante a 2ª edição do Encontro de Integração Tecnológica do Agronegócio (Interagro 2022), realizada em Campo Grande (MS), a Embrapa Gado de Corte, em parceria com a Connan, apresentou um protocolo nutricional específico para essa fase de transição, visando evitar transtornos metabólicos.
“Percebemos que problemas surgiam a partir da troca da alimentação. O mais grave deles é a acidose ruminal, que ocorre quando uma dieta rica em amido provoca uma fermentação rápida no rúmen do animal. E quando isso acontece, há uma queda de rendimento do bovino. Não chegamos a testar diferentes modelos de adaptação. Estamos sugerindo um que testamos e apresentou bons resultados”, explica o pesquisador Rodrigo Gomes, da Embrapa Gado de Corte.
O protocolo, que parte do princípio de fornecimento gradual de concentrado, foi detalhado pelo zootecnista Leopoldo Pepiliasco, da Connan. Para TIP, ele sugere uma dieta à base de 85% de milho e 15% de proteico-mineral com aditivos. A participação do cereal pode cair para 40%, caso sejam adicionados 45% de casca de soja, aveia ou trigo. Os 85% de milho podem ser substituídos integralmente por sorgo ou por gérmen de milho. O proteico-mineral proposto tem em sua composição itens como farelo de soja, farelo de trigo, polpa cítrica, carbonato de cálcio, ureia, monensina sódica e virginiamicina.
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No dia 22 de julho, durante a 2ª edição do Encontro de Integração Tecnológica do Agronegócio (Interagro 2022), realizada em Campo Grande (MS), a Embrapa Gado de Corte, em parceria com a Connan, apresentou um protocolo nutricional específico para essa fase de transição, visando evitar transtornos metabólicos.
“Percebemos que problemas surgiam a partir da troca da alimentação. O mais grave deles é a acidose ruminal, que ocorre quando uma dieta rica em amido provoca uma fermentação rápida no rúmen do animal. E quando isso acontece, há uma queda de rendimento do bovino. Não chegamos a testar diferentes modelos de adaptação. Estamos sugerindo um que testamos e apresentou bons resultados”, explica o pesquisador Rodrigo Gomes, da Embrapa Gado de Corte.
O protocolo, que parte do princípio de fornecimento gradual de concentrado, foi detalhado pelo zootecnista Leopoldo Pepiliasco, da Connan. Para TIP, ele sugere uma dieta à base de 85% de milho e 15% de proteico-mineral com aditivos. A participação do cereal pode cair para 40%, caso sejam adicionados 45% de casca de soja, aveia ou trigo. Os 85% de milho podem ser substituídos integralmente por sorgo ou por gérmen de milho. O proteico-mineral proposto tem em sua composição itens como farelo de soja, farelo de trigo, polpa cítrica, carbonato de cálcio, ureia, monensina sódica e virginiamicina.
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No dia 22 de julho, durante a 2ª edição do Encontro de Integração Tecnológica do Agronegócio (Interagro 2022), realizada em Campo Grande (MS), a Embrapa Gado de Corte, em parceria com a Connan, apresentou um protocolo nutricional específico para essa fase de transição, visando evitar transtornos metabólicos.
“Percebemos que problemas surgiam a partir da troca da alimentação. O mais grave deles é a acidose ruminal, que ocorre quando uma dieta rica em amido provoca uma fermentação rápida no rúmen do animal. E quando isso acontece, há uma queda de rendimento do bovino. Não chegamos a testar diferentes modelos de adaptação. Estamos sugerindo um que testamos e apresentou bons resultados”, explica o pesquisador Rodrigo Gomes, da Embrapa Gado de Corte.
O protocolo, que parte do princípio de fornecimento gradual de concentrado, foi detalhado pelo zootecnista Leopoldo Pepiliasco, da Connan. Para TIP, ele sugere uma dieta à base de 85% de milho e 15% de proteico-mineral com aditivos. A participação do cereal pode cair para 40%, caso sejam adicionados 45% de casca de soja, aveia ou trigo. Os 85% de milho podem ser substituídos integralmente por sorgo ou por gérmen de milho. O proteico-mineral proposto tem em sua composição itens como farelo de soja, farelo de trigo, polpa cítrica, carbonato de cálcio, ureia, monensina sódica e virginiamicina.
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“Percebemos que problemas surgiam a partir da troca da alimentação. O mais grave deles é a acidose ruminal, que ocorre quando uma dieta rica em amido provoca uma fermentação rápida no rúmen do animal. E quando isso acontece, há uma queda de rendimento do bovino. Não chegamos a testar diferentes modelos de adaptação. Estamos sugerindo um que testamos e apresentou bons resultados”, explica o pesquisador Rodrigo Gomes, da Embrapa Gado de Corte.
O protocolo, que parte do princípio de fornecimento gradual de concentrado, foi detalhado pelo zootecnista Leopoldo Pepiliasco, da Connan. Para TIP, ele sugere uma dieta à base de 85% de milho e 15% de proteico-mineral com aditivos. A participação do cereal pode cair para 40%, caso sejam adicionados 45% de casca de soja, aveia ou trigo. Os 85% de milho podem ser substituídos integralmente por sorgo ou por gérmen de milho. O proteico-mineral proposto tem em sua composição itens como farelo de soja, farelo de trigo, polpa cítrica, carbonato de cálcio, ureia, monensina sódica e virginiamicina.
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“Percebemos que problemas surgiam a partir da troca da alimentação. O mais grave deles é a acidose ruminal, que ocorre quando uma dieta rica em amido provoca uma fermentação rápida no rúmen do animal. E quando isso acontece, há uma queda de rendimento do bovino. Não chegamos a testar diferentes modelos de adaptação. Estamos sugerindo um que testamos e apresentou bons resultados”, explica o pesquisador Rodrigo Gomes, da Embrapa Gado de Corte.
O protocolo, que parte do princípio de fornecimento gradual de concentrado, foi detalhado pelo zootecnista Leopoldo Pepiliasco, da Connan. Para TIP, ele sugere uma dieta à base de 85% de milho e 15% de proteico-mineral com aditivos. A participação do cereal pode cair para 40%, caso sejam adicionados 45% de casca de soja, aveia ou trigo. Os 85% de milho podem ser substituídos integralmente por sorgo ou por gérmen de milho. O proteico-mineral proposto tem em sua composição itens como farelo de soja, farelo de trigo, polpa cítrica, carbonato de cálcio, ureia, monensina sódica e virginiamicina.
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No dia 22 de julho, durante a 2ª edição do Encontro de Integração Tecnológica do Agronegócio (Interagro 2022), realizada em Campo Grande (MS), a Embrapa Gado de Corte, em parceria com a Connan, apresentou um protocolo nutricional específico para essa fase de transição, visando evitar transtornos metabólicos.
“Percebemos que problemas surgiam a partir da troca da alimentação. O mais grave deles é a acidose ruminal, que ocorre quando uma dieta rica em amido provoca uma fermentação rápida no rúmen do animal. E quando isso acontece, há uma queda de rendimento do bovino. Não chegamos a testar diferentes modelos de adaptação. Estamos sugerindo um que testamos e apresentou bons resultados”, explica o pesquisador Rodrigo Gomes, da Embrapa Gado de Corte.
O protocolo, que parte do princípio de fornecimento gradual de concentrado, foi detalhado pelo zootecnista Leopoldo Pepiliasco, da Connan. Para TIP, ele sugere uma dieta à base de 85% de milho e 15% de proteico-mineral com aditivos. A participação do cereal pode cair para 40%, caso sejam adicionados 45% de casca de soja, aveia ou trigo. Os 85% de milho podem ser substituídos integralmente por sorgo ou por gérmen de milho. O proteico-mineral proposto tem em sua composição itens como farelo de soja, farelo de trigo, polpa cítrica, carbonato de cálcio, ureia, monensina sódica e virginiamicina.
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No dia 22 de julho, durante a 2ª edição do Encontro de Integração Tecnológica do Agronegócio (Interagro 2022), realizada em Campo Grande (MS), a Embrapa Gado de Corte, em parceria com a Connan, apresentou um protocolo nutricional específico para essa fase de transição, visando evitar transtornos metabólicos.
“Percebemos que problemas surgiam a partir da troca da alimentação. O mais grave deles é a acidose ruminal, que ocorre quando uma dieta rica em amido provoca uma fermentação rápida no rúmen do animal. E quando isso acontece, há uma queda de rendimento do bovino. Não chegamos a testar diferentes modelos de adaptação. Estamos sugerindo um que testamos e apresentou bons resultados”, explica o pesquisador Rodrigo Gomes, da Embrapa Gado de Corte.
O protocolo, que parte do princípio de fornecimento gradual de concentrado, foi detalhado pelo zootecnista Leopoldo Pepiliasco, da Connan. Para TIP, ele sugere uma dieta à base de 85% de milho e 15% de proteico-mineral com aditivos. A participação do cereal pode cair para 40%, caso sejam adicionados 45% de casca de soja, aveia ou trigo. Os 85% de milho podem ser substituídos integralmente por sorgo ou por gérmen de milho. O proteico-mineral proposto tem em sua composição itens como farelo de soja, farelo de trigo, polpa cítrica, carbonato de cálcio, ureia, monensina sódica e virginiamicina.
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