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Quem planeja erra menos

Paulo Eugênio Carvalho Câmara, da Rehagro Consultoria, oferece um roteiro para o bom planejamento na pecuária

Por Paulo Eugênio Carvalho Câmara – Médico veterinário e consultor de pecuária de corte da Rehagro Consultoria, de MG.

Existe um ditado muito sábio que diz “quem planeja às vezes erra, e quem não planeja às vezes acerta”. Isso reforça a importância de se planejar estrategicamente qualquer atividade, cumprindo três etapas distintas: determinação do objetivo, diagnóstico da situação e busca dos meios para se alcançar esse objetivo. O processo é semelhante ao da elaboração de um roteiro de viagem: primeiro, define-se o destino; depois, as condições para partida e, finalmente, como chegar ao local. Durante o trajeto, mesmo com planejamento, podem acontecer imprevistos, como alterações no tempo de viagem, por exemplo.

Por isso, deve haver monitoramento constante para que tudo corra conforme o desejado. Caso aconteça alguma interferência, a velocidade deverá ser reajustada para que o tempo de chegada se mantenha. A metodologia descrita acima é denominada PDCA, sigla em inglês para Plan (planejar), Do (fazer), Check (checar) e Act (agir de forma corretiva). Seu objetivo é obter melhoria contínua nos processos de uma empresa, visando cumprimento de metas pré-estabelecidas.

Na pecuária de corte, não é diferente. Erros ou ausência de planejamento tornam mais difícil, para o produtor, alcançar os objetivos traçados, além de elevar custos. Vejamos um exemplo clássico: quando se define uma dieta para determinado ganho médio diário (GMD), que define a velocidade do processo, e esse ganho não é atingido por alguma deficiência de manejo, o animal fica mais tempo na propriedade, aumentando os custos e reduzindo o lucro/cab. Quanto maior for a frequência de monitoramento, maiores serão as chances para correção de erros.

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Existe um ditado muito sábio que diz “quem planeja às vezes erra, e quem não planeja às vezes acerta”. Isso reforça a importância de se planejar estrategicamente qualquer atividade, cumprindo três etapas distintas: determinação do objetivo, diagnóstico da situação e busca dos meios para se alcançar esse objetivo. O processo é semelhante ao da elaboração de um roteiro de viagem: primeiro, define-se o destino; depois, as condições para partida e, finalmente, como chegar ao local. Durante o trajeto, mesmo com planejamento, podem acontecer imprevistos, como alterações no tempo de viagem, por exemplo.

Por isso, deve haver monitoramento constante para que tudo corra conforme o desejado. Caso aconteça alguma interferência, a velocidade deverá ser reajustada para que o tempo de chegada se mantenha. A metodologia descrita acima é denominada PDCA, sigla em inglês para Plan (planejar), Do (fazer), Check (checar) e Act (agir de forma corretiva). Seu objetivo é obter melhoria contínua nos processos de uma empresa, visando cumprimento de metas pré-estabelecidas.

Na pecuária de corte, não é diferente. Erros ou ausência de planejamento tornam mais difícil, para o produtor, alcançar os objetivos traçados, além de elevar custos. Vejamos um exemplo clássico: quando se define uma dieta para determinado ganho médio diário (GMD), que define a velocidade do processo, e esse ganho não é atingido por alguma deficiência de manejo, o animal fica mais tempo na propriedade, aumentando os custos e reduzindo o lucro/cab. Quanto maior for a frequência de monitoramento, maiores serão as chances para correção de erros.

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Existe um ditado muito sábio que diz “quem planeja às vezes erra, e quem não planeja às vezes acerta”. Isso reforça a importância de se planejar estrategicamente qualquer atividade, cumprindo três etapas distintas: determinação do objetivo, diagnóstico da situação e busca dos meios para se alcançar esse objetivo. O processo é semelhante ao da elaboração de um roteiro de viagem: primeiro, define-se o destino; depois, as condições para partida e, finalmente, como chegar ao local. Durante o trajeto, mesmo com planejamento, podem acontecer imprevistos, como alterações no tempo de viagem, por exemplo.

Por isso, deve haver monitoramento constante para que tudo corra conforme o desejado. Caso aconteça alguma interferência, a velocidade deverá ser reajustada para que o tempo de chegada se mantenha. A metodologia descrita acima é denominada PDCA, sigla em inglês para Plan (planejar), Do (fazer), Check (checar) e Act (agir de forma corretiva). Seu objetivo é obter melhoria contínua nos processos de uma empresa, visando cumprimento de metas pré-estabelecidas.

Na pecuária de corte, não é diferente. Erros ou ausência de planejamento tornam mais difícil, para o produtor, alcançar os objetivos traçados, além de elevar custos. Vejamos um exemplo clássico: quando se define uma dieta para determinado ganho médio diário (GMD), que define a velocidade do processo, e esse ganho não é atingido por alguma deficiência de manejo, o animal fica mais tempo na propriedade, aumentando os custos e reduzindo o lucro/cab. Quanto maior for a frequência de monitoramento, maiores serão as chances para correção de erros.

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Por isso, deve haver monitoramento constante para que tudo corra conforme o desejado. Caso aconteça alguma interferência, a velocidade deverá ser reajustada para que o tempo de chegada se mantenha. A metodologia descrita acima é denominada PDCA, sigla em inglês para Plan (planejar), Do (fazer), Check (checar) e Act (agir de forma corretiva). Seu objetivo é obter melhoria contínua nos processos de uma empresa, visando cumprimento de metas pré-estabelecidas.

Na pecuária de corte, não é diferente. Erros ou ausência de planejamento tornam mais difícil, para o produtor, alcançar os objetivos traçados, além de elevar custos. Vejamos um exemplo clássico: quando se define uma dieta para determinado ganho médio diário (GMD), que define a velocidade do processo, e esse ganho não é atingido por alguma deficiência de manejo, o animal fica mais tempo na propriedade, aumentando os custos e reduzindo o lucro/cab. Quanto maior for a frequência de monitoramento, maiores serão as chances para correção de erros.

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Na pecuária de corte, não é diferente. Erros ou ausência de planejamento tornam mais difícil, para o produtor, alcançar os objetivos traçados, além de elevar custos. Vejamos um exemplo clássico: quando se define uma dieta para determinado ganho médio diário (GMD), que define a velocidade do processo, e esse ganho não é atingido por alguma deficiência de manejo, o animal fica mais tempo na propriedade, aumentando os custos e reduzindo o lucro/cab. Quanto maior for a frequência de monitoramento, maiores serão as chances para correção de erros.

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Confira os destaques da seção ‘Giro Rápido’ da Revista DBO de maio

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Por isso, deve haver monitoramento constante para que tudo corra conforme o desejado. Caso aconteça alguma interferência, a velocidade deverá ser reajustada para que o tempo de chegada se mantenha. A metodologia descrita acima é denominada PDCA, sigla em inglês para Plan (planejar), Do (fazer), Check (checar) e Act (agir de forma corretiva). Seu objetivo é obter melhoria contínua nos processos de uma empresa, visando cumprimento de metas pré-estabelecidas.

Na pecuária de corte, não é diferente. Erros ou ausência de planejamento tornam mais difícil, para o produtor, alcançar os objetivos traçados, além de elevar custos. Vejamos um exemplo clássico: quando se define uma dieta para determinado ganho médio diário (GMD), que define a velocidade do processo, e esse ganho não é atingido por alguma deficiência de manejo, o animal fica mais tempo na propriedade, aumentando os custos e reduzindo o lucro/cab. Quanto maior for a frequência de monitoramento, maiores serão as chances para correção de erros.

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