Apresentado Por:

Que venha a bezerrada!

Especialistas preveem forte oferta de animais em 2023, mas sinalizam que ciclo de baixa na pecuária brasileira deve caminhar em paralelo a uma alta demanda internacional

Em evento de confinamento da Coan, especialistas preveem supersafra de bezerros sem queda abrupta de preços

Por Ariosto Mesquita

“Não se iludam. Pelas minhas contas, teremos, em 2022, o maior número de nascimentos de bezerros no Brasil”. A projeção é do economista Alexandre Mendonça de Barros, da MB Agro Consultoria. O especialista baseia sua avaliação na forte retenção de fêmeas em 2021. Dados do IBGE mostram que, no ano passado, o abate de vacas e novilhas totalizou 9,3 milhões de cabeças (o menor em uma década), 14,3% abaixo das 10,9 milhões de 2020 e 29,5% inferior às 13,2 milhões abatidas em 2019. “A essa retenção, podemos somar ganhos de eficiência reprodutiva e nutricional. Ou seja, ainda está vindo muito bezerro por aí, que será o boi gordo de 2024”, avisa.

Se, historicamente, as fases de baixa são caracterizadas por forte oferta de animais e quedas acentuadas nos preços pagos ao produtor, há uma expectativa de que as oscilações dessa vez sejam “menos traumáticas”. Essa foi a sinalização de Barros e de outros analistas, durante o Feedlot Summit Brazil 2022, evento organizado pela Coan Consultoria e que reuniu 1.257 participantes e 43 empresas expositoras , nos dias 8 e 9 de setembro, em Goiânia (GO).

Alto nível

O Feedlot Summit Brazil procura reunir, anualmente, um grupo tecnificado da bovinocultura de corte brasileira para avaliar mercado, estudar projeções, conhecer tendências e novas tecnologias que possam tornar a pecuária mais lucrativa. Sediado em Goiânia (GO), esgotou sua disponibilidade de vagas (para 1.257 pessoas) semanas antes da realização da edição 2022.

Segundo seu organizador, Rogério Marchiori Coan, o evento reuniu produtores e técnicos de todos os estados brasileiros além de participantes do Uruguai, Paraguai, Argentina e Colômbia.,Além dos especialistas citados nesta reportagem, o evento contou também com nomes como Moacyr Corsi (Esalq/USP), Adilson Aguiar (FAZU – Uberaba) e Iveraldo Dutra (UNESP/Araçatuba), além de profissionais internacionais como Jonathan Beckett (Beckett Consulting Services – EUA) e Evan Titgemeyer (Universidade de Kansas – EUA).

Fazendo uma leitura do mercado externo, Barros (que apresentou o painel “Tendências e oportunidades para o mercado de commodities em 2022 e 2023”) projetou oportunidades para a carne bovina brasileira, graças a uma demanda internacional razoavelmente firme e, sobretudo, a situações “desafiadoras” vividas por outros países produtores. O maior termômetro é o mercado norte-americano (líder em produção e consumo) que, segundo Barros, entra no sexto ano consecutivo de elevado abate de fêmeas, enquanto trabalhos acadêmicos recentes mostram que o ciclo pecuário por lá geralmente flutua entre 4 e 4,5 anos.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Em evento de confinamento da Coan, especialistas preveem supersafra de bezerros sem queda abrupta de preços

Por Ariosto Mesquita

“Não se iludam. Pelas minhas contas, teremos, em 2022, o maior número de nascimentos de bezerros no Brasil”. A projeção é do economista Alexandre Mendonça de Barros, da MB Agro Consultoria. O especialista baseia sua avaliação na forte retenção de fêmeas em 2021. Dados do IBGE mostram que, no ano passado, o abate de vacas e novilhas totalizou 9,3 milhões de cabeças (o menor em uma década), 14,3% abaixo das 10,9 milhões de 2020 e 29,5% inferior às 13,2 milhões abatidas em 2019. “A essa retenção, podemos somar ganhos de eficiência reprodutiva e nutricional. Ou seja, ainda está vindo muito bezerro por aí, que será o boi gordo de 2024”, avisa.

Se, historicamente, as fases de baixa são caracterizadas por forte oferta de animais e quedas acentuadas nos preços pagos ao produtor, há uma expectativa de que as oscilações dessa vez sejam “menos traumáticas”. Essa foi a sinalização de Barros e de outros analistas, durante o Feedlot Summit Brazil 2022, evento organizado pela Coan Consultoria e que reuniu 1.257 participantes e 43 empresas expositoras , nos dias 8 e 9 de setembro, em Goiânia (GO).

Alto nível

O Feedlot Summit Brazil procura reunir, anualmente, um grupo tecnificado da bovinocultura de corte brasileira para avaliar mercado, estudar projeções, conhecer tendências e novas tecnologias que possam tornar a pecuária mais lucrativa. Sediado em Goiânia (GO), esgotou sua disponibilidade de vagas (para 1.257 pessoas) semanas antes da realização da edição 2022.

Segundo seu organizador, Rogério Marchiori Coan, o evento reuniu produtores e técnicos de todos os estados brasileiros além de participantes do Uruguai, Paraguai, Argentina e Colômbia.,Além dos especialistas citados nesta reportagem, o evento contou também com nomes como Moacyr Corsi (Esalq/USP), Adilson Aguiar (FAZU – Uberaba) e Iveraldo Dutra (UNESP/Araçatuba), além de profissionais internacionais como Jonathan Beckett (Beckett Consulting Services – EUA) e Evan Titgemeyer (Universidade de Kansas – EUA).

Fazendo uma leitura do mercado externo, Barros (que apresentou o painel “Tendências e oportunidades para o mercado de commodities em 2022 e 2023”) projetou oportunidades para a carne bovina brasileira, graças a uma demanda internacional razoavelmente firme e, sobretudo, a situações “desafiadoras” vividas por outros países produtores. O maior termômetro é o mercado norte-americano (líder em produção e consumo) que, segundo Barros, entra no sexto ano consecutivo de elevado abate de fêmeas, enquanto trabalhos acadêmicos recentes mostram que o ciclo pecuário por lá geralmente flutua entre 4 e 4,5 anos.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Este post está disponível apenas para membros.
Compartilhe:

Continue depois da publicidade

Continue depois da publicidade

Especialistas preveem forte oferta de animais em 2023, mas sinalizam que ciclo de baixa na pecuária brasileira deve caminhar em paralelo a uma alta demanda internacional

Em evento de confinamento da Coan, especialistas preveem supersafra de bezerros sem queda abrupta de preços

Por Ariosto Mesquita

“Não se iludam. Pelas minhas contas, teremos, em 2022, o maior número de nascimentos de bezerros no Brasil”. A projeção é do economista Alexandre Mendonça de Barros, da MB Agro Consultoria. O especialista baseia sua avaliação na forte retenção de fêmeas em 2021. Dados do IBGE mostram que, no ano passado, o abate de vacas e novilhas totalizou 9,3 milhões de cabeças (o menor em uma década), 14,3% abaixo das 10,9 milhões de 2020 e 29,5% inferior às 13,2 milhões abatidas em 2019. “A essa retenção, podemos somar ganhos de eficiência reprodutiva e nutricional. Ou seja, ainda está vindo muito bezerro por aí, que será o boi gordo de 2024”, avisa.

Se, historicamente, as fases de baixa são caracterizadas por forte oferta de animais e quedas acentuadas nos preços pagos ao produtor, há uma expectativa de que as oscilações dessa vez sejam “menos traumáticas”. Essa foi a sinalização de Barros e de outros analistas, durante o Feedlot Summit Brazil 2022, evento organizado pela Coan Consultoria e que reuniu 1.257 participantes e 43 empresas expositoras , nos dias 8 e 9 de setembro, em Goiânia (GO).

Alto nível

O Feedlot Summit Brazil procura reunir, anualmente, um grupo tecnificado da bovinocultura de corte brasileira para avaliar mercado, estudar projeções, conhecer tendências e novas tecnologias que possam tornar a pecuária mais lucrativa. Sediado em Goiânia (GO), esgotou sua disponibilidade de vagas (para 1.257 pessoas) semanas antes da realização da edição 2022.

Segundo seu organizador, Rogério Marchiori Coan, o evento reuniu produtores e técnicos de todos os estados brasileiros além de participantes do Uruguai, Paraguai, Argentina e Colômbia.,Além dos especialistas citados nesta reportagem, o evento contou também com nomes como Moacyr Corsi (Esalq/USP), Adilson Aguiar (FAZU – Uberaba) e Iveraldo Dutra (UNESP/Araçatuba), além de profissionais internacionais como Jonathan Beckett (Beckett Consulting Services – EUA) e Evan Titgemeyer (Universidade de Kansas – EUA).

Fazendo uma leitura do mercado externo, Barros (que apresentou o painel “Tendências e oportunidades para o mercado de commodities em 2022 e 2023”) projetou oportunidades para a carne bovina brasileira, graças a uma demanda internacional razoavelmente firme e, sobretudo, a situações “desafiadoras” vividas por outros países produtores. O maior termômetro é o mercado norte-americano (líder em produção e consumo) que, segundo Barros, entra no sexto ano consecutivo de elevado abate de fêmeas, enquanto trabalhos acadêmicos recentes mostram que o ciclo pecuário por lá geralmente flutua entre 4 e 4,5 anos.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Em evento de confinamento da Coan, especialistas preveem supersafra de bezerros sem queda abrupta de preços

Por Ariosto Mesquita

“Não se iludam. Pelas minhas contas, teremos, em 2022, o maior número de nascimentos de bezerros no Brasil”. A projeção é do economista Alexandre Mendonça de Barros, da MB Agro Consultoria. O especialista baseia sua avaliação na forte retenção de fêmeas em 2021. Dados do IBGE mostram que, no ano passado, o abate de vacas e novilhas totalizou 9,3 milhões de cabeças (o menor em uma década), 14,3% abaixo das 10,9 milhões de 2020 e 29,5% inferior às 13,2 milhões abatidas em 2019. “A essa retenção, podemos somar ganhos de eficiência reprodutiva e nutricional. Ou seja, ainda está vindo muito bezerro por aí, que será o boi gordo de 2024”, avisa.

Se, historicamente, as fases de baixa são caracterizadas por forte oferta de animais e quedas acentuadas nos preços pagos ao produtor, há uma expectativa de que as oscilações dessa vez sejam “menos traumáticas”. Essa foi a sinalização de Barros e de outros analistas, durante o Feedlot Summit Brazil 2022, evento organizado pela Coan Consultoria e que reuniu 1.257 participantes e 43 empresas expositoras , nos dias 8 e 9 de setembro, em Goiânia (GO).

Alto nível

O Feedlot Summit Brazil procura reunir, anualmente, um grupo tecnificado da bovinocultura de corte brasileira para avaliar mercado, estudar projeções, conhecer tendências e novas tecnologias que possam tornar a pecuária mais lucrativa. Sediado em Goiânia (GO), esgotou sua disponibilidade de vagas (para 1.257 pessoas) semanas antes da realização da edição 2022.

Segundo seu organizador, Rogério Marchiori Coan, o evento reuniu produtores e técnicos de todos os estados brasileiros além de participantes do Uruguai, Paraguai, Argentina e Colômbia.,Além dos especialistas citados nesta reportagem, o evento contou também com nomes como Moacyr Corsi (Esalq/USP), Adilson Aguiar (FAZU – Uberaba) e Iveraldo Dutra (UNESP/Araçatuba), além de profissionais internacionais como Jonathan Beckett (Beckett Consulting Services – EUA) e Evan Titgemeyer (Universidade de Kansas – EUA).

Fazendo uma leitura do mercado externo, Barros (que apresentou o painel “Tendências e oportunidades para o mercado de commodities em 2022 e 2023”) projetou oportunidades para a carne bovina brasileira, graças a uma demanda internacional razoavelmente firme e, sobretudo, a situações “desafiadoras” vividas por outros países produtores. O maior termômetro é o mercado norte-americano (líder em produção e consumo) que, segundo Barros, entra no sexto ano consecutivo de elevado abate de fêmeas, enquanto trabalhos acadêmicos recentes mostram que o ciclo pecuário por lá geralmente flutua entre 4 e 4,5 anos.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Este post está disponível apenas para membros.

Gostou? Compartilhe:

Mais Lidas

1.

Encontre aqui a consultoria ideal para sua fazenda

Vídeos em destaque

Mais Lidas

Colunistas

Desempenho dos leilões da ExpoZebu encorpa resultados de abril

Em evento de confinamento da Coan, especialistas preveem supersafra de bezerros sem queda abrupta de preços

Por Ariosto Mesquita

“Não se iludam. Pelas minhas contas, teremos, em 2022, o maior número de nascimentos de bezerros no Brasil”. A projeção é do economista Alexandre Mendonça de Barros, da MB Agro Consultoria. O especialista baseia sua avaliação na forte retenção de fêmeas em 2021. Dados do IBGE mostram que, no ano passado, o abate de vacas e novilhas totalizou 9,3 milhões de cabeças (o menor em uma década), 14,3% abaixo das 10,9 milhões de 2020 e 29,5% inferior às 13,2 milhões abatidas em 2019. “A essa retenção, podemos somar ganhos de eficiência reprodutiva e nutricional. Ou seja, ainda está vindo muito bezerro por aí, que será o boi gordo de 2024”, avisa.

Se, historicamente, as fases de baixa são caracterizadas por forte oferta de animais e quedas acentuadas nos preços pagos ao produtor, há uma expectativa de que as oscilações dessa vez sejam “menos traumáticas”. Essa foi a sinalização de Barros e de outros analistas, durante o Feedlot Summit Brazil 2022, evento organizado pela Coan Consultoria e que reuniu 1.257 participantes e 43 empresas expositoras , nos dias 8 e 9 de setembro, em Goiânia (GO).

Alto nível

O Feedlot Summit Brazil procura reunir, anualmente, um grupo tecnificado da bovinocultura de corte brasileira para avaliar mercado, estudar projeções, conhecer tendências e novas tecnologias que possam tornar a pecuária mais lucrativa. Sediado em Goiânia (GO), esgotou sua disponibilidade de vagas (para 1.257 pessoas) semanas antes da realização da edição 2022.

Segundo seu organizador, Rogério Marchiori Coan, o evento reuniu produtores e técnicos de todos os estados brasileiros além de participantes do Uruguai, Paraguai, Argentina e Colômbia.,Além dos especialistas citados nesta reportagem, o evento contou também com nomes como Moacyr Corsi (Esalq/USP), Adilson Aguiar (FAZU – Uberaba) e Iveraldo Dutra (UNESP/Araçatuba), além de profissionais internacionais como Jonathan Beckett (Beckett Consulting Services – EUA) e Evan Titgemeyer (Universidade de Kansas – EUA).

Fazendo uma leitura do mercado externo, Barros (que apresentou o painel “Tendências e oportunidades para o mercado de commodities em 2022 e 2023”) projetou oportunidades para a carne bovina brasileira, graças a uma demanda internacional razoavelmente firme e, sobretudo, a situações “desafiadoras” vividas por outros países produtores. O maior termômetro é o mercado norte-americano (líder em produção e consumo) que, segundo Barros, entra no sexto ano consecutivo de elevado abate de fêmeas, enquanto trabalhos acadêmicos recentes mostram que o ciclo pecuário por lá geralmente flutua entre 4 e 4,5 anos.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Em evento de confinamento da Coan, especialistas preveem supersafra de bezerros sem queda abrupta de preços

Por Ariosto Mesquita

“Não se iludam. Pelas minhas contas, teremos, em 2022, o maior número de nascimentos de bezerros no Brasil”. A projeção é do economista Alexandre Mendonça de Barros, da MB Agro Consultoria. O especialista baseia sua avaliação na forte retenção de fêmeas em 2021. Dados do IBGE mostram que, no ano passado, o abate de vacas e novilhas totalizou 9,3 milhões de cabeças (o menor em uma década), 14,3% abaixo das 10,9 milhões de 2020 e 29,5% inferior às 13,2 milhões abatidas em 2019. “A essa retenção, podemos somar ganhos de eficiência reprodutiva e nutricional. Ou seja, ainda está vindo muito bezerro por aí, que será o boi gordo de 2024”, avisa.

Se, historicamente, as fases de baixa são caracterizadas por forte oferta de animais e quedas acentuadas nos preços pagos ao produtor, há uma expectativa de que as oscilações dessa vez sejam “menos traumáticas”. Essa foi a sinalização de Barros e de outros analistas, durante o Feedlot Summit Brazil 2022, evento organizado pela Coan Consultoria e que reuniu 1.257 participantes e 43 empresas expositoras , nos dias 8 e 9 de setembro, em Goiânia (GO).

Alto nível

O Feedlot Summit Brazil procura reunir, anualmente, um grupo tecnificado da bovinocultura de corte brasileira para avaliar mercado, estudar projeções, conhecer tendências e novas tecnologias que possam tornar a pecuária mais lucrativa. Sediado em Goiânia (GO), esgotou sua disponibilidade de vagas (para 1.257 pessoas) semanas antes da realização da edição 2022.

Segundo seu organizador, Rogério Marchiori Coan, o evento reuniu produtores e técnicos de todos os estados brasileiros além de participantes do Uruguai, Paraguai, Argentina e Colômbia.,Além dos especialistas citados nesta reportagem, o evento contou também com nomes como Moacyr Corsi (Esalq/USP), Adilson Aguiar (FAZU – Uberaba) e Iveraldo Dutra (UNESP/Araçatuba), além de profissionais internacionais como Jonathan Beckett (Beckett Consulting Services – EUA) e Evan Titgemeyer (Universidade de Kansas – EUA).

Fazendo uma leitura do mercado externo, Barros (que apresentou o painel “Tendências e oportunidades para o mercado de commodities em 2022 e 2023”) projetou oportunidades para a carne bovina brasileira, graças a uma demanda internacional razoavelmente firme e, sobretudo, a situações “desafiadoras” vividas por outros países produtores. O maior termômetro é o mercado norte-americano (líder em produção e consumo) que, segundo Barros, entra no sexto ano consecutivo de elevado abate de fêmeas, enquanto trabalhos acadêmicos recentes mostram que o ciclo pecuário por lá geralmente flutua entre 4 e 4,5 anos.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Para acessar este conteúdo, você deve adquirir Assinaturas DBO - #CdC, Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Mensal, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - Parceria Rehagro, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - 26, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Anual, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Mensal ou Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Anual.

Confira os destaques da seção ‘Giro Rápido’ da Revista DBO de maio

Em evento de confinamento da Coan, especialistas preveem supersafra de bezerros sem queda abrupta de preços

Por Ariosto Mesquita

“Não se iludam. Pelas minhas contas, teremos, em 2022, o maior número de nascimentos de bezerros no Brasil”. A projeção é do economista Alexandre Mendonça de Barros, da MB Agro Consultoria. O especialista baseia sua avaliação na forte retenção de fêmeas em 2021. Dados do IBGE mostram que, no ano passado, o abate de vacas e novilhas totalizou 9,3 milhões de cabeças (o menor em uma década), 14,3% abaixo das 10,9 milhões de 2020 e 29,5% inferior às 13,2 milhões abatidas em 2019. “A essa retenção, podemos somar ganhos de eficiência reprodutiva e nutricional. Ou seja, ainda está vindo muito bezerro por aí, que será o boi gordo de 2024”, avisa.

Se, historicamente, as fases de baixa são caracterizadas por forte oferta de animais e quedas acentuadas nos preços pagos ao produtor, há uma expectativa de que as oscilações dessa vez sejam “menos traumáticas”. Essa foi a sinalização de Barros e de outros analistas, durante o Feedlot Summit Brazil 2022, evento organizado pela Coan Consultoria e que reuniu 1.257 participantes e 43 empresas expositoras , nos dias 8 e 9 de setembro, em Goiânia (GO).

Alto nível

O Feedlot Summit Brazil procura reunir, anualmente, um grupo tecnificado da bovinocultura de corte brasileira para avaliar mercado, estudar projeções, conhecer tendências e novas tecnologias que possam tornar a pecuária mais lucrativa. Sediado em Goiânia (GO), esgotou sua disponibilidade de vagas (para 1.257 pessoas) semanas antes da realização da edição 2022.

Segundo seu organizador, Rogério Marchiori Coan, o evento reuniu produtores e técnicos de todos os estados brasileiros além de participantes do Uruguai, Paraguai, Argentina e Colômbia.,Além dos especialistas citados nesta reportagem, o evento contou também com nomes como Moacyr Corsi (Esalq/USP), Adilson Aguiar (FAZU – Uberaba) e Iveraldo Dutra (UNESP/Araçatuba), além de profissionais internacionais como Jonathan Beckett (Beckett Consulting Services – EUA) e Evan Titgemeyer (Universidade de Kansas – EUA).

Fazendo uma leitura do mercado externo, Barros (que apresentou o painel “Tendências e oportunidades para o mercado de commodities em 2022 e 2023”) projetou oportunidades para a carne bovina brasileira, graças a uma demanda internacional razoavelmente firme e, sobretudo, a situações “desafiadoras” vividas por outros países produtores. O maior termômetro é o mercado norte-americano (líder em produção e consumo) que, segundo Barros, entra no sexto ano consecutivo de elevado abate de fêmeas, enquanto trabalhos acadêmicos recentes mostram que o ciclo pecuário por lá geralmente flutua entre 4 e 4,5 anos.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Em evento de confinamento da Coan, especialistas preveem supersafra de bezerros sem queda abrupta de preços

Por Ariosto Mesquita

“Não se iludam. Pelas minhas contas, teremos, em 2022, o maior número de nascimentos de bezerros no Brasil”. A projeção é do economista Alexandre Mendonça de Barros, da MB Agro Consultoria. O especialista baseia sua avaliação na forte retenção de fêmeas em 2021. Dados do IBGE mostram que, no ano passado, o abate de vacas e novilhas totalizou 9,3 milhões de cabeças (o menor em uma década), 14,3% abaixo das 10,9 milhões de 2020 e 29,5% inferior às 13,2 milhões abatidas em 2019. “A essa retenção, podemos somar ganhos de eficiência reprodutiva e nutricional. Ou seja, ainda está vindo muito bezerro por aí, que será o boi gordo de 2024”, avisa.

Se, historicamente, as fases de baixa são caracterizadas por forte oferta de animais e quedas acentuadas nos preços pagos ao produtor, há uma expectativa de que as oscilações dessa vez sejam “menos traumáticas”. Essa foi a sinalização de Barros e de outros analistas, durante o Feedlot Summit Brazil 2022, evento organizado pela Coan Consultoria e que reuniu 1.257 participantes e 43 empresas expositoras , nos dias 8 e 9 de setembro, em Goiânia (GO).

Alto nível

O Feedlot Summit Brazil procura reunir, anualmente, um grupo tecnificado da bovinocultura de corte brasileira para avaliar mercado, estudar projeções, conhecer tendências e novas tecnologias que possam tornar a pecuária mais lucrativa. Sediado em Goiânia (GO), esgotou sua disponibilidade de vagas (para 1.257 pessoas) semanas antes da realização da edição 2022.

Segundo seu organizador, Rogério Marchiori Coan, o evento reuniu produtores e técnicos de todos os estados brasileiros além de participantes do Uruguai, Paraguai, Argentina e Colômbia.,Além dos especialistas citados nesta reportagem, o evento contou também com nomes como Moacyr Corsi (Esalq/USP), Adilson Aguiar (FAZU – Uberaba) e Iveraldo Dutra (UNESP/Araçatuba), além de profissionais internacionais como Jonathan Beckett (Beckett Consulting Services – EUA) e Evan Titgemeyer (Universidade de Kansas – EUA).

Fazendo uma leitura do mercado externo, Barros (que apresentou o painel “Tendências e oportunidades para o mercado de commodities em 2022 e 2023”) projetou oportunidades para a carne bovina brasileira, graças a uma demanda internacional razoavelmente firme e, sobretudo, a situações “desafiadoras” vividas por outros países produtores. O maior termômetro é o mercado norte-americano (líder em produção e consumo) que, segundo Barros, entra no sexto ano consecutivo de elevado abate de fêmeas, enquanto trabalhos acadêmicos recentes mostram que o ciclo pecuário por lá geralmente flutua entre 4 e 4,5 anos.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Para acessar este conteúdo, você deve adquirir Assinaturas DBO - #CdC, Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Mensal, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - Parceria Rehagro, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - 26, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Anual, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Mensal ou Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Anual.

Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

Em evento de confinamento da Coan, especialistas preveem supersafra de bezerros sem queda abrupta de preços

Por Ariosto Mesquita

“Não se iludam. Pelas minhas contas, teremos, em 2022, o maior número de nascimentos de bezerros no Brasil”. A projeção é do economista Alexandre Mendonça de Barros, da MB Agro Consultoria. O especialista baseia sua avaliação na forte retenção de fêmeas em 2021. Dados do IBGE mostram que, no ano passado, o abate de vacas e novilhas totalizou 9,3 milhões de cabeças (o menor em uma década), 14,3% abaixo das 10,9 milhões de 2020 e 29,5% inferior às 13,2 milhões abatidas em 2019. “A essa retenção, podemos somar ganhos de eficiência reprodutiva e nutricional. Ou seja, ainda está vindo muito bezerro por aí, que será o boi gordo de 2024”, avisa.

Se, historicamente, as fases de baixa são caracterizadas por forte oferta de animais e quedas acentuadas nos preços pagos ao produtor, há uma expectativa de que as oscilações dessa vez sejam “menos traumáticas”. Essa foi a sinalização de Barros e de outros analistas, durante o Feedlot Summit Brazil 2022, evento organizado pela Coan Consultoria e que reuniu 1.257 participantes e 43 empresas expositoras , nos dias 8 e 9 de setembro, em Goiânia (GO).

Alto nível

O Feedlot Summit Brazil procura reunir, anualmente, um grupo tecnificado da bovinocultura de corte brasileira para avaliar mercado, estudar projeções, conhecer tendências e novas tecnologias que possam tornar a pecuária mais lucrativa. Sediado em Goiânia (GO), esgotou sua disponibilidade de vagas (para 1.257 pessoas) semanas antes da realização da edição 2022.

Segundo seu organizador, Rogério Marchiori Coan, o evento reuniu produtores e técnicos de todos os estados brasileiros além de participantes do Uruguai, Paraguai, Argentina e Colômbia.,Além dos especialistas citados nesta reportagem, o evento contou também com nomes como Moacyr Corsi (Esalq/USP), Adilson Aguiar (FAZU – Uberaba) e Iveraldo Dutra (UNESP/Araçatuba), além de profissionais internacionais como Jonathan Beckett (Beckett Consulting Services – EUA) e Evan Titgemeyer (Universidade de Kansas – EUA).

Fazendo uma leitura do mercado externo, Barros (que apresentou o painel “Tendências e oportunidades para o mercado de commodities em 2022 e 2023”) projetou oportunidades para a carne bovina brasileira, graças a uma demanda internacional razoavelmente firme e, sobretudo, a situações “desafiadoras” vividas por outros países produtores. O maior termômetro é o mercado norte-americano (líder em produção e consumo) que, segundo Barros, entra no sexto ano consecutivo de elevado abate de fêmeas, enquanto trabalhos acadêmicos recentes mostram que o ciclo pecuário por lá geralmente flutua entre 4 e 4,5 anos.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Em evento de confinamento da Coan, especialistas preveem supersafra de bezerros sem queda abrupta de preços

Por Ariosto Mesquita

“Não se iludam. Pelas minhas contas, teremos, em 2022, o maior número de nascimentos de bezerros no Brasil”. A projeção é do economista Alexandre Mendonça de Barros, da MB Agro Consultoria. O especialista baseia sua avaliação na forte retenção de fêmeas em 2021. Dados do IBGE mostram que, no ano passado, o abate de vacas e novilhas totalizou 9,3 milhões de cabeças (o menor em uma década), 14,3% abaixo das 10,9 milhões de 2020 e 29,5% inferior às 13,2 milhões abatidas em 2019. “A essa retenção, podemos somar ganhos de eficiência reprodutiva e nutricional. Ou seja, ainda está vindo muito bezerro por aí, que será o boi gordo de 2024”, avisa.

Se, historicamente, as fases de baixa são caracterizadas por forte oferta de animais e quedas acentuadas nos preços pagos ao produtor, há uma expectativa de que as oscilações dessa vez sejam “menos traumáticas”. Essa foi a sinalização de Barros e de outros analistas, durante o Feedlot Summit Brazil 2022, evento organizado pela Coan Consultoria e que reuniu 1.257 participantes e 43 empresas expositoras , nos dias 8 e 9 de setembro, em Goiânia (GO).

Alto nível

O Feedlot Summit Brazil procura reunir, anualmente, um grupo tecnificado da bovinocultura de corte brasileira para avaliar mercado, estudar projeções, conhecer tendências e novas tecnologias que possam tornar a pecuária mais lucrativa. Sediado em Goiânia (GO), esgotou sua disponibilidade de vagas (para 1.257 pessoas) semanas antes da realização da edição 2022.

Segundo seu organizador, Rogério Marchiori Coan, o evento reuniu produtores e técnicos de todos os estados brasileiros além de participantes do Uruguai, Paraguai, Argentina e Colômbia.,Além dos especialistas citados nesta reportagem, o evento contou também com nomes como Moacyr Corsi (Esalq/USP), Adilson Aguiar (FAZU – Uberaba) e Iveraldo Dutra (UNESP/Araçatuba), além de profissionais internacionais como Jonathan Beckett (Beckett Consulting Services – EUA) e Evan Titgemeyer (Universidade de Kansas – EUA).

Fazendo uma leitura do mercado externo, Barros (que apresentou o painel “Tendências e oportunidades para o mercado de commodities em 2022 e 2023”) projetou oportunidades para a carne bovina brasileira, graças a uma demanda internacional razoavelmente firme e, sobretudo, a situações “desafiadoras” vividas por outros países produtores. O maior termômetro é o mercado norte-americano (líder em produção e consumo) que, segundo Barros, entra no sexto ano consecutivo de elevado abate de fêmeas, enquanto trabalhos acadêmicos recentes mostram que o ciclo pecuário por lá geralmente flutua entre 4 e 4,5 anos.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Para acessar este conteúdo, você deve adquirir Assinaturas DBO - #CdC, Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Mensal, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - Parceria Rehagro, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - 26, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Anual, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Mensal ou Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Anual.

Em evento de confinamento da Coan, especialistas preveem supersafra de bezerros sem queda abrupta de preços

Por Ariosto Mesquita

“Não se iludam. Pelas minhas contas, teremos, em 2022, o maior número de nascimentos de bezerros no Brasil”. A projeção é do economista Alexandre Mendonça de Barros, da MB Agro Consultoria. O especialista baseia sua avaliação na forte retenção de fêmeas em 2021. Dados do IBGE mostram que, no ano passado, o abate de vacas e novilhas totalizou 9,3 milhões de cabeças (o menor em uma década), 14,3% abaixo das 10,9 milhões de 2020 e 29,5% inferior às 13,2 milhões abatidas em 2019. “A essa retenção, podemos somar ganhos de eficiência reprodutiva e nutricional. Ou seja, ainda está vindo muito bezerro por aí, que será o boi gordo de 2024”, avisa.

Se, historicamente, as fases de baixa são caracterizadas por forte oferta de animais e quedas acentuadas nos preços pagos ao produtor, há uma expectativa de que as oscilações dessa vez sejam “menos traumáticas”. Essa foi a sinalização de Barros e de outros analistas, durante o Feedlot Summit Brazil 2022, evento organizado pela Coan Consultoria e que reuniu 1.257 participantes e 43 empresas expositoras , nos dias 8 e 9 de setembro, em Goiânia (GO).

Alto nível

O Feedlot Summit Brazil procura reunir, anualmente, um grupo tecnificado da bovinocultura de corte brasileira para avaliar mercado, estudar projeções, conhecer tendências e novas tecnologias que possam tornar a pecuária mais lucrativa. Sediado em Goiânia (GO), esgotou sua disponibilidade de vagas (para 1.257 pessoas) semanas antes da realização da edição 2022.

Segundo seu organizador, Rogério Marchiori Coan, o evento reuniu produtores e técnicos de todos os estados brasileiros além de participantes do Uruguai, Paraguai, Argentina e Colômbia.,Além dos especialistas citados nesta reportagem, o evento contou também com nomes como Moacyr Corsi (Esalq/USP), Adilson Aguiar (FAZU – Uberaba) e Iveraldo Dutra (UNESP/Araçatuba), além de profissionais internacionais como Jonathan Beckett (Beckett Consulting Services – EUA) e Evan Titgemeyer (Universidade de Kansas – EUA).

Fazendo uma leitura do mercado externo, Barros (que apresentou o painel “Tendências e oportunidades para o mercado de commodities em 2022 e 2023”) projetou oportunidades para a carne bovina brasileira, graças a uma demanda internacional razoavelmente firme e, sobretudo, a situações “desafiadoras” vividas por outros países produtores. O maior termômetro é o mercado norte-americano (líder em produção e consumo) que, segundo Barros, entra no sexto ano consecutivo de elevado abate de fêmeas, enquanto trabalhos acadêmicos recentes mostram que o ciclo pecuário por lá geralmente flutua entre 4 e 4,5 anos.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Em evento de confinamento da Coan, especialistas preveem supersafra de bezerros sem queda abrupta de preços

Por Ariosto Mesquita

“Não se iludam. Pelas minhas contas, teremos, em 2022, o maior número de nascimentos de bezerros no Brasil”. A projeção é do economista Alexandre Mendonça de Barros, da MB Agro Consultoria. O especialista baseia sua avaliação na forte retenção de fêmeas em 2021. Dados do IBGE mostram que, no ano passado, o abate de vacas e novilhas totalizou 9,3 milhões de cabeças (o menor em uma década), 14,3% abaixo das 10,9 milhões de 2020 e 29,5% inferior às 13,2 milhões abatidas em 2019. “A essa retenção, podemos somar ganhos de eficiência reprodutiva e nutricional. Ou seja, ainda está vindo muito bezerro por aí, que será o boi gordo de 2024”, avisa.

Se, historicamente, as fases de baixa são caracterizadas por forte oferta de animais e quedas acentuadas nos preços pagos ao produtor, há uma expectativa de que as oscilações dessa vez sejam “menos traumáticas”. Essa foi a sinalização de Barros e de outros analistas, durante o Feedlot Summit Brazil 2022, evento organizado pela Coan Consultoria e que reuniu 1.257 participantes e 43 empresas expositoras , nos dias 8 e 9 de setembro, em Goiânia (GO).

Alto nível

O Feedlot Summit Brazil procura reunir, anualmente, um grupo tecnificado da bovinocultura de corte brasileira para avaliar mercado, estudar projeções, conhecer tendências e novas tecnologias que possam tornar a pecuária mais lucrativa. Sediado em Goiânia (GO), esgotou sua disponibilidade de vagas (para 1.257 pessoas) semanas antes da realização da edição 2022.

Segundo seu organizador, Rogério Marchiori Coan, o evento reuniu produtores e técnicos de todos os estados brasileiros além de participantes do Uruguai, Paraguai, Argentina e Colômbia.,Além dos especialistas citados nesta reportagem, o evento contou também com nomes como Moacyr Corsi (Esalq/USP), Adilson Aguiar (FAZU – Uberaba) e Iveraldo Dutra (UNESP/Araçatuba), além de profissionais internacionais como Jonathan Beckett (Beckett Consulting Services – EUA) e Evan Titgemeyer (Universidade de Kansas – EUA).

Fazendo uma leitura do mercado externo, Barros (que apresentou o painel “Tendências e oportunidades para o mercado de commodities em 2022 e 2023”) projetou oportunidades para a carne bovina brasileira, graças a uma demanda internacional razoavelmente firme e, sobretudo, a situações “desafiadoras” vividas por outros países produtores. O maior termômetro é o mercado norte-americano (líder em produção e consumo) que, segundo Barros, entra no sexto ano consecutivo de elevado abate de fêmeas, enquanto trabalhos acadêmicos recentes mostram que o ciclo pecuário por lá geralmente flutua entre 4 e 4,5 anos.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Para acessar este conteúdo, você deve adquirir Assinaturas DBO - #CdC, Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Mensal, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - Parceria Rehagro, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - 26, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Anual, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Mensal ou Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Anual.