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Revista DBO | O pioneiro do Brahman no Acre

O criador Alcides Teixeira é um dos maiores produtores de touros da região Norte e trabalha para elevar ainda mais a oferta de reprodutores até 2023

Rebanho de corte da Fazenda Diamante soma 5.000 cabeças.

Por Larissa Vieira

O sonho de um dia ter seu pedaço de terra para tocar sua própria boiada levou o paulista Alcides Teixeira a trocar o interior de São Paulo pelo Acre. Era o ano de 1976 e a região acreana tinha sido incorporada à fronteira agrícola amazônica por conta da abertura de rodovias de integração e dos incentivos fiscais recebidos do governo. Aos 23 anos, ele deixou a cidade de Presidente Prudente/SP para colonizar o então jovem estado brasileiro, missão dada pelo patrão, Francisco Jacintho da Silveira.

Ao chegar em Rio Branco, percebeu que o desafio seria grande. “A pecuária na região era uma atividade muito pequena, local, o gado não tinha a qualidade que tem hoje. Na época, embarquei de Naviraí, no Mato Grosso do Sul, mil bezerros machos para engordar no Acre, pois aqui não tinha essa disponibilidade de animais. A situação começou a mudar com a chegada de criadores tradicionais de zebu, dentre eles Rubico de Carvalho e José Tavares do Couto, que trouxeram muita genética boa. Como o frete na década de 1970 era muito caro, eles embarcaram somente os melhores animais de seus planteis para iniciar a pecuária no Acre”, lembra Alcides Teixeira, hoje com 69 anos de idade.

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Ao chegar em Rio Branco, percebeu que o desafio seria grande. “A pecuária na região era uma atividade muito pequena, local, o gado não tinha a qualidade que tem hoje. Na época, embarquei de Naviraí, no Mato Grosso do Sul, mil bezerros machos para engordar no Acre, pois aqui não tinha essa disponibilidade de animais. A situação começou a mudar com a chegada de criadores tradicionais de zebu, dentre eles Rubico de Carvalho e José Tavares do Couto, que trouxeram muita genética boa. Como o frete na década de 1970 era muito caro, eles embarcaram somente os melhores animais de seus planteis para iniciar a pecuária no Acre”, lembra Alcides Teixeira, hoje com 69 anos de idade.

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Ao chegar em Rio Branco, percebeu que o desafio seria grande. “A pecuária na região era uma atividade muito pequena, local, o gado não tinha a qualidade que tem hoje. Na época, embarquei de Naviraí, no Mato Grosso do Sul, mil bezerros machos para engordar no Acre, pois aqui não tinha essa disponibilidade de animais. A situação começou a mudar com a chegada de criadores tradicionais de zebu, dentre eles Rubico de Carvalho e José Tavares do Couto, que trouxeram muita genética boa. Como o frete na década de 1970 era muito caro, eles embarcaram somente os melhores animais de seus planteis para iniciar a pecuária no Acre”, lembra Alcides Teixeira, hoje com 69 anos de idade.

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Ao chegar em Rio Branco, percebeu que o desafio seria grande. “A pecuária na região era uma atividade muito pequena, local, o gado não tinha a qualidade que tem hoje. Na época, embarquei de Naviraí, no Mato Grosso do Sul, mil bezerros machos para engordar no Acre, pois aqui não tinha essa disponibilidade de animais. A situação começou a mudar com a chegada de criadores tradicionais de zebu, dentre eles Rubico de Carvalho e José Tavares do Couto, que trouxeram muita genética boa. Como o frete na década de 1970 era muito caro, eles embarcaram somente os melhores animais de seus planteis para iniciar a pecuária no Acre”, lembra Alcides Teixeira, hoje com 69 anos de idade.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

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