Bem-estar terá peso cada vez maior na cadeia produtiva, escreve o zootecnista Rafael Cassiolato de Oliveira, em artigo publicado na Revista DBO; confira!
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Bem-estar terá peso cada vez maior na cadeia produtiva, escreve o zootecnista Rafael Cassiolato de Oliveira, em artigo publicado na Revista DBO; confira!
Bem-estar terá peso cada vez maior na cadeia produtiva, escreve o zootecnista Rafael Cassiolato de Oliveira, em artigo publicado na Revista DBO; confira!
Gigante do Agro, com rebanho de 85.000 cabeças, suplementa 7.000 precocinhas Nelore para cobertura aos 12-14 meses e faz recria/engorda intensiva de machos, abatendo-os aos dois anos, com 20-21@.

Por Rafael Cassiolato de Oliveira – Zootecnista com MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas e promotor técnico da GlobalGen.Começo este artigo fazendo uma pergunta meramente provocativa aos leitores de DBO, apenas para induzi-los à reflexão: vocês já assistiram ou mesmo postaram, em redes sociais, algum vídeo com a hashtag “Nelore sendo Nelore”? Uma rápida pesquisa na internet expõe várias postagens visualizadas aos milhares de cães atrás da bezerrada, bois enroscados em meio ao arame farpado e outras situações que até geram boas gargalhadas, mas, ao mesmo tempo, expõem certo grau de ineficiência no manejo do gado.
Em minhas andanças por fazendas com distintas realidades, tenho incentivado a capacitação das pessoas que lidam com o rebanho, porque o mundo não está atento apenas às questões ambientais brasileiras, mas também ao bem-estar dos animais durante o ciclo produtivo.
Medidas simples beneficiam todos os elos da cadeia produtiva da carne bovina, inclusive, evitando acidentes graves e prejuízos, além de agilizar o manejo, seja ele alimentar, reprodutivo, sanitário, de embarque ou desembarque. Vou enumerar neste artigo algumas dessas medidas, que considero fundamentais.
A primeira diz respeito à infraestrutura da fazenda, que faz total diferença, com destaque para o tronco de contenção, que impede os animais de se deitar ou pular durante os procedimentos, reduzindo drasticamente o refluxo medicamentoso, por exemplo. Se o produtor tiver equipamento adequado e em boas condições, consegue reduzir o tempo dedicado a cada animal em até 50%.

Por Rafael Cassiolato de Oliveira – Zootecnista com MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas e promotor técnico da GlobalGen.Começo este artigo fazendo uma pergunta meramente provocativa aos leitores de DBO, apenas para induzi-los à reflexão: vocês já assistiram ou mesmo postaram, em redes sociais, algum vídeo com a hashtag “Nelore sendo Nelore”? Uma rápida pesquisa na internet expõe várias postagens visualizadas aos milhares de cães atrás da bezerrada, bois enroscados em meio ao arame farpado e outras situações que até geram boas gargalhadas, mas, ao mesmo tempo, expõem certo grau de ineficiência no manejo do gado.
Em minhas andanças por fazendas com distintas realidades, tenho incentivado a capacitação das pessoas que lidam com o rebanho, porque o mundo não está atento apenas às questões ambientais brasileiras, mas também ao bem-estar dos animais durante o ciclo produtivo.
Medidas simples beneficiam todos os elos da cadeia produtiva da carne bovina, inclusive, evitando acidentes graves e prejuízos, além de agilizar o manejo, seja ele alimentar, reprodutivo, sanitário, de embarque ou desembarque. Vou enumerar neste artigo algumas dessas medidas, que considero fundamentais.
A primeira diz respeito à infraestrutura da fazenda, que faz total diferença, com destaque para o tronco de contenção, que impede os animais de se deitar ou pular durante os procedimentos, reduzindo drasticamente o refluxo medicamentoso, por exemplo. Se o produtor tiver equipamento adequado e em boas condições, consegue reduzir o tempo dedicado a cada animal em até 50%.
Desempenho dos leilões da ExpoZebu encorpa resultados de abril

Por Rafael Cassiolato de Oliveira – Zootecnista com MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas e promotor técnico da GlobalGen.Começo este artigo fazendo uma pergunta meramente provocativa aos leitores de DBO, apenas para induzi-los à reflexão: vocês já assistiram ou mesmo postaram, em redes sociais, algum vídeo com a hashtag “Nelore sendo Nelore”? Uma rápida pesquisa na internet expõe várias postagens visualizadas aos milhares de cães atrás da bezerrada, bois enroscados em meio ao arame farpado e outras situações que até geram boas gargalhadas, mas, ao mesmo tempo, expõem certo grau de ineficiência no manejo do gado.
Em minhas andanças por fazendas com distintas realidades, tenho incentivado a capacitação das pessoas que lidam com o rebanho, porque o mundo não está atento apenas às questões ambientais brasileiras, mas também ao bem-estar dos animais durante o ciclo produtivo.
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A primeira diz respeito à infraestrutura da fazenda, que faz total diferença, com destaque para o tronco de contenção, que impede os animais de se deitar ou pular durante os procedimentos, reduzindo drasticamente o refluxo medicamentoso, por exemplo. Se o produtor tiver equipamento adequado e em boas condições, consegue reduzir o tempo dedicado a cada animal em até 50%.

Por Rafael Cassiolato de Oliveira – Zootecnista com MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas e promotor técnico da GlobalGen.Começo este artigo fazendo uma pergunta meramente provocativa aos leitores de DBO, apenas para induzi-los à reflexão: vocês já assistiram ou mesmo postaram, em redes sociais, algum vídeo com a hashtag “Nelore sendo Nelore”? Uma rápida pesquisa na internet expõe várias postagens visualizadas aos milhares de cães atrás da bezerrada, bois enroscados em meio ao arame farpado e outras situações que até geram boas gargalhadas, mas, ao mesmo tempo, expõem certo grau de ineficiência no manejo do gado.
Em minhas andanças por fazendas com distintas realidades, tenho incentivado a capacitação das pessoas que lidam com o rebanho, porque o mundo não está atento apenas às questões ambientais brasileiras, mas também ao bem-estar dos animais durante o ciclo produtivo.
Medidas simples beneficiam todos os elos da cadeia produtiva da carne bovina, inclusive, evitando acidentes graves e prejuízos, além de agilizar o manejo, seja ele alimentar, reprodutivo, sanitário, de embarque ou desembarque. Vou enumerar neste artigo algumas dessas medidas, que considero fundamentais.
A primeira diz respeito à infraestrutura da fazenda, que faz total diferença, com destaque para o tronco de contenção, que impede os animais de se deitar ou pular durante os procedimentos, reduzindo drasticamente o refluxo medicamentoso, por exemplo. Se o produtor tiver equipamento adequado e em boas condições, consegue reduzir o tempo dedicado a cada animal em até 50%.
Confira os destaques da seção ‘Giro Rápido’ da Revista DBO de maio

Por Rafael Cassiolato de Oliveira – Zootecnista com MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas e promotor técnico da GlobalGen.Começo este artigo fazendo uma pergunta meramente provocativa aos leitores de DBO, apenas para induzi-los à reflexão: vocês já assistiram ou mesmo postaram, em redes sociais, algum vídeo com a hashtag “Nelore sendo Nelore”? Uma rápida pesquisa na internet expõe várias postagens visualizadas aos milhares de cães atrás da bezerrada, bois enroscados em meio ao arame farpado e outras situações que até geram boas gargalhadas, mas, ao mesmo tempo, expõem certo grau de ineficiência no manejo do gado.
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A primeira diz respeito à infraestrutura da fazenda, que faz total diferença, com destaque para o tronco de contenção, que impede os animais de se deitar ou pular durante os procedimentos, reduzindo drasticamente o refluxo medicamentoso, por exemplo. Se o produtor tiver equipamento adequado e em boas condições, consegue reduzir o tempo dedicado a cada animal em até 50%.

Por Rafael Cassiolato de Oliveira – Zootecnista com MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas e promotor técnico da GlobalGen.Começo este artigo fazendo uma pergunta meramente provocativa aos leitores de DBO, apenas para induzi-los à reflexão: vocês já assistiram ou mesmo postaram, em redes sociais, algum vídeo com a hashtag “Nelore sendo Nelore”? Uma rápida pesquisa na internet expõe várias postagens visualizadas aos milhares de cães atrás da bezerrada, bois enroscados em meio ao arame farpado e outras situações que até geram boas gargalhadas, mas, ao mesmo tempo, expõem certo grau de ineficiência no manejo do gado.
Em minhas andanças por fazendas com distintas realidades, tenho incentivado a capacitação das pessoas que lidam com o rebanho, porque o mundo não está atento apenas às questões ambientais brasileiras, mas também ao bem-estar dos animais durante o ciclo produtivo.
Medidas simples beneficiam todos os elos da cadeia produtiva da carne bovina, inclusive, evitando acidentes graves e prejuízos, além de agilizar o manejo, seja ele alimentar, reprodutivo, sanitário, de embarque ou desembarque. Vou enumerar neste artigo algumas dessas medidas, que considero fundamentais.
A primeira diz respeito à infraestrutura da fazenda, que faz total diferença, com destaque para o tronco de contenção, que impede os animais de se deitar ou pular durante os procedimentos, reduzindo drasticamente o refluxo medicamentoso, por exemplo. Se o produtor tiver equipamento adequado e em boas condições, consegue reduzir o tempo dedicado a cada animal em até 50%.
Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

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A primeira diz respeito à infraestrutura da fazenda, que faz total diferença, com destaque para o tronco de contenção, que impede os animais de se deitar ou pular durante os procedimentos, reduzindo drasticamente o refluxo medicamentoso, por exemplo. Se o produtor tiver equipamento adequado e em boas condições, consegue reduzir o tempo dedicado a cada animal em até 50%.

Por Rafael Cassiolato de Oliveira – Zootecnista com MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas e promotor técnico da GlobalGen.Começo este artigo fazendo uma pergunta meramente provocativa aos leitores de DBO, apenas para induzi-los à reflexão: vocês já assistiram ou mesmo postaram, em redes sociais, algum vídeo com a hashtag “Nelore sendo Nelore”? Uma rápida pesquisa na internet expõe várias postagens visualizadas aos milhares de cães atrás da bezerrada, bois enroscados em meio ao arame farpado e outras situações que até geram boas gargalhadas, mas, ao mesmo tempo, expõem certo grau de ineficiência no manejo do gado.
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Medidas simples beneficiam todos os elos da cadeia produtiva da carne bovina, inclusive, evitando acidentes graves e prejuízos, além de agilizar o manejo, seja ele alimentar, reprodutivo, sanitário, de embarque ou desembarque. Vou enumerar neste artigo algumas dessas medidas, que considero fundamentais.
A primeira diz respeito à infraestrutura da fazenda, que faz total diferença, com destaque para o tronco de contenção, que impede os animais de se deitar ou pular durante os procedimentos, reduzindo drasticamente o refluxo medicamentoso, por exemplo. Se o produtor tiver equipamento adequado e em boas condições, consegue reduzir o tempo dedicado a cada animal em até 50%.

Por Rafael Cassiolato de Oliveira – Zootecnista com MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas e promotor técnico da GlobalGen.Começo este artigo fazendo uma pergunta meramente provocativa aos leitores de DBO, apenas para induzi-los à reflexão: vocês já assistiram ou mesmo postaram, em redes sociais, algum vídeo com a hashtag “Nelore sendo Nelore”? Uma rápida pesquisa na internet expõe várias postagens visualizadas aos milhares de cães atrás da bezerrada, bois enroscados em meio ao arame farpado e outras situações que até geram boas gargalhadas, mas, ao mesmo tempo, expõem certo grau de ineficiência no manejo do gado.
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A primeira diz respeito à infraestrutura da fazenda, que faz total diferença, com destaque para o tronco de contenção, que impede os animais de se deitar ou pular durante os procedimentos, reduzindo drasticamente o refluxo medicamentoso, por exemplo. Se o produtor tiver equipamento adequado e em boas condições, consegue reduzir o tempo dedicado a cada animal em até 50%.

Por Rafael Cassiolato de Oliveira – Zootecnista com MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas e promotor técnico da GlobalGen.Começo este artigo fazendo uma pergunta meramente provocativa aos leitores de DBO, apenas para induzi-los à reflexão: vocês já assistiram ou mesmo postaram, em redes sociais, algum vídeo com a hashtag “Nelore sendo Nelore”? Uma rápida pesquisa na internet expõe várias postagens visualizadas aos milhares de cães atrás da bezerrada, bois enroscados em meio ao arame farpado e outras situações que até geram boas gargalhadas, mas, ao mesmo tempo, expõem certo grau de ineficiência no manejo do gado.
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Medidas simples beneficiam todos os elos da cadeia produtiva da carne bovina, inclusive, evitando acidentes graves e prejuízos, além de agilizar o manejo, seja ele alimentar, reprodutivo, sanitário, de embarque ou desembarque. Vou enumerar neste artigo algumas dessas medidas, que considero fundamentais.
A primeira diz respeito à infraestrutura da fazenda, que faz total diferença, com destaque para o tronco de contenção, que impede os animais de se deitar ou pular durante os procedimentos, reduzindo drasticamente o refluxo medicamentoso, por exemplo. Se o produtor tiver equipamento adequado e em boas condições, consegue reduzir o tempo dedicado a cada animal em até 50%.