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Revista DBO | Expectativas para o 2º giro de confinamento

Em sua coluna, Alcides Torres Jr., diretor-proprietário da Scot Consultoria, diz que o ‘cenário para o 2º giro tem ares mais positivos’

Por Alcides Torres Jr. – Engenheiro agrônomo e diretor-proprietário da Scot Consultoria, de Bebedouro, SP. Colaborou: Thayná Drugowick.

A quebra da safra de grãos 2021/2022, o aumento de preços dos insumos, a arroba em queda e a pouca atratividade dos contratos futuros marcaram o primeiro giro de confinamento (abril/maio) no Brasil. Para o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), esse cenário pouco atrativo no 1º giro reduziu a intenção de confinamento dos pecuaristas no Estado em 19,9% (131.000 cabeças a menos), na comparação com o ano passado.

De lá para cá, muita coisa mudou e o cenário para o 2º giro tem ares mais positivos. O preço dos grãos, com destaque para o milho, responsável por boa parte dos custos com alimentação está em queda desde meados de junho. Com a entressafra de capim, os preços da arroba retomaram firmeza. Já o boi magro, principal componente de custo do confinamento, recuperou-se vagarosamente.

No mercado futuro, o contrato para outubro/2022 chegou próximo de R$340/@ em 15 de junho, uma excelente oportunidade para o terminador. Esse conjunto de fatores elevou a atratividade do segundo giro de confinamento e reduziu os riscos envolvidos. Com base neste cenário, estimamos a rentabilidade do segundo giro do confinamento de bovinos em São Paulo, com fechamento da boiada em 15 de julho, 90 dias de engorda, ganho de 1,6 kg/cab/dia e rendimento de carcaça de 56%.

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A quebra da safra de grãos 2021/2022, o aumento de preços dos insumos, a arroba em queda e a pouca atratividade dos contratos futuros marcaram o primeiro giro de confinamento (abril/maio) no Brasil. Para o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), esse cenário pouco atrativo no 1º giro reduziu a intenção de confinamento dos pecuaristas no Estado em 19,9% (131.000 cabeças a menos), na comparação com o ano passado.

De lá para cá, muita coisa mudou e o cenário para o 2º giro tem ares mais positivos. O preço dos grãos, com destaque para o milho, responsável por boa parte dos custos com alimentação está em queda desde meados de junho. Com a entressafra de capim, os preços da arroba retomaram firmeza. Já o boi magro, principal componente de custo do confinamento, recuperou-se vagarosamente.

No mercado futuro, o contrato para outubro/2022 chegou próximo de R$340/@ em 15 de junho, uma excelente oportunidade para o terminador. Esse conjunto de fatores elevou a atratividade do segundo giro de confinamento e reduziu os riscos envolvidos. Com base neste cenário, estimamos a rentabilidade do segundo giro do confinamento de bovinos em São Paulo, com fechamento da boiada em 15 de julho, 90 dias de engorda, ganho de 1,6 kg/cab/dia e rendimento de carcaça de 56%.

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A quebra da safra de grãos 2021/2022, o aumento de preços dos insumos, a arroba em queda e a pouca atratividade dos contratos futuros marcaram o primeiro giro de confinamento (abril/maio) no Brasil. Para o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), esse cenário pouco atrativo no 1º giro reduziu a intenção de confinamento dos pecuaristas no Estado em 19,9% (131.000 cabeças a menos), na comparação com o ano passado.

De lá para cá, muita coisa mudou e o cenário para o 2º giro tem ares mais positivos. O preço dos grãos, com destaque para o milho, responsável por boa parte dos custos com alimentação está em queda desde meados de junho. Com a entressafra de capim, os preços da arroba retomaram firmeza. Já o boi magro, principal componente de custo do confinamento, recuperou-se vagarosamente.

No mercado futuro, o contrato para outubro/2022 chegou próximo de R$340/@ em 15 de junho, uma excelente oportunidade para o terminador. Esse conjunto de fatores elevou a atratividade do segundo giro de confinamento e reduziu os riscos envolvidos. Com base neste cenário, estimamos a rentabilidade do segundo giro do confinamento de bovinos em São Paulo, com fechamento da boiada em 15 de julho, 90 dias de engorda, ganho de 1,6 kg/cab/dia e rendimento de carcaça de 56%.

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De lá para cá, muita coisa mudou e o cenário para o 2º giro tem ares mais positivos. O preço dos grãos, com destaque para o milho, responsável por boa parte dos custos com alimentação está em queda desde meados de junho. Com a entressafra de capim, os preços da arroba retomaram firmeza. Já o boi magro, principal componente de custo do confinamento, recuperou-se vagarosamente.

No mercado futuro, o contrato para outubro/2022 chegou próximo de R$340/@ em 15 de junho, uma excelente oportunidade para o terminador. Esse conjunto de fatores elevou a atratividade do segundo giro de confinamento e reduziu os riscos envolvidos. Com base neste cenário, estimamos a rentabilidade do segundo giro do confinamento de bovinos em São Paulo, com fechamento da boiada em 15 de julho, 90 dias de engorda, ganho de 1,6 kg/cab/dia e rendimento de carcaça de 56%.

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De lá para cá, muita coisa mudou e o cenário para o 2º giro tem ares mais positivos. O preço dos grãos, com destaque para o milho, responsável por boa parte dos custos com alimentação está em queda desde meados de junho. Com a entressafra de capim, os preços da arroba retomaram firmeza. Já o boi magro, principal componente de custo do confinamento, recuperou-se vagarosamente.

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De lá para cá, muita coisa mudou e o cenário para o 2º giro tem ares mais positivos. O preço dos grãos, com destaque para o milho, responsável por boa parte dos custos com alimentação está em queda desde meados de junho. Com a entressafra de capim, os preços da arroba retomaram firmeza. Já o boi magro, principal componente de custo do confinamento, recuperou-se vagarosamente.

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